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domingo, 24 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Seminário de família em Cachoeiro do Itapemirim
Paz em Cristo irmão.
Somos o ministério família da Primeira Igreja Presbiteriana de Cachoeiro, e estamos convidando você para investir em sua família. Presença do Pastor Ismael e de sua esposa Pra. CLeire do mInistério casados em Cristo, que servem ao senhor Jesus como pastores titulares de uma igreja no interior de Sao Paulo há 19 anos e trabalham com casais desde 1995. Estamos orando para que você venha e tenha uma experiência de cura em sua família.Digite aqui o resumo do post Digite aqui o resto do post
domingo, 17 de abril de 2011
Ebook gratis: As 12 colunas de um casamento - Pr Ismael
Depois de ver tantos casamentos naufragarem ou estarem vivendo muito aquém daquilo que poderiam viver e sabedor do projeto vitorioso do Criador para a família, então, dediquei-me a buscar compreender o que acontece numa relação que chega ao fim. Como é que algo, inicialmente, lindo pode acabar de forma tão melancólica, provocando danos irreparáveis nos envolvidos, tanto para o casal quanto para os filhos.E sempre o que sobra é um rastro de amarguras, decepções e até mesmo ódio. E por outro lado, o que existe em um casamento duradouro onde eles permanecem não só juntos, mas felizes. Leia este ebook e veja o que falta e o que está bom em seu casamento.
sábado, 16 de abril de 2011
Ebook "Gotas de sabedoria conjugal" Grátis
Um ebook de gostosa leitura, trazendo coisas do cotidiano da vida conjugal.
Faça o seu download neste link:
http://www.4shared.com/document/La8kWFHZ/ebook_gotas_de_sabedoria_conju.htm
LINK PARA LEITURA DO LIVRO AQUI MESMO.
http://www.bookess.com/read/9100-gotas-de-sabedoria-conjugal-/
Faça o seu download neste link:
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
E o seu marido, será que ele tem necessidade de se "sentir amado" ?
Pr Ismael
Aqui no blog nós temos batido bastante na tecla para que os maridos demonstrem amor pela sua esposa, afirmando que elas têm necessidade de afeto, de carinho, e que a sensibilidade delas é algo importante para que haja alegria no relacionamento. Mas e com relação aos homens, será que eles também têm necessidade de se sentirem amados ou isso é "coisa de mulher"?
Os homens também precisam ter a convicção de que são amados. Para eles o amor está mais voltado ao respeito que sua mulher tem para com ele. Mas, o que é o respeito? Vamos considerar algumas coisas que denotam respeito para com ele:
CONFIANÇA: O homem precisa que aqueles que estão debaixo de seus cuidados tenham confiança nele, que saibam e acreditem que ele está fazendo o melhor para o bem da família. Issso não quer dizer que não vai errar nunca ou acertar sempre, pois mesmo com o maior amor que possa amar, ele continuará sendo um ser falível, não terá a onipotencia consigo.Quando a esposa não confia e ele se dá conta disso, é uma declaração de sua incompetência.
Isso pode se dar nas pequenas coisas do cotidiano, até mesmo um palpite vindo dela, um conselho, pode parecer-lhe que ela está dizendo que ele é um incapaz e não merece a confiança dela.
As mulheres por natureza são bem falantes, e às vezes falam até para provocar uma aproximação, melhorar a intimidade conjugal, mas é preciso dosar isso para que não provoque um efeito contrário.É comum um marido pensar horas a fio em como resolver um problema e quando vai por a mão na massa, a esposa vem com duas ou mais soluções e alternativas para o problema, que na verdade ela mal teve tempo para pensar sobre ele. O marido pode ver isso como uma falta de confiança no "taco" dele.Algumas coisas são próprias para o marido resolver, e se ele pedir uma ajuda, não há problema algum nisso, aliás é muito bom resolver em conselho pois se houver um erro, não haverá acusação.
É sempre interessante ter um comportamento que favoreça a auto afirmação dele, isso é papel de ajudadora. Mas e se ele errar? Ora, será uma oportunidade para aprender e crescer.
A mulher quando for intervir, faça com tato e jeitinho próprio das mulheres para que ele não fique melindrado na sua masculinidade.
