Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.
Um marido que facilita o perdão e encoraja para a vida.
Ct 2:10-14 “ O meu amado fala e me diz: Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem. Porque, eis que passou o Inverno: a chuva cessou, e se foi.
Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
A figueira já deu os seus figuinhos, e as vides em flor exalam o seu aroma: levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.
Pomba minha... mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face aprazível.”
Uma das coisas que mais lindas que encontramos na Bíblia é Deus encorajando o seu povo. Algumas expressões e palavras de motivação são realmente uma constante, vamos nos lembrar de algumas:
"levanta-Te e anda", "Diga ao povo que Marche", Não Temas e não te assombres" "Desperta tú que dormes" , e outras mais.
E Aqui no texto de Cantares eu vejo o amado dizendo algo parecido com isso. Esse casal, Salomão e a sua sulamita tinham tido um pequeno desentendimento,
do tipo "coisas de casal", e de repente ele se zangou e saiu porta afora. Porém ela vai atrás dele, o encontra e não o deixa ir.
Fico imaginando que deve ter havido um período de "silêncio agressivo" entre os dois. Aí ela chega perto dela e diz algo mais ou menos assim: “Olha, vem comigo, deixa esta tristeza, vamos celebrar a vida juntos. Chega de choramingo, o tempo de cantar chegou para nossa vida.Vem comigo, dá-me o ar da sua graça, venha! A sua presença é importante para mim. Sorria para a vida. Vamos lá, abre agora o seu coração, fale comigo, quero te ouvir.Você é linda, meu bem.”
Certamente as palavras não foram essas, mas a ideia é esta. É a manifestação do dom da reconciliação, do bom entendimento.
Salamão aqui, se mostra um homem tratável, ele cria espaço para o perdão e dá uma nova chance para a paz. E quando se é assim, os conflitos são resolvidos com maior serenidade.
Para quem quer ser feliz, tem que viver o perdão. Ele caminha de mãos dadas com o amor.
Penso que existem pessoas que são facilitadoras do perdão , promotoras da reconciliação, mas outras não. Já o cristão tem que se lembrar desse texto:
"E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação." I Co 5.18.
Percebe? Hoje, temos o ministério da reconciliação, tanto no plano espiritual que é capacidade de levar pessoas a se reconciliarem com Cristo, e também, a capacidade de nos reconciliarmos entre nós, quando alguma coisa der errada.
(Um dia desses uma esposa me pediu aconselhamento, ela havia mandado seu marido embora por um motivo tolo. Ele nunca mais voltou.)
A sabedoria está em motivar as pessoas, provocar o melhor nelas, fazendo com que se levantem e não permitir que permaneçam caídas.
Isso vale para os todos os momentos da vida conjugal, não só para resolução de conflitos, mas também para dar ânimo para o desanimado, coragem para o temeroso,
força para o cansado.
Salomão ainda recomenda:
Ct 2:15 “Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.”
Vou tentar traduzir sob a perspectiva de um relacionamento, ele estaria dizendo:
" Vamos acabar com estas coisinhas pequenas que estão prejudicando nosso amor."
Aproveite a ideia e viva essa virtude no seu casamento.
Um grande e forte abraço, de Ismael e Cleire, casados em Cristo.
Fique com Deus, fique em família.
=============================================================
Quer levar o Casados em Cristo em seu Evento de Casais ou família?
Ligue 14-33461588 ou casadosemcristo@hotmail.com
Páginas
- Início
- Sobre nós
- Seminários Palestras Encontros Casais
- Sugestões para eventos
- Fotos
- livros e apostilas download
- Palestras Slides -download
- Leia nossos ebooks(casais)
- Namoro em Cristo
- ACONSELHAMENTO PARA CASAIS - BÍBLICO
- Dinâmicas para encontro de casais
- Palestras para Casais-VIDEOS
- AUDIOS ACONSELHAMENTOS
SEGUIDORES
Mostrando postagens com marcador ENCORAJAMENTO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ENCORAJAMENTO. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
domingo, 23 de novembro de 2008
Casamento em conflitos, desistir jamais.
Enfrentando crises no casamento sem pensar em desistir
Rev. Hernandes Dias Lopes
Não há casamento sem problemas. Todo casamento exige renúncia e adaptação.
