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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Na pratica, o que é honrar os pais.

Pastor Ismael, tenho desejo de honrar meus pais porque entendi que isso é uma questão de inteligência, mas não sei bem o que é isso na prática, podes me ajudar?

Resposta: Em que consiste a honra aos pais.

Bom meu querido leitor, a honra aos pais é um dos mandamentos de Deus para o seu povo e traz aos seus praticantes a benção da longevidade e da prosperidade. É o único mandamento que traz consigo uma promessa. Atentando para os jovens que se envolvem em crimes, acidentes, dependência com drogas, e morte, veremos que são aqueles que, via de regra, estão debaixo de desobediência dos pais. Outro dia prestei atenção ao que uma mãe dizia na TV sobre a morte do filho quando provocou um acidente de transito, ela disse: “Eu falei para ele, não beber, que voltasse cedo para casa, que não se ajuntasse com más companhias. Eu sempre orientei meu filho, mas ele fazia  tudo sempre  ao contrário, e deu no que deu, ele agora está morto.”
Percebe o peso da ausência da promessa da longevidade e também da prosperidade. Aquele filho, ficava desprotegido quando constantemente desobedecia sua mãe não lhe dando ouvidos.
Penso que os filhos honram os pais, especialmente, e principalmente quando eles se comportam como pessoas do bem, dão bons exemplos. e amam seus pais com um amor palpável. A honra, segundo Deus, é devido pelo filho aos seus pais e não depende de méritos deles, é dever do filho.
Honrar aos pais é fazer a coisa certa, é não provocar a vergonha deles, é cumprir com os deveres de filho, de cidadão, de estudante, é dar um bom testemunho, é andar na luz, é ser uma referência positiva. É ser ético com os negócios, é não manchar o bom nome , é não ser motivo de preocupações e de doenças emocionais deles. É não gastar mal aquilo que é do pai, é não desprezar os conselhos de mãe. Costumo dizer que honrar os pais não é só dar presentes, procurar oferecer agrados, mas sim, dentro do possível corresponder as suas expectativas, respeitar as regras de família, submeter-se a eles enquanto viver às suas expensas , respeitando a autoridade paternal, é não afrontá-los, é tê-los em alta conta e estima, é contribuir para o bom andamento da vida em família. Honrar os pais é trabalhar sempre com a verdade, é não enganá-los, é não mentir para esconder erros. Isso tudo, é honra aos pais.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Você está ensinando seus filhos a serem corajosos?



Se você fosse perguntar a seus filhos para identificar alguém que é um herói, que tipo de pessoa que iria escolher? Heróis vêm em todas as formas e tamanhos, e muitas vezes pode não parecer notável à primeira vista. No entanto, as pessoas que vemos como heroica tendem a ter algumas coisas em comum, eles não hesitam em agir sobre os seus valores fundamentais, e eles se sacrificam para  colocar  o bem-estar de outros à frente dos seus próprios. Ensinar nossos filhos a serem corajosos para defender o que acreditam, agir, e colocar os outros em primeiro pode ser um processo desafiador, mas é uma das melhores lições que podemos aprender.
Vivemos em um mundo onde a tecnologia nos conecta com pessoas de todo o mundo, de maneiras que seriam impensáveis ​​há uma geração. Como resultado, nós não estamos apenas posicionados para ser mais conscientes das necessidades dos outros, muitas vezes estamos também mais bem equipados e capacitados para fazer um impacto.

Quer no nosso próprio quintal (ou escola), ou do outro lado do planeta, uma família heroica é uma casa que faz uma prioridade consciente e unificada de chegar em amor para aqueles que estão sofrendo. 

Felizmente, os seus filhos vão reconhecer um herói no jantar de mesa e no espelho.

Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Porque nossos filhos estão indo para a cadeia?

Recentemente estivemos em um jantar para casais na cidade de Pereira Barreto, SP, e lá conhecemos pessoas interessantes, crentes dos bons e entre eles, conhecemos o jovem, mas experiente Pastor  Diego Brito e sua esposa. Sentamo-nos  e passamos a conversar sobre as questões de família.
Num dado momento o Pastor Diego fez uma pergunta daquelas difíceis de responder sem uma reflexão mais acurada, e em seguida deu o seu parecer. Ele havia perguntado por que a maioria dos presos são filhos de crentes, o que se poderia observar  até pelo nomes dos reclusos, Davi, Joabe, Josué, Daniel, Moisés, Ezequiel, Elias e outros mais. Então complementou: “ Sabe Pastor Ismael, nós os pentecostais espiritualizamos demais a vida, se algo bom nos acontece é de Deus, porém , se algo ruim nos sobrevém, então é culpa do Diabo. E assim o ser humano fica isento de culpa e sem o compromisso com as mudanças necessárias. O Diabo fica sendo o culpado dos nossos erros ,omissões e pecados. Se a gente não mudar esse quadro, se não investirmos verdadeiramente na família, nossos filhos continuarão indo para a cadeia, completou.”  A conversa continuou e nós concordamos que precisamos de uma mudança radical  na condução de nossa família. Precisamos amadurecer em nossos valores morais, somos do tipo que damos o calote no mercado da esquina e dali vamos para a igreja levantar as mãos em adoração. O pior é que já não dói mais a consciência. Nós é que escolhemos sermos honestos ou não, e o diabo fica com a parte pequena que foi a sugestão de não pagarmos e de adorarmos mesmo assim. É só um exemplo, mas existem muitos males que precisam ser tratados na família com mais seriedade. 
É preciso ensinar a todos o plano todo de Deus, o que é espiritual e o que é simplesmente humano, porque em algum momento tudo isso se funde no espiritual.
E a família se ressente dessa falta de mudança, não aprende a amar, não aprende a respeitar, não assume seus erros, não sabe o que fazer diante das dificuldades, não lhe é ensinado como resolver conflitos, redirecionar a vida e  assim o divórcio, a violência doméstica, o abandono de filhos, logo começam a surgir. O adultério impensável dentro da igreja se torna só mais um escândalo. É comum encontrar  casos onde a família se dá por feliz por vestir um terno ou um vestido bonito e com uma bíblia na mão ir para a igreja e ali ser aceito como alguém maravilhoso, justo e santo, sem que a transformação oferecida pelo evangelho tenha se consumado. A ovelha acomodada, só come o que o pastor lhe der, ela não produz seu próprio alimento, não compra um livro, não escuta uma palestra sobre educação de filhos, não lê um artigo sobre o valor moral de um homem.  
E quando alguém fala que é preciso investir na família, no ensino de valores, logo alguém já acha que então é preciso fazer um encontro de casais, uma vez por ano, com jantar de gala, e umas brincadeiras de casais e assim estará resolvida a questão. Isso é “ melhoral” no tratamento de câncer, é bem vindo, mas acontecendo anualmente não vai resolver, é muito pouco.
Meus queridos, a igreja fala de dízimos todos os cultos, por isso o povo aprende a ofertar e a dizimar, o mesmo deveria ser feito com a família, os líderes deveriam falar sobre as mazelas da família, como o adultério, a agressividade verbal, a falta de carinho,  a pornografia, a erotização das crianças, o sexo pervertido, a falta de compromisso com o lar,  mentiras e enganos nos relacionamentos de família, o amor de um marido pelo sua própria mulher, o respeito dela para com ele, precisamos aprender sobre essas coisas. Eu não sou e não quero ser aqui derrotista, ou profeta do mal, mas é preciso valorizar a família, é preciso cantar com verdade a música de Regis Danese onde diz: “Me ensina a tratar minha família com amor”, ou vamos continuar mandando filhos para a cadeia, porque quando eles começam a entender a vida, percebem que seus pais não são nada daquilo que falam que são, descobrem que são cristãos superficiais que aprenderam o “evangeliquez” e vivem dizendo “oh, glória”, “só vitória”, “ misericórdia, Senhor”, mas a as mudanças profundas não aconteceram .
Penso que quando um filho perde o pai como referencia de herói e de exemplo a ser seguido e a mãe como exemplo de amor, é quando ele se entrega para o mal, pois o referencial deixou de existir, era um engano, faltaram balizas para caminhar. 
Uma noite qualquer estava eu e a Cleire vindo de um seminário de casais,e olhava para a rodovia sinalizada por placas refletivas, sinais luminosos demarcando os limites da via, então pensei, isso funciona como os pais que norteiam a vida dos filhos, que mostram por onde andar, os limites da vida, o permitido e o proibido. Mas e quando se perde esses sinais, ou os sinais se mostram confusos? É quando eles se vão para a terra do inimigo. Olha, preciso concluir, deixo aqui meu clamor, não mandemos mais ninguém para a cadeia por falta de interesse em se ter uma família centrada na verdade e na luz do evangelho. Não terceirize a responsabilidade por sua casa, não transfira culpas, assuma a direção de sua própria família, ensine, ensine, e ensine.  É o meu apelo. Preocupado com minha própria família,  chamei a esposa e as crianças, fizemos um culto doméstico, com um violão mal tocado, com vozes infantis desafinadas, mas com vontade de Deus, com fome, falei para os meninos sobre o arrependimento que nos traz para perto de Deus novamente.   Abraços , Pastor Ismael, Casados em Cristo.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Bonecas para os meninos, carrinhos para as meninas, certo ou errado?