ACEITAÇÃO: Ser aceito como é, sem que se queira mudá-lo é um grande sinal de respeito e de amor para com ele.Se quizer mudá-lo, que seja sem palavras e cobranças, mas com gestos que o façam repensar a vida e suas atitudes. Ele precisa do aplauso dela nas coisas que faz.É uma validação, e isso tem a ver com o que ele é, pois é assim que um homem se vê e se julga, pelas suas realizações bem sucedidas.Quer acabar com um homem ? Menospreze o seu trabalho, as suas habilidades, a sua competencia e capacidade.Desconsidere-o por isso e não precisará mais nada para destruí-lo.
APRECIAÇÃO: Ele precisa se sentir importante na vida da esposa, sentir-se estimado como algo precioso,alguém imprescindível.Outro dia vi uma mulher fazer uma brincadeira com o marido dizendo que tinha ido almoçar com um ex-namorado, a intenção era provocá-lo,uma brincadeira de gosto duvidoso e eu fiquei pensando: "e se fosse comigo?", qual seria o meu sentimento, e olha, não foi nada bom o que pensei. Acredito que você ter a sensação de que é descartável, menos qualificado, pessoa menor, é algo terrível. Apreciação tem a ver com um julgamento positivo que se faz sobre a pessoa, é a vallrização do outro.
ADMIRAÇÃO: é um sentimento de prazer por aquilo que é belo ou bom. Qual homem não gosta de ser admirado pelo que seu caráter, sua dignidade, competência e, porque não, pelos seus dotes físicos. Você mulher, pegue papel e caneta e comece a anotar as coisas boas que encontra no seu marido, você poderá se surpreender, verá que existem coisas não muito boas, mas também encontrará coisas interessantes nele.Ele é trabalhador, bom pai, bom filho, honesto nos contratos, bom pagador, temente a Deus ? Veja quantas coisas boas pode haver nele, a você cabe admirá-lo pelo que é e pelo que faz.
ENCORAJAMENTO: A esposa que encoraja, é aquela que diz " você é bom nisso, vá em frente", "Vai que vai dar certo!!", é aquela que elogia. Ela é uma mola que impulsiona o homem para as suas conquistas, é alguém que vibra com os seus resultados.Se é um momento difícil da vida ela diz: "Vai que estou com você, conte comigo, você vai conseguir!!".
Isso é respeito, é a forma como os homens se sentem amados pelas suas esposas.
Aqui no blog nós temos batido bastante na tecla para que os maridos demonstrem amor pela sua esposa, afirmando que elas têm necessidade de afeto, de carinho, e que a sensibilidade delas é algo importante para que haja alegria no relacionamento. Mas e com relação aos homens, será que eles também têm necessidade de se sentirem amados ou isso é "coisa de mulher"?
Os homens também precisam ter a convicção de que são amados. Para eles o amor está mais voltado ao respeito que sua mulher tem para com ele. Mas, o que é o respeito? Vamos considerar algumas coisas que denotam respeito para com ele:
CONFIANÇA: O homem precisa que aqueles que estão debaixo de seus cuidados tenham confiança nele, que saibam e acreditem que ele está fazendo o melhor para o bem da família. Issso não quer dizer que não vai errar nunca ou acertar sempre, pois mesmo com o maior amor que possa amar, ele continuará sendo um ser falível, não terá a onipotencia consigo.Quando a esposa não confia e ele se dá conta disso, é uma declaração de sua incompetência.
Isso pode se dar nas pequenas coisas do cotidiano, até mesmo um palpite vindo dela, um conselho, pode parecer-lhe que ela está dizendo que ele é um incapaz e não merece a confiança dela.
As mulheres por natureza são bem falantes, e às vezes falam até para provocar uma aproximação, melhorar a intimidade conjugal, mas é preciso dosar isso para que não provoque um efeito contrário.É comum um marido pensar horas a fio em como resolver um problema e quando vai por a mão na massa, a esposa vem com duas ou mais soluções e alternativas para o problema, que na verdade ela mal teve tempo para pensar sobre ele. O marido pode ver isso como uma falta de confiança no "taco" dele.Algumas coisas são próprias para o marido resolver, e se ele pedir uma ajuda, não há problema algum nisso, aliás é muito bom resolver em conselho pois se houver um erro, não haverá acusação.
