SEGUIDORES

Mostrando postagens com marcador LIDERANÇA DE CASAIS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LIDERANÇA DE CASAIS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Entrevista com Cláudio Duarte, palestante para casais.

Hora de falar sério

Conhecido por suas pregações engraçadas, o pastor Cláudio Duarte se define como conservador

Hora de falar sério

Os vídeos do pastor Cláudio Duarte estão bombando na internet. Digite o seu nome e logo aparecerão dezenas de gravações, algumas com títulos bem sugestivos: Homem banana e mulher abacaxi, Eu não desisto nunca ou Não deixe o seu coração azedar, por exemplo.Também estão lá os vídeos de suas entrevistas a programas populares na TV, como o Agora é tarde, da Bandeirantes, e o Programa do Ratinho. Mas quem é esse pastor que tem conquistado tanta visibilidade dentro e fora das igrejas? Bem, ele tem 45 anos, é casado, tem dois filhos e pastoreia a Igreja Batista Monte Horebe, na Barra da Tijuca, no Rio. Seu negócio é fazer graça de coisas sérias, como a Palavra de Deus, a vida cristã, família e sexualidade. Claro, tudo de maneira irreverente, mas sem perder a reverência ao Senhor.
"O humor ajuda a tratar de assuntos delicados. É bom rir de si mesmo", diz Cláudio. Um dos temas preferidos de suas falas é o sexo. Sua agenda está carregada de eventos e palestras nas quais fala para casais, estimulando-os, através de tiradas engraçadas, a conversar sobre o assunto, procurar ajuda, se necessário, e viver bem. Não apenas nesta área – "A Bíblia diz que podemos comer do melhor da terra. A graça da vida está justamente em viver bem", defende. Nesta conversa com CRISTIANISMO HOJE, o pastor do stand-up, como tem sido chamado, aborda assuntos não tão engraçados na certeza de que a verdadeira graça, aquela de Deus, é a melhor de todas.
CRISTIANISMO HOJE – Qual é a graça da vida cristã?
CLÁUDIO DUARTE – A graça da vida cristã está relacionada a viver muito bem aqui nesta vida. Todos os ensinos e informações bíblicas têm por objetivo criar qualidade de vida, fazendo o ser humano viver bem consigo mesmo, com o próximo e com Deus. A graça de ser crente é a graça de ter a Bíblia como fundamento de fé e prática. A Palavra de Deus diz que estamos aqui para provar do melhor desta terra. Por mais que as pessoas não gostem da literatura bíblica, elas não podem argumentar que o que a Bíblia proíbe seja bom e que o que ela aprova seja ruim. Isso se aplica a todas as áreas da vida.
Como o senhor começou a usar o humor em suas mensagens?
Isso apareceu na Escola Bíblica dominical na Igreja Metodista Wesleyana em Santa Cruz da Serra, na Baixada Fluminense, onde fui membro durante 14 anos. Não foi algo pensado – ou seja, eu não decidi, simplesmente, pregar e falar de maneira engraçada. Aliás, quando eu era mais novo, nunca fui daqueles de fazer piada na escola, nada disso. Mas, como eu lidava com jovens na igreja, e ambiente de jovem sempre tem aquela descontração, percebi que usar piadas ajudava a transmitir os conteúdos. Depois, acabei incorporando isso à minha maneira de pregar. O humor é muito útil para tornar os assuntos mais acessíveis às pessoas, inclusive na igreja. Ele quebra o gelo, deixa as pessoas mais à vontade para ouvir as verdades da Bíblia.
E qual a diferença entre ser engraçado e ser engraçadinho?
Esse, talvez, seja o grande equilíbrio do negócio. Há uma linha muito tênue entre a brincadeira, o humor em si, e o exagero. Eu já me peguei ultrapassado essa barreira. Aí, é um negócio complicado – se falou alguma besteira, já era, não adianta consertar, senão fica pior a emenda que o soneto. Eu vou muito pelo retorno do público. Vou medindo a aceitação pelas palmas, pelas risadas. Existem igrejas em que você pode usar uma linguagem mais aberta, engraçada; outras, não. Como pregador itinerante, eu tenho de respeitar isso.
O senhor cobra cachê para pregar?
Não. Não cobro nada para pregar em lugar nenhum. Hoje, vivo da venda de meus DVDs e do aluguel de alguns imóveis que possuo. As pessoas que me recebem ficam à vontade quanto a isso. Quem pode, dá ofertas. Funciona assim. Não uso isso como base para fazer minha agenda. Eu tive uma origem muito pobre. Meus pais são separados e fui criado por parentes numa casa que não tinha luz, nem banheiro. Nunca passei fome, mas a situação era difícil. Então, estou acostumado à simplicidade.
Quando o senhor começou a falar de sexualidade em suas mensagens e palestras?
Nunca planejei me tornar um conferencista na área de sexualidade. Isso também surgiu meio por acaso. Há uns sete anos, fui convidado para falar num congresso que tinha esse tema. Fui lá e falei o que sabia, de acordo com a Palavra de Deus, minha própria experiência conjugal e com tudo que tenho visto nesses anos todos lidando com pessoas. O pessoal gostou e fui chamado outras vezes. Isso acabou me projetando no meio batista, que é minha origem denominacional. Aí, começaram a gravar esses eventos e logo havia vídeos caindo na internet, essas coisas.
Quais são as principais queixas dos casais crentes?
Costumo dizer que o que estraga um casamento, nesta ordem, é a incompatibilidade de gênio, o dinheiro, o sexo e a intromissão de parentes. As pessoas me mandam muitos emails e cartas falando não somente de sexualidade. As pessoas falam pouco de sexo, ou porque têm vergonha, ou porque não encontram espaços para tratar desse assunto. É muita dificuldade. Sou procurado por gente em busca de felicidade, porque estão infelizes com a falta de dinheiro, com a falta de sexo, com problemas com os filhos. É isso que faz as pessoas me procurarem. Nem todo pastor tem habilidade para tratar desse assunto. E eu as faço rir de si mesmas, e isso as faz se sentirem bem. Homem abomina falar de sexo – então, nas palestras para casais, eu falo de impotência e ejaculação precoce de maneira descontraída. Aí, o sujeito ri, olha para o lado, finge que não é com ele. Mas eu sempre espero que, depois, ele e a mulher se motivem para buscar tratamento médico ou psicológico, se for o caso, ou aconselhamento.