Nenhum casamento sobrevive sem perdão e restauração
Hoje falamos repetidamente que família é o nosso problema número um.
A família tem sido atacada vigorosamente pelas perigosas filosofias pós-modernas. Os fundamentos têm sido destruídos (Salmo 11.3). Estamos vivendo no meio da era pós-moderna, onde os valores absolutos das Escrituras não estão sendo observados, mas repudiados.
O que temos hoje não é apenas um comportamento imoral, mas a perda de critérios morais. Estamos enfrentando não apenas um colapso moral, mas um colapso de significado. Não há absolutos.
Gene Edward Veith ainda afirma que, se não há absolutos, se a verdade é relativa, então não pode existir estabilidade, conseqüentemente, a vida perde o sentido.
O inevitável resultado do relativismo deste tempo é a falência dos valores morais, a fraqueza da família e com o aumento espantoso da infidelidade conjugal. Valores relativos acompanham o relativismo da verdade.
Em 1969, bem no meio da "revolução sexual", 68% dos americanos acreditavam que relação sexual antes do casamento era errado. Em 1987, mesmo a despeito do surto da AIDS, somente 46% acreditavam que o sexo antes do casamento era errado.
Em 1992, somente 33% rejeitavam o sexo premarital. 7 Infidelidade conjugal tem sido uma marca da sociedade contemporânea. Segundo algumas estimativas, 50 a 65% dos maridos e 45 a 55% das esposas têm sido infiéis até os 40 anos.
Outros identificam que 26 a 70% das mulheres casadas e 33 a 75% dos homens casados têm se envolvido em casos extraconjugais.
que têm sido não apenas comuns, mas altamente destrutivos.
Divórcio tem sido estimulado como solução. Comentaristas sociais são notórios em afirmar que metade dos casamentos nos Estados Unidos terminam em divórcio.
Contudo, divórcio não é uma sábia solução para casamentos em crise, mas um sério agravante, um outro problema que na maioria das vezes, traz profundo sofrimento e frustração.
A psicóloga Diane Medved, diz que os casais estão chegando à conclusão que o divórcio é mais danoso do que enfrentar as crises juntos.
As conseqüências e as seqüelas do divórcio são devastadoras a curto, a médio e a longo prazo. Há muitos casais e filhos arrebentados emocionalmente pelo divórcio. A presença de casamentos em crise, casamentos quebrados e até mesmo do divórcio está aumentando não apenas entre os não cristãos, mas também dentro das comunidades evangélicas.
As pessoas divorciadas estão flutuando dentro das comunidades evangélicas. Há, também, muitos líderes religiosos enfrentando divórcio. Isso é uma realidade que não pode ser negada. Contudo, à luz das Escrituras, o divórcio não é a solução divina para a crise do casamento. Não é sensato fugir do problema em vez de enfrentá-lo. De fato não existe casamento perfeito. Não há casamento sem problemas. Todo casamento exige renúncia e adaptação. Nenhum casamento sobrevive sem perdão e restauração. Muitas pessoas hoje estão discutindo e procurando divorciar antes de entender o que as Escrituras ensinam sobre casamento.
Casamento não é uma união experimental. A aliança conjugal não termina quando as crises chegam. Só há duas cláusulas de exceção para o divórcio nas Escrituras: a infidelidade conjugal (Mateus 19.9) e o abandono
(1 Coríntios 7.15). Divórcio por quaisquer outros motivos e novo casamento constitui-se em adultério (Mateus 5.32).
Gênesis 2.18-24 revela que o casamento nasceu no coração de Deus quando não havia ainda legisladores, nem leis, nem Estado, nem igreja. Casamento é um dom de Deus para o homem e a mulher.
Deus não apenas criou o casamento, mas também o abençoou (Gênesis 1.28). Qualquer esforço de atentar contra os princípios estabelecidos para o casamento conspira contra Deus, que o instituiu. Por isso, Ele odeia o divórcio (Malaquias 2.14).
Como, então, enfrentar crises no casamento sem pensar em desistir?