É sempre interessante ter um comportamento que favoreça a auto afirmação dele, isso é papel de ajudadora. Mas e se ele errar? Ora, será uma oportunidade para aprender e crescer.
A mulher quando for intervir, faça com tato e jeitinho próprio das mulheres para que ele não fique melindrado na sua masculinidade.
ACEITAÇÃO: Ser aceito como é, sem que se queira mudá-lo é um grande sinal de respeito e de amor para com ele.Se quizer mudá-lo, que seja sem palavras e cobranças, mas com gestos que o façam repensar a vida e suas atitudes. Ele precisa do aplauso dela nas coisas que faz.É uma validação, e isso tem a ver com o que ele é, pois é assim que um homem se vê e se julga, pelas suas realizações bem sucedidas.Quer acabar com um homem ? Menospreze o seu trabalho, as suas habilidades, a sua competencia e capacidade.Desconsidere-o por isso e não precisará mais nada para destruí-lo.
APRECIAÇÃO: Ele precisa se sentir importante na vida da esposa, sentir-se estimado como algo precioso,alguém imprescindível.Outro dia vi uma mulher fazer uma brincadeira com o marido dizendo que tinha ido almoçar com um ex-namorado, a intenção era provocá-lo,uma brincadeira de gosto duvidoso e eu fiquei pensando: "e se fosse comigo?", qual seria o meu sentimento, e olha, não foi nada bom o que pensei. Acredito que você ter a sensação de que é descartável, menos qualificado, pessoa menor, é algo terrível. Apreciação tem a ver com um julgamento positivo que se faz sobre a pessoa, é a vallrização do outro.
ADMIRAÇÃO: é um sentimento de prazer por aquilo que é belo ou bom. Qual homem não gosta de ser admirado pelo que seu caráter, sua dignidade, competência e, porque não, pelos seus dotes físicos. Você mulher, pegue papel e caneta e comece a anotar as coisas boas que encontra no seu marido, você poderá se surpreender, verá que existem coisas não muito boas, mas também encontrará coisas interessantes nele.Ele é trabalhador, bom pai, bom filho, honesto nos contratos, bom pagador, temente a Deus ? Veja quantas coisas boas pode haver nele, a você cabe admirá-lo pelo que é e pelo que faz.
ENCORAJAMENTO: A esposa que encoraja, é aquela que diz " você é bom nisso, vá em frente", "Vai que vai dar certo!!", é aquela que elogia. Ela é uma mola que impulsiona o homem para as suas conquistas, é alguém que vibra com os seus resultados.Se é um momento difícil da vida ela diz: "Vai que estou com você, conte comigo, você vai conseguir!!".
Isso é respeito, é a forma como os homens se sentem amados pelas suas esposas.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Conselhos de Jesus para o casal.
Por Pr Ismael
Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência....E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras.Ap 2:2-6.
Este texto é uma uma advertência que o Senhor Jesus faz para sua amada Igreja de Éfeso.
Sabemos que o amor conjugal é comparado a forma com que Cristo ama a sua Noiva.
Então, usaremos o texto bíblico para advertirmos os casais que se amam, vivem aparentemente bem, mas que estão com o relacionamento em risco por terem deixado o prirmeiro amor.
Está veiculando um comercial de TV por assinatura que mostra alguém voltando para casa e a sua esposa percebendo a sua chegada , tira o avental, ajeita o cabelo e o recebe com um forte abraço, um abraço demorado, gostoso.Um romantismo incrível,. Ela tem na sua face uma expressão de intensa alegria, mas de repente ele faz alguns movimentos estranhos, abraçado com ela, apanha o controle da televisão e a liga. Ela perplexa pergunta: “Você ligou a TV?” num misto de surpresa e decepção.Fica claro que ele voltou por causa da TV. Para quem vê de forma distraída, sem muita elaboração, o comercial é engraçado. Mas é triste saber que traz uma verdade. Muitos casais se mantem juntos em virtudes de “coisas” que ajuntaram no relacionamento, eles já não tem o outro como o seu “bem maior”, mas como algo que faz parte do pacote.