O fato de não ter formação específica na área de psicologia e comportamento humano não compromete o seu trabalho?
Olha, eu faço as coisas observando as respostas que as pessoas me dão. No dia em que eu encontrar alguém que me disser que seguiu uma orientação ou sugestão minha, nas palestras ou pelo DVD, e isso acabou com seu casamento ou piorou as coisas dentro de casa, eu paro de falar sobre isso. Como todas as respostas que ouço até agora, depois desses anos todos, são positivas, acho que temos colaborado com muita gente. Claro que pouca gente vem dar retorno. É mais ou menos como a história dos dez leprosos – só um voltou. Mas é bom sinal. Quando as coisas dão certo, poucos vêm para falar. Agora, se desse errado, todo mundo vinha...
Se a incompatibilidade de gênios é o principal problema, como evitar que ela se estabeleça?
Bem, os menores índices de divórcio, segundo as pesquisas, acontecem entre gente que se casou com 28 anos ou mais. É que essas pessoas seriam melhor resolvidas, tanto em termos financeiros como pessoais. São mais maduras, e, em princípio, já encaminhadas na vida. Então, já começam o casamento com melhores condições. Geralmente, têm o seu cantinho para morar e uma renda que lhes permite tocar a vida. Agora, se o casalzinho tem que ficar junto cedo demais – como quando vem um filho inesperado no namoro, por exemplo –, vai ter que morar com os pais de um ou de outro, num quarto, sem privacidade. Aí, é quase certo que virão os problemas. Eu diria que a melhor maneira é agir antes do casamento. Vamos montar uma estrutura, um lar, mesmo que modesto, porque é até melhor começar com pouco e ir conquistando tudo junto, o carro, o apartamento financiado, essas coisas. s, essas coisa. Criar essa estrutura emocional e financeira vai ajudar muito a prevenir esse problema de incompatibilidade.
E o que mais separa os casais, hoje?
As pequenas coisas. Eu nunca vi um casal me dizer que vai se separar porque apareceu um câncer, ou porque o filho foi assassinado. São casos extremos que deixam as pessoas descontroladas, mas acabam unindo ainda mais marido e mulher. Agora, a toalha molhada na cama, o tubo de pasta de dentes apertado no meio, isso desgasta. As pessoas vêm reclamar muito dessas coisinhas.
Mesmo os crentes?
Ô. Mesmo os cascudos! O que demonstra que a crise está chegando é a falta de comunicação. Com o tempo, essas coisinhas vão se acumulando, ficam grandes, e quando o casal se dá conta, já nem se falam mais. A comunicação fica truncada, negativa, é feita com ironias, até o silêncio total. Se acertar a comunicação, pronto, as coisas se acertam. Uma boa comunicação entre o casal acerta até o sexo.
E por que esse assunto é tão delicado de tratar, mesmo entre quatro paredes?
Porque as pessoas têm bloqueios tremendos. Não sei muito a origem disso, mas todo mundo tem essa dificuldade de falar. Por que o marido não diz à mulher que gostaria de tentar em outra posição, se ele deseja isso? E porque a mulher não diz: "Amor, você poderia fazer isso comigo, me tocar desse jeito". Eu luto para que isso aconteça. Tento estimular a intimidade dos casais.
O senhor se recusa a tratar determinados temas?
Depende do ambiente. Se for em um culto aberto a todos, não vou falar certas coisas que podem ser inadequadas para uma criança, para uma pessoa mais idosa. Mas, nas palestras, costumo responder ao que me é perguntado.
No Programa do Ratinho, o senhor foi perguntado sobre sexo oral e disse que preferia não responder. Por quê?
É que eu estava em um programa de rede nacional, em horário nobre, com todo tipo de gente assistindo. Fiquei preocupado de o Ratinho me interromper com outro assunto ou não deixar eu terminar de falar. Aí, alguma coisa poderia ficar no ar.
Então, eu vou deixar o senhor terminar. Pode falar sobre isso.
[Risos]. Vamos lá. Sexo oral. A boca não foi feita para recebe sêmen, todo mundo sabe disso. Não haja nada bíblico que proíba. Alguns amigos pastores até dizem que, entre as tais quatro paredes, vale tudo, desde que haja conivência. Eles até consideram que mesmo o sexo anal, se praticado em comum acordo entre marido e mulher, não pode ser considerado sodomia. Eu não partilho dessa opinião. E nenhum médico sério dirá que sexo anal é saudável. Agora, cada um faz o que quiser. Tudo bem. Já o sexo oral é menos agressivo, e eu vejo que ele pode ser visto como uma carícia, uma modalidade diferente; e, se o casal quiser, não há nada que impeça. No sexo, vale tudo, desde que não fira a Palavra de Deus e a vontade do cônjuge. Senão, é violência, é pecado.
Por falar em pecado, acha que sexo antes do casamento é pecado?
Sim.
Mas esse papo cola entre a moçada?
Se cola, não sei. Só sei que não dá para negociar. Como vamos administrar essa situação? Hoje, já tem até camisinha teen, em menor tamanho, para se ajustar ao pênis de adolescentes. Na minha visão, sexo antes do casamento é imoralidade. A Bíblia diz que, quando você se relaciona sexualmente com uma pessoa, torna-se um com ela. Não tenho como concordar com isso. A coisa está ficando esquisita. Já tem crente dizendo que o casal pode fazer sexo grupal, desde que os dois cônjuges estejam presentes e um autorize o outro a participar. Outra coisa errada é essa história de fazer sexo antes de casar para saber como é, se vai dar certo com aquela pessoa depois. Que negócio é esse de experimentar? Não se está lidando com um produto, e sim, com uma pessoa, que tem sentimentos. "Ah, mas se não fizer antes, dá errado depois". Mas o que eu vejo é pessoas que fizeram sexo antes de casar se separando, depois, justamente por causa disso. Aí, eu pergunto: "Mas vocês não fizeram antes para saber?" Aí, dizem que esfriou, que as coisas ficaram sem graça e não dá mais.
