Por
http://rafaelpdias.blogspot.com
“Não adulterarás.” É um dos dez mandamentos dados por Deus (Dt 5.18).
Este é um mandamento firme e contundente para aqueles que servem a Deus. Entretanto, muitos cristão adulteram – o que já começa quando se olha com malícia para alguém que não seja o próprio cônjuge.
Por que as pessoas adulteram? Homens e mulheres traem seus cônjuges por motivos diferentes.
Certamente, podemos afirmar que ambos traem por fraqueza espiritual. Talvez por não estar atento e não admitir a possibilidade de que isto pode acontecer a qualquer um. Talvez por não estar em dia com a vida de oração e o coração na Palavra de Deus. Talvez por falta de temor ao Senhor.
Não temos a intenção de querer justificar o pecado do adultério, porque o temor ao Senhor é o princípio da sabedoria de viver uma vida correta. Entretanto, diante de tantos casos de adultério, se faz necessário analisar as causas psicológicas e emocionais de tal fato.
Homens e mulheres são muito diferentes um do outro. Sabemos disto. E é preciso lembrar que isto não está errado – foi Deus quem fez assim – e tudo que Deus faz é bom. As diferenças devem servir para um completar o outro naquilo que lhe falta. Isto é maravilhoso e perfeito.
Por ser diferente um do outro, os motivos para a traição conjugal também são diferentes.
Os homens traem as esposas sem envolvimento sentimental, na maioria das vezes. É sexo por sexo.
Homens são capazes de trair para ter uma “novidade” de vida sexual.
Algumas vezes, deixam-se envolver um pouco mais e se apaixonam, a ponto de abandonar a esposa para viver um novo relacionamento.
Mas quase sempre a atração inicial é o sexo, principalmente quando o relacionamento sexual com a esposa não está satisfatório para ele.
Esta é uma questão um tanto complexa, pois essa insatisfação pode estar sendo gerada por compulsão, por fantasias sexuais não realizadas, por alguma disfunção sexual da esposa, por falta de comunicação entre o casal, entre outras.
Outra motivação masculina para a traição é a auto-afirmação. Muitos homens passam por uma crise existencial, por volta dos 40 anos. Ao constatar a chegada da meia idade, inconscientemente, desejam voltar à juventude e envolvem-se com mulheres mais jovens.
E há, é claro, aqueles que o fazem por fraqueza de caráter, por não valorizar nem respeitar devidamente a esposa.
As mulheres traem por necessidades emocionais.
As mulheres têm necessidade de receber atenção e afeto em maior proporção que os homens.
Quando uma esposa fica carente de receber amor e afeto – abraço, beijo, carinho – ela fica vulnerável.
Se ela convive em algum lugar com um homem que lhe faz elogios, age delicadamente com ela ou toca sua mão, seu braço ou seu ombro com carinho, ela cai com facilidade “nos braços” desse homem.
Mulheres abusadas sexualmente na infância também ficam propensas, pois formam um conceito distorcido de sexualidade.
E há, é claro, aquelas que traem por fraqueza de caráter também.
Receber afeto é necessidade vital para a mulher.
Ter sexo satisfatório é necessidade vital para o homem.
Lembrando que necessidade vital é aquilo que não se pode viver sem, senão morre.
Suprir as necessidades do cônjuge no casamento é dever de toda pessoa casada.
Ser fiel e honrar a pessoa com quem nos casamos também. Afinal, o fazemos em obediência a Deus, o Senhor de nossa vida.
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
sábado, 28 de março de 2009
A fé e o casamento.
Por Cristianismo Hoje
A fé faz bem ao casamento
Pesquisa revela que cônjuges religiosos tendem a ser mais fiéis.
Um estudo que acaba de ser divulgado nos Estados Unidos está dando o que falar. Pesquisadores da Universidade do Colorado analisaram cerca de 2,3 mil pessoas casadas para identificar quais fatores familiares, comportamentais e psicológicos predispõem ao adultério.
Além das conclusões óbvias – como a insatisfação conjugal –, a gravidez da companheira é um fator de risco para a traição masculina.
Ou seja, maridos, felizes ou não com o casamento, têm maior chance de serem infiéis se suas mulheres estiverem grávidas. No entender dos especialistas, isso acontece porque, durante a gestação, é comum que o ritmo sexual do casal seja alterado. Além disso, a idealização da figura da mãe, sobretudo na cultura ocidental, colabora para a redução da libido.
