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domingo, 29 de setembro de 2013

Infidelidade

Infidelidade

Relacionar-se amorosamente significa entregar-se, estar disponível a aquele parceiro (a), sem amarras ou incertezas, mas por que somos tão frágeis a ponto de destruir tudo que temos por conta de uma “aventura” com uma terceira pessoa que talvez ainda nem a conhecemos?
Se sentir atraído (a) por outra pessoa mesmo estando casado (a), pode-se dizer que em partes que é algo normal, no entanto essa atração não pode ultrapassar os limites que o matrimonio impõe, deixando-a que se torne desejo.
A psicologia nos trás pontos interessantes que podem contribuir neste aspecto, ainda há muito a ser estudado, pois é um assunto delicado que envolve muitos fatores e características diferentes de pessoas, mas o que já temos hoje nos auxilia a termos autoconhecimento para encontrarmos realmente o que buscamos.
Sabe-se que desde a infância nos relacionamos com várias pessoas, principalmente com os pais ou responsáveis que se tornam nossos guias e a partir daí criamos padrões de comportamentos. Mas o que eles têm haver com nossos relacionamentos amorosos do futuro?
Muito! Freud, o pai da psicanálise que em contato com seus pacientes cunhou a teoria do Complexo de Édipo, termo encontrado na mitologia grega, na qual Édipo matou o pai e casou-se com a mãe sem saber que eram seus pais, pois não tinha sido criado por eles. Este conceito remete-se ao fato de que na fase de desenvolvimento sexual, quando ainda somos crianças nos “apaixonamos” pelos pais, diferenciando os gêneros – homem e mulher, quando essa fase não é elaborada adequadamente pode ser que no futuro traga conflitos internos a titulo de encontrar um parceiro (a) ideal, transferimos para os outros sentimentos bons e ruins e também recebemos de volta de acordo com cada situação ou aquilo que a pessoa nos representa.
Quando namoramos ou casamos, buscamos no outro qualidades e características de nossos pais que foram e são nossos modelos, mesmo sem percebermos, no entanto, nunca serão iguais. No começo do relacionamento isso basta, mas com o passar do tempo a rotina e a vida corrida nos faz deixar de perceber coisas que nos atrai em nossos companheiros e corremos o risco de nos envolver com outra pessoa que provavelmente também terá características que nos lembram nosso objeto de amor da infância, sabemos de casos de homens que se casam e separam várias vezes, pois já estão em um ciclo vicioso da busca incessante da mãe, mesmo sem saber.
Portanto, nossa relação com os pais nos influenciam não apenas conscientemente, mas também inconscientemente, sendo que fases do desenvolvimento do nosso passado mal elaboradas podem acarretar em relacionamentos amorosos desastrosos ou pouco duráveis, mas isso não deve ser uma justificativa para a infidelidade, deve ser identificadas para serem trabalhadas e melhorar sua interferência no aqui e agora. Algumas perguntas podem nos ajudar nesse processo:

·         O que buscamos quando nos relacionamos?
·         Qual o perfil do nosso parceiro (a)?
·         Quais os motivos que me fazem estar com ele (a)?
·         Estou sendo paciente com o outro?
·      Estou deixando claro os meus pensamentos? (Lembrando-se que ninguém é capaz de ler a mente do outro e saber exatamente o que pensa, por isso o diálogo franco e claro é fundamental).

Mais um aspecto a ser discutido no que tange a infidelidade é a diferenciação entre realidade e fantasia, estamos vivendo a era da globalização, onde as informações chegam até nós de forma exacerbada, por exemplo, novelas e programas de TV, são fictícios e não verdadeiros, sim eles se baseiam na vida real, mas colocam outras características para tornar as cenas mais interessantes  aos telespectadores e que não podemos levar em consideração.
Temos que olhar para o que está acontecendo dentro de casa, quais nossas falhas, o que está faltando ou sobrando, antes de procurarmos fora, até porque mesmo que aconteça o adultério e logo a separação e você fique com a outra pessoa, a probabilidade das mesmas coisas acontecerem são grandes e isso se torna um ciclo vicioso, a questão não é fugir do problema e sim resolve-lo da melhor forma possível.

 Aconselho que dividam suas angustias, suas vontades, seus desejos com seus parceiros (as), resgatem aquilo que havia no namoro, aquela sensação boa, a confiança, pois a rotina do dia a dia nos torna automáticos e nos faz desviar a atenção de coisas que gostávamos antes, mas que agora passam despercebidas lembrem-se ninguém é perfeito, consequentemente as relações têm falhas, vigie seus atos e trabalhe suas dificuldades antes de se “refugiar” em algo temporário que trará mais problemas e sofrimento. Tenha empatia, coloque-se no lugar do outro, para tentar ao menos entende-lo e ajuda-lo em suas dificuldades, de carinho e atenção, estamos nos tornando pessoas carentes de coisas simples, de momentos de afeto, de um olhar de admiração e respeito. Homens não tenham medo de falar, mulheres não tenham medo de ouvir, se vocês são um casal, tem que compartilhar!


Se necessário procure ajuda espiritual, se for o caso até profissional, mas não deixe se levar pela fantasia de que a vida do outro é mais prazerosa que a sua, de valor aquilo que possui e se tiver filhos seja um bom exemplo.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Fidelidade sexual no casamento cristão.

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho, palestrante de família.


Fidelidade sexual no casamento.

"Fiz aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?Que porção teria eu do Deus lá de cima, ou que herança do Todo-Poderoso desde as alturas?Porventura não é a perdição para o perverso, o desastre para os que praticam iniquidade? Ou não vê ele os meus caminhos, e não conta todos os meus passos?Se andei com falsidade, e se o meu pé se apressou para o engano(Pese-me em balanças fiéis, e saberá Deus a minha sinceridade), Se os meus passos se desviaram do caminho, e se o meu coração segue os meus olhos, e se às minhas mãos se apegou qualquer coisa,Então semeie eu e outro coma, e seja a minha descendência arrancada até à raiz.Se o meu coração se deixou seduzir por uma mulher, ou se eu armei traições à porta do meu próximo, Então moa minha mulher para outro, e outros se encurvem sobre ela, Porque é uma infâmia, e é delito pertencente aos juízes.Porque é fogo que consome até à perdição, e desarraigaria toda a minha renda. " 
Jó 31:1-12