Ouvindo-o falar assim, fica a impressão de que o senhor, apesar de brincar muito, é bem conservador. Considera-se assim?
É, as pessoas acham que, por ser bem humorado nas minhas falas, eu sou liberal. Mas eu sou conservador, de formação batista. Sou firme nos meus posicionamentos, não concordo com pecado.
Na sua vida pessoal, as coisas funcionam como o senhor defende em público?
Graças a Deus, conseguimos desenvolver um bom nível de intimidade no nosso casamento. É até comum que, quando Jane Mary me acompanha, as pessoas venham perguntar a ela se eu vivo o que falo, se eu sou assim mesmo, se dou atenção, se valorizo. Querem investigar, e eu acho bom isso.
E ela não reclama de ver algumas coisas particulares expostas?
Ah, mas tudo é combinado antes. Ela sabe o que vou falar. E, se por acaso, eu resolver tocar em algum ponto novo, antes tenho o cuidado de perguntar se, para ela, está tudo bem. Se ela disse não, é não.
O senhor tem sido entrevistado em programas seculares. Seus vídeos são muito acessados na internet e o senhor percorre igrejas de todo o país. Está com a agenda tão lotada que tivemos dificuldades para agendar esta entrevista. A superexposição não é perigosa?
Superexposição requer, é claro, cuidados. Hoje, devido a esse excesso de exposição, recebo convites de todos os lados. Uma manhã, estou em Santa Catarina; à noite, em Pernambuco. Como eu não tive, por assim dizer, uma escola, alguém que me orientasse, isso acabou me levando a um ativismo que considero ruim. Você abre muito o leque, e nem sempre Deus quer que eu vá a todos os lugares que as pessoas me convidam para ir. A coisa fica pesada.
Se o seu chamado é pastoral, o senhor não deveria estar cuidando de ovelhas?
Sim. Frustra um pouco a gente não ser pastor de ovelha. Os irmãos daqui da igreja se queixam porque eu não tenho muito tempo para eles. Quando eu vim para cá, meu acordo com o pastor Paulo Roberto Ramos, que é o presidente deste ministério, era para cobrir uma ausência pastoral por seis meses. Esse tempo já passou, mas ainda estou aqui. Não sei o que Deus tem para mim neste sentido, mas uma coisa já decidi: para o ano que vem, vou mudar minha postura, dedicando-me à igreja local e à família. Claro que eu preciso manter o ministério itinerante, como conferencista, para ter recursos e levar à frente alguns projetos, inclusive um trabalho com jovens e outro com casais, numa propriedade que compramos. Pretendo ali construir suítes e promover encontros, com a ajuda de outros pastores, visando a ajudar pessoas em seu relacionamento conjugal.
Outros pastores de grande presença midiática acabaram erigindo ministérios pessoais que os tornaram inacessíveis para as pessoas...
Eu não pretendo seguir esse caminho, não. Não tenho nenhuma preocupação em criar um império, nada nessa linha. Tanto que, aqui na igreja, se as pessoas que atendem ao apelo e recebem a Jesus como Salvador moram longe, eu as aconselho a procurar uma igreja onde se sintam bem e onde não se negocia com o pecado.
Tem havido um vazio de pastoreio?
Realmente, as pessoas reclamam muito por isso, e eu estou inserido nessas reclamações. Por isso, estou mudando. É preciso ter tempo para ouvir as pessoas. Muitas vezes, não sou nem procurado para oração ou aquele aconselhamento, no sentido tradicional: as pessoas querem é desabafar suas angústias e falar, falar, falar... Então, o que os pastores precisam é estar dispostos, ter tempo para ouvir, ouvir, ouvir... E, no fim, às vezes só dá mesmo para expor aqueles assuntos perante Deus. Mas a liderança tem que formar uma estrutura para receber esse povo. À medida que a membresia for aumentando, é preciso criar sistemas para que esses membros sejam atendidos nas suas demandas por aconselhamento e atenção espiritual. É por isso que eu gosto do modelo celular. Esse sistema possibilita um atendimento descentralizado aos fiéis. Geralmente, há um líder de célula que acompanha mais de perto algumas pessoas que se reúnem com ele. Eu acho isso bom e tenho visto funcionar bem.
Então, por que as igrejas não seguem esse caminho da descentralização?
Primeiro, porque nós entramos numa linha de raciocínio pela qual a igreja abençoada é aquela que prospera, fica grande. As perguntas que os pastores fazem uns aos outros são as seguintes: "Quantos membros sua igreja tem?"; e "Qual a arrecadação da sua igreja?" É esse tipo de conversa. E todo mundo que é pequeno está querendo crescer – mas, muitas vezes, cresce sem ter ferramentas, sem estrutura de pessoal para dar assistência aos membros que vão chegando. Aí, começam os problemas. Acho que falta conscientização das reais necessidades do rebanho. Ainda existe muito modelo de igreja pesado. O que acontece é que as lideranças têm um certo medo de descentralizar, de delegar poder. Isso porque o auxiliar de hoje pode querer seguir seu próprio caminho amanhã, levando consigo uma parte dos membros. Então, o camarada retém o poder, por medo de criar um concorrente. Assim, perde-se a visão do Reino. Mas nem todo mundo, felizmente, pensa dessa forma.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Dicas para um bom evento de casais com o Pastor Ismael, Casados em Cristo.