Reconhecendo que o casamento não é uma invenção humana, mas uma instituição divina. O casamento não é um expediente humano. O próprio Deus estabeleceu, instituiu e ordenou desde o início da história humana.
Reconhecendo a natureza do casamento. Quando Jesus foi questionado pelos fariseus sobre o divórcio (Mateus 19.3-4), Ele não o discutiu antes de falar sobre a natureza do casamento, de acordo com os princípios estabelecidos na própria criação (Mateus 19.4-8).
De acordo com o padrão absoluto de Deus, estabelecido na criação, o casamento em primeiro lugar é HETEROSSEXUAL (Gênesis 1.27). União homossexual é abominação para Deus (Levítico 18.22; Romanos 1.24-28).
Em segundo lugar, o casamento é MONOGÂMICO (Gênesis 2.24).
Em terceiro lugar, o casamento é MONOSSOMÁTICO (Gênesis 2.24). João Calvino disse que a união do casamento é mais sagrada e mais profunda do que a união que liga os filhos aos pais. Nada senão a morte pode separá-los.
Em quarto lugar, o casamento é INDISSOLÚVEL (1 Coríntios 7.3). Jesus afirmou que marido e mulher não são mais dois, mas uma só carne e o que Deus uniu o homem não pode separar (Mateus 19.6). Divórcio, portanto, é uma rebelião contra Deus e os seus princípios.
Em quinto lugar, o casamento não é compulsório. O celibato é um dom de Deus, não uma imposição (I Coríntios 7.32-35). Embora a razão do casamento seja para resolver o problema da solidão, Deus chamou alguns para serem uma exceção à sua própria norma (Gênesis 2.18,24; Mateus 19.11-12; 1 Coríntios 7.7).
Reconhecendo que em Deus podemos superar as crises do casamento se azedar o coração
Jesus disse para os fariseus que o divórcio nunca foi uma ordenança divina, mas uma permissão, e isso, por causa da dureza dos corações (Mateus 19.7-8). O divórcio ocorre porque os corações estão endurecidos. Dureza de coração é a indisposição de obedecer a Palavra de Deus. É a indisposição de perdoar, restaurar e recomeçar o relacionamento conjugal de acordo com os princípios de Deus. De acordo com Jesus, o divórcio jamais é compulsório, onde existe espaço para o perdão. Divórcio é conseqüência do pecado, não uma expressão da vontade de Deus. Perdão e restauração são melhores que o divórcio. Divórcio não é compulsório nem em caso de adultério. Restauração é sempre o melhor. Concluindo, ressaltamos que a igreja precisa dar ênfase à famílias fortes. Casamentos estáveis resultam em famílias, igrejas e sociedade saudáveis.
A solução para o casamento e para a família não está nos modelos falidos da sociedade pós-moderna, mas na eterna e infalível Palavra de Deus. O mesmo Deus que instituiu o casamento tem a solução para os casamentos em crise. Somente Deus pode curar relações quebradas, trazendo esperança onde os sonhos já morreram; trazendo vida, onde as sombras da morte já escurecem os horizontes; trazendo cura e restauração, onde as feridas estão cada vez mais doloridas. O grande desafio para a igreja e a sociedade contemporânea é retornar para Deus e obedecer aos seus mandamentos.
O mesmo Deus que criou o casamento tem solução para ele. Deus é o criador, sustentador e restaurador do casamento. Quando ele reina no casamento, o divórcio não tem espaço
Fonte: Revista Lar Cristão
Rev. Hernandes Dias Lopes - Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória - ES. Cursando Doutorado em Ministério no "Reformed Theological Seminary" em Jackson, Mississippi, EUA.
Rev. Hernandes Dias Lopes
Não há casamento sem problemas. Todo casamento exige renúncia e adaptação.
Nenhum casamento sobrevive sem perdão e restauração
Hoje falamos repetidamente que família é o nosso problema número um.
A família tem sido atacada vigorosamente pelas perigosas filosofias pós-modernas. Os fundamentos têm sido destruídos (Salmo 11.3). Estamos vivendo no meio da era pós-moderna, onde os valores absolutos das Escrituras não estão sendo observados, mas repudiados.