Alguns casais se amam, mas como se acostumaram um com o outro, já não vêm motivos para comemorar o reencontro. É incrível que se perguntado respondem que está tudo bem com eles. Eles estão tão frios que não se deram conta que o romance, a alegria, o abraço inesperado, o elogio oportuno, a cumplicidade num olhar de admiração, são coisas que poderiam denunciar a intensidade desse amor. O amor deles está empanado, perdeu o brilho e eles não enchergam a falta de vida no casamento.
Eu e a Cleire já mudamos muito de casa em virtude da minha condição de militar, e era interessante observar que quando a mobília ainda estava dentro da casa, a gente não percebia que a parede estava feia, suja, com manchas. Mas quando as coisas já tinham sido retiradas do interior da casa, aí sim víamos o quão sujas estavam as paredes, precisando de uma tinta nova.O casamento precisa de vez em quando de uma mão de tinta também.
Temos a tendência a nos acostumamos com o menos, com o feio, com a coisa medíocre (abaixo da média) e era disso que Jesus estava falando com sua noiva. Ele dizia que queria um relacionamento intenso, amoroso, com vida, com cor, com cheiro bom. Reconhecia os valores que estavam preservados, mas que não seriam suficientes para manter aquela relação. E dá um recado. A chama desse amor seria retirada caso a mornidão não fosse mandada embora.
Incrível como isso acontece e nos atinge a todos.Casais estão juntos, trabalhando, voltando para casa, de vez em quando transando, com algumas metas , sonhos em comum, mas de forma desatenta eles começam a se afastar um do outro, tudo em nome da busca de um horizonte melhor. Eles precisam acumular coisas, precisam adquirir bens, precisam comprar, e não dá prá cuidar do romantismo, não há tempo para fazer do outro o seu maior bem.
Mas um belo dia, um intruso surge na vida dos dois, e eles descobrem que o casamento já não tem mais brilho e que algo mais interessante está acontecendo nos seus corações, uma nova paixão chegou, e assim acontece o que Jesus previa, o luz foi retirada e já não há mais razões para continuarem juntos.
Porque vocês estão continuam voltando para casa? Por causa da estrutura, dos bens adquiridos, da falta de opção? Não sei , mas sei que o casal deve voltar para casa com saudade do outro, com desejo, com alegria pelo reencontro. Isso é a mão de tinta nas paredes do nosso coração, é manutenção, é voltar ao primeiro amor.
Pense nisso, e tome atitude ...
Aqui está o comercial
Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência....E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras.Ap 2:2-6.
Este texto é uma uma advertência que o Senhor Jesus faz para sua amada Igreja de Éfeso.
Sabemos que o amor conjugal é comparado a forma com que Cristo ama a sua Noiva.
Então, usaremos o texto bíblico para advertirmos os casais que se amam, vivem aparentemente bem, mas que estão com o relacionamento em risco por terem deixado o prirmeiro amor.
Está veiculando um comercial de TV por assinatura que mostra alguém voltando para casa e a sua esposa percebendo a sua chegada , tira o avental, ajeita o cabelo e o recebe com um forte abraço, um abraço demorado, gostoso.Um romantismo incrível,. Ela tem na sua face uma expressão de intensa alegria, mas de repente ele faz alguns movimentos estranhos, abraçado com ela, apanha o controle da televisão e a liga. Ela perplexa pergunta: “Você ligou a TV?” num misto de surpresa e decepção.Fica claro que ele voltou por causa da TV. Para quem vê de forma distraída, sem muita elaboração, o comercial é engraçado. Mas é triste saber que traz uma verdade. Muitos casais se mantem juntos em virtudes de “coisas” que ajuntaram no relacionamento, eles já não tem o outro como o seu “bem maior”, mas como algo que faz parte do pacote.
Alguns casais se amam, mas como se acostumaram um com o outro, já não vêm motivos para comemorar o reencontro. É incrível que se perguntado respondem que está tudo bem com eles. Eles estão tão frios que não se deram conta que o romance, a alegria, o abraço inesperado, o elogio oportuno, a cumplicidade num olhar de admiração, são coisas que poderiam denunciar a intensidade desse amor. O amor deles está empanado, perdeu o brilho e eles não enchergam a falta de vida no casamento.
Eu e a Cleire já mudamos muito de casa em virtude da minha condição de militar, e era interessante observar que quando a mobília ainda estava dentro da casa, a gente não percebia que a parede estava feia, suja, com manchas. Mas quando as coisas já tinham sido retiradas do interior da casa, aí sim víamos o quão sujas estavam as paredes, precisando de uma tinta nova.O casamento precisa de vez em quando de uma mão de tinta também.