Meninos e meninas

Quem cresceu sob o impacto de ideias liberais e feministas talvez tenha tentado educar seus bebês, desde o berço, para que eles não vissem distinção entre homens e mulheres. Pais mais revolucionários podem até ter dado carrinhos às meninas e bonecas aos meninos. Afinal de contas, esse negócio de diferença entre os sexos é só uma convenção da nossa cultura machista judaico-cristã ocidental, certo?

A neuropsiquiatra americana Louann Brizendine, da Universidade da Califórnia em São Francisco, bem que tentou seguir essa cartilha. "Quando meu filho tinha 3 anos, comprei uma Barbie para ele. Achei que ia ser bom vê-lo brincar em situações cooperativas e não agressivas. A primeira coisa que ele fez foi pegar a Barbie pela cabeça e dar um golpe no ar com as perninhas compridas dela, como se fosse uma espada, e gritar ‘Éééé!!! Toma isso!!!’ ", lembra Brizendine.

Autora de Como as Mulheres Pensam e The Male Brain ("O Cérebro Masculino", sem edição brasileira), Brizendine hoje reconhece que não deveria ter sido tão ingênua. "Desde a fase fetal, o cérebro dos meninos é banhado por hormônios masculinos, o que faz com que eles desenvolvam padrões de comportamento diferentes dos das meninas", explica ela. 

Sim, o processo de masculinização começa no ventre. Até a 8ª semana de gestação, todos somos meninas, mas a partir dessa etapa de gravidez os fetos masculinos começam a merecer o nome. O projeto de clitóris se transforma em pênis. A pré-vagina se fecha e incha, dando lugar à bolsa escrotal, para onde descem os ex-ovários que agora serão testículos. Até cerca de 1 ano de idade, os garotos passam pela chamada puberdade infantil, quando os níveis de testosterona são equivalentes aos de um homem adulto.

Com tudo isso, as diferenças entre os bebezinhos dos dois sexos muitas vezes são claras. Em média as meninas são mais interessadas em interações sociais, enquanto os garotos concentram sua atenção em objetos curiosos e brinquedos, em especial os que se mexem. "Com 6 meses, as meninas olham mais tempo para rostos e buscam interagir mais. Já os meninos tendem a desviar o olhar de outras pessoas com muito mais frequência", diz Brizendine. O filho deste repórter, de fato, é fissurado em móbiles coloridos e musicais: dá para engambelá-lo por pelo menos meia hora com a ajuda do brinquedinho, uma bênção para um casal que está tentando almoçar em paz.

Mais curioso ainda: entre um ano e meio e 2 anos de vida, enquanto as meninas são capazes de decifrar as mais diferentes expressões no rosto de sua mãe, em especial quando a genitora está brava ou não quer que a filha mexa em alguma coisa, parte do cérebro dos garotos parece programada para desligar nessa hora, ignorando os sinais maternos. Os pesquisadores especulam que esse mecanismo ajuda os meninos a desenvolver uma personalidade, em média, mais aventureira e exploradora, importante para vencer no mundo masculino.







segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Filme evangélico Os corajosos.






Depois de “Desafiando s Gigantes”, “A Virada” e “Prova de Fogo”, Courageous (corajosos) é o novo filme dos irmãos Kendrick. O Filme conta a história de quatro policiais que têm a vocação de servir e proteger. Eles enfrentam o perigo todos os dias. Porém, quando a tragédia acontece perto de suas casas, esses pais lutam com suas esperanças, medos e fé. Esta luta trará uma decisão que poderá mudar tudo em suas vidas.

Com o tema paternidade, novo filme visa trazer aos pais e famílias, de uma forma geral, a importância e a responsabilidade do papel de um pai dentro do lar e na educação dos filhos.

Courageous traz muita ação, drama e humor. Os Kendrick buscam reavivar a promessa de Deus sobre a família de “…transformar os corações dos pais aos filhos, e dos filhos aos pais…” (Lucas1:17). O objetivo é fazer com que os pais em todo o mundo se levantem com coragem, como líderes em suas casas.

Aproveite, curta e compartilhe!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O poder do amor .



Eu sei que errei com meus filhos, muito mais do que eu gostaria de admitir. Eu sei que os feri e que ainda os ferirei até que tudo isso se resolver.
Eu sou um "homem em obras" , sendo construido, remodelado e às vezes as partes feias de mim escapam. Jesus ainda não terminou a ora em mim. Eu nunca serei o pai perfeito, mas estou contando com o que diz IPedro 4.8, "O amor cobre uma multidão de pecados."
Eu quero realmente ser um bom pai, mas sei que não serei perfeito. Às vezes, estou tão cansado para oferecer o que eles precisam; outras vezes sou tremendamente egoísta. Então, esse versículo é no que estou me apegando, mais do que em qualquer outra coisa, como pai. 
O que está por trás da maioria das questões importantes é o amor, sempre foi e sempre será. Mais do que qualquer coisa, seu filho e filha anseiam por saber que você os ama verdadeiramente, que você se deleita neles. Esse é o desejo mais íntimo de qualquer ser humano.
Você deve se lembrar do dia em que Jesus foi batizado pelo seu primo João Batista. Quando ele saiu da água, Deus Pai falou, literalmente falou, e alto para todo mundo ouvir. Ele fez isso apenas três vezes na vida de Cristo, então deve ter sido um momento importante. O que o Pai disse? "Esse é o meu filho amado em quem me comprazo" Mt 3.17.
Em outras palavras, "Jesus, és o meu deleite. Eu me orgulho de você. 
Deus Pai manifestou seu deleite por Jesus, seu filho. Isso é tremendo!  Aí está nosso modelo - aí está a mensagem básica que nós também devemos dar aos nossos filhos: "Eu me deleito em vocês"
Quando um filho está seguro de seu amor paterno , as feridas não são muito profundas, e as menores falhas são mais facilmente esquecidas.
Esta é a naus básica de todas as nossas missões, a atribuição mais importante de nossas vidas: deixar claro aos nossos filhos que nós os amamos. Dizer a cada filho, e"eu me orgulho de você.Você é capaz. Eu acredito em você. Você é cativante." Se dissermos estas coisas no curso de sua infância de mil maneiras diferentes, teremos feito um bom trabalho de pais.
Todo pai pode oferecer isto. Mas só você pode oferecer isso aos seus filhos como pai deles. Você é o cara! Você é capaz!

autor: John Eldredge, livro "Eu acredito em você meu filho"

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Filhos passando pela rebelião.