O que temos hoje não é apenas um comportamento imoral, mas a perda de critérios morais. Estamos enfrentando não apenas um colapso moral, mas um colapso de significado. Não há absolutos.
Gene Edward Veith ainda afirma que, se não há absolutos, se a verdade é relativa, então não pode existir estabilidade, conseqüentemente, a vida perde o sentido.
O inevitável resultado do relativismo deste tempo é a falência dos valores morais, a fraqueza da família e com o aumento espantoso da infidelidade conjugal. Valores relativos acompanham o relativismo da verdade.
Em 1969, bem no meio da "revolução sexual", 68% dos americanos acreditavam que relação sexual antes do casamento era errado. Em 1987, mesmo a despeito do surto da AIDS, somente 46% acreditavam que o sexo antes do casamento era errado.
Em 1992, somente 33% rejeitavam o sexo premarital. 7 Infidelidade conjugal tem sido uma marca da sociedade contemporânea. Segundo algumas estimativas, 50 a 65% dos maridos e 45 a 55% das esposas têm sido infiéis até os 40 anos.
Outros identificam que 26 a 70% das mulheres casadas e 33 a 75% dos homens casados têm se envolvido em casos extraconjugais.
que têm sido não apenas comuns, mas altamente destrutivos.
Divórcio tem sido estimulado como solução. Comentaristas sociais são notórios em afirmar que metade dos casamentos nos Estados Unidos terminam em divórcio.
Contudo, divórcio não é uma sábia solução para casamentos em crise, mas um sério agravante, um outro problema que na maioria das vezes, traz profundo sofrimento e frustração.
A psicóloga Diane Medved, diz que os casais estão chegando à conclusão que o divórcio é mais danoso do que enfrentar as crises juntos.
As conseqüências e as seqüelas do divórcio são devastadoras a curto, a médio e a longo prazo. Há muitos casais e filhos arrebentados emocionalmente pelo divórcio. A presença de casamentos em crise, casamentos quebrados e até mesmo do divórcio está aumentando não apenas entre os não cristãos, mas também dentro das comunidades evangélicas.
As pessoas divorciadas estão flutuando dentro das comunidades evangélicas. Há, também, muitos líderes religiosos enfrentando divórcio. Isso é uma realidade que não pode ser negada. Contudo, à luz das Escrituras, o divórcio não é a solução divina para a crise do casamento. Não é sensato fugir do problema em vez de enfrentá-lo. De fato não existe casamento perfeito. Não há casamento sem problemas. Todo casamento exige renúncia e adaptação. Nenhum casamento sobrevive sem perdão e restauração. Muitas pessoas hoje estão discutindo e procurando divorciar antes de entender o que as Escrituras ensinam sobre casamento.
Casamento não é uma união experimental. A aliança conjugal não termina quando as crises chegam. Só há duas cláusulas de exceção para o divórcio nas Escrituras: a infidelidade conjugal (Mateus 19.9) e o abandono
(1 Coríntios 7.15). Divórcio por quaisquer outros motivos e novo casamento constitui-se em adultério (Mateus 5.32).
Gênesis 2.18-24 revela que o casamento nasceu no coração de Deus quando não havia ainda legisladores, nem leis, nem Estado, nem igreja. Casamento é um dom de Deus para o homem e a mulher.
Deus não apenas criou o casamento, mas também o abençoou (Gênesis 1.28). Qualquer esforço de atentar contra os princípios estabelecidos para o casamento conspira contra Deus, que o instituiu. Por isso, Ele odeia o divórcio (Malaquias 2.14).
Como, então, enfrentar crises no casamento sem pensar em desistir?
Reconhecendo que o casamento não é uma invenção humana, mas uma instituição divina. O casamento não é um expediente humano. O próprio Deus estabeleceu, instituiu e ordenou desde o início da história humana.
Reconhecendo a natureza do casamento. Quando Jesus foi questionado pelos fariseus sobre o divórcio (Mateus 19.3-4), Ele não o discutiu antes de falar sobre a natureza do casamento, de acordo com os princípios estabelecidos na própria criação (Mateus 19.4-8).
De acordo com o padrão absoluto de Deus, estabelecido na criação, o casamento em primeiro lugar é HETEROSSEXUAL (Gênesis 1.27). União homossexual é abominação para Deus (Levítico 18.22; Romanos 1.24-28).