Falando com líderes: Como promover um evento de casais ou de família com sucesso.
Como promover um evento de casais ou de família que encha os olhos e o coração.

Os eventos para casais ainda não são  realizados por todas as igrejas, muitas não tem
 o grupo de casais em funcionamento, mas cremos num crescimento contínuo
 e fortalecimento de tais grupos.
Bom, quero falar um pouco sobre como um líder de casais pode promover um evento
 maravilhoso para a família, para casais ou misto.
São dicas que podem ajudar os mais inexperientes, tornando assim o evento de família interessante.
Vamos dividir o evento em três partes, para facilitar nossa didática. 
A primeira parte é quanto a forma, a estética do evento e a segunda parte é quanto ao conteúdo
 do mesmo, e a terceira parte será a espiritualidade do evento.

Primeira parte – A forma do evento

1-      Programe um grande evento anual e eventos menores  mensais ou trimestrais,
 para tanto faça a agenda antecipada, torne essa data como um data importante para a igreja,
2-      A medida que o eventos se aproxima, intensifique o trabalho de divulgação.
Comece divulgando de forma constante no boletim da igreja, se houver, faça cartazes
ou economize fazendo um Power point sobre o eventos e peça para projetar na igreja nos
cultos principais, use boas imagens e bons textos para divulgação.
3-      Muitos casais pensam que estão vivendo bem e por isso não valorizam o evento de
 casais ou de família. De uma olhada no blog http://aconselhamentoparacasal.wordpress.com , 
onde você encontra histórias de infelicidade conjugal, coisas que podem acontecer com 
qualquer um que esteja desavisado da problemática do relacionamento a dois.Leia para a 
igreja ou para o grupo. Muitos casamentos estão doentes, mas o mal ainda não se manifestou
na forma de adultério, divórcio, depressão, conflitos e violência, então não se percebe que
é preciso fazer algo antes que o mal se manifeste, é um trabalho pro-ativo.Use a frase de efeito:
 “Sem investimento, sem casamento”
4-      Se a igreja dispor de programa de rádio, use vinhetas para chamar os casais para o 
evento, o mesmo se dá com o serviço de som que é passado por veículo que anuncia o evento 
para a cidade toda.Lembre-se , se o líder não valoriza o evento, os membros também não irão
 fazê-lo.
5-      Se na igreja houver um designeer, peça para que faça uma arte, cartaz, pôster ou folder para
 divulgação na internet, Orkut , facebook e outras redes sociais
6-      Quando estiver mais próximo do evento coloque um folder na igreja anunciando e convidando
 os casais e as famílias de um modo geral.
7-      Não exclua do evento os casais de namorados que estejam com o propósito de casamento, 
que estejam firmes na relação, pois eles precisam aprender sobre casamento antes, para não errar 
depois de casado.
8-      Quando o evento for feito na igreja com duração de mais de dois dias, é interessante atender
a igreja como um todo em culto aberto, e os casais de uma forma mais particular, com palestras 
exclusivas para eles.
9-      Não cometa o erro de achar que não precisa fazer mais nada além de convidar um bom
 palestrante. Não. Mesmo um bom palestrante percebe a dificuldade de se fazer um evento tão 
importante, mas que a igreja não se preparou para ele.
10-   Envolva os músicos da igreja, peça para eles ensaiarem canções que falam do amor romântico,
 musicas que falem de família de uma maneira específica. Cantores como Regis Danese, Bruna
 Karla, Aline Barros e outros tantos tem gravado músicas sobre o amor romântico.
11-   Se for possível , crie lembrancinhas referentes ao evento. Apostilas e materiais das palestras, 
pastas,papel e caneta também valorizam o seminário
12-   A igreja deve estar ornamentada com o tema do evento. Se for acontecer a renovação de votos,
 prepare a igreja como se fosse para um casamento mesmo, com tapete vermelho e flores na entrada. 
Você pode caprichar nisso, trazendo os filhos para entrar com as alianças, use a criatividade. 
Faça entrega de diplomas bem feitinho para o casal se lembrar da data. Pode ser feito também na
 ocasião, um casamento comunitário.
13-   Como tudo tem custo, não exagere nas despesas, mas sim, use a criatividade com economia, 
usando bem aquilo que a igreja já tem, como materiais e mão de obra.
14-   Se o evento for ocorrer em feriados e datas festivas,trabalhe isso, pois casais costumam
 aproveitar os feriados para passear, visitar a família, considere então essa questão.
15-   Prepare em Power point, mensagem de boas vindas ao Palestrante, aos casais visitante, 
a todos os casais. Faça isso em slides exclusivo para o palestrante, para o visitantes e assim por diante.
16-   Crie alguma coisa bonita para dar solenidade ao evento, como o canto do hino nacional,
 entrada de bandeiras, uma entrada de crianças com cartazes pedindo que seus pais se amem ou 
com palavras proféticas sobre eles, use a criatividade.Quem sabe a leitura bem feita, com uma 
voz bonita, de uma poesia ( exemplo.. “Recomeçar”de Carlos Drumond de Andrade) ou então o texto
 de ICo 13.
17-   Honre o palestrante com uma lembrancinha ainda que de baixo custo, mas com significância, 
quem sabe um livro, uma pintura,uma foto bem caprichada dele com a igreja, com moldura. Se tiver 
algum artesão na igreja, dê algum produto dele.Nãoprecisa ser caro, mas tem que ter significância.
18-   Quando for tratar das despesas com o palestrante, é bom que a pessoa que combinou sobre os
 custos esteja presente, isso irá dirimir qualquer dúvida que haja.
19-   O casal de líderes deve propor um momento especial para o casal de pastores da igreja
 local, pois eles precisam estar bem, se sentindo amados um pelo outro e também pela igreja. Isso
 irá refletir sobre a igreja e os casais que ali freqüentam.
20-   É interessante incluir na programação um jantar romântico ou um café da manhã.
21-   Você deve atentar para a captação de recursos para o evento. Sugerimos as seguintes
 possibilidades:
-Que seja feita inscrição para os participantes com uma taxa.
-Que se venda algum produto como livros, apostilas, cd,DVD, do palestrante.
-Se for possível levante patrocinadores, pessoas com mais poder aquisitivo para viabilizar o projeto.
-Pode ser criado um fundo para o grupo de casais, de maneira tal que tenha recursos próprios.
-Faça cantina durante o evento.
22- A parte técnica de som e imagem deve estar empenhada em oferecer o melhor. Se for usar 
projetor, lembrar que durante o dia há uma perda de qualidade da imagem, verificar isso com
 antecedência. Lembre-se , quanto mais longe estiver o computador ou notebook do projetor, 
maior será a perda da qualidade da imagem.Microfones sem fio costumam desconcentrar quem 
está pregando se a todo instante tiver 
que trocar as pilhas. As vezes é melhor um bom microfone com cabo grande do que um microfone
 sem fio com problemas de baterias e outros.