Perguntaram a Pastora Cleire, Casados em Cristo, sobre o tempo da rebelião dos filhos, ao que ela respondeu assim: 

E quanto aos filhos, o que fazer com a rebelião da adolescência?

O amor nunca falha,... o amor nunca morre,... nunca é vencido. Comece cedo, antes que venham os tempos da adolescência, ame o seu filho com intensidade, ame com proximidade, olhos nos olhos, é preciso sentir o seu filho, o seu cheiro, receber do seu calor e passar a ele essa coisa boa também, tudo conforme diz o salmo 2.12 (Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira;)

Não se desespere quando e se  chegar a crise da adolescência, pois ele vai se afastar um pouco , mas voltará. É possível que vá trocar você pelos amigos, mas lá na frente vai olhar para trás e se lembrará de  você, então, é preciso estar sempre de braços abertos esperando por ele. Aprendi uma lição, quando uma criança se perde no parque infantil, ela sempre irá procurar os pais no local onde os pais estavam, então, na vida, é preciso estar ali, na posição, pois quando eles voltarem , é ali que nos procurarão. 

É possível que ele se sinta maior que você, mais forte, mais sábio, mais esperto, e também por isso ele vai cometer alguns erros, vai falhar, vai cair e levantar algumas vezes, mas quando estiver com a idade entre 21 a 24 anos, o pai dele será o seu herói  de novo e a mãe será a pessoa mais parecida com Deus que ele conhece. 

Então, fique tranquila,  ensine o caminho certo no momento certo e saiba que onde os teus olhos não conseguirem mais ver o teu filho, os olhos de Deus o verão,...
onde os teus braços não puderem segurá-lo, os braços de Deus segurarão,... 
onde os teus pés não puderem alcançá-lo, os pés de Deus alcançarão,... 
onde a tua voz não chega, a voz de Deus chega, 
e quando a tua presença é impossível , a presença de Deus estará lá. 

Ore e creia, pois a Bíblia diz que “Eles não criarão filhos para a perturbação, nem para a calamidade, nem para a vergonha, mas serão benditos do Senhor” (Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do Senhor, e os seus descendentes estarão com eles. Isaías 65:23

Um forte e demorado abraço, no amor de Jesus, Cleire.

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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Aos pais que choram.

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.


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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ser pai.

Os desafios de ser um bom pai vão muito além de prover as necessidades físicas de seus filhos.Um pai deve amar, proteger, ensinar por preceito e exemplo, além de participar ativamente da vida do filho. Culturalmente temos a ideia de que o filho é responsabilidade da mãe, mas aos poucos os pais vêm se conscientizando da necessidade de uma participação maior no mundo de seus filhos. Segundo a  Revista Época, um pai exemplar reúne algumas  características especiais.

O toque amoroso.

O contato físico com seus filhos deve ser caloroso e constante. O toque reforça a presença e é essencial para o desenvolvimento da criança.
Desde bebezinhos, os pais devem segurar seus filhos carinhosamente, falar com eles, brincar e se fazer presente. Durante seu crescimento, as crianças devem saber que podem abraçar seu pai quando quiserem e que podem subir em seu colo livremente e beijá-lo ainda que sujas de chocolate. (Melhor evitar se estiver saindo para o trabalho). Quando adultos, eles ainda devem sentir a mesma liberdade.

O pai ideal.

A educadora Cris Poli, também conhecida como a “Supernanny” brasileira, e autora do livro “Pais Responsáveis Educam Juntos” (Mundo Cristão), concorda com a importância da participação dos pais na vida das crianças. Ela ressalta que, assim como não existe uma mãe ideal, tampouco existe um modelo de pai ideal. Portanto, os pais não devem ficar se cobrando, faça o melhor com amor e siga algumas dicas:

Dê amor e não apenas “coisas”

Muitos pais tentam compensar sua ausência na vida dos filhos, dando-lhes presentes. Presentes são bem-vindos e as crianças adoram, mas não substituem o carinho, amor e a presença que elas esperam. Fazer isso só causará mais culpa nos pais e um distanciamento do filho, além de lhe ensinar preceitos equivocados. Mais importante que a quantidade de tempo é a qualidade do tempo que se passa junto com as crianças. Ainda que o pai tenha apenas só um pouco com as crianças, faça esse tempo divertido, proveitoso, converse com seus filhos, mostre-lhes amor, brinque com eles.

Dê limites.

Geralmente o pai brinca, se diverte, mas na hora de falar sério, é com a mamãe. Ambos, pai e mãe, devem estar presentes na educação dos filhos. Um jamais deve contradizer o outro. Se há divergências quanto ao que foi aplicado (limite, concessão, castigo), isso deve ser discutido longe dos filhos.
Ser um pai participante
Aprender a ver no rosto de seu filho o que às vezes ele não quer ou não consegue dizer. Olhe sempre para seus filhos. Às vezes ele enfrenta dificuldades na escola, ou com amigos. Ou tem problemas de autoestima. Seja qual for a dificuldade, ela precisa ser vista e compreendida. Não basta olhar o boletim ao fim do bimestre. Acompanhe a vida escolar de seu filho. Pergunte a ele como estão as coisas. Mostre interesse no que ele está dizendo. Aconselhe, ajude. Participe ativamente. Isso é demonstrar amor.

Traga alegria ao lar.

Lembro-me de quando era criança e o quanto aguardávamos ansiosos a chegada do meu pai. Ele sempre nos trazia alguma guloseima e alegria ao lar. Estou certa de que se essa guloseima viesse acompanhada de uma presença desagradável não seria esperada com tanta ansiedade. Ele sempre nos fazia rir, conversava conosco e nos fazia sentir amados.

Cuidado com o tom de voz.

Evite gritar com seus filhos. O grito intimida e amedronta.
“Trabalho com milhares de pais e posso dizer, com certeza, que o grito é a nova surra”, afirma a terapeuta de família americana Amy McCready, organizadora do Positive Parenting Solutions, que dá cursos e aconselhamento para pais. Para Anne Lise Scapatticci, psicanalista infantil, o diálogo é a melhor forma de educar, porém a criança precisa entender que pais também ficam nervosos, irritados ou cansados. “Mesmo pequena, ela é capaz de entender as emoções dos outros. Especialmente quando depois do grito existe uma boa conversa ou um pedido de desculpas.”

Seja um bom exemplo.

Para ser um bom pai há que ser antes um bom ser humano. A pior atitude, com certeza, é “faça o que digo, mas não faça o que eu faço”. É mais que sabido que as crianças aprendem mais pelo exemplo que pelas palavras. Faça uma lista do tipo de pessoa que você quer que seus filhos sejam e comece a ser esse tipo de pessoa. Não tente mostrar ser infalível ou esconder seus erros e enganos. Seja simples, amoroso, genuíno. Espere sempre o melhor das pessoas. Meu pai sempre dizia o que esperava de nós como filhos - Que nos mantivéssemos longe de problemas, seguros e que ele pudesse confiar em nós. Muitas vezes deixei de cometer algum erro na juventude por lembrar que meu pai confiava em mim. Hoje crio os meus filhos em seus exemplos. E sinto que meus filhos agirão da mesma forma. é uma corrente eterna para o bem. 

 http://familia.com.br/a-forca-de-um-pai-amoroso.