Outra conclusão da pesquisa é de que a religiosidade de um dos cônjuges, um de ambos, serve como fator de proteção contra as escapadas. Ao que parece, as restrições religiosas, assim como a noção de que a infidelidade tem um caráter pecaminoso, resultam em casais mais fiéis. A pesquisa não fez distinção entre o credo dos voluntários, mas de modo geral, todos os que têm vivência religiosa – como o hábito de frequentar cultos e orar – mostraram-se bem mais zelosos pela manutenção do casamento.
A fé faz bem ao casamento
Pesquisa revela que cônjuges religiosos tendem a ser mais fiéis.
Um estudo que acaba de ser divulgado nos Estados Unidos está dando o que falar. Pesquisadores da Universidade do Colorado analisaram cerca de 2,3 mil pessoas casadas para identificar quais fatores familiares, comportamentais e psicológicos predispõem ao adultério.
Além das conclusões óbvias – como a insatisfação conjugal –, a gravidez da companheira é um fator de risco para a traição masculina.
Ou seja, maridos, felizes ou não com o casamento, têm maior chance de serem infiéis se suas mulheres estiverem grávidas. No entender dos especialistas, isso acontece porque, durante a gestação, é comum que o ritmo sexual do casal seja alterado. Além disso, a idealização da figura da mãe, sobretudo na cultura ocidental, colabora para a redução da libido.
Outra conclusão da pesquisa é de que a religiosidade de um dos cônjuges, um de ambos, serve como fator de proteção contra as escapadas. Ao que parece, as restrições religiosas, assim como a noção de que a infidelidade tem um caráter pecaminoso, resultam em casais mais fiéis. A pesquisa não fez distinção entre o credo dos voluntários, mas de modo geral, todos os que têm vivência religiosa – como o hábito de frequentar cultos e orar – mostraram-se bem mais zelosos pela manutenção do casamento.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
QUANDO A PAIXÃO ACABA.
Texto extraído do livro “Filhos felizes” de Dr. Ross Campbell, psiquiatra cristão, especialista em problemas de crianças e adolescentes, professor na Faculdade de Medicina de Tenesse, EUA.
“Está vendo? Ele não em ama mais. Tudo o que faz é criticar-me”, “Não há nada de bom que você possa dizer sobre mim ?”, essas foram frases ditas num diálogo entre marido e mulher, que vieram ao meu consultório em busca de aconselhamento como um último recurso.
E para minha grande surpresa, o marido não podia realmente pensar em nada positivo para elogiar a esposa. Ela era atraente, inteligente, falava bem e tinha talento, mas seu marido só conseguia apontar defeitos. Eles estavam casados há seis anos. Por que a inconsistência aparente?
É difícil compreender, quando pensamos no número cada vez maior de divórcios, que todos os casamentos começam essencialmente com grandes esperanças, expectativas, amor e belíssimos sentimentos entre os recém-casados.
No começo tudo parece maravilhoso, o mundo é perfeito. E o casamento deles começou também assim. Que mudança enorme! Como teria ocorrido?
Um dos fatores é a imaturidade. Mas o que é imaturidade? Ela está ligada de alguma forma à idade, mas não necessariamente.
Nessa questão em especial, a imaturidade pode ser definida como incapacidade para tolerar (ou enfrentar) os sentimentos opostos ou conflitantes em relação à mesma pessoa (ora penso bem de uma pessoa, ora penso mal da mesma pessoa).
Isso explica o ditado, o amor é cego. Quando nos enamoramos e durantes as primeiras semanas ou meses de nosso casamento, vemos o ente amado como sendo perfeito, e não toleramos qualquer sentimento desagradável com relação a ele.
Assim sendo, suprimimos, negamos, ignoramos qualquer coisa que nos desgoste no nosso cônjuge. Só percebemos, portanto, os seus pontos positivos.
Ficamos então cegos a coisas como um físico imperfeito, tagarelice, excesso de silêncio, tendência para engordar ou emagrecer, exuberância excessiva, retraimento, mau humor, falta de inclinação para o esporte, música, arte, costura ou cozinha.
Esta atitude de ocultar de nós mesmos os aspectos indesejáveis do cônjuge funciona perfeitamente a princípio.
À medida que vivemos com ele dia e noite, meses e anos, novas descobertas são feitas.Algumas boas e outras nem tanto. Algumas são até revoltantes.
Mas enquanto suprimirmos a parte desagradável em nosso subconsciente, podemos continuar vendo nosso ente querido como um modelo quase perfeito e tudo vai bem.
Um problema. Não podemos suprimir as coisas para sempre. Vamos chegar um dia ao ponto de saturação. Nessa altura podemos estar cansados há vários dias ou há vários anos. Isso depende de :
1) Nossa capacidade de suprimir, esquecer e ignorar o desagradável, e.
