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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O que leva um homem a deixar uma mulher tão bela assim?


                                                                                                              Eliane Aparecida dos Santos Silva
                                                                                                      Psicóloga Ministério Casados em Cristo



Na minha rotina profissional tenho me deparado com o pedido de ajuda de mulheres esbeltas, corpos malhados nível de escolaridade elevado  e sofrendo  por não terem um companheiro  , a intensa  dor da  solidão .

Depois dessa pergunta veio uma outra: o que leva um homem  a deixar  uma bela mulher ? Separar-se ? 

Para respondermos essa questão dentro do padrão de Deus temos que recorrer a bíblia sagrada a resposta está em Gênesis 2:18 Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora idônea. Vamos entender o significado da palavra auxiliadora: segundo o dicionário: "De quem auxilia, ajuda, de quem presta serviço com dedicação esmero, ajudadora, cooperadora administradora." Ou seja, a mulher que o homem  busca é aquela que compartilha dos seus projetos:  profissionais ,financeiros, educação de filhos,  aposentadoria , lazer , férias  e o principal o  ministério ,  o chamado .

E a beleza entra na bíblia ou não? Sim quando Adão olha pra Eva e diz : Essa sim é ossos dos meus ossos! Ou seja ele devia estar admirando as curvas, o sorriso, o cabelo enfim .O que isso significa então o aspecto físico tem importância? É um dos componentes  ,porém ele sozinho não consegue manter um homem e a beleza  está  intrinsecamente relacionada com a auto estima a auto confiança   . Ou seja o quanto eu me percebo como pessoa de valor, o quanto eu me gosto  e valorizo o que tenho. 

Então uma mulher pode ter o corpo super malhado mas se a auto confiança estiver sedentária    será como uma lâmpada apagada Não deixou de ser lâmpada porém não exerce sua função “iluminar” ser luz !!  

Não posso deixar de citar um escritor que diz “Um homem busca numa mulher mais que um corpo ( Lacan    )A resposta de homem para essa questão: “Companheirismo, cumplicidade, honestidade, e muito amor ( Ferreira 2015) . Um homem espera que uma mulher o acolha, seja aconchego para o corpo ( anatomicamente ocorre isso) mas principalmente aconchego para suas emoções  suas inquietações medos  sua incentivadora  aquela que encoraja que elogia. O homem só recebe elogios da mãe , um homem não costuma elogiar outro homem. O primeiro amor do homem é uma mulher , a sua mãe, então ele também espera da esposa da companheira os cuidados o zelo que um dia lhe foram dispensados pela mãe.  O homem espera que a mulher demonstre o quanto é desejado sexualmente.

Quantas mulheres que só mantem relações sexuais por iniciativa do esposo.  O homem espera ser compreendido quanto as suas falhas , seus erros.  Mais do que chegar em casa e ter  uma mulher perfumada ele quer conversar sobre  discutir politica religião os assuntos da atualidade , ter uma companhia para assistir a um filme , tomar um chimarrão . Um homem principalmente o atual espera que a mulher seja uma auxiliadora também para compartilhar o jugo financeiro. Uma mulher capaz de tomar decisões, autoconfiante que não dependa totalmente dele para pensar e agir. Um homem espera de uma mulher a doçura a ternura  

Em Provérbios 4:23  Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. O homem espera que uma mulher tenha um coração sempre pronto a perdoar e amar como Deus nos ama.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sabedoria para reconstruir o lar.

"Com sabedoria se constrói a casa e com discernimento se consolida.Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável. O homem sábio é poderoso, e quem tem conhecimento aumenta a sua força; e quem sai à guerra precisa de orientação, e com muitos conselheiros se obtém a vitória"(Pv.24:3-6 NVI)

Sabemos que não existem fórmulas para resolvermos problemas tão complexos como os de ordem familiar e relacional.

Mas de qualquer maneira existem algumas coisas que são básicas para se ter um lar refeito.Leia mais clicando abaixo.

Casos onde o casal está separado, mas que no fundo estão querendo reatar as relações e não estão conseguindo, então é sobre esses casos que vamos tratar aqui.

Vamos falar sobre algumas medidas não milagrosas, mas sim, básicas, e se tomadas com fé irá ajudar em muito a solução do problema.

Geralmente nesses casos, a falta de perdão, a quebra da comunicação, o orgulho, a falta de esperança , ou outras coisas concernentes, são os impedimentos.

Então vamos lá,:

PASSO 1- ARREPENDIMENTO.

A primeira coisa que os envolvidos devem fazer é ajustar a sua vida com Deus, pedir perdão pelos pecados cometidos, incluindo aí, os pecados cometidos contra o cônjuge.

O arrependimento deve ser genuíno e não somente porque está interessado na solução do problema.
Deve-se buscar isso, procurando transformar a tristeza em arrependimento conforme Paulo ensina aos coríntios:

“2Co 7:10- Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento, para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.”

Ficar triste com o fato ocorrido por si só não move o mundo espiritual. A tristeza transformada em arrependimento diante de Deus, essa é que gera algo novo no mundo espiritual.
Com relação ao pedido de perdão, nem sempre é possível o contato pessoalmente, então, escreva uma carta, um email, de um jeito e peça perdão, faça a sua parte, mesmo que seja o outro que errou contigo.

PASSO 2 – BUSCA DE DEUS

Conserte o teu relacionamento com Deus, sabendo que a presença Dele garante a vitória.

Pare de ficar desesperado correndo atrás do cônjuge que foi embora, procurando ouvir notícias vinda de todo lado e geralmente chegam até você distorcidas da verdade. Pare de perder seu tempo vigiando os passos do outro.

Concentre–se em Deus e aproveite o momento para crescer espiritualmente. Corre para Jesus, não para o cônjuge.

Muitas pessoas correm tanto atrás do cônjuge que este acaba por se enfadar e decidir-se de vez pela separação.

Quando você corre para perto de Jesus , veja o que acontece:

Sl 146: 18-19-Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará.

PASSO 3- EXAMINE-SE A SI MESMO

I Co 11:28a - Examine-se, pois, o homem a si mesmo,...

É um momento muito oportuno para se fazer uma avaliação do ocorrido e, sem complacência consigo mesmo, determinar qual foi a sua participação no evento separação.

Qual a sua parcela de culpa. Lembro que dificilmente o erro está em uma só das partes, geralmente há erros de ambos os lados.

É bem verdade, que às vezes, só fica claro o último erro, aquele que determinou a separação e assim um só que leva a culpa.

Por isso é importante você se examinar, isso vai facilitar o processo de restauração através do perdão, pois quando eu admito a minha culpa, me torno mais justo e misericordioso com o outro.

PASSO 4: - CRESÇA COM O ERRO.

"Quem pode discernir os próprios erros? Absolve-me dos que desconheço! Também guarda o teu servo dos pecados intencionais; que eles não me dominem! Então serei íntegro, inocente de grande transgressão." ( Sl 19:12-13-NVI )

Alguns casais se separam e voltam várias vezes ao longo de um relacionamento e por fim, se acomodam num relacionamento não muito bom ou se separam.

E por isso se dá dessa forma? É possível que quando reataram o relacionamento não corrigiram posturas e comportamentos que foram determinantes para a separação e quando esses erros voltam a ocorrer, novamente o casal se separa.

Então é de bom alvitre que se aproveite este tempo para um crescimento, um amadurecer no seu caráter.

É preciso ser melhor do que antes para que quando o relacionamento for restabelecido os mesmos erros não aconteçam mais e haja paz.

Interessante que em alguns casos, o casal se separa e se casam com outras pessoas , constituindo assim novos casais, mais que também se separam, porque isso acontece?

Talvez,por causa dos mesmos velhos erros que não foram corrigidos.

Considerando que somos cooperadores com Deus, é preciso aprender como cooperar para que não haja mais separações ou conflitos.

E isso se dá através da leitura de bons textos sobre o assunto, mensagens, sermões, livros interessantes e etc. Incluo aqui a orientações com profissionais que tratam dos relacionamentos humanos, como conselheiros, psicólogos, pastores e psicoterapeutas.

