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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Traí meu cônjuge, conto ou não?

Quanto a contar ou não, depende. A resposta a isso é mais complexa do que o simples sim ou não. O arrependimento e o pedido de perdão a Deus basta para fins de salvação e ligação com Deus. Agora, quanto a contar ao outro, o pecador deve ter uma noção prévia se aquilo vai ajudar ou vai piorar a situação. Invariavelmente a situação piora, costumo dizer que o que errou busca aliviar-se do peso do seu pecado e diz: " não consigo carregar mais comigo esse pecado, preciso falar." E quando ele faz isso, na prática, está pegando o seu sofrimento, a sua culpa que lhe é muito pesada, então, coloca sobre os ombros do outro, como se já não bastasse ter sido traído, agora tem que carregar o sofrimento e a dor. Em geral o outro não está pronto para receber essa notícia que lhe fará mais mal do que bem, então, à titulo de preservar a saúde emocional do outro, penso que é melhor não contar. Entretanto, se a pessoa que foi vitima vier a saber e perguntar, o pecador deve estar pronto para lhe confessar o erro e pedir perdão. 
Alguns creem que se deva cumprir Tg 5.16 "confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados". Creio que esse confessar é falar com alguém de sua confiança, quem sabe o seu pastor, discipulador, pai, ou mãe,  de modo que orem juntos à respeito do pecado e isso trará cura para o pecador e não, necessariamente, obriga alguém a contar sua infidelidade ao seu cônjuge. O que se pode fazer, é orar a Deus para que prepare o cônjuge para ouvir essa confissão, mas só o fazer quando receber uma orientação direta de Deus.  
Já vi famílias serem destruídas por causa de confissão afoita, assim como já vi outros casos, onde a confissão deu certo, eles se reconciliaram e a história acabou bem. O certo de tudo isso é que o adultério sempre gera morte. 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Dicas do livro 07 dias de intimidade.


O casal mundialmente famoso de conselheiros matrimoniais Ed e Lisa Young acaba de lançar mais um livro no Brasil, chamado 7 Dias de Intimidade. Em 10 capítulos, eles dão passos práticos para que, depois de anos de casamento, as pessoas recuperem a intimidade e melhorem a vida sexual.

O livro explica como entender o sexo e suas repercussões emocionais, físicas, do relacionamento e espirituais. Por isso, eles propõe a Sexperiência, na qual o casal fará sexo todos os dias por uma semana na tentativa de recuperar a intimidade e a excitação. 

Por meio de passos práticos, os autores promovem também lições de fundo emocional, econômico, psicológico e espiritual. Confira abaixo alguns trechos do livro:
Os autores começam com alguns princípios básicos que devem ser levadas em conta desde o início da Sexperiência. São eles:

Estabeleça metas

Para chegar intencionalmente a algum lugar, você deve primeiro saber para onde está indo. Sente-se com seu cônjuge e defina metas a respeito do que vocês querem aprender sexualmente sobre um e sobre o outro. Fale sobre a frequência com que você espera ter relações sexuais e outras áreas tangíveis que estejam relacionadas à sua vida sexual um com o outro.

Livro indica caminho prático para recuperar a intimidade e desejo sexual entre o casal Foto: Divulgação
Livro indica caminho prático para recuperar a intimidade e desejo sexual entre o casal
foto: Divulgação

Aprenda a explorar
Você não sabe tanto sobre o corpo de seu cônjuge como acha que sabe. Faça perguntas sobre o que dá prazer ao parceiro.

Você não lê mentes
Felizmente, ao envelhecer com seu cônjuge, você passará a conhecê-lo profunda e verdadeiramente. Mas, por mais próxima que seja a ligação de vocês, você nunca dominará os processos mentais de seu marido. Portanto, comunique- se. Faça perguntas e esteja disposta a ter respostas.

Seu cônjuge não lê mentes

Não guarde seus sentimentos em uma vasilha frágil pensando que se ele realmente se importasse, saberia como você se sente. Divida seus sentimentos, desejos e até mesmo preocupações de um modo simpático e apropriado.