2) Nosso nível de imaturidade, isto é, a nossa capacidade de tratar conscientemente de nossos sentimentos confusos (ora penso bem, ora penso mal sobre a mesma pessoa).
Quando chegamos a esse ponto crítico, não mais podemos continuar suprimindo o negativo.
De repente enfrentamos os dias, meses e anos de sentimentos desagradáveis com relação a nosso cônjuge.
De novo, por causa da imaturidade (incapacidade de tratar com os sentimentos contraditórios, ambivalência) fazemos uma inversão.
Suprimimos os sentimentos bons e acentuamos os maus. Nós agora vemos nosso cônjuge sob um aspecto quase invertido, onde tudo é negativo, com pouquíssimos ou nenhum ponto positivo. Totalmente desagradável ou quase nada agradável.
Isto pode acontecer rapidamente. Dois meses antes o marido via a esposa como o símbolo de perfeição. Ele agora mal tolera a presença dela. A esposa permaneceu essencialmente a mesma. As percepções do marido sobre ela se inverteram quase por completo.
Como enfrentar esse problema comum que está prejudicando a nossa estrutura social e ameaçando a força de nossa fibra nacional? Como sempre, a resposta é fácil de dar, mas difícil de pôr em prática.
Primeiro devemos compreender que ninguém é perfeito. É surpreendente, ouvimos essa declaração todos os dias, mas não cremos nela. Fazendo o jogo da supressão, mostramos que queremos e esperamos perfeição por parte de nossos entes queridos.
Segundo, devemos manter-nos continuamente cônscios das qualidades positivas e negativas de nosso cônjuge. Eu preciso compreender e não me esquecer de que existem coisas sobre minha mulher pelas quais sou grato e outras que desejaria fosse diferentes, ela é como todas as mulheres.
Levei muito tempo para aprender a pensar nas ótimas qualidades dela quando me sentia decepcionado a seu respeito.
Terceiro, devemos aprender a aceitar nossos cônjuges como são inclusive seus defeitos. A probabilidade de encontrar alguém ou alguma coisa melhor através do divórcio e novo casamento, ou num “Caso” extraconjugal, é remota, especialmente por causa do sentimento predominante de culpa e outros problemas que tal atitude iria produzir.
Lembre-se de que sua esposa ou marido é verdadeiramente insubstituível.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
“Está vendo? Ele não em ama mais. Tudo o que faz é criticar-me”, “Não há nada de bom que você possa dizer sobre mim ?”, essas foram frases ditas num diálogo entre marido e mulher, que vieram ao meu consultório em busca de aconselhamento como um último recurso.
E para minha grande surpresa, o marido não podia realmente pensar em nada positivo para elogiar a esposa. Ela era atraente, inteligente, falava bem e tinha talento, mas seu marido só conseguia apontar defeitos. Eles estavam casados há seis anos. Por que a inconsistência aparente?
É difícil compreender, quando pensamos no número cada vez maior de divórcios, que todos os casamentos começam essencialmente com grandes esperanças, expectativas, amor e belíssimos sentimentos entre os recém-casados.
No começo tudo parece maravilhoso, o mundo é perfeito. E o casamento deles começou também assim. Que mudança enorme! Como teria ocorrido?
Um dos fatores é a imaturidade. Mas o que é imaturidade? Ela está ligada de alguma forma à idade, mas não necessariamente.
Nessa questão em especial, a imaturidade pode ser definida como incapacidade para tolerar (ou enfrentar) os sentimentos opostos ou conflitantes em relação à mesma pessoa (ora penso bem de uma pessoa, ora penso mal da mesma pessoa).
Isso explica o ditado, o amor é cego. Quando nos enamoramos e durantes as primeiras semanas ou meses de nosso casamento, vemos o ente amado como sendo perfeito, e não toleramos qualquer sentimento desagradável com relação a ele.
Assim sendo, suprimimos, negamos, ignoramos qualquer coisa que nos desgoste no nosso cônjuge. Só percebemos, portanto, os seus pontos positivos.
Ficamos então cegos a coisas como um físico imperfeito, tagarelice, excesso de silêncio, tendência para engordar ou emagrecer, exuberância excessiva, retraimento, mau humor, falta de inclinação para o esporte, música, arte, costura ou cozinha.
Esta atitude de ocultar de nós mesmos os aspectos indesejáveis do cônjuge funciona perfeitamente a princípio.
À medida que vivemos com ele dia e noite, meses e anos, novas descobertas são feitas.Algumas boas e outras nem tanto. Algumas são até revoltantes.
Mas enquanto suprimirmos a parte desagradável em nosso subconsciente, podemos continuar vendo nosso ente querido como um modelo quase perfeito e tudo vai bem.