Temos a tendência a nos acostumamos com o menos, com o feio, com a coisa medíocre (abaixo da média) e era disso que Jesus estava falando com sua noiva. Ele dizia que queria um relacionamento intenso, amoroso, com vida, com cor, com cheiro bom. Reconhecia os valores que estavam preservados, mas que não seriam suficientes para manter aquela relação. E dá um recado. A chama desse amor seria retirada caso a mornidão não fosse mandada embora.
Incrível como isso acontece e nos atinge a todos.Casais estão juntos, trabalhando, voltando para casa, de vez em quando transando, com algumas metas , sonhos em comum, mas de forma desatenta eles começam a se afastar um do outro, tudo em nome da busca de um horizonte melhor. Eles precisam acumular coisas, precisam adquirir bens, precisam comprar, e não dá prá cuidar do romantismo, não há tempo para fazer do outro o seu maior bem.
Mas um belo dia, um intruso surge na vida dos dois, e eles descobrem que o casamento já não tem mais brilho e que algo mais interessante está acontecendo nos seus corações, uma nova paixão chegou, e assim acontece o que Jesus previa, o luz foi retirada e já não há mais razões para continuarem juntos.
Porque vocês estão continuam voltando para casa? Por causa da estrutura, dos bens adquiridos, da falta de opção? Não sei , mas sei que o casal deve voltar para casa com saudade do outro, com desejo, com alegria pelo reencontro. Isso é a mão de tinta nas paredes do nosso coração, é manutenção, é voltar ao primeiro amor.
Pense nisso, e tome atitude ...
Aqui está o comercial
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O amor esfriou, a paixão acabou e agora?
Estamos publicando novamente este post devido a sua importância para o relacionamento conjugal.
Quando a paixão acabar, não é hora de arrumar amante para ver se a coisa melhora, mas é hora de compreender a dinâmica do relacionamento, é hora de compreender melhor seus próprios sentimentos e escolher o caminho correto.
Vamos ao post.
Texto extraído do livro “Filhos felizes” de Dr. Ross Campbell, psiquiatra cristão, especialista em problemas de crianças e adolescentes, professor na Faculdade de Medicina de Tenesse, EUA.
“Está vendo? Ele não em ama mais. Tudo o que faz é criticar-me”, “Não há nada de bom que você possa dizer sobre mim ?”, essas foram frases ditas num diálogo entre marido e mulher, que vieram ao meu consultório em busca de aconselhamento como um último recurso.
E para minha grande surpresa, o marido não podia realmente pensar em nada positivo para elogiar a esposa. Ela era atraente, inteligente, falava bem e tinha talento, mas seu marido só conseguia apontar defeitos. Eles estavam casados há seis anos. Por que a inconsistência aparente?
É difícil compreender, quando pensamos no número cada vez maior de divórcios, que todos os casamentos começam essencialmente com grandes esperanças, expectativas, amor e belíssimos sentimentos entre os recém-casados.
No começo tudo parece maravilhoso, o mundo é perfeito. E o casamento deles começou também assim. Que mudança enorme! Como teria ocorrido?
Um dos fatores é a imaturidade. Mas o que é imaturidade? Ela está ligada de alguma forma à idade, mas não necessariamente.
Nessa questão em especial, a imaturidade pode ser definida como incapacidade para tolerar (ou enfrentar) os sentimentos opostos ou conflitantes em relação à mesma pessoa (ora penso bem de uma pessoa, ora penso mal da mesma pessoa).
Isso explica o ditado, o amor é cego. Quando nos enamoramos e durantes as primeiras semanas ou meses de nosso casamento, vemos o ente amado como sendo perfeito, e não toleramos qualquer sentimento desagradável com relação a ele.
Assim sendo, suprimimos, negamos, ignoramos qualquer coisa que nos desgoste no nosso cônjuge. Só percebemos, portanto, os seus pontos positivos.
Ficamos então cegos a coisas como um físico imperfeito, tagarelice, excesso de silêncio, tendência para engordar ou emagrecer, exuberância excessiva, retraimento, mau humor, falta de inclinação para o esporte, música, arte, costura ou cozinha.