Neste texto observamos a seriedade com que Jó tratava a questão da fidelidade sexual. Ele não se permitia ser dirigido pelos seus olhos de cobiça, então fez um pacto consigo mesmo, de não olhar para uma mulher desejando-a.
Quero contar aqui um fato ocorrido. Um casal entrou numa Lanchonete da rede Macdonalds e solicitou dois lanches e ficaram aguardando no veículo. Quando os lanches chegaram,
eles pagaram a conta, e se retiraram. Quando foram comer, já ao abrir a embalagem do lanche encontraram grande quantidade de dinheiro dentro daquela caixinha. De início se alegraram, mas em seguida, decidiram ir devolver o dinheiro para a empresa. Chegando lá, falaram do ocorrido com o gerente e então soube- se que o funcionário do caixa, costumava esconder a férias do dia em um caixinha de lanche e assim foi entregue de maneira errada para o casal.
Pois bem, o gerente ficou feliz demais, quis dar uma gorjeta para o casal que de pronto recusou, e então, disse que iria chamar o jornal local para fazer uma reportagem e assim exaltar
o gesto de honestidade. Quando ele falou isso, o casal se assustou e o homem disse: “Não faça isso, pois esta que está comigo não é minha esposa, mas minha amante”.
Veja que ele foi honesto com o Macdonald, mas era desonesto com a esposa, infelizmente. A fidelidade deve alcançar todas as áreas de nossa vida.
Os cônjuges devem se empenhar em não dar lado para o adultério, pessoas que “brincam” de flertar com estranhos, colegas de trabalho, são pessoas que em algum momento irão se
deparar com o adultério, pois o pecado é assim mesmo, primeiro se pensa sobre ele, depois entra no coração e na próxima etapa ele se concretiza. O próprio Diabo se encarrega de criar a oportunidade.Tenho recebido cartas de mulheres que cairam no adutério e o sofrimento tem sido grande, algumas estão aí, tentando consertar o relacionamento, se submetendo a todo tipo de conflitos, de abuso verbal do marido traído, de choros e dores sem fim.
Interessante que Jó fala sobre o comportamento do adúltero, que se aproveita do escuro da noite e pensa que ninguém está vendo, é sempre assim ,  mas o mesmo Diabo que cria a oportunidade é quem delata o caso para o cônjuge.

Vou transcrever aqui o depoimento de uma cristã casada que caiu no adultério:

“Quanto sofrimento,quanta vergonha e choro,as lagrimas tem rolado dos meus olhos todos os dias, poderia definir como”pão de dores”, aflição,pelejas e guerras. Pastor, chego a
pensar que nunca irá acabar esta angústia, penso que não tem mais jeito para mim, não há mais chance.Vou explicar o que aconteceu: Passado o primeiro ano do nosso casamento, eu fiz o que nunca deveria ter feito, ainda mais como uma serva de Deus, eu traí meu marido.O diabo me convenceu que eu tinha fortes razões para isso, ele deixou esses motivos de um
tamanho gigante e eu caí, e fui direto para o abismo, deixei a Palavra, a conduta leal, o respeito por mim mesma e principalmente o temor a Deus. Hoje, pago um preço alto
demais, e tem sido muito doloroso a ponto de querer desistir da vida. Tivemos um período de separação, aí então o diabo veio com mais força ainda, eu me envolvi com outro homem e meu marido também arrumou uma outra, hoje estamos num processo de reconstrução, mas está muito difícil.” Eu continuei indo aos cultos,e chorava muito em todos que ia, porque sabia que estava errada ,até que um dia resolvi buscar a Deus, me arrependi e comecei a lutar pelo meu casamento e pelo meu esposo, e agora começou minha peleja de dores de parto,gemidos e muitos uivos.”

Agora, preste atenção neste versículo: “Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma.” Pv 6:32

A fidelidade sexual é uma das virtudes mais lindas que um ser humano pode possuir, pois é uma luta contra um dos maiores prazeres da vida, o sexo.

Acredito que é um valor que os pais devem estar inculcando no coração dos filhos, ensinando os meninos e as meninas a serem fiéis aos namorados, como que um treinamento para a vida conjugal.

E lembre-se que o casal deve passar tempo juntos, outro dia, vi uma atriz global dizendo que tinha mais intimidade com um determinado ator com o qual contracenava do que com seu marido. Eles não tinham tempo para o casamento, eles não se encontravam, ao passo que com o colega ator ela estava sempre junto e tendo então intimidades com ele. Passado alguns dias, vem a notícia, ela se separou do marido, e olha que era um casal admirável com mais de vinte anos de casamento.

Outros textos:

Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera. Lv 20:10
O caminho da mulher adúltera é assim: ela come, depois limpa a sua boca e diz: Não fiz nada de mal! Pv 30:20

Porque por causa duma prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça da alma preciosa. Pv 6:26

Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais suave do que o azeite. Pv 5:3

E porque, filho meu, te deixarias atrair por outra mulher, e te abraçarias ao peito de uma estranha? Pv 5:

OBSERVAÇÃO: Para o  homem ou a mulher casada que gosta de dar uma paqueradinha por aí, vou deixar aqui um texto:

"Para te guardarem da mulher vil, e das lisonjas da estranha.
Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te prendas aos seus olhos.
Porque por causa duma prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça da alma preciosa.
Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem?
Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?
Assim ficará o que entrar à mulher do seu próximo; não será inocente todo aquele que a tocar. "
Provérbios 6:24-29


sábado, 11 de dezembro de 2010

colunas que sustentam um casamento: Fidelidade sexual

Por Pr Ismael.


"Fiz aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?Que porção teria eu do Deus lá de cima, ou que herança do Todo-Poderoso desde as alturas?Porventura não é a perdição para o perverso, o desastre para os que praticam iniqüidade?Ou não vê ele os meus caminhos, e não conta todos os meus passos?Se andei com falsidade, e se o meu pé se apressou para o engano(Pese-me em balanças fiéis, e saberá Deus a minha sinceridade),Se os meus passos se desviaram do caminho, e se o meu coração segue os meus olhos, e se às minhas mãos se apegou qualquer coisa,Então semeie eu e outro coma, e seja a minha descendência arrancada até à raiz.Se o meu coração se deixou seduzir por uma mulher, ou se eu armei traições à porta do meu próximo,Então moa minha mulher para outro, e outros se encurvem sobre ela,Porque é uma infâmia, e é delito pertencente aos juízes.Porque é fogo que consome até à perdição, e desarraigaria toda a minha renda."Jó 31:1-12

Neste texto nós observamos a seriedade com que Jó tratava a questão da fidelidade sexual. Ele não se permitia ser dirigido pelos seus olhos de cobiça, então fez um pacto consigo mesmo, de não olhar para uma mulher desejando-a.