Um problema. Não podemos suprimir as coisas para sempre. Vamos chegar um dia ao ponto de saturação. Nessa altura podemos estar cansados há vários dias ou há vários anos. Isso depende de :
1) Nossa capacidade de suprimir, esquecer e ignorar o desagradável, e.
2) Nosso nível de imaturidade, isto é, a nossa capacidade de tratar conscientemente de nossos sentimentos confusos (ora penso bem, ora penso mal sobre a mesma pessoa).
Quando chegamos a esse ponto crítico, não mais podemos continuar suprimindo o negativo.
De repente enfrentamos os dias, meses e anos de sentimentos desagradáveis com relação a nosso cônjuge.
De novo, por causa da imaturidade (incapacidade de tratar com os sentimentos contraditórios, ambivalência) fazemos uma inversão.
Suprimimos os sentimentos bons e acentuamos os maus. Nós agora vemos nosso cônjuge sob um aspecto quase invertido, onde tudo é negativo, com pouquíssimos ou nenhum ponto positivo. Totalmente desagradável ou quase nada agradável.
Isto pode acontecer rapidamente. Dois meses antes o marido via a esposa como o símbolo de perfeição. Ele agora mal tolera a presença dela. A esposa permaneceu essencialmente a mesma. As percepções do marido sobre ela se inverteram quase por completo.
Como enfrentar esse problema comum que está prejudicando a nossa estrutura social e ameaçando a força de nossa fibra nacional? Como sempre, a resposta é fácil de dar, mas difícil de pôr em prática.
Primeiro devemos compreender que ninguém é perfeito. É surpreendente, ouvimos essa declaração todos os dias, mas não cremos nela. Fazendo o jogo da supressão, mostramos que queremos e esperamos perfeição por parte de nossos entes queridos.
Segundo, devemos manter-nos continuamente cônscios das qualidades positivas e negativas de nosso cônjuge. Eu preciso compreender e não me esquecer de que existem coisas sobre minha mulher pelas quais sou grato e outras que desejaria fosse diferentes, ela é como todas as mulheres.
Levei muito tempo para aprender a pensar nas ótimas qualidades dela quando me sentia decepcionado a seu respeito.
Terceiro, devemos aprender a aceitar nossos cônjuges como são inclusive seus defeitos. A probabilidade de encontrar alguém ou alguma coisa melhor através do divórcio e novo casamento, ou num “Caso” extraconjugal, é remota, especialmente por causa do sentimento predominante de culpa e outros problemas que tal atitude iria produzir.
Lembre-se de que sua esposa ou marido é verdadeiramente insubstituível.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Segredo evangélico para mudar o coração do marido.
Por Gary chapman- www.cristianismohoje.com.br
Sua esposa já te amaldiçoou? Eu espero que não, mas caso isso aconteça, Jesus nos deu a seguinte instrução: “Amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam” (Lc 6:27,28). Essa abordagem diante de um abuso verbal é tão anti-intuitiva que parece incrível! Nós estamos tão acostumados a “devolver com a mesma moeda” que a possibilidade de “apagar o fogo” com palavras suaves não passa com muita frequência por nossa mente.
Muitos de nós têm se tornado tão hábeis em explorar o outro, que fica difícil ouvir as palavras de Jesus. Muitos acham que se tomarem as palavras de Jesus de forma literal acabarão por viver debaixo do domínio de suas esposas.
Creio que o oposto seja verdadeiro. Bondade não merecida tem um profundo poder de penetração no coração de nossas esposas. Não é esse o modus operandi de Deus? O apóstolo Paulo reconhece isso quando diz: “ignorando que a bondade de Deus é que te leva ao arrependimento” (Rm 2:4). Deus é o nosso modelo, e com a ajuda do Espírito nós conseguiremos responder com gentileza.
Um marido me disse que sua esposa tentou conversar com ele enquanto ele assistia a uma partida de futebol. Ele respondeu rispidamente: “A gente não pode conversar sobre isso depois? Eu quero assistir ao jogo!” Sua esposa saiu da sala e voltou 20 minutos depois, com um sanduíche, batatas fritas, um refrigerante e um biscoito. Ela colocou tudo isso na frente dele, deu um beijo em sua testa e disse: “te amo”! Depois, retirou-se da sala.
Aquele marido me disse: “eu fiquei constrangido. Não merecia aquele gesto de bondade. Quando acabei de lanchar sabia que tinha que me desculpar. Desliguei a televisão, fui até a sala onde ela estava lendo um livro e disse: “Desculpe-me por ter te tratado daquele jeito. Te tratei mal e você me fez um sanduíche e disse que me amava. Me perdoa por ter sido tão insensível?”. Ela virou-se para mim, dizendo: “É claro! Eu te perdôo”.