Com estes princípios já estabelecidos, é hora de praticar! O livro lista situações reais e caminhos práticos para que seja possível ter sucesso no fim da Sexperiência e qual o melhor caminho para isso. Veja alguns destes passos:

1) Sente-se com seu cônjuge para definir a hora de começar sua Sexperiência, tendo em mente que nunca haverá um momento perfeito.

2) Faça preparativos antes de começar para que você possa eliminar a maior quantidade possível de obstáculos à intimidade (por exemplo, contratar babás, fazer reservas para jantar, reagendar compromissos etc.).

3) Discuta o resultado que você está esperando depois de completar sua primeira Sexperiência.

4) Tome as medidas necessárias para esclarecer qualquer atrito persistente entre você e seu cônjuge antes de começar a Sexperiência ou, pelo menos, entre em acordo com ele no sentido de que os problemas do passado não terão permissão para interferir.

5) Faça uma lista das sexculpas que impedem a intimidade em seu casamento. Discuta seus sentimentos com relação a elas e assuma o firme compromisso de que nenhuma delas será motivo para não concluir a Sexperiência.

6) Faça planos e preparativos para vencer suas sexculpas durante a Sexperiência. Escolha uma semana em que você terá menos chances de estar sobrecarregado de trabalho. Veja se as crianças têm roupa limpa o suficiente para passar a semana. Prepare as refeições e congele-as para a semana. Use seu horário de almoço para tirar uma soneca no trabalho, para que você não esteja tão cansado quando chegar em casa. Estabeleça limites para seus filhos para que eles não sejam empecilhos ao seu tempo particular com seu cônjuge. Faça tudo o que puder para demonstrar que a Sexperiência será uma prioridade e um esforço sério para manter ou restabelecer a intimidade em seu casamento.

7) Se as muitas sexculpas impedem o bom andamento da sua intimidade conjugal, adquira o hábito de observar os problemas reais que estão por trás delas e lide com isso. Pergunte para si mesmo: estou dando uma sexculpa? O que realmente está acontecendo comigo? Com nós dois? Por que estou procurando um motivo para não ter relação sexual?

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Com a palavra, a esposa: "Tudo vai ficar dez de novo"


“ Tudo vai ficar dez de novo.”

Um casamento é feliz quando você se apaixona novamente depois de ter pensado que perdera a paixão. Isso acontece quando você escolhe calar em vez de procurar briga. Às vezes eu acho que tenho um casamento feliz e em outros momentos  acho que poderia ser melhor. Mas uma coisa que possa dizer, quando não tenho certeza se estou realmente contente, é que ainda o amo e me importo com ele. Em uma escala de um a dez, eu dou dez para quando as coisas estão indo superbem. Quando não estão bem, provavelmente é entre três e cinco. Em ocasiões assim, eu me cobro para ser um pouco mais atenciosa, paciente e amorosa, para logo ficar dez de novo. Acho que considero um casamento bem sucedido como uma coisa que não vai parecer sempre feliz, mas na verdade é, se você ficar firme nas horas difíceis.” 

Jayne,  43, treze anos de casada.

Extraído do livro:" Os segredos das mulheres felizes no casamento."

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O nosso amor morreu e queremos o divórcio, nos ajude.

Carta de um leitor pedindo aconselhamento.

Infelizmente, passo por um grande impasse em meu casamento. "Carnalmente" falando, desejo o divórcio (até ela também), mas sabemos que Deus prefere nossa permanência. Agora pergunta-se: "Mas permanecer casado mesmo sem amar é melhor do que consumir o divórcio?". Não terei a ousadia em responder a tal pergunta, mas de uma coisa sabemos: que Deus, ainda, opera milagres. ; Pastores, se não for muito, gostaria de ver suas opiniões no tocante ao assunto exposto. Além disso, peço a vocês, e aos irmãos em Cristo Jesus, que orem pelo meu casamento. Sem mais, que a graça e paz de nosso Senhor Jesus Cristo estejam conosco. Abraços. P.E.O.M.