A força de um pai amoroso ( video )



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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Em que direção caminha a família?

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho, palestrante de família e de casais.

A família como a concebemos está em risco. O Estado busca proteger os direitos sobre os bens da família, os direitos individuais do casal, dos filhos, mas não consegue proteger o amor entre as pessoas, e não raras vezes, até concorre para o desfazimento de uma união que não andava bem, mas que poderia ser curada, entretanto,  é tão fácil se divorciar que alguns escolhem esse "remédio."

Quando um lar é desfeito, o casal perde o seu chão e os conflitos tomam conta de suas vidas, deixando os filhos em risco emocional, muitos se vão; sonhos são desfeitos; a saúde emocional destruída; as energias esgotadas; alguns voltam a velhas práticas condenáveis. E assim Deus parece-lhes que já não se importa, e paulatinamente eles se afastam de suas igrejas e por último abandonam a fé. Isso era tudo o que o Diabo queria. Ele não está, na verdade, querendo apenas a separação do casal pura e simplesmente, mas sim, o afastamento deles do Criador.
A mesma  tecnologia que pode nos aproximar do mundo de uma forma positiva, pode nos afastar da família e de Deus. A internet vem se destacando como a grande porta aberta para o adultério e, no entanto, muitos casais não repensam o seu uso, deixando para fazê-lo depois que o mal já entrou no relacionamento. Não estou aqui cuspindo no prato que como, apenas alertando que ela é uma ferramenta altamente eficaz, tanto para o bem quanto para o mal.
A substituição do modelo judaico-cristão de casamento e família por um modelo mais “moderno” e “progressista” onde prevalecem não as regras e preceitos bíblicos, mas a autodeterminação e a liberdade de escolha, tem se mostrado ser um grande mal , gerando uma confusão no coração das pessoas que já não sabem o que é certo e o que é errado. Até o melhor dos cristãos tem que se empenhar para não se contaminar.
Creio que é hora de voltarmos aos princípios, trazendo à baila valores de família e do relacionamento conjugal segundo a Palavra de Deus, tão esquecidos pela sociedade de um modo geral. É hora de estar alerta e alertar os outros sobre o que a sociedade ensina e deseja para a família. Mudanças ocorrem a todo instante e o que era firme e sólido pode não ser mais. Valores  estão sendo apresentado de uma forma tão 
distorcida e perniciosa para a família, como o casamento como um contrato, por exemplo, e tantas outras coisas,  o sexo antes do casamento, o divórcio, o homossexualismo, a igualdade entre os sexos, os meios de reprodução humana, os métodos contraceptivos, etc, e assim vamos absorvendo essas "novidades" sem atinar para as verdades espirituais que podem estar sendo deixadas de lado. Discutir esses temas na igreja, falar sobre eles com nossos filhos e assim fazer com que menos gente boa se perca por falta de conhecimento. Penso que esse é o papel dos defensores da fé.
Preste atenção, foi Adão quem deu nome a Eva, primeiro a chamou de mulher e depois, Eva. Foi Adão quem nomeou todos os animais da terra , isso fala de uma ordem na criação, fala de uma autoridade estabelecida, quem nomeia é quem detém o poder de fazê-lo, hoje, se o casal preferir a esposa não leva mais o nome do marido depois do casamento, e pode ser até o contrário, o marido recebe o nome da esposa. Isso pode parecer tão pequeno, tão sem importância, mas é revelador. Revela uma estratégia maligna de corromper o que Deus estabeleceu, e depois vemos homens fracos, maridos sem pulso, que não conseguem a obediência dos filhos e alguns há que até apanham destes.
Até o conceito de casamento e de família vem sendo questionado, e pode  deixar de ser aquele mesmo que aprendemos com nossos pais, e que fazem parte da nossa cultura e fé, definidos pela Palavra de Deus como sendo uma aliança firmada diante de Deus por um homem e uma mulher, com compromisso de que seja para sempre, com papeis do homem e da mulher bem distintos, porém não exclusivos , ele como cabeça do relacionamento, provedor e protetor e ela como sua ajudadora adequada, competente e eficaz, e juntos, têm o dever de povoar e de governar a terra para Deus, como seus representantes. O distanciamento da verdade, traz sérias consequências para a família e sociedade em geral que, em nome de alguns pretensos “direitos” e do “amor” acolhe o homossexualismo, a igualdade entre os sexos, a inversão de papéis, o divórcio, o casamento aberto, a poligamia, o aborto, a esterilidade provocada, e tudo isso com certa naturalidade como se fosse algo sempre benéfico e bem vindo. E os valores espirituais que estão envolvidos nisso tudo? Ora, quem se importa com eles. Para o nosso bem..., Deus se importa, e tem proteção para o obediência. Aliás aprendi algo recentemente que me chamou a atenção: "A obediência trará a compreensão", quer dizer, depois que obedecermos veremos  o quanto foi bom ter obedecido.

Um bom e forte abraço, Ismael e Cleire, Casados em Cristo
Fiquem com Deus, fiquem em família.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um filho no homossexualismo...como isso aconteceu?

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.

Leitores deste blog, sei que vocês na sua grande maioria são pessoas que buscam conhecimento para conduzir a vida em família. E quis postar este email que recebi, devidamente autorizado pelo seu autor, porque vi nele uma história ( muito triste)  riquíssima de informações para um estudo e cuidados que os pais devem ter com a vida sexual de seus filhos, meninos e meninas. Quem são as pessoas que se aproximam deles, onde eles passam o tempo ocioso, quem são seus cuidadores. Você vai ler a carta abaixo e vai entender a minha preocupação com assunto.