Ele disse que se ofereceu para falar com ela imediatamente, ao invés de esperar o jogo acabar. Sua resposta foi: “Eu posso esperar. Sei que você realmente quer assistir o jogo, e eu não estava pensando nisso quando lhe chamei para conversar. Quando acabar a gente se fala”.
Nem todos aprendem a aplicar os ensinamentos de Jesus no casamento. Estamos satisfeitos em deixar suas palavras nas Escrituras e jamais trazê-las para a vida. Contudo, aqueles que as transportam para sua vida logo percebem quão maravilhoso é abençoar uma pessoa que nos amaldiçoa. É um instrumento que fortalece a união conjugal.
Estamos acostumados a ler bastante sobre o “amor durão”, mas falhamos em praticar o “amor suave”. Não estou dizendo que não há espaço para o amor durão no casamento. Estou apenas dizendo que ele deve ser a última opção, o último recurso a ser usado. Quando você retribui o mal com o bem, a grosseria com a gentileza e ora com sinceridade pela esposa que lhe trata mal, você está desenvolvendo uma relação que fará o “amor durão” muito mais efetivo, quando ele for necessário.
Se não tem havido amor, gentileza, preocupação com o outro, então o amor durão levará a um divórcio. Sua esposa lançará sua própria culpa sobre você e lhe culpará pela ruptura do casamento. Se, por outro lado, você agir com bondade, cordialidade, a ofensa que foi causada na relação será prontamente substituída por gestos de amor e haverá mais valorização quanto à importância do outro em sua vida. A esposa que costuma errar bastante será mais propensa a se arrepender e buscar uma reconciliação.
Estou plenamente consciente de que sem ajuda divina nenhum de nós estará apto a colocar em prática os ensinos de Jesus. Nossa reação natural é de responder palavras duras com palavras duras e destrato com destrato. Contudo, essa atitude só nos leva a uma ruína em nossas relações. O apóstolo Paulo sumariou o ensino de Jesus com as seguintes palavras: “Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” (Rm 12:21). Caminhando na via da “benção ao invés da maldição” conseguiremos desenvolver melhor nossas relações, aprendendo com as diferenças e trabalhando conjuntamente, como em uma equipe.
Gary D. Chapman, Ph.D., autor de “Agora você está falando minha linguagem” (Now You're Speaking My Language) (B&H Publishing), casado com Karolyn há 45 anos.
(Traduzido por Daniel Leite Guanaes)
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Sua esposa já te amaldiçoou? Eu espero que não, mas caso isso aconteça, Jesus nos deu a seguinte instrução: “Amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam” (Lc 6:27,28). Essa abordagem diante de um abuso verbal é tão anti-intuitiva que parece incrível! Nós estamos tão acostumados a “devolver com a mesma moeda” que a possibilidade de “apagar o fogo” com palavras suaves não passa com muita frequência por nossa mente.
Muitos de nós têm se tornado tão hábeis em explorar o outro, que fica difícil ouvir as palavras de Jesus. Muitos acham que se tomarem as palavras de Jesus de forma literal acabarão por viver debaixo do domínio de suas esposas.
Creio que o oposto seja verdadeiro. Bondade não merecida tem um profundo poder de penetração no coração de nossas esposas. Não é esse o modus operandi de Deus? O apóstolo Paulo reconhece isso quando diz: “ignorando que a bondade de Deus é que te leva ao arrependimento” (Rm 2:4). Deus é o nosso modelo, e com a ajuda do Espírito nós conseguiremos responder com gentileza.
Um marido me disse que sua esposa tentou conversar com ele enquanto ele assistia a uma partida de futebol. Ele respondeu rispidamente: “A gente não pode conversar sobre isso depois? Eu quero assistir ao jogo!” Sua esposa saiu da sala e voltou 20 minutos depois, com um sanduíche, batatas fritas, um refrigerante e um biscoito. Ela colocou tudo isso na frente dele, deu um beijo em sua testa e disse: “te amo”! Depois, retirou-se da sala.
Aquele marido me disse: “eu fiquei constrangido. Não merecia aquele gesto de bondade. Quando acabei de lanchar sabia que tinha que me desculpar. Desliguei a televisão, fui até a sala onde ela estava lendo um livro e disse: “Desculpe-me por ter te tratado daquele jeito. Te tratei mal e você me fez um sanduíche e disse que me amava. Me perdoa por ter sido tão insensível?”. Ela virou-se para mim, dizendo: “É claro! Eu te perdôo”.