O que nós temos visto são pessoas imaginando que vão se aconselhar com um desses profissionais e algo mágico vai acontecer.

Tais pessoas vão te dar um norte, um caminho a seguir, vão te levar a uma reflexão sobre, mas não são eles os cupidos que farão acontecer.

Pode até acontecer algo sobrenatural se for da parte de Deus, através das orações ele pode mudar o coração de qualquer um, assim como mudou o coração de Ezaú que tinha ódio mortal de seu irmão Jacó, mas quando se encontraram se abraçaram e juntos choraram.

A bíblia diz que o coração do rei está nas mãos de Deus, quanto mais o coração de seu cônjuge.

Deus transformou num só momento, o Rei Saul num novo homem ( I Sm 10:9).

O que você tem que fazer é buscar uma mudança necessária em você mesmo, já que você não pode mandar que o outro mude, então mude-se a si mesmo. Isso é atitude e fé e estas duas andam juntas.

PASSO 5 – DEMONSTRE QUE HOUVE MUDANÇA.

Muitas vezes , tudo que um cônjuge espera que aconteça é que o outro caia na real e mude seu comportamento.Uma coisa é examinar-se a outra é mudar-se a si mesmo. Ter uma nova postura.

Se é ciumento , que deixe de ser ou pelo menos busque o equilíbrio; se é encrenqueiro, que deixe de arrumar confusão por coisas pequenas ; se é violento ou agressivo, que não seja mais; se não tem controle emocional, que busque.

São muitas as possibilidades que se possa desejar que o outro mude.Vemos casais separados onde um luta de unhas e dentes para conseguir ter o outro de volta, mas só que, literalmente, é de unhas e dentes, na violência, na agressividade, na ofensa, na acusação. Nada disso trará o outro de volta.

Além de crescer com o erro, é preciso provar que houve mudança comportamental.

E alguns comportamentos só podem ser mudados com a ajuda de Deus, por isso Paulo falo assim:

Gl 5:16-26-Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.
Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: Prostituição, impureza, lascívia,Idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais declaro, como já, antes, vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.Contra estas coisas não há lei.E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.
Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.


PASSO 6 – FAÇA CONTATO DE MANEIRA AMISTOSA.

O outro precisa sentir saudades de você, precisa lembrar de coisas boas. Quanto ele se encontrar com você faça sempre de maneira amistosa. Os ânimos vão estar alterados, mas você não pode perder o controle. A mulher de cantares diz:

Ct 7:10 Eu sou do meu amado, e ele tem saudade de mim.

E olha que eles estavam em conflito, ela tinha tratado ele com descaso, mas ainda assim ela é doce quando faz menção dele.

Quando reencontrar o amado, faça tudo para não discutir , não acusar, mas sim, admita seus erros. Não se apaga fogo com gasolina.

A palavra branda desvia o furor , mas a palavra duro suscita a ira.

Tem pessoas que no desespero empurram o outro para mais longe ainda.E as vezes o empurrão é tão forte que o outro cai no colo de alguém.

PASSO 7- FALE BEM, NÃO FALE MAL.

Interessante quando as coisas não estão muito bem entre o casal, costuma-se falar mal um do outro.

E isso de alguma maneira vai chegar ao seu ouvido , mesmo porque fala-se com as mesmas pessoas, com aqueles que fazem parte do rol de amigos do casal.

Se quer ou tem que falar alguma coisa , que fale bem, pois quando falar bem o outro saberá e pode-se aumentar a chance de paz.

Veja o que aconteceu com a mulher Sulamita, no livro de Cantares. Ela usou de indiferença com seu amado, ele se foi, e ela sai em busca dele.

Ela apanha na rua dos guardas da cidade. É um preço que ela pagou. Há preços que se tem que pagar para encontrar o amado.Depois da surra que levou, ela pede ajuda para as pessoas , e ela fala dele da seguinte maneira:

Cantares 5:8-16-Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que, se achardes o meu amado, lhe digais que estou enferma de amor.
Que é o teu amado mais do que outro amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjures?
O meu amado é cândido e rubicundo; ele traz a bandeira entre dez mil.
A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.
Os seus olhos são como os das pombas, junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.
As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como colinas de ervas aromáticas; os seus lábios são como lírios que gotejam mirra.
As suas mãos são como anéis de ouro, que têm engastadas as turquesas: o seu ventre, como alvo marfim, coberto de safiras.
As suas pernas, como colunas de mármore, fundadas sobre bases de ouro puro; o seu parecer, como o Líbano, excelente como os cedros.
O seu falar é muitíssimo suave; sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém


PASSO 8 – ESPERE COM PACIÊNCIA.

Não fique vigiando os passos do outro, fazendo perguntas, falando pelos cotovelos, comentando com todo mundo. Acalme-se, se ele for teu ele voltará, se ele não voltar é porque já não era mais teu.Faça a sua parte e aguarde em Deus. Faça como Davi:

Sl 40:1-2- Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
Tirou-me de um lago horrível, de um charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos;
E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no Senhor.


PASSO 8 – SE HÁ UMA TERCEIRA PESSOA, MOSTRE QUE VOCÊ É MAIS INTERESSANTE QUE ELA.

Quem quer reconquistar um amor, que já está num novo relacionamento, precisa saber que terá que ser melhor do que o novo parceiro ou a outra. Se for uma mulher, uma amante, você terá que ser melhor do que ela naquilo que o homem mais quer, uma companhia agradável , um bom sexo, e um lugar de paz para voltar toda tarde, onde irá descansar.

Algumas pessoas, depois que reconquistam o outro, faz da vida dele um inferno, e acabam perdendo-o de novo.

CONCLUSÃO: Espero poder ajudar com tais conselhos, mas lembre-se , que Deus pode e quer restaurar seu casamento, porque Ele odeia o divórcio, então ele não quer o seu.

sábado, 10 de outubro de 2009

Uma paixão proibida aconteceu e agora?

Por Pr Ismael.

Resposta a uma mulher casada que se apaixonou por um outro homem através da internet e está na iminência de abandonar o marido para viver com o outro.

E Tudo começou por falta de ajustes na frequência sexual deles.
Os homens devem prestar atenção nisso! Não em vigiar a esposa, mas em satisfazê-la sexualmente, pois este é seu dever (ICo.7).



Querida fulana,

Olha, a melhor escolha você já sabe, o caminho a ser seguido está dentro de você, ele é aquele que é certo, justo e santo.

Talvez você esteja buscando alguém para apoiar uma decisão errada.

Acredito que quando decidimos as nossas questões levando em consideração o temor a Deus, sempre desejoso em ser obediente, Ele vem sobre as nossas vidas e nos recompensa com amor, cuidado, proteção e cura.

Ninguém é dono do amanhã senão o Senhor, mas é possível esperar que se esta relação pecaminosa não permaneça por causa da desconfiança existente em seus corações. Vocês podem se declarar confiar um no outro, mas no fundo fica o questionamento, será que ele(a) será fiel.

Vocês olharão um para o outro e cada um per si, vai se questionar: “Ela(e) trocou o primeiro cônjuge por mim, e agora, será que não vou ser trocado também?

Depois de algum tempo vivendo juntos você verá que a “grama do vizinho, que agora é a sua grama, não era tão verde assim”. Muitos ajustes terão que serem feitos também.
Ninguém é perfeito ou completo em si mesmo, se fosse Deus não precisaria fazer uma Eva para Adão.

É melhor enfrentar a realidade e dizer para o marido, “Olha eu estou no vermelho, eu tenho uma necessidade sexual diferente da sua e você não está suprindo, que tal a gente conversar sobre isso? Deus te honrará e irá clarear os teus caminhos.

Fico imaginando cada vez que você pensar em fazer uma oração a Deus, você vai se lembrar que está em adultério e o mesmo acontecerá com ele.

Chego a pensar que vocês teriam que migrar a sua fé para o esoterismo, pois é ali que a busca de comunhão com Deus vem divorciada de compromisso e obediência.