Olá, a paz do Senhor, pastor.
Vou contar minha história tentando resumi-la.  Tenho 34 anos e sou evangélico a 15, e casado há 5 anos.  Nasci numa família muito humilde no interior do estado do ES, fui criado com muito rigor pelos meus pais, o assunto sexo era proibido.  Meu pai nunca me explicou nada sobre isso, mas não o culpo, porque ele foi criado assim também.  Tive uma infância solitária, sendo que eu sou o casula, tenho 2 irmãs.  Quando fiz 7 anos, nos mudamos para um sítio, onde fiquei mais isolado ainda, com exceção a uns poucos vizinhos que moravam longe.  Inevitavelmente, aos 8 anos, movido pela curiosidade, comecei a brincar nu com um coleguinha vizinho e tive uma experiência homossexual, passei a penetrá-lo, sempre achando tudo uma grande brincadeira.  Depois que ele se mudou, continuei solitário, tive uma adolescência de descobertas solitárias, sempre descobrindo um pouco sobre sexo nas revistas das minhas irmãs mais velhas.  Aos 13, meu cunhado me ensinou a me masturbar durante um banho juntos, mas eu já havia tido minha primeira ejaculação sem nem saber do que se tratava.  Aos quinze, conheci um vizinho, um senhor, que gostava muito de falar de sexo e me mostrar suas revistas pornôs, claro que eu ficava excitado e então ele pedia para ver, e eu mostrava, me masturbei várias vezes com ele olhando, às vezes ele pegava e até colocava na boca.  Fui crescendo e naturalmente me afastei dele, me interessei por várias garotas e também namorei algumas, mas mesmo antes de me tornar evangélico já tinha convicção que queria me casar virgem.  Aos 17 anos, perdi meu pai e minha vida virou um caos.  Mas foi aos 19 anos que fui curado por Deus, aceitei Jesus e minha vida voltou a ter sentido, passei a servir o Senhor de todo o meu coração.  Sou levita e tenho grandes promessas de Deus que já estão se cumprindo na minha vida.  Me casei com a mulher que eu amo aos 29 anos, virgem como desejava, e Deus me deu uma esposa também virgem, porque Ele é fiel para conosco.  Mas em 2006, ainda noivo, me envolvi, ou melhor, fui envolvido pelo diabo, em um mundo chamado exibicionismo.  Com sou gordinho e sempre tive uma certa “neura” em relação ao tamanho do meu órgão genital, ele se aproveitou disso para me levar a me exibir em sites na internet, postava fotos nu e cheguei a me masturbar várias vezes na webcam com outros gordinhos, geralmente casados e, ou homossexuais, assumidos ou não, porque o fato de me mostrar e eles me elogiarem me excitava demais.  O pior é que, depois de casado, minha esposa vive dizendo que meu órgão  não é pequeno, mas nessa época o que me importava e excitava era ver outros gordinhos, bem menos dotados do que eu, me elogiarem e até me desejarem, pois tivemos muitos problemas na área sexual, cheguei a imaginar que ela não me desejava e quase nos separamos.  Isso durou até o ano passado, até que, depois de muitas tentativas frustradas de parar,  decidi lançar isso para longe de mim definitivamente, não posso dizer que é fácil, pois em vários momentos sinto vontade de me exibir novamente,  mas pela graça tenho suportado, mesmo que, as vezes lembro e chego a me masturbar, mas sempre volto minha mente para as coisas de Deus.  Eu era viciado em pornografia de todo o tipo, hetero e homossexual, hoje não vejo mais, não entro mais em bate papos, até desinstalei o MSN do computador.  Eu ainda gosto de tirar fotos e me filmar nu, para minha esposa, ela acha normal e até gosta e me elogia.  Todo o desejo que eu escondia dela, achando que ela me acharia um “tarado”, não escondo mais, digo as coisas que gostaria de fazer com ela e ela diz que tudo bem, desde que eu me realize sexualmente com ela, e não fora.  Estou aprendendo a ter prazer só com ela, a me satisfazer com ela.  Mas minha questão é: como alguém que serve e ama o Senhor pode cair numa situação como a que eu cai?  Nunca teria relação sexual com outro homem, porque então me excitava me mostrar e me masturbar com outros homens?  Porque meu desejo sexual parece mais forte do que eu posso controlar?  O fato de nós termos nos casado virgens tem alguma coisa a haver com isso?  Será que é pecado “descarregar” todo esse desejo na minha esposa, mesmo que as vezes seja me masturbando do lado dela?  Desde já agradeço e peço que divulguem essas questões, pois sei que é a de muitos homens cristãos casados, já que encontrei muitos deles na vida de pornografia, exibição, masturbação na webcam e muitos deles na prática de fato do homossexualismo.
Deus os abençoe, e peço que orem por mim, para que eu continue a vencer dia a dia esse mal.  Graça e paz.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Quem é esse que cuida de seu filho?

Alexa Guerra ( blog alexaguerra.blogspot.com) fez um estudo onde apontou como as crianças passam a maior parte do tempo? Veja :

Passando tempo com mídia (TV, Internet, jogos eletrônicos) - 53%

Escola ou creche - 11%


Outras pessoas, como avós, vizinhos ou parentes. - 11%

Brincando na na rua - 20%

Com os pais-  5%

É alarmante e confirma o que vemos por aí, as crianças passam a menor parte do seu tempo com os pais! Estamos quebrando o princípio bíblico que manda os pais criarem seus filhos. (Efesios 6:4 e Dt 6:7). Por isso, temos colhido os frutos amargos desta omissão dos pais.


domingo, 28 de outubro de 2012

Reprime tua voz de choro, é hora de lutar pela família.

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.





Em I Sm 30, a Bíblia relata a história de Davi que passou 03 dias ausentes de seu lar e nesse ínterim o inimigo veio e levou embora a sua família, bens e animais e destruiu todas as casas à fogo. Todas as mulheres foram levadas juntamente com as crianças e velhos. A família toda foi para a terra do inimigo, e assim tem acontecido com muitos
lares hoje. Dias e dias na ausência de amor, ausência de afeto, de carinho, ausência de diálogo, tudo isso tem feito com que o inimigo venha e entre na família e a leve cativa e ainda destrói o patrimônio do casal.
Bom, Davi sentou e chorou juntamente com todos os homens que também tiveram suas famílias levadas. Davi chorou até não ter mais força para chorar, depois, debaixo de acusações e ameaças, se levantou , se fortaleceu em Deus e foi lutar pela sua casa. Com a ajuda de Deus ele trouxe tudo de volta, não ficou nada nas mãos do inimigo. 
Isso é o que se deve fazer quando o inimigo está roubando a nossa família, provocando divisões, separações contendas. Se já chorou demais, então levante-se e vá refazer sua vida, vá em busca de sua alegria, de sua vontade de celebrar Deus.
O Senhor diz neste momento, 
“Sete vezes cairá o justo, mas sete vezes o Senhor o levantará". Levante-se, reprime tua voz de choro, o Senhor te chama para o refazimento da vida, da busca da família, do amor que se perdeu. Em tempos assim é preciso inovar, fazer diferente, mudar concepções e conceitos , posturas e escolhas. Isso é viver em novidade de vida, é repensando o velho e viabilizando o novo. Pastor Ismael R.Carvalho, Casados em Cristo.

Um forte e demorado abraço do Pastor Ismael,  fiquem com Deus , fiquem em família.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Um chefe de família de sucesso.

Por Pr Ismael

Hoje, alguém só é um homem de sucesso quando tem alta posição social, quando dirige uma empresa, quando movimenta muito dinheiro na sua conta bancária, quando está na mídia, é uma celebridade.Mas como pergunta Roberto Shinyashiki: “E os milhares de trabalhadores, de pessoas comuns, de gente boa, porém, não rica, e essa gente? São o que? Fracassados na vida?”

Não, certamente que não. Precisamos de uma mudança do nosso modo de ver as coisas, pois estamos olhando a construção da vida, com um olhar secular, mundano e cruel. Estamos olhando como quem ama o dinheiro, como quem só valoriza aquele que possui. Estamos mensurando a felicidade segundo a riqueza, a quantidade de dinheiro que se possui, mas pense bem, será que é isso que importa para vida, será que a fonte de alegria, de felicidade está aí?

E com isso, muita gente vive oprimida e infeliz, porque não vêm a possibilidade de chegar lá ( mas lá aonde? ).Todos querem uma boa posição diante dos homens, fazendo disso um ideal de vida. Ser reconhecido por todos como uma “grande” pessoa, olhar na garagem do vizinho e ver que seu carro é mais novo que o dele, se aproximar do colega de trabalho com um olhar superior, quem sabe assinar os documentos com um “Dr” diante do nome.

Muito do que somos e pensamos vai para os da nossa família. Se a nossa visão da vida é essa secular que apresentei acima, então, nossos filhos também receberão essa carga de pensamentos irracionais e se transformarão em pessoas desesperadas “para o sucesso”, capazes de sacrificar relacionamentos, amizades, capazes de pisar em alguém para conseguir o seu intento. Não sou pregador do ócio, da licenciosidade, inimigo da prosperidade. Não. Mas, é que vejo tanto sofrimento de famílias, esposas e filhos que me arrisquei a pensar sobre isso.

Essa perspectiva não é o que Deus imaginou para nós. Pare de sofrer com essas coisas que podem agradar demais aos homens, mas que pouco importa para Deus.