Ele disse que se ofereceu para falar com ela imediatamente, ao invés de esperar o jogo acabar. Sua resposta foi: “Eu posso esperar. Sei que você realmente quer assistir o jogo, e eu não estava pensando nisso quando lhe chamei para conversar. Quando acabar a gente se fala”.
Nem todos aprendem a aplicar os ensinamentos de Jesus no casamento. Estamos satisfeitos em deixar suas palavras nas Escrituras e jamais trazê-las para a vida. Contudo, aqueles que as transportam para sua vida logo percebem quão maravilhoso é abençoar uma pessoa que nos amaldiçoa. É um instrumento que fortalece a união conjugal.
Estamos acostumados a ler bastante sobre o “amor durão”, mas falhamos em praticar o “amor suave”. Não estou dizendo que não há espaço para o amor durão no casamento. Estou apenas dizendo que ele deve ser a última opção, o último recurso a ser usado. Quando você retribui o mal com o bem, a grosseria com a gentileza e ora com sinceridade pela esposa que lhe trata mal, você está desenvolvendo uma relação que fará o “amor durão” muito mais efetivo, quando ele for necessário.
Se não tem havido amor, gentileza, preocupação com o outro, então o amor durão levará a um divórcio. Sua esposa lançará sua própria culpa sobre você e lhe culpará pela ruptura do casamento. Se, por outro lado, você agir com bondade, cordialidade, a ofensa que foi causada na relação será prontamente substituída por gestos de amor e haverá mais valorização quanto à importância do outro em sua vida. A esposa que costuma errar bastante será mais propensa a se arrepender e buscar uma reconciliação.
Estou plenamente consciente de que sem ajuda divina nenhum de nós estará apto a colocar em prática os ensinos de Jesus. Nossa reação natural é de responder palavras duras com palavras duras e destrato com destrato. Contudo, essa atitude só nos leva a uma ruína em nossas relações. O apóstolo Paulo sumariou o ensino de Jesus com as seguintes palavras: “Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” (Rm 12:21). Caminhando na via da “benção ao invés da maldição” conseguiremos desenvolver melhor nossas relações, aprendendo com as diferenças e trabalhando conjuntamente, como em uma equipe.
Gary D. Chapman, Ph.D., autor de “Agora você está falando minha linguagem” (Now You're Speaking My Language) (B&H Publishing), casado com Karolyn há 45 anos.
(Traduzido por Daniel Leite Guanaes)
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Você se casou para ser feliz ou para fazer o outro feliz?
Novamente a questão do egoísmo aparece aqui como o grande problema, a grande doença dos relacionamentos.
Quando alguém se separa diz logo: “Me separei porque não era feliz”, veja que o “eu” é quem aparece. Dificilmente alguém dirá: “Me separei porque não consegui fazê-lo feliz”. O foco está na maioria das vezes em nós mesmos, ao passo que se mudarmos o foco para outro, como recompensa seremos felizes, ao menos a maior parte do tempo.
Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. ( Ef 5.25), o que vale para ambos os sexos.
A tendência nossa é de à medida que o tempo vai passando, vamos somando, listando os defeitos do outro e diminuindo a nossa admiração por aquilo que o outro tem de bom.
Alguém diz que os homens quando se casam esperam que ela nunca mude, ao passo que ela espera que depois de casado ele mude.
Pode não ser uma verdade absoluta, mas traz a tona à questão das mudanças necessárias não somente enquanto marido, esposa, mas como ser humano, como pai, como profissional, como amigo, como vizinho. Crescer é preciso, mudar é preciso, isso Paulo, o apóstolo, chama de metanóia, que é a transformação do nosso ser para melhor. E não vos conformeis (fiquem parecidos, com a mesma forma) com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente,.....Rm 12.2.
Quero listar aqui dez necessidades humanas que outro tem e que eu e você fomos chamados a suprir:
1-Aceitação;
2-Aprovação;
3-Encorajamento;
4-Apoio para levar os fardos;
5-Afeição;
6-Segurança;
7-Respeito;
8-Atenção;
9-Conforto;
10-Estima.
Olha, a partir daí já dá pra saber o que o outro precisa e fazer uma análise do meu desempenho.
Um forte abraço,
Pr. Ismael e Pra. Cleire
Mais sobre o tema:
-Problema número um do casamento
-A unidade do casamento
Diga Não a erotização das crianças. Isso está intimamente relacionado com sexualidade precoce e pedofilia.
Quando alguém se separa diz logo: “Me separei porque não era feliz”, veja que o “eu” é quem aparece. Dificilmente alguém dirá: “Me separei porque não consegui fazê-lo feliz”. O foco está na maioria das vezes em nós mesmos, ao passo que se mudarmos o foco para outro, como recompensa seremos felizes, ao menos a maior parte do tempo.
Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. ( Ef 5.25), o que vale para ambos os sexos.
A tendência nossa é de à medida que o tempo vai passando, vamos somando, listando os defeitos do outro e diminuindo a nossa admiração por aquilo que o outro tem de bom.
Alguém diz que os homens quando se casam esperam que ela nunca mude, ao passo que ela espera que depois de casado ele mude.
Pode não ser uma verdade absoluta, mas traz a tona à questão das mudanças necessárias não somente enquanto marido, esposa, mas como ser humano, como pai, como profissional, como amigo, como vizinho. Crescer é preciso, mudar é preciso, isso Paulo, o apóstolo, chama de metanóia, que é a transformação do nosso ser para melhor. E não vos conformeis (fiquem parecidos, com a mesma forma) com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente,.....Rm 12.2.
Quero listar aqui dez necessidades humanas que outro tem e que eu e você fomos chamados a suprir:
1-Aceitação;
2-Aprovação;
3-Encorajamento;
4-Apoio para levar os fardos;
5-Afeição;
6-Segurança;
7-Respeito;
8-Atenção;
9-Conforto;
10-Estima.
Olha, a partir daí já dá pra saber o que o outro precisa e fazer uma análise do meu desempenho.
Um forte abraço,
Pr. Ismael e Pra. Cleire
Mais sobre o tema:
-Problema número um do casamento
-A unidade do casamento
Diga Não a erotização das crianças. Isso está intimamente relacionado com sexualidade precoce e pedofilia.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Eram dois, agora são um.
Uma só carne
“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.”
Gênesis 2:24
Ha muitos questionamentos sobre esse tema. Muitos casais querem saber como é o processo de ser uma só carne, outros interpretam apenas como uma alegoria bíblica e poética sem ser própriamente uma doutrina para casados.
A verdade que essa afirmação registrada em Genesis 2:24 foi confirmada por Jesus e reafirmada por Paulo aos Efésios 5:22-35.
A dificuldade maior em entender esse texto, é porque muitos tem um conceito sobre vida conjugal que estão focados no fato que: experimentar a felicidade conjugal é um estado de ser intenso em função das atitudes da pessoa em corresponder cem por cento de minhas expectativas.
Todos querem e desejam a pessoa certa, mas não entendem que precisam ser a pessoa certa. Esse texto se refere a construção no processo de ser uma só carne; não
A um estado de felicidade perpétuo,
isso porque, a simples copulação dentro do conceito de Paulo, já os tornava uma só carne.
“Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.”(1Co 6:16)
As interpretações dos sentimentos dos namorados levam a duvidas e questionamentos após o casamento porque muitos pensam que o fato de estar apaixonados é a única razão de estar e permanecerem casados.
O que chamamos “estar apaixonado” é um estado de graça onde os olhos são abertos para a beleza física, os ouvidos as melodias e poesias, despertando os sentimentos mais nobres e ao mesmo tempo subordinando nossa sexualidade animal ( pelo menos no começo) nesse sentido, o amor vence a luxúria, pois estar apaixonado é bem melhor que a sensualidade do prazer da carne pela carne, como um desejo egoísta e mesquinho.
Nenhum sentimento dura para sempre na sua intensidade. A paixão nos leva ao casamento, como uma ignição que faz movimentar a maquina do desejo de estar sempre com a pessoa escolhida todos os momentos da vida, mas a paixão por si não pode se tornar o motor
que vai dirigir a vida conjugal, isso porque, a paixão é apenas um sentimento.
Aquela idéia dos finais de filmes “e foram felizes para sempre” estão dizendo algo que provavelmente nunca foi e não será a verdade.
Conhecimentos princípios e hábitos podem durar sempre, mas os sentimentos vão e vem.
O que vem a seguir após a paixão é que vai determinar a ser verdadeiro, mesmo quando deixar de estar apaixonado.
Ninguém pode prometer o mesmo sentimento por toda a vida, da mesma forma como não poderia prometer ter dor de cabeça ou fome sempre.
A idéia que estar casado é um estado permanente de felicidade não corresponde com a realidade de ninguém.
Cumprir a promessa que fiz com pessoa que escolhi para companheira diante de Deus é que começa o processo de tornar-se uma só carne com ela.