Esta atitude de ocultar de nós mesmos os aspectos indesejáveis do cônjuge funciona perfeitamente a princípio.
À medida que vivemos com ele dia e noite, meses e anos, novas descobertas são feitas.Algumas boas e outras nem tanto. Algumas são até revoltantes.
Mas enquanto suprimirmos a parte desagradável em nosso subconsciente, podemos continuar vendo nosso ente querido como um modelo quase perfeito e tudo vai bem.
Um problema. Não podemos suprimir as coisas para sempre. Vamos chegar um dia ao ponto de saturação. Nessa altura podemos estar cansados há vários dias ou há vários anos. Isso depende de :
1) Nossa capacidade de suprimir, esquecer e ignorar o desagradável, e.
2) Nosso nível de imaturidade, isto é, a nossa capacidade de tratar conscientemente de nossos sentimentos confusos (ora penso bem, ora penso mal sobre a mesma pessoa).
Quando chegamos a esse ponto crítico, não mais podemos continuar suprimindo o negativo.
De repente enfrentamos os dias, meses e anos de sentimentos desagradáveis com relação a nosso cônjuge.
De novo, por causa da imaturidade (incapacidade de tratar com os sentimentos contraditórios, ambivalência) fazemos uma inversão.
Suprimimos os sentimentos bons e acentuamos os maus. Nós agora vemos nosso cônjuge sob um aspecto quase invertido, onde tudo é negativo, com pouquíssimos ou nenhum ponto positivo. Totalmente desagradável ou quase nada agradável.
Isto pode acontecer rapidamente. Dois meses antes o marido via a esposa como o símbolo de perfeição. Ele agora mal tolera a presença dela. A esposa permaneceu essencialmente a mesma. As percepções do marido sobre ela se inverteram quase por completo.
Como enfrentar esse problema comum que está prejudicando a nossa estrutura social e ameaçando a força de nossa fibra nacional? Como sempre, a resposta é fácil de dar, mas difícil de pôr em prática.
Primeiro devemos compreender que ninguém é perfeito. É surpreendente, ouvimos essa declaração todos os dias, mas não cremos nela. Fazendo o jogo da supressão, mostramos que queremos e esperamos perfeição por parte de nossos entes queridos.
Segundo, devemos manter-nos continuamente cônscios das qualidades positivas e negativas de nosso cônjuge. Eu preciso compreender e não me esquecer de que existem coisas sobre minha mulher pelas quais sou grato e outras que desejaria fosse diferentes, ela é como todas as mulheres.
Levei muito tempo para aprender a pensar nas ótimas qualidades dela quando me sentia decepcionado a seu respeito.
Terceiro, devemos aprender a aceitar nossos cônjuges como são inclusive seus defeitos. A probabilidade de encontrar alguém ou alguma coisa melhor através do divórcio e novo casamento, ou num “Caso” extraconjugal, é remota, especialmente por causa do sentimento predominante de culpa e outros problemas que tal atitude iria produzir.
Lembre-se de que sua esposa ou marido é verdadeiramente insubstituível.
Quando a paixão acabar, não é hora de arrumar amante para ver se a coisa melhora, mas é hora de compreender a dinâmica do relacionamento, é hora de compreender melhor seus próprios sentimentos e escolher o caminho correto.
Vamos ao post.
Texto extraído do livro “Filhos felizes” de Dr. Ross Campbell, psiquiatra cristão, especialista em problemas de crianças e adolescentes, professor na Faculdade de Medicina de Tenesse, EUA.
“Está vendo? Ele não em ama mais. Tudo o que faz é criticar-me”, “Não há nada de bom que você possa dizer sobre mim ?”, essas foram frases ditas num diálogo entre marido e mulher, que vieram ao meu consultório em busca de aconselhamento como um último recurso.
E para minha grande surpresa, o marido não podia realmente pensar em nada positivo para elogiar a esposa. Ela era atraente, inteligente, falava bem e tinha talento, mas seu marido só conseguia apontar defeitos. Eles estavam casados há seis anos. Por que a inconsistência aparente?
É difícil compreender, quando pensamos no número cada vez maior de divórcios, que todos os casamentos começam essencialmente com grandes esperanças, expectativas, amor e belíssimos sentimentos entre os recém-casados.