Quero contar aqui um fato ocorrido. Um casal entrou numa Lanchonete da rede Macdonalds e solicitou dois lanches e ficaram aguardando no veículo. Quando os lanches chegaram, eles pagaram a conta, e se retiraram. Quando foram comer, já ao abrir a embalagem do lanche encontraram grande quantidade de dinheiro dentro daquela caixinha. De início se alegraram, mas em seguida, decidiram ir devolver o dinheiro para a empresa. Chegando lá, falaram do ocorrido com o gerente e então soube-se que o funcionário do caixa, costumava esconder a férias do dia em um caixinha de lanche e assim foi entregue de maneira errada para o casal.

Pois bem, o gerente ficou feliz demais, quis dar uma gorjeta para o casal que de pronto recusou, e então, disse que iria chamar o jornal local para fazer uma reportagem e assim exaltar o casal pela sua honestidade. Quando falou isso, o casal se assustou  e o rapaz disse: “Não faça isso, pois esta mulher que está comigo não é minha esposa, mas minha amante”.

Veja que ele foi honesto com o Macdonald, mas era desonesto com a esposa, infelizmente. A fidelidade deve alcançar todas as áreas de nossa vida.

Os cônjuges devem se empenhar em não dar lado para o adultério, pessoas que “brincam” de flertar com estranhos, colegas de trabalho, são pessoas que em algum momento irão se deparar com o adultério, pois o pecado é assim mesmo, primeiro se pensa sobre ele, depois entra no coração e na próxima etapa ele se concretiza. O próprio Diabo se encarrega de criar a oportunidade.

Tenho recebido cartas de mulheres que cairam no adutério e o sofrimento tem sido grande, algumas estão aí, tentando consertar o relacionamento, se submetendo a todo tipo de conflitos, de abuso verbal do marido traído, de choros e dores sem fim.

Interessante que Jó fala sobre o comportamento do adúltero, que se aproveita do escuro da noite e pensa que ninguém está vendo, é sempre assim mesmo, mas o mesmo diabo que cria a oportunidade é quem delata o caso para o cônjuge.

Vou transcrever aqui o depoimento de uma cristã casada que caiu no adultério e que hoje está lutando para recomeçar a vida, da maneira certa ( Deus a ajudará, eu sei.):

“Quanta sofrimento,quanta vergonha e choro,as lagrimas tem rolado dos meus olhos todos os dias, poderia definir como” pão de dores”, aflição,pelejas e guerras. Pastor, chego a pensar que nunca irá acabar esta angústia, penso que não tem mais jeito para mim, não há mais chance.Vou explicar o que aconteceu: Passado o primeiro ano do nosso casamento, eu fiz o que nunca deveria ter feito, ainda mais como uma serva de Deus, eu traí meu marido.O diabo me convenceu que eu tinha fortes razões para isso, ele deixou esses motivos de um tamanho gigante e eu caí, e fui direto para o abismo, deixei a Palavra, a conduta leal, o respeito por mim mesma e principalmente o temor a Deus. Hoje, pago um preço alto demais, e tem sido muito doloroso a ponto de querer desistir da vida. Tivemos um período de separação, aí então as oportunidades criadas pelo diabo e desejada pela minha consciência,se tornaram mais forte ainda, me  envolvi com outro homem e meu marido também arrumou uma outra, hoje estamos num processo de reconstrução, mas está muito difícil.” Eu continuei indo aos cultos,e chorava muito em todos que ia, porque sabia que estava errada ,até que um dia resolvi buscar a Deus, me arrependi e comecei a lutar pelo meu casamento e pelo meu esposo, e agora começou minha peleja de dores de parto,gemidos e muitos uivos.”

Agora, preste atenção neste versículo:

 “Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma.” Provérbios 6:32

A fidelidade sexual é uma das virtudes mais lindas que um ser humano pode possuir, pois é uma luta contra um dos maiores prazeres da vida, o sexo.
A não fidelidade é destruição, é tragédia emocional na certa. É muito difícil alguém se olhar no espelho a cada manhã e de repente olha para a imagem de um traidor, traidora, uma pessoa indigna e infiel, infelizmente é isto, é assim que acontece, salvo para quem não experimentou de Deus ainda, esse seus pecados tem cauterizado suas mentes e já não há mais dor.

Acredito que é um valor que os pais devem estar inculcando no coração dos filhos, ensinando os meninos e as meninas a serem fiéis aos namorados, como que um treinamento para a vida conjugal.

E lembre-se que o casal deve passar tempo juntos, outro dia, vi uma atriz global dizendo que tinha mais intimidade com um determinado ator do que com seu marido, visto que eles não se encontravam, não tinham tempo um para o outro, ao passo que com o colega ator ela estava sempre contracenando e tendo então intimidades com ele. Passado alguns dias, vem a notícia, ela se separou do marido, e olha que era um casal admirável com mais de vinte anos de casamento.

Outros textos:

Assim como o olho do adúltero aguarda o crepúsculo, dizendo: Não me verá olho nenhum; e oculta o rosto, Jó 24:15


Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera. Levítico 20:10


O caminho da mulher adúltera é assim: ela come, depois limpa a sua boca e diz: Não fiz nada de mal! Provérbios 30:20


Porque por causa duma prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça da alma preciosa. Provérbios 6:26


Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais suave do que o azeite. Provérbios 5:3


E porque, filho meu, te deixarias atrair por outra mulher, e te abraçarias ao peito de uma estranha? Provérbios 5:20

domingo, 10 de outubro de 2010

Construindo ou desconstruindo nossa felicidade em família.