Um casal tomava café da manhã no dia em que completavam Bodas de ouro. Como de costume, ela corta o pão, tira o miolo, passa manteiga, e pensa:
“ Sempre deixo ao meu esposo a melhor parte do pão, o miolo. hoje, no nosso aniversário de casamento, vou eu comer essa parte, pois é a que mais gosto, e darei a ele a casca”
Ao oferecer a ele a casca, a reação dele foi de alegria:
“Puxa, querida, obrigado por esse presente. A parte do pão que mais gosto de comer é a casca, mas todos os dias deixo voce para que você saboreie o melhor que é o miolo.”
Eu creio que esse casal alcançaram o objetivo de se tornaram uma só carne.
Ser uma só carne é ser e desejar sempre o melhor para a pessoa que eu amo.
É o amor que mantém a maquina do casamento ativa; quem suportaria viver a intensidade de uma paixão romantica o resto da vida? O que seria das amizades, do trabalho, do apetite, do sono?
Ser uma só carne é aprender a amar, não como mero sentimento fugaz, mas como uma unidade pela graça que os parceiros recebem de Deus de viver com a incoerência do outro. Estar “apaixonado”leva o casal a jurar fidelidade um ao outro; o estar “apaixonado” não passa da ignição que deu partida numa intensa viagem de tornarem-se uma só carne.
Peter Flayng
Publicado no Recanto das Letras em 26/11/2008
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domingo, 14 de dezembro de 2008
Jovens Casados sãos os mais felizes.
Estudo inédito traça retrato da felicidade em Espanha: Jovens casados e com filhos são os mais felizes
Catarina Frazão
As pessoas mais felizes possuem companhia, vivem em família, sem preocupações económicas e são jovens adultos. Estas são as principais conclusões retiradas de um estudo inédito desenvolvido pela Millward Brown para a Coca-Cola Company e que tem como objectivo medir a felicidade junto da população residente em Espanha.
Dos inquiridos, cerca de 18,8 por cento afirmam atingir o desejo universal de serem muito felizes e 33,9 por cento satisfeitos com o curso da vida. Apenas 5,7 e 1,3 por cento revelam viver insatisfeitos ou muito insatisfeitos, respectivamente.
Os jovens são mais felizes, cerca de 26 por cento das pessoas entre os 26 e 35 anos consideram-se muito felizes.
O estudo teve em conta dimensões psicológicas e sociais, incluindo inúmeras variáveis que influenciam a felicidade como a família, a saúde, o trabalho, o lazer, o sexo e a religião entre outros.
Conclui-se que a felicidade não tem género e que o facto de ter uma relação é um claro indicador do nível de felicidade de uma pessoa. Cerca de 82,7 por cento dos entrevistados que se declaram muito felizes têm par. No entanto, conta também a relação que se tem com a companheira/o. É mais feliz quem possui uma relação sólida e duradoura, que se dizem satisfeitas com a sua actividade sexual e o facto de ela ser regular.
Os mais felizes afirmam que com a idade, a qualidade das suas relações vão aumentando.
O estudo conclui que é relevante partilhar a vida com alguém. Viver acompanhado torna as pessoas mais felizes mas o contrário também se aplica, 14,5 por cento dos que se declaram pouco felizes, vivem sós.
O facto de ser um meio rural ou urbano não influencia os índices de felicidade. Em Espanha, Catalunha, Aragão, Navarra e Extremadura figuram como as regiões com os índices mais elevados de felicidade. No extremo oposto, Astúrias, Madrid e Murcia estão abaixo da média.
As três principais condições para ser feliz: Saúde, amor e dinheiro
Para os inquiridos, a saúde, com 37 por cento e o amor, com 32 por cento são condições essenciais para se ser feliz. O dinheiro também tem o seu papel, 17 por cento dos espanhóis considera que ter dinheiro é essencial para se ser feliz.
O papel da infância, amigos, saúde, trabalho e lazer
O apoio incondicional dos pais determina o bem-estar. Cerca de 89,7 por cento dos inquiridos que se consideram muito felizes sabem que podem contar com os seus pais para qualquer circunstância. Quem considera que os pais estiveram presentes na sua infância revelam-se mais felizes.
Ter amigos e ser sociável são outros factores da felicidade. 81,3 por cento dos que se dizem felizes considera que tem facilidade para se integrar em qualquer grupo.
A respeito da influência da saúde, cerca de 80 por cento dos inquiridos muito felizes afirmam que têm uma boa saúde. Dos que se declaram pouco felizes, 44,2 por cento são fumadores habituais. O facto de realizar uma actividade física também se relaciona positivamente com a felicidade.
75,1 por cento de quem é mais feliz afirma-se satisfeito com o seu aspecto físico. Existem 77,2 por cento de inquiridos muito felizes que não mudariam nada no seu aspecto. Esta variável influencia mais a felicidade das mulheres do que dos homens.
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