Um dos problemas da nossa sociedade é que está contaminada por um hedonismo desenfreado, onde a busca pelo prazer pessoal imediato é o que importa, e os meios para se chegar lá não são considerados, tanto faz se alguém vai se machucar, se alguém vai ser traído, se agrada a Deus ou não.

Espiritualizando essa situação que você está vivendo eu diria que há um espírito que está por trás disso e certamente não é o Espírito de Deus.

Se vocês gerarem filhos, um dia eles saberão a verdade sobre os pais que possuem e será grande a vergonha. É verdade que quando queremos mentir para nós mesmo e acreditarmos na nossa mentira isso também é possível, mas a mentira, será sempre mentira.

Como você pediu conselhos eu vou te dar, afaste-se por completo desse relacionamento, não é questão de sentimento ou coisas do coração, mais de fazer a coisa certa, é tomada de decisão.As coisas que começam errado tendem a dar errado até o fim.

Quando você assumir o governo do seu coração, tirá-lo das mãos dos sentimentos e emoções, sufocando assim esta esperança de que alguma coisa vai acontecer e possibilitar essa paixão, então o trabalhar de Deus terá início.

É melhor sofrer por um período determinado do que viver uma vida de mentira, um misto de vergonha e arrependimento pelo resto da vida.

Se alguém não conhece Jesus, não o teme, não considera os seus estatutos, creio que conseguirá enrolar a vida até que surja uma nova paixão, mas para quem já teve um encontro com Jesus, isso não será mais possível, salvo se abrir mão do relacionamento com Ele.

Esse tipo de coisa irá adoecer vocês dois. Pois para sempre saberão que fizeram a escolha errada, que feriram pessoas, que traíram a confiança de alguém e, como sempre é feito, irão transferir a culpa para o outro, tentando isentar-se a si mesmo de responsabilidades pelo ocorrido.

Eu não tenho medo do inferno ou do diabo, mas tenho muito medo da ausência de Deus na minha vida.

Vocês dois existem para com as suas vidas glorificar a Deus e o que é que vocês estão fazendo?

Volta a dizer,enquanto houver uma fagulha de esperança, você não irá se libertar desse sentimento. Acreditando você que de alguma forma esse amor será possível, ficará presa neste laço.

Por outro lado, se você se arrepender, ajustar isso com Deus, e tomar a decisão que Deus espera que tome, Ele te honrará, e eu creio, que Ele pode sim, fazer você se apaixonar de novo pelo seu cônjuge.

Desconfiança, sentimento de culpa, vergonha, separação de Deus, acusação vinda de todos os lados, esses serão os ingredientes que irão apimentar a relação de vocês.

Sei de tua dor até mesmo para ler isso, mas não posso me omitir da verdade.

Por outro lado, Deus mudando o seu coração virá tempos de alegria, filhos poderão vir e você olhará nos olhinhos deles sem medo de nada, sem vergonha da própria história, eles serão abençoados.

Vamos orar para que Deus te fortaleça e primeiramente, que se arrependa, deixe o pecado, volte-se para Deus e para o seu marido.

Deixar essa paixão pode doer muito, mas vai passar quando você decidir terminar com tudo isso.

Dores maiores temos visto pessoas enfrentarem , conhecemos mães que perdem seus filhos adolescentes em acidentes de trânsito, e contudo elas decidem viver e buscam força e vivem.

Que o Espírito de Deus fale com você e diga: “Filha, esse é o caminho, andai por ele, não se desvie nem para a direita e nem para a esquerda. Esse é o Caminho.”

E como último conselho, faça amor com seu marido como você nunca fez, desperte ele, lembrando que "quando eu mudo, tudo ao meu redor muda".

No amor de Cristo, Pastor Ismael.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Fatores de risco para o casamento: A falta de tempo para o casal.

Por Pr Ismael

"....Há uma infinidade de coisas que “roubam” o tempo que poderia ser destinado para o casal. Diante disso o relacionamento acaba padecendo. O diálogo é ..."

Nos tempos de nossos avós, as pessoas não tinham a vida agitada como a temos nos dias atuais.

Eles tinham mais tempo para conversar, contar histórias, passear, visitar amigos e parentes. Hoje, temos muitas coisas que concorrem com o tempo do casal, o trabalho, o trânsito, os estudos (parece que nunca acabam), as reuniões, as visitas aos médicos e outros, a internet,os cursos técnicos, as horas-extras, as escalas extras,os filhos, os parentes, a igreja, o hobby.

Há uma infinidade de coisas que “roubam” o tempo que poderia ser destinado para o casal.Diante disso o relacionamento acaba padecendo. O diálogo é superficial, o sexo tem que ser rápido, o passeio mais curto, porque tem que sobrar tempo para aquilo que assumiu a posição prioritária na vida deles.

Alguém disse que “Enquanto as pessoas se esforçam para ganhar mais dinheiro, a família está se desmoronando”.

Uma pessoa, por exemplo , que para se sentir amada precisa de tempo com qualidade, poderá não se sentir amada, porque o seu cônjuge não lhe oferece tempo com exclusividade, pois está sempre com pressa por algum motivo.

As pessoas estão com a doença da pressa,doença do trabalho,ou com vontade de enriquecer logo, estão sempre atrasadas, estressadas e ansiosas. Mesmo quando elas têm tempo parece que não conseguem mais ficar sem fazer alguma daquelas coisas e têm sentimentos de culpa por não estarem fazendo nada.

Só para lembrar, a Bíblia diz: Provérbios 28:20 O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo.

Um pai de família foi aconselhado a desligar a TV de sua casa por trinta dias para ver recuperado o diálogo entre os membros da casa.

Posteriormente ele confessou que nos primeiros dias foi terrível, ficava todo mundo sentado na sala,olhando um para o outro e não tendo nada para conversar. Passado algum tempo os assuntos começaram a fluir naturalmente.

O casal, já não está encontrando tanto assunto para conversar assim.Quando se falam ,falam de trabalho, de crises,de problemas e mais problemas,matando assim o encanto do encontro .

Chegou a hora de alguém tomar uma atitude contra isso tudo, em nome do amor. A Bíblia, em Eclesiastes, diz que há um tempo para todas as coisas, para todas as coisas há uma ocasião, então, tem que haver um tempo para fazer “nada” juntos, um tempo para ficar de “papo pro ar”, simplesmente, sem nenhuma obrigação, só se curtindo.

Como resolver a questão?

Penso que o casal deve estabelecer prioridades, e dentro dessa idéia deve estar o tempo para os dois, sendo obrigatório cortar ou disciplinar o tempo gasto com algumas coisas onerosas como a internet, msn, orkut e outros sites de relacionamento.

Não é incrível que alguém para satisfazer suas necessidades de relacionar-se procure um site desses ao invés de usufruir da presença de alguém que está bem ali do seu lado, alguém verdadeiro, real, que não mente o nome, nem tenta impressioná-lo com fotos e imagens?

Coloque limites para tudo, limite de tempo de trabalho, de TV, de afazeres solitários, enfim, tudo aquilo que vem concorrendo com o tempo do casal.
Quando isso não é possível, tudo bem, mas geralmente há uma dose de desperdício de tempo com coisas que não são tão necessárias assim.

Acorde com o seu cônjuge que os dois farão um esforço para fazer do outro a sua prioridade e que coisas de menor importância não poderão atrapalhar o tempo exclusivo seus.

Estabeleça o “dia da família”, um dia para saírem juntos. Se há filhos, divida as oportunidades de passeio por igual, da seguinte maneira: Hoje quem escolhe onde ir e o que fazer será a esposa, amanhã, um dos filhos, depois o marido e assim por diante.E todos vão juntos , de comum acordo, participar do evento que um deles escolheu para o dia.

Houve uma época que praticávamos isso em nossa casa, e foi interessante. Os pequenos escolhiam passear de bicicleta na praça, eu como bom pai escolhia jantar fora, e assim por diante.Hoje nós temos isso bem administrado e não se faz mais necessário este tratamento com a questão.