Resposta por Pr Ismael:
Irmão, sabemos que o querer de Deus é realmente que o casal se ame e permaneçam juntos para todo a vida. Contudo o próprio Deus deixou uma válvula de escape para aquelas situações extremas, onde realmente não há mais possibilidades de continuar. Veja que devem se constituir em exceções e não em regras, é um remédio amargo para uma doença incurável e está prevista para dois casos, primeiro, em caso de adultério e em segundo, o caso de abandono do crente pelo incrédulo.

Agora, vamos considerar um caso como o seu, onde não se fala em adultério, mas no fim de um amor entre os dois. Continuar juntos, com as coisas permanecendo como estão,  ao meu ver é uma só um tempo para que um ou outro caia no pecado. Se os dois são sexualmente ativos, então, a necessidade fisiológica irá empurrá-los para os braços de alguém, isso é quase certo.
São duas as necessidades que vão empurrar para o adultério, a necessidade de se relacionar e de sexo, isso é inerente ao ser humano, foi projetado para que fosse assim pelo próprio Deus, não tem como contrariar isso dentro de um quadro de normalidade.
Alguém pode dizer, “não é bem assim, é só a pessoa se guardar e não ir para a cama com outro”, mas eu lembro: desejar uma pessoa que não é o cônjuge é tão pecado quanto o adultério consumado, inclusive passível de uma separação por parte do ofendido.

É muito comum vermos terapeutas conjugais, psicólogos dizendo que se acabou o amor não tem como restaurá-lo, e tendemos a acreditar nisso, entretanto, o evangelho é Poder de Deus para a transformação dessa situação. Ou será que não é mais? Se alguém crer, então, é poder de Deus para a transformação, se não crer, então a própria pessoa não fará nada para que o amor ressurja, e o fim estará determinado.
Continuar assim, é hipocrisia, é desamor, é cruel. Mas e daí, o que fazer? Vou falar daquilo que não experimentei, mas que creio e já vi o resultado acontecer em muitas vidas.

O amor , assim como o perdão, não é uma questão de sentimento, mas de escolha pessoal. Se o casal em crise escolhe se reapaixonar, então, tomarão medidas concretas para que isso aconteça. Eles farão investimentos um no outro. Eu te pergunto: Como é que nasce um amor (amor mesmo não paixão)? Nasce de um relacionamento com cuidado recíproco, nasce ao se observar a manifestação de carinho e apreço que uma pessoa tem pela outra, onde gestos de ternura e de proteção são abundantes, assim é que nasce um amor. Então, quando o amor está se apagando visto que é chama, ele só precisa de mais oxigênio, um sopro de Deus no ânimo dos dois, e uma resposta positiva de cada um com relação ao outro. Com a força de Deus e a decisão de continuarem, não do jeito que estão, mas de continuar para buscar o renascimento do amor.
Quando voltarem a namorar, um investirá com ternura na vida do outro, os cuidados que tinham voltarão. Ele a tratará com generosidade e suas atitudes indicarão um bem querer, ela o respeitará com alegria, com alegria fará coisas para o seu bem estar, e quando derem por conta o amor terá renascido.
Acho interessante que ao longo de quinze anos ministrando para casais, nunca vi um casal que participe de seminários, palestras, que gostam de ler sobre relacionamento, enfim, que sempre valorizam o casamento, onde um faz do outro a sua prioridade, nunca os vi caminharem para uma separação. O que vejo são pessoas que no início do casamento cuidaram um do outro, mas quando o apelo sexual diminuiu, o carinho com o outro acabou também. O ser humano faz de tudo para que a sua empresa não afunde, cuida para tenha saúde financeira, busca curso de administração, de capitação de recursos, busca ajuda do governo, orientação com outros empresários, mas quando se trata da família, preferem desistir porque é um caminho “mais fácil”, independente do que sofrimento que imporão para os filhos, independente das sequelas que deixarão.
Então meu querido P.E.O.M, comecem a aceitar a verdade de que é melhor investir do que desistir, e voltem a namorar, passeiem juntos, conversem, sejam carinhosos, toque nela com amor, libere palavras boas de serem ouvidas, gastem tempo um com o outro, e vocês verão que em alguns meses estarão de novo apaixonados. É preciso quebrar o ciclo vicioso em que vocês se encontram, tome você a iniciativa, faça-lhe o bem, procure agradá-la, e em pouco tempo ela estará retribuindo este amor. Procurem um curso, um seminário, palestras, busque alguém com quem se aconselhar, leiam bons livros sobre o tema, e se preparem para o renascimento do amor, porque quando o homem quer Deus é o Amém.