Sabe o que importa para Deus? Veja isso nas palavras do apostolo Paulo:

“Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão. Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas. I Tm 6:7-12.”
A missão do macho humano, além da reprodução da espécie, é ser um libertador de sua família, um braço que protege, um coração que ama e olhos atentos que vem para o bem e para a paz, alguém que seja capaz de indicar a direção da vida, que faça de sua casa pessoas livres em Cristo.

Outro dia um amigo me contou a história de um pai que queria que sua filha fosse uma dessas “mulheres de sucesso”, sabe, dessas que aparecem na capa das revistas de negócios, profissionais liberais, altas executivas. Mas de repente, a menina se apaixonou pelo homem errado, por um “homem problema”. Então, seu pai a expulsou de casa e lhe disse que não era mais o seu pai, que nunca mais voltasse ali, ou seja, trancou a porta da esperança, trancou a porta do coração e da reconciliação. Passado algum tempo, ela morando com o tal homem, vinha sofrendo violência e mal tratos de toda sorte. Depois de ter batido bastante nela, aquele homem a trancou dentro de casa e saiu porta afora. Passado dois dias, a vizinha chamou a família da menina, os pais dela. Quando chegaram bem pertinho da janela do quarto ouviram-na balbuciar as palavras “mãe, me ajuda, mãe, me ajuda” . Invadiram a casa e a encontram caída ao chão, os dois pulsos cortados, a vida se esvaindo. Quem sabe se o pai não tivesse trancado a porta da reconciliação, o fim poderia ser outro.

Um homem, um marido, um pai, deve ser o libertador de sua casa, não o seu opressor. Não pode trancar as portas de entrada da casa para os seus, não pode induzi-los para o erro. O que se espera dele é que viva uma vida de retidão, de bom senso, e que distribua a paz entre os seus. Que seja misericordioso com aquele que necessitar de misericórdia, fazendo isso com muita paciência e mansidão, e mais, acreditando na volta daquele que está caminhando errado. Penso que é com isso que Deus se importa, esse é, verdadeiramente, um homem de sucesso, um homem que mantém a unidade em família, que conduza a sua casa para o céu.

Eu quero ser este homem, eu preciso ser.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Filhos para Deus e não para a calamidade - Livro quase pronto

Por Pr Ismael

Está quase pronto nosso livro "Filhos para Deus e não para a calamidade" e publicamos aqui, de forma resumida, o que será este livro.

O propósito ao escrever este livro é trazer a você pai e mãe de filhos uma palavra de orientação e de esperança com relação aos vossos filhos.
Os pais desejam  ter uma família bem ajustada, com filhos saudáveis, física e emocionalmente.Filhos que os encha de orgulho e satisfação por aquilo que são e fazem.Criar filhos para Deus e não para o mundo como costumeiramente se houve por aí.
Ter um filho salvo em Cristo, caminhando na luz e na verdade é um ideal a ser buscado por cada pai, o próprio Pai Eterno olhava para seu filho Jesus e manifestava sua felicidade por ser ele o filho que era, e disse: “eis aí o meu filho amado em quem a minha alma se alegra”.

Pois bem, meu querido leitor, é com este desejo que escrevemos este livro, para quem sabe assim, ajudá-lo nesse mister, e quero crer que lá na frente você também olhará para o seu filho(s) e testemunhará, “eis aí o meu filho amado, eu tenho alegria nele”.

O salmo 112:1-2, “Louvai o Senhor, bem aventurado o homem que teme ao Senhor, e nos seus mandamentos tem grande prazer, a sua descendência será poderosa na terra, a geração dos justos será abençoada.

Veja que há um desejo da parte de Deus que seus filhos sejam maravilhosos, na verdade, que eles sejam poderosos sobre a face da terra, que eles sejam um nome no lugar onde habitam, objetos de admiração. Mas então, se é assim, porque alguns filhos de pessoas boas acabam se transformando em motivo de tristeza para seus pais. Teriam eles gerados filhos para a calamidade, para a vergonha, confusão, tragédia?

Onde foi que erramos? Eles se perguntam .

Filhos são razões pelas quais um  casal dá o melhor de si, para que sejam vencedores, mas às vezes, as coisas não acontecem como se esperava, alguns se envolvem com as drogas, tráfico, outros já estão numa cadeia ou na ociosidade.

Na tentativa de encontrar algumas explicações e entendimento, vamos, inicialmente, falar sobre alguns tipos de paternidade.

Trataremos aqui de três tipos de paternidade:

1-Paternidade permissiva.

2-Paternidade autoritária.

3-Paternidade bíblica.

A educação que oferecemos, a paternidade que exercemos são fatores determinantes, que vão apontar quem nosso filho será amanhã.

A bíblia diz que eles, nossos filhos, são como flechas na mão de um guerreiro, portanto, é o pai guerreiro quem lança tais flechas para que acertem o alvo.

Os dois primeiros tipos de paternidade são extremas, e por serem assim,quase sempre o resultado não é o desejável.

Veremos a seguir, cada uma delas:

Paternidade permissiva

Na paternidade permissiva, aquela que é centrada no filho, os pais não querem que eles experimentem nenhum tipo de sofrimento, então, tornam-se provedores e protetores em um nível muito acentuado, prejudicando a formação e o amadurecimento dos pequenos.

Os grandes vencedores, homens de sucesso, pessoas que conquistaram na vida, são exatamente aqueles que enfrentaram dores e faltas em algum momento da vida, mas que encontraram forças suficiente para a superação.

Pais que passaram por muitos sofrimentos e acabaram vencendo de uma maneira ou outra, são os que não querem ver seus filhos sofrendo, então, exageram na dose.

Quando evito que meus filhos tenham adversidades para enfrentar , acabo atrapalhando a sua maturidade, não permitindo que ele lute e vença, e a capacidade de vencer começa a acontecer nas pequenas coisas da vida, nas primeiras quedas de uma criança.

O papel dos pais é ser uma fonte de motivação e consolo, sempre encorajando para que seja um bravo.

O poeta Gonçalves Dias diz que “ a vida é combate que aos fracos abate, aos fortes e aos bravos, só pode exaltar”.

Na paternidade permissiva, os filhos, são tratados como “pequenos reis” , são “senhores da casa”, os seus pais vivem em função deles.

Filhos educados assim pensam que as pessoas existem para servi-los, que todos em sua volta são seus súditos e lhe devem obediência e corresponder aos seus anseios, e pior, levam isso para a fase adulta da vida.

Quando adultos têm dificuldade de aceitar um “não” com tranquilidade, pois passaram a vida recebendo somente o sim. E aí começam as dificuldades no convívio com as pessoas.

É comum vermos pais que fazem dos filhos o motivo, a razão de existir da família, mas fazem isso com tanta intensidade que o relacionamento conjugal fica abandonado, podendo, inclusive trazer sérias consequências e até mesmo uma separação.

Eles, por amor e pensando no bem dos filhos, canalizam todo o seu tempo e energia a eles, não investem na relação conjugal, e quando dão por si, perderam a proximidade, e por conseguinte a intimidade.

O caráter é forjado nas experiências difíceis da vida que enfrentamos, daí a necessidade deles terem suas próprias experiências, com vitórias e derrotas, cabendo aos pais uma supervisão e apoio, mas não se deve viver a vida dos filhos, “fazer com eles” é algo bom, mas “fazer por eles” não é salutar.

O homem do campo observa o nascimento de um potrinho, que já nasce com uma queda ao se desprender a bolsa do corpo de sua mãe, mas que tal queda tem o seu papel de romper com o tecido da bolsa e assim o filhote sai para a vida. Em alguns minutos ele estará em pé e quando tentar andar cairá, e se levantará por diversas vezes, até que se firme sobre suas patas, mas quando ele pensar que já pode correr, nova queda o aguarda, e assim, com diversas quedas e tentativas ele vai se fortalecendo , se firmando, ganhando experiências, e em pouco tempo correrá junto com sua mãe pelos campos da vida.