Por Pr Ismael

A Bíblia insiste em nos recomendar para que tomemos cuidado com nossa vida sexual e nossos desejos, sempre deixando claro que essas energias devem ser canalizadas para o cônjuge, não sendo admitido qualquer desvio, nem mesmo em fantasias e pensamentos, pois, só isso já bastaria  para o pecado existir e corroer a vida a dois.
Feliz é o casal que aceita isto, que leva a sério tais recomendações, porque assim procedendo eles não abrem espaço para o mal que tanto nos assedia.Tudo o que há de bonito em nossa alma, está constantemente sendo ameaçado de contaminação pelas nossas paixões sexuais, e todo o cuidado é pouco.Muitos já venceram diversos pecados, mas sucumbem constantemente na área sexual.
Eu vejo a vida conjugal e familiar, como algo sagrado que está em constante construção,  a cada escolha, decisão, preferência, gesto, tudo concorre para o sucesso ou  insucesso dessa relação.Pequenos gestos  podem somar para a felicidade ou infelicidade. Leia as recomendações  do apóstolo Pedro que diz:"
"Amados, peço-vos, ... que vos abstenhais das concupiscências carnais que combatem contra a alma; 
...para que não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus. 
Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria." I Pe 2:11
Quando compreendemos estas palavras, nos damos conta da  seriedade que nelas há.O que acontece é que as nossas paixões sexuais guerream contra a nossa alma. E um dos dois lados, a nossa carne ou a nossa alma, há de sair vencedor nessa batalha, e justamente vencerá aquele nosso lado que for mais alimentado. Por isso que não se pode dar espaço para coisas aparentemente insignificantes, como uma paquera a caminho do serviço, uma insinuação, uma provocação aqui ou ali, uma brincadeirinha malicosa ainda que,  aparentemente, despretensiosa.Essas coisas pequenas se instalam dentro de nossas almas e criam no coração um ambiente favorável para o erro, podendo ser aí o nascedouro de um adultério consumado, por exemplo.E nesse rol de "coisinhas sem importância" podemos adicionar a pornografia, a pornofonia, as más conversações, as malícias, a sedução, ou mesmo, como o Apostolo fala "a afeição desordenada", que são intimidades exageradas que conduzem a confusão nas mentes  e dão ensejo ao pecado.Todas estas coisas contribuem para a desconstrução da vida em família.É só perguntar para alguém que caiu em adultério e ele dirá que tudo começou de maneira inocente, mas que acabou numa cama de um motel.
Perceba, então, como as nossas paixões não podem ter espaço, caso contrário, elas vencerão e nos tornarão, outra vez, prisioneiros dos nossos sentimentos de culpa, vergonhas e tristezas, que minam qualquer relacionamento.
Quem  valoriza a família não acompanha a multidão para o mal, mas se preserva, e se levanta contra tudo que possa aprisionar sua alma.Escolhas acertadas , posturas honestas, valores morais solidificados, é isso que se recomenda para o bem da família, pois a sua desconstrução também pode ter início naquilo que parecia sem importância. Quer ser feliz na vida conjugal, quer ter uma família linda, com filhos saudáveis? Então escolha não ser vencido pelas paixões sexuais, seja vencedor na sua alma,  livre para amar e ser amado. A mesma palavra serve para aqueles que "brincam" com  os bate-papo íntimos , virtuais ou não,  com estranhos à vida conjugal,  pois as más conversações corrompem os bons costumes.
No meu coração eu já declarei guerra contra tudo aquilo que possa afetar a minha família e gosto de pensar que estamos procurando viver a verdade e andando na luz. Já que as nossas paixões guerream contra a nossa alma, então, não ficarei passivo nessa guerra, busco domínio sobre aquilo que se aloja em meu coração. Conforme diz Malaquias, há uma diferença entre aquele que serve a Deus e o que não serve, então, que se manifeste de forma positiva, tudo fazendo em prol do casamento e da família. Quando a nossa postura é esta, por si só , ela afasta muitos males, aproximações indevidas e propostas indecentes, Pedro chama isso de "um viver honesto", Não quero radicalizar, mas entendo que escolhas profissionais também podem concorrer com o bem estar da família, assim como lugares, ambientes, também devem ser alvos de nossa atenção, e ao menor sinal de perigo "PARE".

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ó Deus livra-me do adultério.

Oração de um marido cristão.

Dá-me sabedoria para lidar com a minha sexualidade. Mostra-me sempre e claramente o limite exato entre o apetite sexual sadio e o apetite sexual danificado pelo pecado que habita em mim e nos outros. Faze-me...

Faze-me lembrar das normas protetoras contidas no Decálogo, nos Provérbios, nos Evangelhos e nas Epístolas.Ajuda-me a não desprezar o sexo nem dar a ele enfoque demasiado.
Livra-me do comportamento de risco, da amabilidade excessiva e maliciosa, a qual dificulta e danifica a pureza alheia e a minha. Livra-me não apenas da maldade, mas também da loucura, já que o coração humano está cheio de ambas durante toda a vida.

Se Algum dia eu encontrar casualmente com alguma mulher de Potifar, torna-me tão fiel quanto José do Egito.

Se algum dia eu vir casualmente alguma mulher de Urias banhando-se por aí, segura-me para eu não fazer o que Davi fez.

Se algum dia uma mulher alvoroçada e loquaz , aproveitando-se da ausência do marido, vier ao meu encontro, vestida de prostituta , e me beijar e me convidar para eu me embriagar com as delícias do amor na companhia dela e na casa dela - ó Deus - faze-me lembrar da figura do boi que vai para o matadouro, do cervo que corre para a rede e do pássaro que salta para dentro do alçapão.

Peço-te ainda que me poupes não apenas do adultério consumado, mas também de qualquer fantasia que poderia me levar, mais cedo ou mais tarde, à traíção.

Que eu me alegre sempre com a mulher com quem eu me casei! Amém.

sábado, 4 de abril de 2009

Casamento: A questão da traição. Como e Porque?

Infidelidade

Eu traio, tu trais, ela também.

Alguns flagrantes do que estão fazendo as mulheres infiéis:

- têm mais oportunidades de aventuras,
-nem sempre sentem culpa,
-procuram parceiros em seu círculo de relacionamentos – e, é claro,
-reclamam do marido


Anna se jogou debaixo de um trem, Emma tomou veneno, Luísa se consumiu. Nalva perdeu o marido, foi expulsa da família e... bem, como a história ainda está se desenvolvendo, é possível que se torne uma das primeiras traidoras a não ter o destino tradicionalmente reservado pela ficção, imitando a vida, às adúlteras, como se dizia no passado: desonra, tragédia e morte (Anna é a Karenina de Tolstoi, Emma a Madame Bovary de Flaubert, Luísa a que se enrabichou pelo Primo Basílio de Eça). Já Nalva é a curvilínea personagem da novela Senhora do Destino, que não agüenta mais o marido pelos motivos de sempre – ele é um chato; o cunhado, uma tentação. A novidade está no que vem depois: ela quer voltar, ele aceita. Dá até para ouvir os uivos de inconformismo masculino diante das televisões Brasil afora, mas a subtrama da novela é um indício de que a infidelidade feminina começa a ser encarada fora dos cenários dramáticos habituais.

É possível dizer que as mulheres estão traindo mais e de maneira mais corriqueira?