II Parte – O conteúdo.

A forma é importante, mas o conteúdo é o principal. 

Deve ser pensado nas necessidades da família, dos casais, verificar qual são as dificuldades
 e passar tais informações para os palestrantes. Arrume um tempo na programação para que os
 casais façam perguntas, por escrito e anônimas. A sexualidade é o que os casais mais se interessam, 
não desprezar  esta necessidade.

Se optarem por dinâmicas, que sejam coisas realmente edificantes e não mero passatempo.
Um quadro contendo a programação toda, é sempre bem vindo.

III- A espiritualidade do evento’

-Jejuar e orar com a igreja para o sucesso do evento, tanto na sua forma como no conteúdo,
 pedindo a Deus que seja um tempo de cura para a família.
-Que os louvores seja especiais.
-Deve haver um momento de perdão.
-Casais que necessitem  ser ministrados particularmente devem ser atendidos.
-Entre uma palestra e outra fazer orações específicas, atendendo diversas áreas como finanças, 
filhos, projetos, salvação,saúde emocional e física.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Meu marido é pastor e me maltrata muito.

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.


Segunda vez que lhe peço conselhos, não entendo porque nunca me respondeu, mas vou tentar novamente pois estou certa de Deus na sua vida e da sua coerência nas respostas. Sou esposa de pastor de uma igreja que fica na periferia de uma grande cidade, há 07 anos ele tem essa igreja e uma casa de recuperação. É um homem temente a Deus mas não vive a Palavra como eu pensava. Somos de um nível cultural e social diferente mas ao me casar estava muito apaixonada, projetei meu primeiro amor a Cristo nele, aceitei Jesus com ele, me batizei com ele e em seguida fui batizada no Espírito, uma experiência linda. Estava muito ingenua em achar que não iria ter problemas que os ímpios possuíam no casamento, afinal estava me casando com um pastor. com ele achei estar me casando com um pastor, um homem de Deus. Logo na primeira semana de casada ele jogou a bíblia em mim porque falei que sabia que ele tinha casado comigo por interesse, me agredia com palavras e me chamava de pomba gira se eu não fizesse exatamente o que ele ordenava. fui buscando mais a Deus, achando sempre que a culpa era minha, como ele sempre coloca, todo agressor é assim. Sempre me achei bonita, inteligente, vitoriosa mas agora ele vem fazendo eu acreditar que nas coisas de Deus eu tenho que descer e descer para ele é me ver calada, sem voz, oprimida, subjugada a tudo. Muito tempo pra mim, 5 anos, venho tentando, orando, fazendo propósito, lutando achando que são potestades, principados porque ele foi pai de santo eu espírita e a luta é essa. Contudo não penso que seja esssa a explicação, tudo parte de nós, eu atribuo a ele pois a responsabilidade maior deveria ser dele. Como um pastor se ira tanto, é violento, agressivo, dissimulado não honra a esposa? O pior que ele mesmo acha que esta servindo a Deus que Deus não toca em ungidos e se ele estivesse errado Deus não abençoava sua igreja que está crescendo em número de pessoas que vão a igreja mais dia de domingo,. Tenho apenas 05 anos de cristã mas percebo que há algo errado nele e meu ser conhece muito bem quem ele é quando sai da igreja, porque pastor então Deus abençoa? até quando ele vai continuar enganando e manipulando, o pior é que acho que o amo. Ele quer que eu seja um trofeu ir para igreja porque as pessoas perguntam pela a esposa acham que não quero fazer a obra de Deus mas quando estou na obra piora, todas as coisas ele engole mas descarrega tudo em mim, vivo com medo dele explodir, me agredir e lutando com os problemas das irmãs, da igreja e na hora h ele não cobre meu trabalho mas me desonrra e a igreja, principalmente, a família dele não me respeita. A família dele é crente de tempos mas são iguais a ele, dentro de casa, nos negócios uma coisa na igreja outra. Acho que um cobre o outro e ainda querem que eu fique calada, infeliz e se falo ou questiono algo sou rebelada é um negócio sério, preciso ter coragem de romper porque não vejo saída pastor apesar de nutrir sentimento por ele. O pior que ele não tem como me dar filhos, 10% apenas e é impotente, só Deus vem me mantendo em pé, fiel a aliança porque ele já está no segundo casamento. Me ajude pelo menos com uma palavra.