Em segundo lugar, o casamento é MONOGÂMICO (Gênesis 2.24).
Em terceiro lugar, o casamento é MONOSSOMÁTICO (Gênesis 2.24). João Calvino disse que a união do casamento é mais sagrada e mais profunda do que a união que liga os filhos aos pais. Nada senão a morte pode separá-los.
Em quarto lugar, o casamento é INDISSOLÚVEL (1 Coríntios 7.3). Jesus afirmou que marido e mulher não são mais dois, mas uma só carne e o que Deus uniu o homem não pode separar (Mateus 19.6). Divórcio, portanto, é uma rebelião contra Deus e os seus princípios.
Em quinto lugar, o casamento não é compulsório. O celibato é um dom de Deus, não uma imposição (I Coríntios 7.32-35). Embora a razão do casamento seja para resolver o problema da solidão, Deus chamou alguns para serem uma exceção à sua própria norma (Gênesis 2.18,24; Mateus 19.11-12; 1 Coríntios 7.7).
Reconhecendo que em Deus podemos superar as crises do casamento se azedar o coração
Jesus disse para os fariseus que o divórcio nunca foi uma ordenança divina, mas uma permissão, e isso, por causa da dureza dos corações (Mateus 19.7-8). O divórcio ocorre porque os corações estão endurecidos. Dureza de coração é a indisposição de obedecer a Palavra de Deus. É a indisposição de perdoar, restaurar e recomeçar o relacionamento conjugal de acordo com os princípios de Deus. De acordo com Jesus, o divórcio jamais é compulsório, onde existe espaço para o perdão. Divórcio é conseqüência do pecado, não uma expressão da vontade de Deus. Perdão e restauração são melhores que o divórcio. Divórcio não é compulsório nem em caso de adultério. Restauração é sempre o melhor. Concluindo, ressaltamos que a igreja precisa dar ênfase à famílias fortes. Casamentos estáveis resultam em famílias, igrejas e sociedade saudáveis.
A solução para o casamento e para a família não está nos modelos falidos da sociedade pós-moderna, mas na eterna e infalível Palavra de Deus. O mesmo Deus que instituiu o casamento tem a solução para os casamentos em crise. Somente Deus pode curar relações quebradas, trazendo esperança onde os sonhos já morreram; trazendo vida, onde as sombras da morte já escurecem os horizontes; trazendo cura e restauração, onde as feridas estão cada vez mais doloridas. O grande desafio para a igreja e a sociedade contemporânea é retornar para Deus e obedecer aos seus mandamentos.
O mesmo Deus que criou o casamento tem solução para ele. Deus é o criador, sustentador e restaurador do casamento. Quando ele reina no casamento, o divórcio não tem espaço
Fonte: Revista Lar Cristão
Rev. Hernandes Dias Lopes - Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória - ES. Cursando Doutorado em Ministério no "Reformed Theological Seminary" em Jackson, Mississippi, EUA.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
SEU CASAMENTO PODE RESSUCITAR
Extraído do site: http://www.marriagevictory.com/
Seu Matrimônio pode Ser ressuscitado
Jesus ressucitou!!
Mas antes Jesus teve que passar pela sexta-feira de dor e sofrimento e pelo sábado da morte.
Muitos maridos e esposas estão permanecendo parados no meio da sexta-feira ou do sábado com relação ao casamento.Estão no meio de um processo de morte, com sofrimento e dor ou já estão experimentando a própria morte.Quem sabe é sexta feira no seu casamento, mas preste atenção, o DOMINGO vem aí!!.
Seu Matrimônio pode Ser ressuscitado
Jesus ressucitou!!
Mas antes Jesus teve que passar pela sexta-feira de dor e sofrimento e pelo sábado da morte.
Muitos maridos e esposas estão permanecendo parados no meio da sexta-feira ou do sábado com relação ao casamento.Estão no meio de um processo de morte, com sofrimento e dor ou já estão experimentando a própria morte.Quem sabe é sexta feira no seu casamento, mas preste atenção, o DOMINGO vem aí!!.
Assinar:
Postagens (Atom)