Não se pretende, aqui, nem tentar fazer tal afirmação. Mensurar o comportamento sexual é um dos terrenos mais escorregadios das ciências estatísticas. Em pesquisas sobre sexo em geral e infidelidade em particular, homens tendem a exagerar suas performances e mulheres, a diminuí-las. Eles, para contar vantagem. Elas, por pudor em abrir a intimidade. Segundo alguns estudos, cerca de 40% das mulheres traem – o número, reitere-se, tanto pode se aproximar da realidade quanto ser um tiro na noite escura da alma feminina. Outros afirmam que o índice se igualou ao dos homens: 50%, pela média mundial, que certamente parece modesta em determinados rincões tropicais. Se é arriscado dizer quanto, pode-se tentar saber como, por que e com quem as mulheres andam traindo. Foi com esse objetivo que VEJA saiu a campo para auscultar o que elas só revelam às melhores amigas depois de algumas tacinhas de chardonnay. A reportagem reuniu três grupos de dez mulheres, entre 20 e 60 anos, em três capitais do país: Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. Ali, protegidas pelo compromisso de anonimato, elas falaram – e muito.

A primeira pergunta – por quê? – é a mais fácil.

-Por curiosidade,

-oportunidade ou

-solidão no casamento.

Como?

Em geral, de maneira tentativa, sem grandes arroubos de paixão, para ver como é – ou seja, de modo mais parecido com o que fazem os homens.

Do grupo de trinta mulheres reunidas por VEJA, pelo menos metade já havia tido um caso paralelo durante o relacionamento. Com quem? Geralmente, amigos, ex-namorados, personal trainers (as lendas de academia não são tão fictícias assim) e até com os médicos dos quais são pacientes.

Das trinta, três já haviam vivido um romance com seus ginecologistas. Dentista e pediatra do filho também fazem parte do rol de parceiros citados. Embaladas pelas confissões das outras mulheres, elas revelaram aspectos da infidelidade feminina que contrariam convicções enraizadas. Por exemplo: no grupo reunido por VEJA, composto de mulheres de classe média alta, poucas afirmaram sentir algum remorso (ao contrário do que dizem pesquisas como a do quadro abaixo). Também disseram que sexo de qualidade com o marido é uma das chaves da fidelidade. A maioria garantiu que, se tudo vai bem na cama, a possibilidade de cobiçar o marido da próxima diminui drasticamente.

"Para a mulher, o sexo quer dizer várias coisas: que ela ainda é amada, desejada, respeitada pelo marido.

O homem tem uma visão diferente disso", afirma o sexólogo e ginecologista carioca Amaury Mendes Júnior, que conduziu uma pesquisa com 400 mulheres em seu consultório. Ele constatou que, em 70% dos casos em que a mulher foi infiel, havia uma queixa sobre a vida sexual com o marido.

As oportunidades são criadas por um cotidiano feminino sem paralelos na história da humanidade.

Ter relacionamentos extraconjugais ficou mais fácil em razão das mudanças estruturais na rotina das mulheres libertadas das amarras do lar.

Incluem-se aí fatores como a convivência com mais homens no ambiente de trabalho, o anonimato dos namoros na internet ou a simples atribulação da vida profissional, com ausências que não despertam desconfianças, como as viagens de trabalho.

"É isso que pesou realmente. A mulher não participava desse tal universo sensual, que é o ambiente de trabalho, os congressos, onde todo mundo está, de certa maneira, disponível", afirma o psiquiatra paulista Moacir Costa, que lança no próximo mês o livro Mulher: a Conquista da Liberdade e do Prazer.

Essas mudanças são detectadas nos consultórios terapêuticos. A traição, que era confessada por mulheres aos prantos, arrasadas pelo remorso, hoje é um tema que tende a ser tratado de forma mais racional.

Em geral, a maioria das pacientes até prevê a infidelidade antes que ela efetivamente se realize. As reclamações de que o casamento está tedioso e o marido indiferente precedem o caso em si.

"Hoje, algumas chegam aqui e já acham que trair é a conseqüência óbvia da chatice da vida a dois. Isso era impensável alguns anos atrás", diz Costa.

O fato de que o casamento também perdeu o peso de instituição mandatória, abrindo espaço para a livre escolha, é outro elemento que influencia as experimentações femininas, segundo as constatações do psiquiatra. "Mesmo depois do casamento, elas alimentam a dúvida de saber se fizeram a coisa certa ou não", relata ele. "Às vezes, a traição ocorre para corroborar a escolha do marido. Do tipo: 'Vou experimentar outro homem para ver se o meu marido é realmente o que eu quero na cama'. É sem dúvida um tipo de comportamento novo."

A preocupação – obsessão, diriam muitos – com a fidelidade feminina foi consolidada ao longo de milênios por motivos culturais, antropológicos e biológicos que são quase auto-explicativos.

Nas sociedades patriarcais, esmagadoramente majoritárias, a perpetuação da tribo se dá através da linhagem masculina. Admitir a diversidade sexual da mulher ameaçaria os fundamentos do tecido social – e, principalmente, traria dúvida sobre a transmissão do patrimônio genético do macho.

Em razão desse imperativo supremo, existe um ramo da ciência que procura analisar o comportamento humano à luz das características adquiridas para a preservação da espécie.

Segundo essa teoria, o macho humano, como a maioria de seus equivalentes animais, é intrinsecamente promíscuo, pois vive premido pela necessidade de disseminar seus espermatozóides; enquanto a fêmea, que sempre terá a certeza absoluta sobre a transmissão de seus genes, tem como prioridade criar a prole em condições máximas de segurança, o que exige pelo menos alguma estabilidade conjugal.

Especula-se até que o único animal monogâmico da natureza, segundo a teoria, é o cisne. Ou seja: se quiser fidelidade, case-se com um.

Como tudo, nesse campo, é possível defender teorias completamente antagônicas. "A concepção de que só os homens são poligâmicos é o maior mito da sexualidade", sustenta a antropóloga Helen Fisher, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos. Em seu livro Anatomia do Amor, Helen estudou o comportamento sexual de homens e mulheres em 62 sociedades ao redor do planeta e concluiu que o adultério em todas as partes é tão comum quanto o casamento. É claro que muitas mulheres (e homens também) optam por ser fiéis.

Mas isso é uma escolha, ou uma necessidade social, não uma imposição biológica.

Por mais conflitantes que sejam os argumentos da eterna briga entre biologia e cultura, o senso comum prevalece em algumas constatações. A mais óbvia: os homens traem por sexo. Já no complexo continente da psique feminina, os motivos se multiplicam.