RESPOSTA: 

Querida, que a paz chegue até sua vida. Me perdoe por não ter respondido, são muitos os pedidos e o tempo é curto, não consigo responder a todos.
Olha , mesmo não conhecendo a versão dele, vou considerar que tudo que disse é a verdade dos fatos, não apenas a tua verdade.. Infelizmente temos muitos casos de pastores e líderes  que maltratam a esposa. Isso vem de desde os tempos primórdios, dos patriarcas , quando a mulher era um patrimônio do homem. Claro que não era essa a vontade de Deus, mas o Diabo foi destilando seu veneno no relacionamento fazendo com que a mulher se levantasse contra o marido e o marido subjugasse violentamente a mulher, num verdadeiro espírito de competição. Creio que por causa da truculência masculina, de sua agressividade para com as mulheres é que se abriu um espaço para o nascimento do movimento feminista, o que é um outro extremo, outro erro. 

Boa parte dos pastores acha que sabe tudo de família, que não precisa ser ministrado nesse sentido, e essa não é a verdade, todos precisamos aprender "a tratar  nossa família com amor" ( REgis Danese).

Olha, é possível ser temente a Deus e não enxergar o mal que se  faz aos filhos amados de Deus. Penso que nós homens, por nossa falta de sensibilidade, achamos que estamos sempre certos ( ainda mais se for cheio de "otoridade" pastoral), o que na verdade faz mentirosa a afirmação de que somos  tementes a Deus, percebe? Quem teme a Deus, ama e cuida daquilo que Deus ama. Quer ver isso na Palavra: 

"Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel." 1 Timóteo 5:8 

"Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas." Colossenses 3:19.

Cuidar é antecipar as necessidades de alguém. Cuidar integralmente, é prever tudo o que o outro pode precisar para ter uma vida digna e assim procurar proporcionar-lhe. Não é só arroz e feijão, mas envolve tudo, corpo , alma e espírito. 

O grande marido pensa sobre isso, ele gera facilidades para a esposa, ele promove a segurança física dela, ele olha para os sentimentos dela, e procura fazer dar o melhor de si para que ela tenha  provisão e proteção.

Eu sou pastor, e muitas vezes, há um desespero , uma insegurança, com relação a igreja, ao ministério, achamos que a igreja é nossa, e que o sucesso dela depende de nós. Infelizmente, um pastor é reconhecido quando ele consegue juntar muita gente, quando ele impressiona as pessoas. Então, de repente, ele vive a igreja 24 horas por dia, veja bem, vive a igreja e não vive Cristo vinte e quatro horas por dia, e assim, ele vai se afastando daquilo que ele tem certeza que  já conquistou, e a sua esposa está nesse contexto de abandono. 

Tenho pensado sobre isso, entendo que existem no funcionamento da igreja duas coisas importantes , o conteúdo e a forma. Na igreja primitiva o que era mais importante era o conteúdo, líderes cheios de Deus, Palavra poderosa, ensinamentos com exemplo, mas hoje, parece-me, posso estar enganado, que a forma tornou-se mais importante do que o conteúdo, as pessoas querem espetáculos, shows gospel, querem "reboliço santo" na igreja, como se a Palavra já não bastasse. E olha, está cheio de "grandes" homens de Deus que conduzem a igreja através da forma e não através do conteúdo. Agora, você me pergunta, como pode Deus aprovar isso? O silêncio não é aprovação de Deus, e nem tampouco o sucesso é garantia de que Deus está aceitando. Se há engano, hipocrisia, em algum momento isso tudo vai ruir como um castelo de areia.Deus dá um tempo para o arrependimento. Basta você olhar para sua vida, será que o castelo não está começando a ruir? Será que você vão continuar casados, espero que sim, mas mudanças terão que ocorrer. 
Decididamente, nós pastores sabemos lidar com a situação dos outros , mas tratamos muito mal nossa família, nossas esposas, especialmente.Precisamos nos arrependir disso o quanto antes. E com isso nos tornamos piores do que os incrédulos.
Nós fizemos uma enquete aqui no Ministério através do blog Casados em Cristo, onde pedimos para as pessoas apontarem as três grandes dificuldades do casamento e o resultado foi esse: Falta de carinho, agressividade verbal e falta de fidelidade sexual. Não é impressisosnante isso, tratando-se de pessoas crentes em Jesus. Não teríamos que ser educados, gentís, cortezes e fiéis um com o outro. Seria razoável apontar a falta de dinheiro como o grande problema, mas não foi,  e sim  a falta de carinho com o cônjuge, isso é uma vergonha para nós. É para aprendermos a parar de falar dos erros e pecados de outras crenças e cuidarmos mais de nossa própria báia (lugar onde se guarda cavalos).
Desculpa, parece que sou eu que estava precisando desabafar. Mas sabe irmã, você acha que eu e outros pastores também não temos crises , inseguranças, quando tentamos levar uma vida mais próximo da santidade e de repente isso não se  reflete no número de membros em nossa igreja, e de repente, vem um "vida torta", mas que tem domínio da forma,  e abre uma igreja perto da nossa e em pouco tempo está cheia, até que um dia, ele, o pastor "vida torta" foge  com a diaconisa e as portas se fecham. Eu já passei por isso, cheguei a dizer a Deus que se eu não tivesse ministério ou se havia algo em mim que eu não soubesse que ele me avisasse disso.
Não creio que o inimigo seja o culpado exclusivo de tudo o que está acontecendo com você, acho na verdade que o grande culpado é o diabo do seu marido, que é impotente e vive cheio de medos, que ao invés de procurar a cura para sua impotência, prefere subjugar a esposa para que ela não se afaste muito, que procura cortar as asas dela no ministério para que ela não faça sombras ou pense que é importante num reino que é só dele. Quanto menos valor você tiver para você mesma, melhor, assim, você fica quieta, aceita sua também impotência e inutilidade, e não pensa besteiras, não é mesmo? 
Contudo, penso que não é o fim. O que está acontecendo não é da vontade de Deus, mas o divórcio também não. Só que eu acho que está acontecendo porque você aceitou um dia. Tenho aprendido que não podemos reclamar daquilo que nós mesmos toleramos. 
Para reverter esse quadro é preciso três coisas: conversar, avisar antes e tomar medidas quando os fatos acontecerem.
Vou tentar explicar. Converse com ele, sem gritos, sem briga, com seriedade. Fale, não dos erros dele, mas dos seus sentimentos, diga o quanto está triste e infeliz, e como se sente quando as coisas acontecem. Depois diga, que decidiu que não irá mais viver assim, que não irá mais tolerar ser espezinhada e que irá tomar as seguintes providências quando tais coisas acontecerem. Nesse momento deve saber falar o que irá fazer quando acontecer uma determinada coisa que te ofenda. Aí você vai graduando as "penalidades" com relação as "faltas cometidas", entende. Quando ele te desonrar você vai deixar ele falando sozinho seja onde for, inclusive no púlpito, se for o caso. Se ele gritar com você, irá admoestá-lo com educação , mas com veemência, e assim por diante, só estou dando um exemplo.
Compre um livro chamado "Limites para o casamento", encontre-o pela internet, leia e pratique com seu marido. Se tudo isso for infrutífero, avise-o que o próximo passo será separar-se dele. Tudo que você disser que fará, acontecendo a falta, faça o que prometeu. Isso não quer dizer que irá se divorciar, mas sim, separar para corrigir , pois foi assim que Deus fez com a Israel adúltera.
Mantenha sua fidelidade e integridade, e num próximo passo leve este teimoso ao médico, pois impotência tem cura.
Deus te abençoe e te guarde. Fique com Deus , fique em família.
Com carinho, um pastor pecador que precisa do perdão de Deus e da esposa, Ismael.