Num lar de pais permissivos, o filho acaba se desvirtuando e suga os pais, se comportam como parasitas, que só fazem coisas com base na barganha, pensam que devem ter boas razões para fazer isto ou aquilo,carregam o pecado do “euismo”, são egoístas, e perdem a sensibilidade para com o próximo.

Muitas são as moças que quando se casam não sabem fazer nada, quando muito sabem fritar um ovo, porque seus pais pensando em facilitar-lhes a vida não ensinaram e não mandaram fazer. Até a arrumação do quarto, a organização de suas coisas pessoais, era a mãe quem fazia. Essa mãe não está treinando a filha para a vida, mas para o fracasso.

Os pais devem introjetar no coração de seus filhos algo chamado “disciplina consciente”, que é a obediência sem necessidade de imposição, é a iniciativa de fazer o que deve ser feito, e isso não vem junto com a criança quando ela nasce, precisa ser trabalhado.

Em Eclesiastes, capitulo 8:11, diz: “Visto que não se executa logo o juízo sobre a má obra, por isso o coração dos filhos dos homens, está inteiramente disposto a praticar o mal”, aqui fala daqueles casos onde o filho manda nos pais, não obedece de pronto as suas ordens, e passam impune.

Salomão aconselha: “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá.” Provérbios 23:13. Ele via a correção de atitudes como uma necessidade, e que deveria ser feito de pronto, logo quando acontecer o fato.

É verdade que hoje em dia se questiona os métodos corretivos aplicados pelos pais aos filhos, obviamente que o castigo desmedido é maléfico e não deve ser empregado, porém, no outro extremo está a sua ausência completa.

O Dr Isami Tiba, um especialista na educação de filhos, é categórico em afirmar que os pais devem tomar as rédeas da vida dos filhos, como uma maneira de treiná-los para a vida, veja algumas coisas que ele diz:

-Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
-Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
-O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
-A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe não pode interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

Infelizmente não somos treinados para sermos pais, assim como não somos treinados para sermos maridos ou esposas, as coisas vão acontecer na prática, no momento em que se fizer necessário, mas isso não serve como desculpa para não darmos o nosso melhor, não podemos nos conformar com o pouco achando que é assim mesmo, não, o nosso papel enquanto pais é nos esforçarmos para ter o entendimento correto acerca da vida e assim lançaremos cada um de nossos filhos na direção dod alvo. Da mesma forma não podemos nos dar por vencido quando as coisas não deram certo, pois sempre há tempo para corrigir a rota. O primeiro passo é assumir o comando e não terceirizar o seu ministério de pai .

Paternidade autoritária



É preciso estabelecer a diferença entre autoridade e autoritarismo, sendo a primeira algo bom, necessário, que dá equilíbrio aos relacionamentos, ao passo que o autoritarismo afasta as pessoas, dificulta o trato.

Os pais devem ter autoridade, porém, não devem ser autoritários, sob pena de perderem seus filhos para o mundo, para o traficante, para o mal marido, e assim por diante.

Paternidade autoritária é aquela que dá muita enfase nas proibições, usa de maneira excessiva de expressões como, “não toque”, “não faça”, “não vá”, “está proibido”.

Geralmente um pai autoritário não gosta de dar satisfações para os filhos, ele é do tipo “faça o que eu mando e não faça o que eu faço”.

Tal comportamento pode levar o filho a uma rebelião quando na fase da adolescência.

É mais interessante que o pai diga “não”, mas acompanhado do “porque”. Por exemplo: “ Não quero que você vá a este evento, pois não é apropriado para sua idade”, evitando: “Não quero que você vá, porque não quero e pronto”.

Quando o pai diz “não”, acompanhado do “porquê” , ele pacifica o coração do filho, do contrário, ele semeia descontentamento e rebelião que vai se manifestar lá na frente.

Um pai não se torna menor na sua autoridade ou no seu valor, quando dá satisfações ao seu filho, mas, sim, conquista o coração dele.

Filhos, conforme diz o Pastor Josué Gonçalves, não se perdem na rua , mas, dentro de casa.

Autoritários não dão satisfação, não se importam muito com o sentimentos dos outros, são pessoas inseguras, intratáveis, não trabalham com a reconciliação, com a segunda chance, e nem sempre são modelos de comportamento, muitas vezes são hipócritas, e se tem algo que um adolescente não tolera é este vício de caráter.

O grito e a cara feia são seus melhores argumentos, a truculência é a sua fiel companheira, só que não são suficentes para sustentar um relacionamento paternal, alguém pode manter os filhos sob obediência por um tempo, mas não por todo o tempo, utilizando-se de tais expedientes.

Pai que cobra quando o filho mente, mas que é mentiroso também, deve saber que haverá um momento que o filho não aceitará passivamente tal situação e daí a rebelião se manifestará.

O autoritarismo realmente não é bom, é algo prejudicial, que esfria relacionamento, o filho não tem alegria em estar com o pai, não cria vínculos mais fortes, e a obediência se dá por medo.
Essa paternidade é falha, e dentro de um lar cristão, ela é inconcebível.

Filhos que não dão certo na vida não necessariamente foram frutos de um relacionamento ruim com os pais, mas estes por serem aqueles que conduzem a vida da família, tem uma responsabilidade enorme, de oferecer o melhor que se possa fazê-lo, que é uma educação positiva, equilibrada, com relacionamentos amorosos, sem provocar irritação nos filhos, esse é o dever de pai, possibilitar que o filho seja um vencedor.

Há que se considerar que existem filhos mais fáceis de se educar e conviver, e há aqueles mais difíceis, daí a necessidade de se ter a melhor paternidade para haja uma normalização no resultado educacional deles.

Os filhos mais difíceis necessitarão de um pouco mais de atenção e estímulos para superarem suas deficiências. Dr Ross Campbell, psiquiatra cristão, autor do livro “Filhos felizes”, ensina que se um filho “fácil” de criar nasce em uma boa família, então ele será bem sucedido, se ele nasce em uma família não muito funcional, de alguma forma desajustada, onde os pais não são amorosos, então, ele terá um prejuízo e algumas dificuldades para chegar lá como um filho vencedor, mas que por ser um filho de fácil relacionamento ele pode ainda sair-se bem na vida.
Suponhamos que um filho “difícil” de se criar, nasce em uma família amorosa, ajustada, então, ainda que haja alguma dificuldade, ele irá se amoldar ao amor da família e será um sucesso. Agora, se um filho difícil, nasce em uma família pouco amorosa, ele tem tudo para dar errado na vida.

O que não se pode é dedicar mais amor aquele que é fácil em detrimento do outro filho que é o complicado da família, e nesse sentido, há um tendência dos pais em darem mais amor e cuidado para aquele que é mais doce,tratável, esforçado, capaz, ou coisa assim, e dessa forma o filho “difícil” tem a sua situação piorada.

Filhos devem obedecer os seus pais e estes não podem irritar os filhos, esse é o preceito bíblico para a família (Efésios 5), sendo que eles devem obedecer por entenderem a importância disso e não por medo de represálias.

Pai não pode ser um frouxo nas suas decisões e determinações, mas não precisa ser um déspota dentro de casa. Muitos são os adultos de hoje que se ressentem de uma falta de disciplina quando mais novos. Encontrei alguém que disse: “ Se meu pai tivesse sido um pouquinho mais duro, hoje eu não seria um viciado em alcool”. Disciplinar é preparar para a vida.

No próximo post falarei sobre a paternidade bíblica, centrada nos ensinamentos de Deus.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"As 21 regras desta Casa", texto para educação de crianças e adolescentes.