Mas é fato que a mesma mornidão conjugal que leva os maridos a buscar a variedade corrói nas mulheres um dos mais poderosos motores da sexualidade feminina (e, por conseqüência, da auto-estima): o sentir-se intensamente desejada.

"Meu marido parou de notar que eu cortava o cabelo, que estava de lingerie nova. Ele não perguntava nada da minha vida, do meu dia. Passei a me sentir um lixo, totalmente desprezada. Trair foi um escape para provar para mim mesma que eu não era tão insignificante assim",

disse uma médica carioca, de 35 anos, que traiu o marido uma única vez. "Esse homem que conheci dizia que sonhava com o cheiro do meu cabelo. Eu fiquei totalmente entregue", afirma.

Quer dizer que mulheres felizes no casamento não traem? "Isso não tem nada a ver. Felicidade no casamento é um termo amplo. Pode-se ser feliz em certos aspectos e em outros não", disse a VEJA Stephen B. Levine, psiquiatra americano, especialista no assunto. Às vezes, a oportunidade, uma carência momentânea, uma atração sexual forte bastam. Se o casal está numa fase morna ou é mais centrado nos filhos, também fica mais vulnerável. Todo mundo, homens e mulheres, está sujeito o tempo todo a conhecer alguém interessante ."Tinha uma vida ótima, um filho lindo, tudo ia bem. Mas comecei a me envolver profundamente com um cliente da minha empresa. Por quê? Atração, só isso", conta uma publicitária pernambucana, de 33 anos.

A ressaca moral, apontada pelos estudiosos, é recorrente. A maioria das pessoas afirma que preferia que a infidelidade não ocorresse.

Se há filhos, o remorso pesa mais ainda. "Elas se sentem transgredindo, errando, trapaceando o padrão social que lhes foi imposto. Mas isso só costuma acontecer quando se está longe do amante. Na cama, ninguém fica se mordendo de culpa", disse a VEJA Donna Bellafiore, psicóloga americana, autora do livro Conversa Franca sobre a Traição: um Guia de Auto-Ajuda para Casais. A distância entre a culpa e a vertigem, no entanto, como sempre souberam os grandes conquistadores da história, é muito pequena. "Dar o primeiro beijo é difícil, mas depois você vai indo paulatinamente. Quando vê, já está andando de mãos dadas no shopping", diz uma empresária paulista de 35 anos, que manteve um caso por quatro anos.

Mãos dadas evidentemente simbolizam o vínculo emocional que a maioria das mulheres procura, mesmo na aventura – tanto que a infidelidade feminina tem menos do sexo tipo oi-tchau, a noitada de farra e acabou, mais comum entre os homens. Nos consultórios terapêuticos, constata-se que, muitas vezes, as mulheres tendem a ser mais fiéis aos amantes do que aos maridos. "Há uma transferência de expectativas.

Aquele sujeito com quem ela se casou e jurou amor virou um semi-sapo. Aí, ela transfere todas essas expectativas juvenis para o novo cara que aparece, inclusive a fidelidade", comenta Zoraida de Andrade Faria, que escreveu sua tese de doutorado sobre a atração sexual. "Mulher se expõe menos. Não vai arriscar seu casamento por uma noite de sexo com um estranho. O que ela busca no outro é o que ela não acha mais no marido. É quase sempre carinho, atenção, elogios. Sexo é um detalhe", diz Beth Hedva, psicóloga canadense, autora de livros sobre o assunto.

Por esse motivo, as mulheres que traem quase sempre o fazem com pessoas conhecidas. Uma pesquisa americana aponta que em 60% dos casos a traição ocorre no ambiente de trabalho. É aquele colega com quem ela vai almoçar todos os dias e com quem troca pequenas confidências por e-mail. Mais uma vez: gente com quem ela já tenha certa intimidade. Ex-namorados, amigos e até o personal trainer, por mais que isso soe como piada, também são escolhas freqüentes. Uma publicitária paulista de 49 anos que participou do debate de VEJA revelou que teve pelo menos cinco casos ao longo do casamento de vinte anos. Sempre com conhecidos. Entre eles, colegas do escritório, o pediatra dos filhos e o ginecologista. "Ocorreu uma atração física forte. Mas, no caso do pediatra, eu também me sentia protegida pelo fato de ele cuidar do meu filho. Eu era grata", conta.

A radical diferença entre os motivos que levam à traição também faz com que a percepção que os homens têm sobre a infidelidade feminina seja muito diferente da realidade. A psicóloga americana Shirley Glass, considerada a "madrinha das pesquisas sobre infidelidade", segundo o jornal The New York Times, fez uma pesquisa com dados curiosos sobre a idéia masculina da infidelidade da esposa. De acordo com o estudo, os homens geralmente não têm a mínima idéia de quando a mulher está vivendo um romance fora do casamento, ao contrário das mulheres, que, segundo constatou, estão certas em 90% das vezes em que desconfiam. Shirley, que morreu no ano passado, defendia a tese de que a maioria dos homens, se não nega as evidências, procura sinais óbvios da traição. É um erro, porque, na verdade, os indícios são quase sempre o contrário. Por exemplo: não passa pela cabeça de grande parte deles que a mulher possa se interessar por um tipo mais velho, careca e com uma barriguinha saliente. O marido, em geral, desconfia do bonito, jovem e sarado. No entanto, se o sujeito da barriguinha apresentar bom desempenho (emocional, ressalte-se, traduzindo-se em paparicações e demonstrações de afeto), terá boas chances. Em alguns casos, a perfídia feminina não é apenas paranóia dos machões. "Depois de começar a trair meu marido, passei a tratá-lo como um reizinho em casa. Ele não percebia nada, embora eu ficasse muito ausente – inventava cursos de cerâmica, mil viagens de trabalho, passava o dia na internet, tinha dois endereços de e-mail que meu marido ignorava. Eu sabia que ele jamais descobriria porque ficaria procurando contas de cartão de crédito ou chamadas no celular, coisas que, obviamente, eu escondia", conta uma advogada carioca de 41 anos, que manteve um caso extraconjugal por três anos.