 =============================================================

 Quer levar o Casados em Cristo em seu Evento de Casais ou família? Ligue 14-33461588 ou casadosemcristo@hotmail.com

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sou pastora, meu marido incrédulo e alcoólatra, estou sozinha,me ajude.

Aconselhamento por  Pastor Ismael Roselei de Carvalho.


Sou pastora de uma igreja independente há anos,.fui ungida por um pastor  que hoje  já não esta nos cobrindo mais. Meu marido não se converteu ainda, é alcoólatra, já me agrediu muito e todos às vezes sempre o perdoava...mas chegamos numa situação que ao ser agredida, também o agredi, coisa que nunca queria ter feito.Mas tentei ainda estar com ele acreditando sempre que ele iria parar com a bebida, mas continuou.sempre me colocou fora do quarto e eu engoli por muito tempo isso.Como uma mulher de Deus tentei levar por uns tempos ainda esse convívio no mesmo quarto mas não suportei mais seu cheiro..suas investidos para fazer sexo e então hoje  durmo em outro quarto com meu filho adotivo.Ele sempre diz que eu sou má porque não o aceito mais...mas isso tem sido mais forte do que eu...me sinto muito explorada por ele na minha vida .A única forma que vi que era menos doloroso estar com ele dormir em quartos separados.Pastor, está muito difícil tudo. Não posso mostrar a ninguém da minha igreja...meus familiares todos  sabem. e isso me deixa constrangida,porque pareço ser uma falsa profeta.Me ajude, não sei o que fazer.Aliás nunca fomos verdadeiramente pastoreados.Quando um pastor falava comigo sempre dizia que eu tinha que ser sabia, enfim, mas nunca aconselhou-nos juntos ou seja com ele.São 38 anos de "casamento", que nunca foi verdadeiramente casamento.Pastor  sou extremamente maltratada. Me ajude em orações e com conselhos.

Resposta:

Pastora, paz em sua casa.

Bom , você é casada com um homem incrédulo que te maltrata, chegando as raias da violência física, e ainda, é um beberrão, e nisso tudo você não consegue ter vida sexual com ele e já está dormindo em quarto separado.

Na verdade você já está separada dele emocionalmente e até fisicamente, só estão morando debaixo de mesmo teto, e não estão compartilhando o mesmo quarto.
Vou te dar um conselho, às vezes nós pastores sofremos com algum problema e nos isolamos tentando assim proteger a nossa vida íntima, porém, quando a dificuldade é passageira isso até funciona, porém, quando a coisa é demorada, é constante, está sempre se repetindo, então, isso já não dá mais certo.
Creio que deveria abrir o seu coração com a sua comunidade, conversar com a liderança , expor o problema que está passando e quando fizer isso, descobrirá que todos já sabiam , só não falavam em respeito à você.

Quando confessar com eles a sua dor,  os trará para o seu lado, serão irmãos que estarão orando por você, sofrendo junto, e diga-lhes que fará mais uma tentativa em oração e jejum e pede o apoio deles nisso também, porém, se a coisa permanecer como está você irá se separar dele, inicialmente sem documentar essa separação, será apenas para fazê-lo refletir sobre a necessidade de uma libertação do álcool. E depois disso, como último recurso, você entrará com o divórcio, pois você não foi trazida ao mundo para apanhar de marido alcoólatra.

Fazer assim é melhor do que não falar nada, não deixando ninguém saber, aí um belo dia você diz à igreja quer se separou, então ficará sem o respaldo deles e perderá o seu ministério naquele local.

Quanto ao respaldo bíblico você tem, pois ele é um incrédulo que agride você, não te abandona porque te usa, mas que na verdade ama a cachaça, tão somente. Abandonada você já está. Você leia I Co 7 combinado com I Tm 5.18 e confirmará que tem razões bíblicas para um divórcio, como um último recurso. 