Procure ajustar os interesses do casal para que possam fazer coisas juntos, como academia, um curso, ir a igreja, enfim, o que forem fazer que façam juntos, isso traz unidade.

Preserve o tempo de intimidade do casal, vá para a cama mais cedo, não coloque filhos no mesmo quarto, discipline eles nesse sentido.

Quero deixar duas frase para você refletir:

"Tempo é só uma questão de escolha"(quando você diz que não tem tempo para a vida a dois.)

"Não faça da sua desorganização o motivo da minha pressa" ( pessoas desorganizadas são as que mais nos aceleram com suas urgências, tempo é questão de organização.


Façam isso ou outra coisa correlata e viva mais intensamente e melhor o seu amor.

domingo, 26 de abril de 2009

Separação. Carta de uma filha ao pai.

Extraído do Blog do Luciano Subirá.

A carta abaixo, resumida pela redação do blog do Subirá, foi escrita por uma garota de 16 anos para seu pai, que há poucas semanas havia abandonado a família para viver com outra mulher.


Querido Pai

Já é tarde, e eu estou aqui, sentada na minha cama, tentando escrever esta carta.
Quantas vezes procurei falar-lhe nas últimas semanas, mas não consegui ficar a sós com você!
Ainda não posso acreditar que você está vivendo com outra pessoa e não consigo imaginar que você e mamãe nunca mais ficarão juntos. Para mim é difícil aceitar esses fatos, principalmente, quando fico imaginando seu retorno para casa, voltando a ser o pai que foi para mim e para meu irmão.
Eu apenas quero lhe contar o que estou pensando e sentindo com a separação de vocês

Papai, imagino nossa família como um automóvel bem bonito em que viajavamos juntos há muito tempo. Por fora ele parece inteiro, sem arranhões e sem ferrugem, e em seu interior há muitos equipamentos. Mas com o tempo aparecem alguns problemas.

O motor solta fumaça, as rodas balançam, a direção está dura, é trabalhoso manobrá-lo, o revestimento dos assentos está rasgado, o escapamento está furado e barulhento. Mas sabe de uma coisa papai? Ele continua sendo um bom carro – ou ao menos poderia ser, investindo um pouco ainda poderia rodar por muitos e muitos anos.

Meu irmão e eu sempre sentávamos no banco de trás, você e mamãe ficavam na frente. Nós nos sentíamos seguros quando você dirigia e mamãe estava do seu lado.
No mês passado, porém, quando você foi embora, mamãe teve que assumir a direção. Era noite, e parecia que um outro carro vinha em nossa direção. Mamãe tentou desviar, mas o outro carro bateu de frente em nós. O acidente foi terrível. O mais terrível é que você , papai, estava dirigindo o outro automóvel e que ao seu lado havia alguém – aquela outra mulher.
Foi um grande acidente e todos nós ficamos muito feridos. Como será que você está passando? Ainda não ouvimos notícias suas. Você também se machucou? Você precisa de ajuda, papai?
Naquela noite me perguntei muitas vezes se iríamos sobreviver à catástrofe. Mamãe foi a que mais se feriu e parace não conseguir se restabelecer. Meu irmão está em estado de choque. Ele ainda está muito mal e não quer falar com ninguém. Eu sinto tanta dor que nem mamãe nem meu irmão conseguem me ajudar. O médico disse que preciso de terapia específica para me reerguer. Mas, papai, ao invés de terapia, eu prefiro que você me ajude! A tristeza dói tanto! Papai, nós sentimos tanto a sua falta! Todos os dias ficamos nos perguntando se você não estaria vindo aqui em casa, para dar uma olhada em nós. Mas os dias vão passando, e você não vem. Papai, temo que tudo tenha acabado e que não exista mais volta, mas meu coração iria explodir de alegria se, ao abrir os olhos de manhã, visse você entrando no meu quarto. A noite , quando tudo está calmo, ficamos sentados falando de você, de como gostávamos de andar juntos e do quanto gostaríamos que estivesse conosco outra vez.

Como vai papai? Você sente dores depois do acidente? Você precisa de nós tanto quanto precisamos de você?
Se quiser que eu cuide de você, é só me chamar. Eu o amo!

Sua filha.


A carta foi enviada. Alguns dias depois, de manhã cedo, a filha desceu para tomar o café da manhã. Ela viu seus pais sentados à mesa, de mãos dadas, com lágrimas nos olhos. Ele havia voltado!

Não conheço o autor, mas o Pai Celestial conhece.

sábado, 4 de abril de 2009

Casamento: A questão da traição. Como e Porque?

Infidelidade

Eu traio, tu trais, ela também.

Alguns flagrantes do que estão fazendo as mulheres infiéis:

- têm mais oportunidades de aventuras,
-nem sempre sentem culpa,
-procuram parceiros em seu círculo de relacionamentos – e, é claro,
-reclamam do marido


Anna se jogou debaixo de um trem, Emma tomou veneno, Luísa se consumiu. Nalva perdeu o marido, foi expulsa da família e... bem, como a história ainda está se desenvolvendo, é possível que se torne uma das primeiras traidoras a não ter o destino tradicionalmente reservado pela ficção, imitando a vida, às adúlteras, como se dizia no passado: desonra, tragédia e morte (Anna é a Karenina de Tolstoi, Emma a Madame Bovary de Flaubert, Luísa a que se enrabichou pelo Primo Basílio de Eça). Já Nalva é a curvilínea personagem da novela Senhora do Destino, que não agüenta mais o marido pelos motivos de sempre – ele é um chato; o cunhado, uma tentação. A novidade está no que vem depois: ela quer voltar, ele aceita. Dá até para ouvir os uivos de inconformismo masculino diante das televisões Brasil afora, mas a subtrama da novela é um indício de que a infidelidade feminina começa a ser encarada fora dos cenários dramáticos habituais.

É possível dizer que as mulheres estão traindo mais e de maneira mais corriqueira?

Não se pretende, aqui, nem tentar fazer tal afirmação. Mensurar o comportamento sexual é um dos terrenos mais escorregadios das ciências estatísticas. Em pesquisas sobre sexo em geral e infidelidade em particular, homens tendem a exagerar suas performances e mulheres, a diminuí-las. Eles, para contar vantagem. Elas, por pudor em abrir a intimidade. Segundo alguns estudos, cerca de 40% das mulheres traem – o número, reitere-se, tanto pode se aproximar da realidade quanto ser um tiro na noite escura da alma feminina. Outros afirmam que o índice se igualou ao dos homens: 50%, pela média mundial, que certamente parece modesta em determinados rincões tropicais. Se é arriscado dizer quanto, pode-se tentar saber como, por que e com quem as mulheres andam traindo. Foi com esse objetivo que VEJA saiu a campo para auscultar o que elas só revelam às melhores amigas depois de algumas tacinhas de chardonnay. A reportagem reuniu três grupos de dez mulheres, entre 20 e 60 anos, em três capitais do país: Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. Ali, protegidas pelo compromisso de anonimato, elas falaram – e muito.

A primeira pergunta – por quê? – é a mais fácil.

-Por curiosidade,

-oportunidade ou

-solidão no casamento.

Como?

Em geral, de maneira tentativa, sem grandes arroubos de paixão, para ver como é – ou seja, de modo mais parecido com o que fazem os homens.

Do grupo de trinta mulheres reunidas por VEJA, pelo menos metade já havia tido um caso paralelo durante o relacionamento. Com quem? Geralmente, amigos, ex-namorados, personal trainers (as lendas de academia não são tão fictícias assim) e até com os médicos dos quais são pacientes.

Das trinta, três já haviam vivido um romance com seus ginecologistas. Dentista e pediatra do filho também fazem parte do rol de parceiros citados. Embaladas pelas confissões das outras mulheres, elas revelaram aspectos da infidelidade feminina que contrariam convicções enraizadas. Por exemplo: no grupo reunido por VEJA, composto de mulheres de classe média alta, poucas afirmaram sentir algum remorso (ao contrário do que dizem pesquisas como a do quadro abaixo). Também disseram que sexo de qualidade com o marido é uma das chaves da fidelidade. A maioria garantiu que, se tudo vai bem na cama, a possibilidade de cobiçar o marido da próxima diminui drasticamente.