As 21 Regras desta Casa
Greg Harris

As 21 Regras desta Casa, listadas abaixo, cobrem praticamente todas as situações comuns às crianças e adolescentes. Elas foram criadas há mais de 30 anos para ajudar a mim e a minha esposa a sermos mais consistentes naquilo que cobrávamos de nossos filhos como membros da nossa família. É tão fácil permitir que nossos humores mudem os limites do que nós toleramos de um dia para o outro. Em muitas casas a única verdadeira regra é ficar fora do caminho do papai e da mamãe quando eles estiverem de mau humor. Caso contrário, quando eles estão de bom humor, as crianças podem ficar impunes com quase qualquer coisa. A meta no uso das 21 Regras é esclarecer o que é agradável e desagradável aos pais, independentemente dos seus humores, e administrar disciplina sem ira, e apenas em resposta ao desafio voluntário da criança àquilo que ela sabe ser certo.

Meu filho mais velho, Joshua Harris atualmente um pastor e autor respeitado ( livro "Eu disse adeus ao namoro", maravilhoso, por sinal. - grifo nosso), , ilustrou cada regra de casa para um livro para colorir quando ele tinha apenas 14 anos. Nós o publicamos com sucesso por muitos anos. Cópias usadas ainda podem ser encontradas ocasionalmente disponíveis através do site Amazon.com. Eu publico-as aqui em resposta a muitos pedidos de famílias com filhos mais jovens.

As 21 Regras desta Casa, por Gregg Harris:

Nós obedecemos a Deus.
Nós amamos e honramos uns aos outros e oramos uns pelos outros.
Nós contamos a verdade.
Nós colocamos os interesses da família à frente dos nossos.
Nós falamos serena e respeitosamente uns com os outros.
Nós não magoamos uns aos outros com palavras ou ações indelicadas.
Quando alguém precisa de correção, nós o corrigimos em amor.
Quando alguém se arrepende, nós perdoamos.
Quando alguém está triste, nós o confortamos.
Quando alguém está contente, nós nos alegramos com ele.
Quando temos alguma coisa agradável para compartilhar, nós compartilhamos.
Quando temos trabalho para fazer, nós o fazemos sem reclamar.
Nós cuidamos bem de tudo aquilo que Deus nos deu.
Nós não geramos trabalho desnecessário para outros.
Quando abrimos alguma coisa, nós a fechamos.
Quando tiramos alguma coisa do lugar, nós guardamos de volta.
Quando ligamos alguma coisa, nós desligamos.
Quando fazemos sujeira ou bagunça, nós limpamos ou arrumamos.
Quando não sabemos o que fazer, nós perguntamos.
Quando estamos fora de casa, nós agimos da mesma maneira como se estivéssemos em casa.
Quando desobedecemos ou esquecemos quaisquer das 21 Regras desta Casa, nós aceitamos a disciplina e admoestação do Senhor.

Instruções: Publique a lista na porta do refrigerador ou em outro local proeminente em sua casa. Quando um mau comportamento ocorrer, chame atenção para qual Regra da Casa foi quebrada e repita a regra algumas vezes e explique o que ela significa. Quando o significado ficar claro, discipline seu filho diante de qualquer expressão de desafio deliberado. Com o tempo, as regras serão internalizadas por cada filho como uma declaração geral dos limites do comportamento. Lembre-se que estas regras seguem o seu filho onde quer que ele vá. A disciplina só deve ser administrada em particular, em amor à criança, nunca com raiva ou de qualquer forma que venha a trazer dano. O desafio é ser consistente de forma que tal disciplina, por fim, já não seja mais necessária.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Presente para o pai não precisa ser caro, tem que ter significado.


No Dia dos Pais, a escolha do presente para o seu querido nem sempre é uma tarefa das mais fáceis, não é? A lista de possibilidades costuma ser grande. Camisa, perfume, livros, cinto, meias, gravata, furadeira e outros itens que, no fundo, sempre nos deixam com aquela dúvida: será que ele vai gostar disso? Dar presentes, alguém já disse, é uma arte. Mas dar um bom presente não significa necessariamente ter que gastar muito dinheiro ou dar algo vistoso. O economista Beto Veiga é partidário de um conceito bastante original. O conceito do presente "anti-coisa", termo cunhado pela consultora americana April Dykman, mas já praticado por muitas pessoas.

Para Veiga, o ideal é pensar na felicidade que aquele presente vai trazer à pessoa, e não no seu valor material. "A proposta de um presente "anti-coisa" é proporcionar momentos e experiências em vez de bens materiais", explica o consultor.  
Pai e Filha
Reconhecimento entra no pacote
Segundo a psicóloga Denise Pará Diniz, especialista em terapia comportamental, o mais importante na hora da escolha é refletir sobre a mensagem que você gostaria de passar com o presente. A psicóloga argumenta que esta data é perfeita para ser utilizada como um momento de agradecimento, seja por alguma situação recente, por uma circunstância difícil em especial ou, sobretudo, pelo conjunto da obra - um "obrigado" pela vida inteira.

"Em um momento recente é possível agradecer por algo benéfico que ele fez ou algum problema que ajudou a resolver. Como, por exemplo: se o seu pai bancou sua faculdade ou um curso de pós-graduação pode presenteá-lo com um convite para a formatura ou até mesmo o diploma. Esta é a ocasião de mostrar que o gesto do pai deixou o filho fortalecido, e é a oportunidade de agradecer pelo investimento", explica Denise Diniz. "Quando vamos presentear alguém, é importante ter respeito e reconhecimento pelo outro". 
Dia dos Pais - foto Getty Images
Laços fortalecidos entre pais e filhos
A ocasião pode ser aproveitada para o simples exercício de estar junto. Promover um almoço, relembrar bons momentos ou simplesmente botar a conversa em dia. É importante usar esta data para homenagear seu pai, seja com um presente, com um telefonema ou uma carta.

Um presente escolhido com carinho e pensado também pode ajudar a resgatar o vínculo e o sentido desta relação entre pais e filhos. Experiente em questões familiares, a terapeuta Denise Diniz cita como exemplo a história de um pai que ajudou o filho recém-divorciado a superar a situação e a esclarecer o novo cenário familiar ao neto.

"A criança não aceitava o fato e o avô a ajudou muito nesta fase de aceitação. Passado certo tempo, o menino fez um desenho da família e mostrou ao pai, parecendo estar conformado com a situação. O pai, por sua vez, presenteou o avô com o desenho, em agradecimento pelo apoio e carinho", conta a especialista. 

Não tem preço
Outra vantagem interessante do presente anti-coisa é que a noção de valor assume outros contornos. "Quando partirmos para um presente anti-coisa ele deve ser significativo para quem irá ganhá-lo, o que não é sinônimo para a palavra "caro", diz o consultor Beto Veiga.

Obviamente que também é permitido comprar presentes, afinal com a dedicação e o carinho na escolha, é perfeitamente possível agregar um valor afetuoso ao item. Se o seu bolso permitir, você ainda pode satisfazer seu pai, proporcionando a ele um curso, uma viagem ou um dia de relaxamento no Spa. Além disso, ainda é possível incentivá-lo a começar uma atividade física, bancando a matrícula em um clube ou academia, ou ainda uma experiência incomum que você sempre soube que ele quis provar, como um passeio de balão ou a prática de um esporte radical.

"Se há condições - de tempo e de dinheiro - para dar um presente material, isso é ótimo e também tem seu valor. Porém, sem esquecer o valor mais importante: A união entre a homenagem, o respeito e a mensagem a ser transmitida", explica a terapeuta Denise Diniz
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