O fato de a infidelidade feminina parecer estar mais presente no mundo da realidade começa a despertar entre os homens, em alguns casos, o mesmo tipo de reação com que tantas mulheres já se debateram: o que fazer quando o cônjuge vive uma aventura, mas nem pensa em desmanchar o casamento por causa disso – e o casamento vale, sim, ser salvo. Se o escândalo e a baixaria, seguidos da conseqüente expulsão da adúltera, soam antiquados, o sofrimento não tem nada de superado. "Descobrir que foi traído desestabiliza o homem em sua característica mais íntima, a virilidade. Sua identidade masculina é ferida. Isso é algo muito profundo. Já as mulheres se sentem atingidas em seu papel social, em como vão ter de lidar com aquilo socialmente, o que também é um pesadelo", afirma o psiquiatra paulista Luiz Cuschnir. Em seu consultório, ele procura dar três conselhos aos pacientes casados com mulheres que foram infiéis. O primeiro: a traição foi algo que aconteceu "com ela"; em nada diz respeito a você e não deve atingir a sua imagem. Outro: nada de pedir detalhes sobre o affair. Isso só traz mais angústia. E mais: proteja-se das atitudes autodestrutivas – beber demais, ceder aos impulsos violentos, detonar o casamento. "Posso garantir que o impacto do fim de um casamento sólido devido a uma traição corriqueira tem um poder destrutivo dez vezes pior do que a traição em si. Um caso não deve e não pode ter esse poder", diz Cuschnir. Pode haver gente que ache que só Leandro, o bondoso marido da Nalva da novela, seria capaz de tanto autocontrole. Acreditem: não é o único.

O pecado mora na internet

Depois de 25 anos estudando o comportamento de mulheres que traíram o marido, a psicóloga canadense Beth Hedva concluiu, sem surpresa, que a infidelidade resulta em geral da combinação de oportunidade com vulnerabilidade emocional.

Quatro situações recorrentes:

• A mulher se sente ignorada, desprezada ou afastada da rotina do marido

• Acha que se anulou ao longo do casamento

• Usa a internet para visitar salas de bate-papo e trocar mensagens. Estudos mostram que 40% dos usuários contumazes conversam em linguagem explícita e desinibida, o que acelera a intimidade. Em 14% dos casos, a relação passa de virtual a real

• Tem contato estreito com um colega de trabalho que é abertamente interessado nela, mostra-se compreensivo, não economiza elogios e ri de suas histórias mais do que seu marido

quinta-feira, 2 de abril de 2009

POR QUE HOMENS E MULHERES TRAEM SEUS PARCEIROS ?

Por

http://rafaelpdias.blogspot.com

“Não adulterarás.” É um dos dez mandamentos dados por Deus (Dt 5.18).

Este é um mandamento firme e contundente para aqueles que servem a Deus. Entretanto, muitos cristão adulteram – o que já começa quando se olha com malícia para alguém que não seja o próprio cônjuge.

Por que as pessoas adulteram? Homens e mulheres traem seus cônjuges por motivos diferentes.

Certamente, podemos afirmar que ambos traem por fraqueza espiritual. Talvez por não estar atento e não admitir a possibilidade de que isto pode acontecer a qualquer um. Talvez por não estar em dia com a vida de oração e o coração na Palavra de Deus. Talvez por falta de temor ao Senhor.

Não temos a intenção de querer justificar o pecado do adultério, porque o temor ao Senhor é o princípio da sabedoria de viver uma vida correta. Entretanto, diante de tantos casos de adultério, se faz necessário analisar as causas psicológicas e emocionais de tal fato.

Homens e mulheres são muito diferentes um do outro. Sabemos disto. E é preciso lembrar que isto não está errado – foi Deus quem fez assim – e tudo que Deus faz é bom. As diferenças devem servir para um completar o outro naquilo que lhe falta. Isto é maravilhoso e perfeito.

Por ser diferente um do outro, os motivos para a traição conjugal também são diferentes.

Os homens traem as esposas sem envolvimento sentimental, na maioria das vezes. É sexo por sexo.

Homens são capazes de trair para ter uma “novidade” de vida sexual.
Algumas vezes, deixam-se envolver um pouco mais e se apaixonam, a ponto de abandonar a esposa para viver um novo relacionamento.

Mas quase sempre a atração inicial é o sexo, principalmente quando o relacionamento sexual com a esposa não está satisfatório para ele.

Esta é uma questão um tanto complexa, pois essa insatisfação pode estar sendo gerada por compulsão, por fantasias sexuais não realizadas, por alguma disfunção sexual da esposa, por falta de comunicação entre o casal, entre outras.

Outra motivação masculina para a traição é a auto-afirmação. Muitos homens passam por uma crise existencial, por volta dos 40 anos. Ao constatar a chegada da meia idade, inconscientemente, desejam voltar à juventude e envolvem-se com mulheres mais jovens.

E há, é claro, aqueles que o fazem por fraqueza de caráter, por não valorizar nem respeitar devidamente a esposa.

As mulheres traem por necessidades emocionais.

As mulheres têm necessidade de receber atenção e afeto em maior proporção que os homens.

Quando uma esposa fica carente de receber amor e afeto – abraço, beijo, carinho – ela fica vulnerável.

Se ela convive em algum lugar com um homem que lhe faz elogios, age delicadamente com ela ou toca sua mão, seu braço ou seu ombro com carinho, ela cai com facilidade “nos braços” desse homem.

Mulheres abusadas sexualmente na infância também ficam propensas, pois formam um conceito distorcido de sexualidade.

E há, é claro, aquelas que traem por fraqueza de caráter também.

Receber afeto é necessidade vital para a mulher.

Ter sexo satisfatório é necessidade vital para o homem.

Lembrando que necessidade vital é aquilo que não se pode viver sem, senão morre.

Suprir as necessidades do cônjuge no casamento é dever de toda pessoa casada.

Ser fiel e honrar a pessoa com quem nos casamos também. Afinal, o fazemos em obediência a Deus, o Senhor de nossa vida.

sábado, 28 de março de 2009

A fé e o casamento.

Por Cristianismo Hoje

A fé faz bem ao casamento

Pesquisa revela que cônjuges religiosos tendem a ser mais fiéis.

Um estudo que acaba de ser divulgado nos Estados Unidos está dando o que falar. Pesquisadores da Universidade do Colorado analisaram cerca de 2,3 mil pessoas casadas para identificar quais fatores familiares, comportamentais e psicológicos predispõem ao adultério.

Além das conclusões óbvias – como a insatisfação conjugal –, a gravidez da companheira é um fator de risco para a traição masculina.

Ou seja, maridos, felizes ou não com o casamento, têm maior chance de serem infiéis se suas mulheres estiverem grávidas. No entender dos especialistas, isso acontece porque, durante a gestação, é comum que o ritmo sexual do casal seja alterado. Além disso, a idealização da figura da mãe, sobretudo na cultura ocidental, colabora para a redução da libido.