"Para a mulher, o sexo quer dizer várias coisas: que ela ainda é amada, desejada, respeitada pelo marido.

O homem tem uma visão diferente disso", afirma o sexólogo e ginecologista carioca Amaury Mendes Júnior, que conduziu uma pesquisa com 400 mulheres em seu consultório. Ele constatou que, em 70% dos casos em que a mulher foi infiel, havia uma queixa sobre a vida sexual com o marido.

As oportunidades são criadas por um cotidiano feminino sem paralelos na história da humanidade.

Ter relacionamentos extraconjugais ficou mais fácil em razão das mudanças estruturais na rotina das mulheres libertadas das amarras do lar.

Incluem-se aí fatores como a convivência com mais homens no ambiente de trabalho, o anonimato dos namoros na internet ou a simples atribulação da vida profissional, com ausências que não despertam desconfianças, como as viagens de trabalho.

"É isso que pesou realmente. A mulher não participava desse tal universo sensual, que é o ambiente de trabalho, os congressos, onde todo mundo está, de certa maneira, disponível", afirma o psiquiatra paulista Moacir Costa, que lança no próximo mês o livro Mulher: a Conquista da Liberdade e do Prazer.

Essas mudanças são detectadas nos consultórios terapêuticos. A traição, que era confessada por mulheres aos prantos, arrasadas pelo remorso, hoje é um tema que tende a ser tratado de forma mais racional.

Em geral, a maioria das pacientes até prevê a infidelidade antes que ela efetivamente se realize. As reclamações de que o casamento está tedioso e o marido indiferente precedem o caso em si.

"Hoje, algumas chegam aqui e já acham que trair é a conseqüência óbvia da chatice da vida a dois. Isso era impensável alguns anos atrás", diz Costa.

O fato de que o casamento também perdeu o peso de instituição mandatória, abrindo espaço para a livre escolha, é outro elemento que influencia as experimentações femininas, segundo as constatações do psiquiatra. "Mesmo depois do casamento, elas alimentam a dúvida de saber se fizeram a coisa certa ou não", relata ele. "Às vezes, a traição ocorre para corroborar a escolha do marido. Do tipo: 'Vou experimentar outro homem para ver se o meu marido é realmente o que eu quero na cama'. É sem dúvida um tipo de comportamento novo."

A preocupação – obsessão, diriam muitos – com a fidelidade feminina foi consolidada ao longo de milênios por motivos culturais, antropológicos e biológicos que são quase auto-explicativos.

Nas sociedades patriarcais, esmagadoramente majoritárias, a perpetuação da tribo se dá através da linhagem masculina. Admitir a diversidade sexual da mulher ameaçaria os fundamentos do tecido social – e, principalmente, traria dúvida sobre a transmissão do patrimônio genético do macho.

Em razão desse imperativo supremo, existe um ramo da ciência que procura analisar o comportamento humano à luz das características adquiridas para a preservação da espécie.

Segundo essa teoria, o macho humano, como a maioria de seus equivalentes animais, é intrinsecamente promíscuo, pois vive premido pela necessidade de disseminar seus espermatozóides; enquanto a fêmea, que sempre terá a certeza absoluta sobre a transmissão de seus genes, tem como prioridade criar a prole em condições máximas de segurança, o que exige pelo menos alguma estabilidade conjugal.

Especula-se até que o único animal monogâmico da natureza, segundo a teoria, é o cisne. Ou seja: se quiser fidelidade, case-se com um.

Como tudo, nesse campo, é possível defender teorias completamente antagônicas. "A concepção de que só os homens são poligâmicos é o maior mito da sexualidade", sustenta a antropóloga Helen Fisher, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos. Em seu livro Anatomia do Amor, Helen estudou o comportamento sexual de homens e mulheres em 62 sociedades ao redor do planeta e concluiu que o adultério em todas as partes é tão comum quanto o casamento. É claro que muitas mulheres (e homens também) optam por ser fiéis.

Mas isso é uma escolha, ou uma necessidade social, não uma imposição biológica.

Por mais conflitantes que sejam os argumentos da eterna briga entre biologia e cultura, o senso comum prevalece em algumas constatações. A mais óbvia: os homens traem por sexo. Já no complexo continente da psique feminina, os motivos se multiplicam.

Mas é fato que a mesma mornidão conjugal que leva os maridos a buscar a variedade corrói nas mulheres um dos mais poderosos motores da sexualidade feminina (e, por conseqüência, da auto-estima): o sentir-se intensamente desejada.

"Meu marido parou de notar que eu cortava o cabelo, que estava de lingerie nova. Ele não perguntava nada da minha vida, do meu dia. Passei a me sentir um lixo, totalmente desprezada. Trair foi um escape para provar para mim mesma que eu não era tão insignificante assim",

disse uma médica carioca, de 35 anos, que traiu o marido uma única vez. "Esse homem que conheci dizia que sonhava com o cheiro do meu cabelo. Eu fiquei totalmente entregue", afirma.

Quer dizer que mulheres felizes no casamento não traem? "Isso não tem nada a ver. Felicidade no casamento é um termo amplo. Pode-se ser feliz em certos aspectos e em outros não", disse a VEJA Stephen B. Levine, psiquiatra americano, especialista no assunto. Às vezes, a oportunidade, uma carência momentânea, uma atração sexual forte bastam. Se o casal está numa fase morna ou é mais centrado nos filhos, também fica mais vulnerável. Todo mundo, homens e mulheres, está sujeito o tempo todo a conhecer alguém interessante ."Tinha uma vida ótima, um filho lindo, tudo ia bem. Mas comecei a me envolver profundamente com um cliente da minha empresa. Por quê? Atração, só isso", conta uma publicitária pernambucana, de 33 anos.

A ressaca moral, apontada pelos estudiosos, é recorrente. A maioria das pessoas afirma que preferia que a infidelidade não ocorresse.

Se há filhos, o remorso pesa mais ainda. "Elas se sentem transgredindo, errando, trapaceando o padrão social que lhes foi imposto. Mas isso só costuma acontecer quando se está longe do amante. Na cama, ninguém fica se mordendo de culpa", disse a VEJA Donna Bellafiore, psicóloga americana, autora do livro Conversa Franca sobre a Traição: um Guia de Auto-Ajuda para Casais. A distância entre a culpa e a vertigem, no entanto, como sempre souberam os grandes conquistadores da história, é muito pequena. "Dar o primeiro beijo é difícil, mas depois você vai indo paulatinamente. Quando vê, já está andando de mãos dadas no shopping", diz uma empresária paulista de 35 anos, que manteve um caso por quatro anos.

Mãos dadas evidentemente simbolizam o vínculo emocional que a maioria das mulheres procura, mesmo na aventura – tanto que a infidelidade feminina tem menos do sexo tipo oi-tchau, a noitada de farra e acabou, mais comum entre os homens. Nos consultórios terapêuticos, constata-se que, muitas vezes, as mulheres tendem a ser mais fiéis aos amantes do que aos maridos. "Há uma transferência de expectativas.

Aquele sujeito com quem ela se casou e jurou amor virou um semi-sapo. Aí, ela transfere todas essas expectativas juvenis para o novo cara que aparece, inclusive a fidelidade", comenta Zoraida de Andrade Faria, que escreveu sua tese de doutorado sobre a atração sexual. "Mulher se expõe menos. Não vai arriscar seu casamento por uma noite de sexo com um estranho. O que ela busca no outro é o que ela não acha mais no marido. É quase sempre carinho, atenção, elogios. Sexo é um detalhe", diz Beth Hedva, psicóloga canadense, autora de livros sobre o assunto.