Qual é a base com que falo?

I Co 13:8-O amor jamais acaba - tradução Almeida Revisada Imprensa Bíblica

I Co 13:8-O amor nunca perece- tradução Nova Versão Internacional

I Co 13:8-O amor é eterno - - tradução Nova Linguagem de Hoje.

Entrando ele em casa, os cegos se aproximaram, e ele lhes perguntou: "Vocês creem que eu sou capaz de fazer isso? " Eles responderam: "Sim, Senhor! "

E ele, tocando nos olhos deles, disse: "Que lhes seja feito segundo a fé que vocês têm! "

domingo, 1 de março de 2009

Entrevista com a Pra. Cleire Mora de Carvalho, do Casados em Cristo.


Pastora Cleire, quantos anos você tem?
-Bem, estou com 42 anos de idade.

Quantos anos de casada? E quantos filhos? -Estamos casados há 23 anos, com cinco filhos, dois adolescentes, Diego e Letícia, com 22 e 20 anos, e temos também 03 filhos por adoção, filhos gerados no nosso coração e não no útero, a Gizele com 07 anos, o Leandro com 04 anos e a Vitória com 02 anos.

Quanto tempo de convertida ao evangelho de Cristo?-Somos crentes em Jesus desde 1993, portanto há 16 anos.

Como vocês começaram o ministério de Casais em Cristo? -Nós fomos alertados para esse tema quando conhecemos o MMI (Ministério Internacional para o Matrimônio), mais conhecido no Brasil como Casados para Sempre, onde fomos líderes de grupos por diversas vezes e ali nasceu o ministério de casais em Cristo.

Você acredita na restauração dos casamentos que vão mal ou que já foram destruídos?
Sim, a família é projeto de Deus. Ele disse: “Deixará o homem, pai e mãe e unir-se-á a sua mulher e serão os dois uma só carne, e o que Deus uniu que não o separe o homem” e disse mais, ”odeio o divórcio”, “odeio a infidelidade”, mas veja, Ele não disse que odeia o divorciado, mas sim o divórcio. Além disso, os planos de Deus não podem ser frustrados, tudo o que o mal destruir ou macular poderá ser restaurado, ser refeito,veja o exemplo da natureza, Deus vai refazer tudo, veja também a questão da morte do corpo, Deus fará ressuscitar.Eu creio na ressurreição do casamento também. Agora, se o Senhor falou em divórcio é porque ele aconteceria, ele é uma possibilidade, e nós temos que trabalhar contra ele. A família não é um projeto falido, mas sim, as pessoas estão falidas por não conhecer o plano de Deus nesse sentido. É bem verdade que alguns casamentos não são curados, mas veja que não foram tratados a tempo, não trouxeram Jesus para dentro do relacionamento e outra coisa, não dá para querer viver de milagres de restauração, mas que o milagre seja feito em nós, com correção de atitudes, com autocrítica, com sede de ser melhor para o outro, e sempre lembrando que tudo que eu fizer de bem para ele é para mim mesma que estarei fazendo.