Outra conclusão da pesquisa é de que a religiosidade de um dos cônjuges, um de ambos, serve como fator de proteção contra as escapadas. Ao que parece, as restrições religiosas, assim como a noção de que a infidelidade tem um caráter pecaminoso, resultam em casais mais fiéis. A pesquisa não fez distinção entre o credo dos voluntários, mas de modo geral, todos os que têm vivência religiosa – como o hábito de frequentar cultos e orar – mostraram-se bem mais zelosos pela manutenção do casamento.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

UM CASAMENTO A PROVA DE INFIDELIDADE


Um casamento para ser um bom casamento, precisa ser duradouro e com satisfação. Um casamento duradouro mas sem satisfação é uma porta aberta para a infidelidade e às vezes os cristãos acham que porque o seu cônjuge é cristão então está tudo resolvido, não há PERIGO. Olha, eu como marido posso até ser negligente com algumas coisas da minha vida, porém , nunca posso ser negligente com o meu cônjuge. O salmista diz: "Olha bem o estado das tuas ovelhas". O relacionamento marido-mulher é o relacionamento principal de uma família (se bem que alguns pensam que são os filhos, outros que é o trabalho) mas não, o relacionamento principal da família é o do casal. Se o pai e mãe estão bem, os filhos estarão bem.Alguém escreveu que dentro de nós existe uma conta bancária aberta em nome das pessoas que comigo se relacionam, todas, mesmas as que se relacionarem por um só instante, aquelas que estão de passagem pela nossa vida.

uma conta bancária no coração do cônjuge:

O marido diariamente movimenta a conta bancária existente no coração da esposa e vice e versa.
Ele pode realizar saques ou depósitos, de tal forma que a conta pode estar no azul ou no vermelho , depende dos depósitos e dos saques.

Os depósitos

São as palavras e gestos que geram algo bom dentro do coração do outro; de repente um elogio, um presente, um telefonema durante uma viagem, uma frase: "estava com saudade de você", ou "Você me faz falta", "Puxa vida, como é bom ter você aqui",ou um carinho, um abraço, um beijo, ou ainda um tempo junto, um passeio de mãos dadas na praça perto de casa, coisas assim, grandes ou pequenas.Sabe queridos, todos nós temos a necessidade de sermos aceito,reconhecidos, respeitados e até mesmo admirados, não adorados, mas queridos por aqueles que estão ao nosso redor.E toda vez que somos honrados por alguém, esse alguém fez um depósito no nosso coração naquela conta que ele já tinha ou que abriu naquele instante e ali vai se acumulando. A conta vai ficando "gorda", o relacionamento é o melhor possível , há reciprocidade, há amizade, há crescimento emocional, social e até mesmo espiritual.Aliás, todo bom relacionamento, só é bom se ele trouxer crescimento.

Os saques ou retiradas>

Ao contrário dos depósitos, os saques são aquelas palavras impensadas, aquelas que nunca deveriam ter saído de nossos lábios, são expressões carregadas de agressividades, que detroem, desestimulam e diminuem. As vezes até mesmo o silêncio pode ser uma forma de saque.Quando não os gestos, as atitudes, os comportamentos impróprios, os vícios.

"O bico de Pão" Ilustração.

Perguntaram a um velho casal, que tinha 65 anos de casados, como foi que chegaram até ali naquele relacionamento, no que ele respondeu: "Sabe aquele bico do pão, ele é a parte que eu mais gosto do pão, e toda manhã eu dou para ela".Da mesma maneira perguntaram a mulher e ela respondeu: " Sabe aquele pedaço do pão, o "Bico"? Então, aquele é o pedaço que eu menos gosto do pão"

Antes de continuar gostaria de perguntar, como anda a sua conta bancária no coração de sua esposa? Você tem feito mais depósitos ou mais saques? a sua esposa tem se sentido amada? Qual foi a última vez que você deixou claro que ainda a ama, apesar de tantos anos juntos?. E você mulher, como anda o seu marido? Tem sido por você honrado, respeitado, reconhecido?

Pois bem, vamos para o lado prático da coisa.
Um marido faz regularmente depósito no coração da esposa, elogio, um carinho, um gesto de cavalheirismo abrindo a porta do carro , puxando a cadeira no restaurante para ela sentar; andando de mãos dadas, deixando ela falar e dando-lhe ouvidos, mas de vez em quando ele faz um saque, dá uma bronca, discute, em fim, faz um saque. No entanto como houve muitos depósitos a conta está continua no azul.Porém, as coisas começam a piorar, o strees, a falta de tempo, a crise financeira, tudo isso acaba inibindo os depósitos que antes eram tão regulares e para piorar a situação ele começa a agredí-la emocionalmente e assim vai sacando tudo o que tinha de bom no coração dela.Como diz alguém, o amor está no período do inverno.
Agora ela está no vermelho com relação a sua conta bancária do marido no seu coração e aí ela chega no trabalho e alguém do sexo masculino lhe diz , "Puxa seus cabelos estão lindos!!". Aquela frase é sincera e isenta de maldade, mesmo porque é um bom rapaz, sem maldade, casado e se conhecem a muito, mas faz um estrondo no coração dela, e ela pensa: "Ele notou os meus cabelos, o meu marido...".E aí surge uma oportunidade e lá está o rapaz de novo,se apresentando para ajudar em algo em que ela esta tendo dificuldade, veja bem, mais um depósito no coração dela e assim vai, uma gentiliza aqui, um elogio ali, um reconhecimento, um parabéns. Preste atenção, um coração no vermelho é um coração aberto. Chega a um ponto em que começa haver uma correspondência de gentilizas por parte dela e assim eles passam o dia fazendo depósitos no coração um do outro. Note que nenhum dos dois está com malícia, porém, para azar do marido, aquele rapaz também está no vermelho com relação a sua companheira , portanto está com as suas necessidade emocionais não satisfeitas, as coisas não andam bem. O campo está preparado, o clima está criado, só falta então a oportunidade e essa o diabo é mestre em providenciar, um encontro casual, um lugar, uma festa... e aconteceu.

Existe dentro de cada um de nós um "Tanque emocional" ou "Tanque de amor" ainda, uma conta bancária e não pode estar no vermelho, nunca, mesmo durante as crises, os estresses, as doenças, não importa, deposite no coração do outro.

Quem está com o tanque emocional cheio vai mais longe, ou como diz Josué Gonçalves, um dos grandes pregadores sobre família: "Quem tem um Vectra na garagem, não procura fusquinha na rua".




No amor de Jesus,
Pr Ismael e Pra Cleire.

Diga Não a erotização das crianças.Diga não a pedofilia.Diga não a violência contra crianças
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