Por esse motivo, as mulheres que traem quase sempre o fazem com pessoas conhecidas. Uma pesquisa americana aponta que em 60% dos casos a traição ocorre no ambiente de trabalho. É aquele colega com quem ela vai almoçar todos os dias e com quem troca pequenas confidências por e-mail. Mais uma vez: gente com quem ela já tenha certa intimidade. Ex-namorados, amigos e até o personal trainer, por mais que isso soe como piada, também são escolhas freqüentes. Uma publicitária paulista de 49 anos que participou do debate de VEJA revelou que teve pelo menos cinco casos ao longo do casamento de vinte anos. Sempre com conhecidos. Entre eles, colegas do escritório, o pediatra dos filhos e o ginecologista. "Ocorreu uma atração física forte. Mas, no caso do pediatra, eu também me sentia protegida pelo fato de ele cuidar do meu filho. Eu era grata", conta.

A radical diferença entre os motivos que levam à traição também faz com que a percepção que os homens têm sobre a infidelidade feminina seja muito diferente da realidade. A psicóloga americana Shirley Glass, considerada a "madrinha das pesquisas sobre infidelidade", segundo o jornal The New York Times, fez uma pesquisa com dados curiosos sobre a idéia masculina da infidelidade da esposa. De acordo com o estudo, os homens geralmente não têm a mínima idéia de quando a mulher está vivendo um romance fora do casamento, ao contrário das mulheres, que, segundo constatou, estão certas em 90% das vezes em que desconfiam. Shirley, que morreu no ano passado, defendia a tese de que a maioria dos homens, se não nega as evidências, procura sinais óbvios da traição. É um erro, porque, na verdade, os indícios são quase sempre o contrário. Por exemplo: não passa pela cabeça de grande parte deles que a mulher possa se interessar por um tipo mais velho, careca e com uma barriguinha saliente. O marido, em geral, desconfia do bonito, jovem e sarado. No entanto, se o sujeito da barriguinha apresentar bom desempenho (emocional, ressalte-se, traduzindo-se em paparicações e demonstrações de afeto), terá boas chances. Em alguns casos, a perfídia feminina não é apenas paranóia dos machões. "Depois de começar a trair meu marido, passei a tratá-lo como um reizinho em casa. Ele não percebia nada, embora eu ficasse muito ausente – inventava cursos de cerâmica, mil viagens de trabalho, passava o dia na internet, tinha dois endereços de e-mail que meu marido ignorava. Eu sabia que ele jamais descobriria porque ficaria procurando contas de cartão de crédito ou chamadas no celular, coisas que, obviamente, eu escondia", conta uma advogada carioca de 41 anos, que manteve um caso extraconjugal por três anos.

O fato de a infidelidade feminina parecer estar mais presente no mundo da realidade começa a despertar entre os homens, em alguns casos, o mesmo tipo de reação com que tantas mulheres já se debateram: o que fazer quando o cônjuge vive uma aventura, mas nem pensa em desmanchar o casamento por causa disso – e o casamento vale, sim, ser salvo. Se o escândalo e a baixaria, seguidos da conseqüente expulsão da adúltera, soam antiquados, o sofrimento não tem nada de superado. "Descobrir que foi traído desestabiliza o homem em sua característica mais íntima, a virilidade. Sua identidade masculina é ferida. Isso é algo muito profundo. Já as mulheres se sentem atingidas em seu papel social, em como vão ter de lidar com aquilo socialmente, o que também é um pesadelo", afirma o psiquiatra paulista Luiz Cuschnir. Em seu consultório, ele procura dar três conselhos aos pacientes casados com mulheres que foram infiéis. O primeiro: a traição foi algo que aconteceu "com ela"; em nada diz respeito a você e não deve atingir a sua imagem. Outro: nada de pedir detalhes sobre o affair. Isso só traz mais angústia. E mais: proteja-se das atitudes autodestrutivas – beber demais, ceder aos impulsos violentos, detonar o casamento. "Posso garantir que o impacto do fim de um casamento sólido devido a uma traição corriqueira tem um poder destrutivo dez vezes pior do que a traição em si. Um caso não deve e não pode ter esse poder", diz Cuschnir. Pode haver gente que ache que só Leandro, o bondoso marido da Nalva da novela, seria capaz de tanto autocontrole. Acreditem: não é o único.

O pecado mora na internet

Depois de 25 anos estudando o comportamento de mulheres que traíram o marido, a psicóloga canadense Beth Hedva concluiu, sem surpresa, que a infidelidade resulta em geral da combinação de oportunidade com vulnerabilidade emocional.

Quatro situações recorrentes:

• A mulher se sente ignorada, desprezada ou afastada da rotina do marido

• Acha que se anulou ao longo do casamento

• Usa a internet para visitar salas de bate-papo e trocar mensagens. Estudos mostram que 40% dos usuários contumazes conversam em linguagem explícita e desinibida, o que acelera a intimidade. Em 14% dos casos, a relação passa de virtual a real

• Tem contato estreito com um colega de trabalho que é abertamente interessado nela, mostra-se compreensivo, não economiza elogios e ri de suas histórias mais do que seu marido

domingo, 15 de fevereiro de 2009

50 possíveis causas de conflitos no processo de construção do casamento:

Pr. Josué Gonçalves
visite o site do Pastor Josué Gonçalves: www.familiaegraca.com.br


1. Conflitos com a família de origem.

2. Discussões tolas motivadas pelo ciúme doentio.

3. Brigas por causa do filho(s) de outro relacionamento.

4. O desemprego nos desestabilizou também emocionalmente.

5. Tudo começou depois que uma doença crônica atingiu nossa família.

6. Um sentimento de culpa não resolvido está me destruindo.

7. O que é um homem sexualmente impotente? Isso está me levando ao desespero.

8. Tenho complexo de inferioridade, e isso me faz uma pessoa infeliz no casamento.

9. Não consigo perdoar, sei que esta é causa de toda a crise.

10. Sei que o casamento aos olhos de Deus é indissolúvel, porém, não amo meu marido.

11. Depois que meus pais vieram morar conosco, nossa casa virou um campo de concentração.

12. Não posso gerar filhos e isso tem abalado o meu casamento.

13. Meu marido quebrou financeiramente e já não pode me dar o que dava antes, está difícil segurar essa barra.

14. Faz um mês que ela me confessou me traiu, estou tentando superar através do perdão, mas está muito difícil.

15. Estou grávida e meu marido mudou completamente comigo, logo agora que mais preciso dele.

16. Depois que mudamos de cidade por causa do trabalho dele, nunca mais nosso relacionamento foi o mesmo.

17. Nós é que sustentamos os meus sogros, porém por causa do abuso isso está estressando nosso relacionamento.

18. Peguei meu marido com uma converso indevida com alguém na internet, depois desse dia nosso relacionamento ficou estremecido.

19. O pai da minha esposa é alcoólatra, e sempre que acontece um problema mais grave lá, é meu marido que tem que assumir tudo, isso tem afetado o nosso relacionamento, porque a família dele não assume nada.

20. Tudo começou depois que eu me tornei evangélico.

21. Não consigo me desconectar do trabalho, sei que isso está prejudicando e muito o meu casamento.

22. Fui agredida por ele e não consigo mais respeita-lo como respeitava, nosso casamento está por um fio.

23. Sou "doido" por um filho, mas minha esposa diz que não gosta de crianças.

24. Depois que fomos morar na casa de meus pais, o relacionamento que já não estava bom, piorou.

25. Meu marido tem ejaculação precoce, sei que está é a causa da minha infelicidade sexual.

26. A menopausa chegou precocemente para minha esposa, e por causa disso ela perdeu todo o prazer sexual, está difícil superar isso.

27. Ele quer que eu faça laqueadura, e eu acho que é muito mais simples ele fazer vasectomia, isso está sendo causa séria discussão.