No começo tudo parece maravilhoso, o mundo é perfeito. E o casamento deles começou também assim. Que mudança enorme! Como teria ocorrido?
Um dos fatores é a imaturidade. Mas o que é imaturidade? Ela está ligada de alguma forma à idade, mas não necessariamente.
Nessa questão em especial, a imaturidade pode ser definida como incapacidade para tolerar (ou enfrentar) os sentimentos opostos ou conflitantes em relação à mesma pessoa (ora penso bem de uma pessoa, ora penso mal da mesma pessoa).
Isso explica o ditado, o amor é cego. Quando nos enamoramos e durantes as primeiras semanas ou meses de nosso casamento, vemos o ente amado como sendo perfeito, e não toleramos qualquer sentimento desagradável com relação a ele.
Assim sendo, suprimimos, negamos, ignoramos qualquer coisa que nos desgoste no nosso cônjuge. Só percebemos, portanto, os seus pontos positivos.
Ficamos então cegos a coisas como um físico imperfeito, tagarelice, excesso de silêncio, tendência para engordar ou emagrecer, exuberância excessiva, retraimento, mau humor, falta de inclinação para o esporte, música, arte, costura ou cozinha.
Esta atitude de ocultar de nós mesmos os aspectos indesejáveis do cônjuge funciona perfeitamente a princípio.
À medida que vivemos com ele dia e noite, meses e anos, novas descobertas são feitas.Algumas boas e outras nem tanto. Algumas são até revoltantes.
Mas enquanto suprimirmos a parte desagradável em nosso subconsciente, podemos continuar vendo nosso ente querido como um modelo quase perfeito e tudo vai bem.
Um problema. Não podemos suprimir as coisas para sempre. Vamos chegar um dia ao ponto de saturação. Nessa altura podemos estar cansados há vários dias ou há vários anos. Isso depende de :
1) Nossa capacidade de suprimir, esquecer e ignorar o desagradável, e.
2) Nosso nível de imaturidade, isto é, a nossa capacidade de tratar conscientemente de nossos sentimentos confusos (ora penso bem, ora penso mal sobre a mesma pessoa).
Quando chegamos a esse ponto crítico, não mais podemos continuar suprimindo o negativo.
De repente enfrentamos os dias, meses e anos de sentimentos desagradáveis com relação a nosso cônjuge.
De novo, por causa da imaturidade (incapacidade de tratar com os sentimentos contraditórios, ambivalência) fazemos uma inversão.
Suprimimos os sentimentos bons e acentuamos os maus. Nós agora vemos nosso cônjuge sob um aspecto quase invertido, onde tudo é negativo, com pouquíssimos ou nenhum ponto positivo. Totalmente desagradável ou quase nada agradável.
Isto pode acontecer rapidamente. Dois meses antes o marido via a esposa como o símbolo de perfeição. Ele agora mal tolera a presença dela. A esposa permaneceu essencialmente a mesma. As percepções do marido sobre ela se inverteram quase por completo.
Como enfrentar esse problema comum que está prejudicando a nossa estrutura social e ameaçando a força de nossa fibra nacional? Como sempre, a resposta é fácil de dar, mas difícil de pôr em prática.
Primeiro devemos compreender que ninguém é perfeito. É surpreendente, ouvimos essa declaração todos os dias, mas não cremos nela. Fazendo o jogo da supressão, mostramos que queremos e esperamos perfeição por parte de nossos entes queridos.
Segundo, devemos manter-nos continuamente cônscios das qualidades positivas e negativas de nosso cônjuge. Eu preciso compreender e não me esquecer de que existem coisas sobre minha mulher pelas quais sou grato e outras que desejaria fosse diferentes, ela é como todas as mulheres.
Levei muito tempo para aprender a pensar nas ótimas qualidades dela quando me sentia decepcionado a seu respeito.
Terceiro, devemos aprender a aceitar nossos cônjuges como são inclusive seus defeitos. A probabilidade de encontrar alguém ou alguma coisa melhor através do divórcio e novo casamento, ou num “Caso” extraconjugal, é remota, especialmente por causa do sentimento predominante de culpa e outros problemas que tal atitude iria produzir.
Lembre-se de que sua esposa ou marido é verdadeiramente insubstituível.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Palestra casal apaixonado,casamento protegido
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