Como superar as crises?
Veja bem , quando Deus olhou o Adão sozinho logo disse: “Não é bom, vou fazer uma companheira para ele”, como quem diz” quando ele tiver uma companheira, será bom.”.
Então, penso que o projeto para o casamento é de que ele seja algo bom para os dois e em sendo bom para os dois, que se multiplique, que venham os filhos. Agora, quem se casa ou se candidata ao casamento é preciso entender que ele exige renúncia, paciência, investimento, e principalmente a presença de Jesus.Você quer ver uma coisa, o quanto que gastamos com literatura sobre o casamento, o que nós fazemos de bom juntos, quantas vezes saímos de mãos dadas com o marido, quantos filmes interessantes sobre casamentos buscamos assistir, de quantas palestras ou seminários sobre o tema participamos, entendeu, não investimos e queremos que funcione. O problema se dá quando as pessoas colocam o casamento no piloto automático e acham que vai dar certo de qualquer maneira, e as coisas de relacionamentos não são assim. Não é como aquele peixinho do aquário, o beta, que você de manhã coloca três bolinhas de ração e depois é só no dia seguinte, não exige relacionamento, não cobra e não reclama. É preciso prever as necessidades do outro e depois prover.
Sabe aquela historia do casal com quase sessenta anos de casados e alguém pergunta ao velhinho: - Como você conseguiu viver com ela tanto tempo assim? E ele responde: -Sabe, o bico do pão é a parte que eu mais gosto , mas toda manhã dou a ela esse pedaço. Perguntada a velhinha respondeu: -Pois é, sabe aquela ponta do pão, o bico do pão, esse é o pedaço que eu menos gosto do pão e todo dia ele me oferece e eu como. Então é isso, os casais precisam aprender a ceder, a pensar no outro, é preciso esquecer esse modismo de individualidade e pensar mais na mutualidade, é preciso cuidar do outro, se interessar por ele, é preciso ser uma testemunha da sua vida, é querer ver o outro bem, feliz, é se sacrificar se necessário for para que isso aconteça. A individualidade tem o seu lugar, mas é bem pequeno. É preciso entender de uma vez por todas que nós não casamos com anjos, dê uma olhadinha no seu marido, vê se ele tem asas, pois é, não tem! Ele ainda é imperfeito e já errou. Está errando agora e vai errar de novo. Suportar ao outro, esse é o segredo, e suportar significa dar suporte para que o outro se levante ou se mantenha em pé, é sustentar por algum tempo. Há momentos que somos azedos, ninguém é doce o tempo todo, mas isso passa, somos imperfeitos ainda, mas que sabemos disso e não nos acomodamos, mas sim, buscamos ser melhor a cada dia. Não posso perguntar se o outro é a pessoa certa para mim, mas se eu sou o melhor para ele.

E quanto aos filhos, o que fazer com a rebelião da adolescência?
O amor nunca falha, o amor nunca morre, nunca é vencido. Comece cedo, antes que venham os tempos da adolescência, ame o seu filho com intensidade, ame com proximidade, olhos nos olhos, é preciso sentir o seu filho, o seu cheiro, receber do seu calor e passar a ele essa coisa boa também. Não se desespere quando chegar a crise da adolescência, ele vai se afastar um pouco , mas voltará, vai trocar você pelos amigos, mas lá na frente vai olhar para trás e verá você, então é preciso estar sempre de braços abertos esperando por ele. É possível que ele se sinta maior que você, mais forte, mais sábio, mais esperto, e também por isso ele vai cometer alguns erros, vai falhar, vai cair e levantar algumas vezes, mas quando estiver com a idade entre 21 a 24 anos, o pai será o herói dele de novo e a mãe será a pessoa mais parecida com Deus que ele conhece. Então, fique tranqüila, ensine o caminho certo no momento certo e saiba que onde os teus olhos não conseguirem mais ver o teu filho, os olhos de Deus o verão, onde os teus braços não puderem segurá-lo, os braços de Deus segurarão, onde os teus pés não puderem alcançá-lo, os pés de Deus alcançarão aonde a tua voz não chega, a voz de Deus chega, quando a tua presença é impossível , a presença de Deus estará lá. Ore e creia de maneira profética, pois a Bíblia diz que “não criarão filhos para a perturbação, mas serão benditos do Senhor”.

Um forte e demorado abraço, no amor de Jesus, Pr Ismael e Pra Cleire.
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