28. Ele quer que eu emagreça, mas não

29. Casal morando junto com os pais.

30. Quando um não realiza o outro sexualmente.

31. Filho(a) envolvido com drogas.

32. Filho(a) que fez opção pela "homossexualidade".

33. Filha que ficou grávida na adolescência.

34. O marido que "quebrou" financeiramente, e agora a família precisa se ajustar a uma nova realidade financeira.

35. Uma gravidez não planejada.

36. O nascimento do primeiro filho.

37. A necessidade de se mudar para uma cidade em função do trabalho de um dos cônjuges.

38. A filha que se envolveu emocionalmente com uma pessoa errada (casada, mau caráter etc.).

39. Quando o casal sustenta os pais.

40. Frigidez pós-parto.

41. Pai ou mãe alcoólatra.

42. Quando um dos cônjuges não é crente.

43. Quando o problema é a Internet.

44. Obsessão pelo trabalho, e a pessoa não consegue se desconectar.

45. Pensamentos incontroláveis que envolvem o adultério.

46. Ciúmes doentios por parte de um deles.

47. O marido que agride fisicamente...

48. Saber a hora ideal de ter filhos.

49. Saber quantas vezes o casal deve ter relação sexual durante a semana.

50. Problema de ejaculação precoce e a conseqüente insatisfação da mulher, que acaba evitando o marido.





Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Casar sim, morar juntos não.

Estamos vendo aumentar o número dos adeptos de“casas separadas” para os casais casados.

Isso ao que me consta só vem a denunciar o que Gary Chapman diz, o egoísmo é o maior inimigo do casamento.

É uma pena que o homem sempre busque distorcer os ensinos no Senhor.

Primeiro veio o divórcio, depois o casamento por contrato, o casamento homossexual e junto disso , o morar em casas separadas.

Deixo aqui algumas colocações e indagações sem respostas sobre o assunto:

1)- E se vierem filhos deste “casamento”, onde eles irão crescer, se firmar, em quem vão se espelhar, aprender,etc. Basta olharmos o que está acontecendo com a "geração filhos do divórcio" e você terá uma idéia do descompromisso com a paternidade, sempre em nome do egoísmo.

2)-Parece que na relação não há disposição para vencer as diferenças pessoais, não há boa vontade de crescer juntos, dar suporte um ao outro, enfim, a individualidade sobrepõe a mutualidade.

3) O pensamento é simples,eu quero você, mas desde que você mantenha uma certa distância, que a minha individualidade não seja por você ameaçada. Eu vou sugar tudo o que você tiver de bom para me oferecer, sua alegria, sua beleza, sexo, companhia quando eu quiser, porém, não quero muito compromisso, vamos deixar a coisa mais ou menos pronta para uma separação.

4) A idéia de Deus é a de que o casal estaria junto em todos os momentos da vida.Estabeleceriam um lugar para sua morada e ali eles cresceriam juntos.Ali o caráter seria moldado, os filhos encontrariam um ambiente seguro onde pudessem viver.Teriam sempre a certeza em seus corações que vai amanhecer o dia e o pai deles vai estar por perto, junto da mãe, ensinando o que é bom, santo e justo. Mas este projeto de Deus já não serve mais para os nossos dias, que pena.

5) Alguns princípios foram estabelecidos por Deus com relação à vida conjugal, primeiro deveria ser uma relação monogâmica, segundo heterossexual e por último, deveria ser para sempre. Não é isso que pensam os adeptos das “casas separadas”.

6)Segundo eles, o morar em casas separadas, mantém o relacionamento como no tempo do namoro, desgasta menos a relação, melhora os encontros sexuais e dá mais liberdade. E assim ninguém deve prestar contas a ninguém,pois eles não se pertencem.

Um forte abraço, no amor de Jesus, Pr Ismael e Pra Cleire.


Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

A unidade do casal em perigo.

extraído do blog Minha Familia Amada
sob o título "querem matar o romantismo"
postagem publicada por
Michelson Borges

Na semana do Dia dos Namorados, a revista Veja contraria o clima e publica uma entrevista com o médico psiquiatra Flávio Gikovate, autor de Uma História de Amor... com Final Feliz. Na obra, ele ataca o amor romântico e defende o individualismo, "entendido não como descaso pelos outros e sim como uma maneira de aumentar o conhecimento de si próprio". "Os solteiros que estão mal são os que ainda sonham com o amor romântico. Pensam que precisam de outra pessoa para se completar. Como Vinicius de Moraes, acham que 'é impossível ser feliz sozinho'. Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos." É claro que é possível ser feliz sozinho, mas isso não significa que o amor romântico não deva ser almejado e alimentado ou que o individualismo seja um mérito. A seguir, alguns trechos da entrevista, com meus comentários entre colchetes:

"As pessoas que estão casadas e são felizes são uma minoria. Com base nos atendimentos que faço e nas pessoas que conheço, não passam de 5%. A imensa maioria é a dos mal casados. São indivíduos que se envolveram em uma trama nada evolutiva e pouco saudável. Vivem relacionamentos possessivos em que não há confiança recíproca nem sinceridade. Por algum tempo depois do casamento, consideram-se felizes e bem casados porque ganham filhos e se estabelecem profissionalmente. Porém, lá entre sete e dez anos de casamento, eles terão de se deparar com a realidade e tomar uma decisão drástica, que normalmente é a separação. [Gikovate se baseia em estatísticas para dar força ao seu argumento. O fato de os casamentos de hoje estarem naufragando não significa que se deva optar pelo individualismo. Que tal Veja produzir uma reportagem sobre os "segredos" dos casamentos felizes? Sou casado há 11 anos, temos duas filhas e nosso casamento está cada vez melhor. E, graças a Deus, conheço outros casais na mesma situação.]

Gikovate faz uma afirmação contundente: "Para os meus pacientes, eu sempre digo: se você tiver de escolher entre amor e individualidade, opte pelo segundo. ... Quando a pessoa se reconhece como uma unidade, e não como uma metade desamparada, consegue estabelecer relações afetivas de boa qualidade. ... O individualismo acabará por gerar frutos muito interessantes e positivos no futuro. Criará condições para um avanço moral significativo." [Na verdade, optar pelo amor sempre é o melhor caminho, ainda que isso envolva sofrimento. Na busca por fazer o outro feliz é que encontramos o real sentido de existir. E isso vem de Deus, aquele que Se doou e que tem prazer em satisfazer Seus filhos. Não compreendo bem como o individualismo - que pode degenerar em egoísmo - promoverá a geração de bons frutos e o avanço moral. Amor sem romantismo e individualismo criaram aberrações como o "ficar" e o "sexo casual". Isso é "avanço moral"?]

Tem mais esta: "Em um dos meus programas de rádio, um casal me perguntou se estavam sendo ousados demais em se casar e continuarem morando separados. Isso está ficando cada dia mais comum. Há outros tantos casais que moram juntos, mas em quartos separados. Se o objetivo é preservar a individualidade, não há razão para vergonha. O interessante é a qualidade do vínculo que existirá entre duas pessoas. No primeiro mundo, esse comportamento já é normal. Muitos casais moram até em cidades diferentes." [É certo que existem situações - que deveriam a todo custo ser contornadas - que obrigam casais a viverem separados. Mas se o motivo for a preservação da tão preciosa individualidade, aí já passo a defender a solteirice...]

[O que se nota na mídia é a apologia dos relacionamentos sem compromisso, do prazer pelo prazer e da busca da auto-satisfação. Enquanto isso, o número de divórcios já supera o de casamentos, a quantidade de mães e pais solteiros só faz aumentar e as crianças que vivem sem estrutura familiar adequada vão formando a nova geração. De minha parte, vou continuar amando romanticamente minha eterna namorada - uma só carne, na mesma casa, no mesmo quarto, na mesma sintonia. Feliz Dia dos Namorados!]



Aconselhamento? Click "Aconselhamento e dúvidas" na lista de blogs acima.Pr Ismael e Pra Cleire.

sábado, 29 de novembro de 2008

Separações e delinquência juvenil


ROMPIMENTO FAMILIAR E DELINQÜÊNCIA JUVENIL: QUAIS AS POSSÍVEIS CONEXÕES?
Por Aline Pereira de Avellar*
Este extrato de artigo pretende apresentar as possíveis conexões entre rompimento familiar e delinqüência juvenil, ambos fenômenos ascendentes nas últimas décadas.
... O escopo maior é indicar as implicações da perda de um parente, mais especificamente o
pai, devido a conflitos, nos resultados obtidos por crianças e adolescentes, alertando para a
necessidade de elaboração de políticas públicas direcionadas às famílias, como forma de reverter o aumento da taxa de delinqüência juvenil.
Os relatórios internacionais apontam a existência de conexões entre rompimento familiar
e delinqüência, porém, acontecimentos anteriores e posteriores ao divórcio ou separação (clima familiar, supervisão) devem ser analisados. “O estresse pode ser minimizado se o parente restante, após o divórcio, principalmente a mãe, for amorosa e afetuosa, ou seja, se não houver prejuízo no processo de socialização” (Farrington et al. 2004:530). Outro dado relevante verificado é que “o alto conflito em famílias intactas pode ser tão prejudicial à criança quando o divórcio ou a separação”
Comentário: Os estudos mostram que há uma relação estreita entre a delinqüência juvenil e a separação da família com divórcio, morte, abandono, mas que também uma relação conflituosa dentro de casa produz o mesmo estrago que a separação.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Separação na terceira idade. Por que isso?



Cada vez mais brasileiros se divorciam e refazem a vida na terceira idade

Os brasileiros com 60 anos ou mais são os que mais aderem ao clube dos descasados. Em cinco anos, o número de pessoas nessa faixa de idade que se divorciaram ou se separaram judicialmente de seus parceiros subiu 51%. No total da população, o aumento foi de apenas 13%. Ou seja, em nenhum outro grupo os índices de separação crescem tanto. Os especialistas são unânimes em apontar como principal motivo para esse fenômeno a elevação na expectativa de vida, que hoje é 35% mais alta do que há cinqüenta anos. Naquela época, não era comum alguém na casa dos 60 anos mudar radicalmente de vida ou fazer planos para o futuro. Isso mudou. Voltar a estudar, fazer esportes e até namorar são atividades plenamente aceitáveis para quem está na terceira idade. Antes, poucas pessoas achavam que valia a pena se separar na terceira idade. Agora, existe a idéia de que ainda se pode fazer muita coisa depois dos 60 anos.

Segundo dados do IBGE, de cada quatro pessoas que se casam com mais de 60 anos, apenas uma é mulher. Pouco mais de 70% dos homens nessa situação desposam mulheres que têm menos de 60 anos. Entre as mulheres idosas, o índice das que se casam com homens mais jovens é de apenas 18%. "Por outro lado, o homem tem mais dificuldade de cuidar de si mesmo. Por isso, se não refaz sua vida amorosa, pode sofrer mais", diz a psicóloga Laura Mello Machado, do Instituto de Gerontologia da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.

As mulheres fazem excursões com as amigas, entram na universidade da terceira idade, fazem cursos. Para muitas delas, o divórcio representa uma libertação. O fato de os filhos já serem adultos torna mais fácil a decisão de se separar. "Às vezes, depois que os filhos saem de casa, o casal deixa de ter objetivos comuns para a vida", diz o psicólogo Ari Rehfeld, da Pontifícia Universidade Católica. Isso, para uma relação saudável, significa o fim. Outro fator de desequilíbrio para um relacionamento de longo tempo é a sexualidade. Nos últimos anos, com o surgimento das pílulas contra a impotência, muitos homens voltaram a assumir um papel que já tinha sido abandonado. Isso pode dar ânimo novo a um casamento. Mas nem sempre a mulher está disposta a voltar a incluir a sexualidade no relacionamento.

Por Carol Quintanilha - Revista Veja.


Enumerando os orgumentos para a separação:

1)- Não estavam felizes no casamento, porém não acreditavam que valeria a pena separar-se no final da vida, agora com o aumento da expectativa de vida as coisas mudaram e dizem que a vida começa aos sessenta.

2)-Perda de objetivos comuns, não há mais sonhos a serem realizados a dois, entra aqui a "sindrome do ninho vazio" que é a saída dos filhos de casa.

3)-No caso dos homens havia um certo freio por causa da sexualidade, hoje não, com o advento do Viagra, eles já não temem entrar numa nova relação e estão procurando mulheres mais jovens.

4)-Eles não se prepararam para viver a vida a dois quando entrassem na terceira idade, onde o tempo de produzir está se findando, quando os sonhos já foram realizados ou já desistiram deles.

5)- Não buscaram uma motivação nova para fazerem a dois, como entrar para um ministério na igreja, uma atividade social ou um trabalho voluntário.

sábado, 18 de outubro de 2008

CRISE FINANCEIRA E A SEPARAÇÃO CONJUGAL

Até que a crise os separe...

Alguém disse: " Com ele eu moro até debaixo da ponte", porém a realidade é bem diferente, e a crise financeira na vida familiar ou conjugal tem se mostrado como sendo um dos principais motivos de separação. Não permita que a crise separe aqueles que Cristo uniu. Para tanto é preciso:
1- planejamento antes do casamento, conforme orienta a bíblia em Proverbios 24 onde o sábio Salomão diz que antes de se casar é preciso acertar os negócios lá fora, preparar um campo, plantar uma lavoura e depois edificar a casa . Note que o casamento ficou para depois de tudo pronto. Dividas pagas, trabalho arrumado e aí sim, o casamento.
2-É preciso saber diferenciar "desejos" e "necessidades".
3-Ter domínio próprio e não comprar nada na empolgação, pois diante de uma eminente aquisição, de um carro novo por exemplo, há uma descarga de adrenalina tão forte que provoca alterações na nossa capacidade de usar a razão, a gente fica "cego" e acredita que é um bom negócio quando as vezes não é ou pelo menos não era um boa hora para comprar aquele bem.
4-Estabelecer prioridades e ser rígido nesse propósito, mesmo porque deve haver primeiro a realização do "sonho a dois", antes do "meu sonho".
5-Comprar aquilo que traz dinheiro para o meu bolso e não aquilo que toma dinheiro do meu bolso. Exemplo de bens que tiram dinheiro do meu bolso : querer um novo modelo de celular constantemente, comprar um carro mais novo , só que financiado; comprar objetos para dentro de casa que na loja tem alto preço, mas se for preciso vender não vale quase nada como por exemplo: um tapete persa, equipamento de som residencial sofisticado, etc. Exemplo de coisas que trazem dinheiro para o meu bolso: ações, títulos de capitalização, imóvel que gere renda, compra de empresa lucrativa para que outros administrem ( casa lotérica por exemplo). Um conselho: Leia o Livro Pai Rico,Pai Pobre.
6-Tenha um orçamento, uma planilha de custo das despesas domésticas, para saber o quanto entra em casa, o quanto sai, e em caso de necessidade onde cortar despesas.
7-Empenhar em não se endividar, tendo sempre uma reserva para as emergências;
8-Nas compras de alto valor discutir com o conjuge antes para que haja harmonia de entendimentos.
9-Não contar com aquilo que ainda não está em suas mãos, para não ser surpreendido.
10-Em caso de crise, dialogue, discuta , combine, planeje,e cumpra com o plano, e lembre-se que a crise gera stress e as brigas tendem a aumentar. Busque a direção de Deus, lembrando que teu conjuge não é o teu inimigo, o teu inimigo é a crise.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

10 principais causas de separação de casais


1)-Infidelidade
2)-Dívidas, descontrole financeiro
3)-vicios (drogas,bebidas,jogos,sexuais,etc)
3)-Problemas financeiros(dividas)
4)-Incompatíbilidade de gênio ( arrogância, egoísmo)
5)-Ingerência dos pais (sogra em especial )
6)-Fim dos sonhos em comum
7)-Necessidades emocionais não satisfeitas.
8)-Rotina (mesmice, mornidão, sempre a mesma coisa)
9)-Ciúmes doentio
10)- Filhos (especialmente filhos de um outro relacionamento)
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