Casamento para existir como aliança exige mutualidade, um cuidando do  outro, exige vida sexual, exige companheirismo, exige sacralidade, e essas características não são encontradas no seu casamento, portanto, ele já não existe. 

Mas tem um detalhe, se ele não se converter, mas se tratar do alcoolismo, então você não deve deixá-lo, deve amá-lo e respeitá-lo e quem sabe ganhá-lo para Deus sem muitas palavras.

Antes de qualquer coisa, ofereça a ele uma internação em uma clínica de tratamento de alcoolismo, e deixe claro que será uma chance que você estará lhe dando , coloque seriedade nisso, mostre que está decida a se separar se ele não buscar ajuda.

Tem pessoas que alegam que bebem porque tem muitos problemas, mas não é verdade, eles , geralmente, tem muitos problemas porque bebem, se largarem da bebida, os problemas se dissolvem na sua grande maioria.

Eu posso oferecer o contato com uma clínica que conheço, estive visitando o trabalho deles, e fiquei maravilhado, o responsável é o Pastor Samir, da cidade de Campo Grande-MS, porém você vai precisar mandar uma ajuda de custo, o que penso que seria um investimento que a igreja poderia oferecer a você.
Para maiores detalhes entre em contato com a gente, 14-33461588.

Pastora, meu carinho, meu respeito pela senhora, que Deus te abençoe e te guarde, que o bem de Deus chegue na sua vida também.








domingo, 2 de setembro de 2012

Sou pastor, minha esposa está com ciúmes da igreja, me ajude.



Não gostaria de me identificar, pois sou pastor há quase 4 anos e casado há cinco , e tenho um filha linda de 3 anos. Sou totalmente fiel a minha esposa e minha família. Sempre tive um ótimo relacionamento com minha esposa, inclusive , quando a conheci foi uma resposta de Deus a minha oração. Entretanto desde que me tornei pastor meu casamento tem indo de mal a pior, ela não me apoia, não me acompanha, Ja falou em separação varias vezes, e sempre joga na minha cara que eu só faço as coisas para os irmãos da igreja, que eu não dou atenção para ela, quando na verdade é ela que não que estar ao meu lado. Para ela a igreja é uma rival, ultimamente tenho deixado de aceitar convites para pregar fora e convites para louvar para ter mas tempo com ela, entretanto nem sempre é possível, sabe com é pastorear, na igreja sempre tenho que ficar tando justificativas por que ela não foi ou não veio, E agora alguns irmãos já estão percebendo um tristeza no meu rosto. Quando tenho tempo ela não me da atenção, só que saber de dormir. Nesses cinco anos nunca fui totalmente feliz no casamento, nunca tive uma surpresa “erótica”. Sempre a mesma coisa, sempre eu tenho que procura-lá. Agora para piorar a situação aos 31 anos de idade ela esta me deixando a perigo, pois esta se negando a ter intimidades comigo. Por favor me ajude com um palavra, orar eu já tenho orado a cinco anos. Conversar tem sido inútil, semana passada ela me ameaçou de ir embora cansado de humilhação eu disse a ela que se ela fosse no dia seguinte faria dois dias. Ai ela ficou sem falar comigo e foi para a casa da irmã dela, eu peguei e nem telefonei para ela, no outro dia quando cheguei do trabalho, ela estava em casa, mas não quis ir ao culto, levei minha filha e fomos, Quando voltei ela estava diferente, a noite tive momentos que a muito tempo não tinha, na hora “H” ela até disse que queria um filho. Passamos uma semana maravilhosa até acreditei que ela estava mudada, mas sem mais nem menos ela mudou de repente e agora ela não quer nem me abraçar. Sinceramente não sei mais o que fazer? Sempre fala que ela é muito egoísta, só pensa nela. Afinal eu tenho sentimentos, eu tenho desejos, e eu não quero me separar sempre falo para ela que o que eu assumi no altar diante de Deus, no dia do casamento foi verdade e eu estou disposto a cumprir. Ja procurei falhas em
mim logico que tenho, mas posso garantir que eu sou um bom marido, um bom pai, fiel, temente a Deus, Tudo que ele precisa financeiramente dentro das condições eu faço recentemente agora eu gastei mais de 3 mil para ela tirar habilitação, to pagando ainda no cartão mas parece que ela não reconhece nem valoriza o que eu faço para ela.

Por favor preciso muito de uma ajuda.

Resposta:

Irmão querido, paz seja convosco;

Pelo que você diz ela tem um ciume difuso, não de uma pessoa , mas da igreja e já que tentou conversar, mas sem sucesso. Irmão, isso é fruto de uma insegurança, é um medo irracional que ela tem de te perder, ela não quer dividir você com ninguém. É possível que ela tenha tido alguma experiencia de perda que, agora, está afetando a vida de vocês. Penso que uma das maneiras de você ajudar um ciumento, é elevando a sua auto estima, é promovendo, encorajando, não dando razões para a desconfiança. Então, encontre um ponto de equilíbrio entre o servir a igreja e estar com ela, mas sempre faça coisas que eleve a sua auto estima, mesmo quando estiver na igreja ou em algum lugar, lembre-se dela, ligue, converse um pouco, confirme o seu amor, faça declarações a ela, e quando voltar traga um presentinho, faça coisas que gerem tranquilidade no seu coração.Evite falar muito da igreja, e quando ela estiver junto de você honre-a na presença dos irmãos, deixe claro que o amor que você tem para com a igreja não concorre com o amor conjugal. Tire uns momentos com ela para orarem juntos, e nessa oração vá ministrando cura no coração dela, mais de uma forma delicada, sutil, dizendo palavra agradáveis e estimulantes. Comece a entusiasmá-la para o ministério, diga-lhe que ela é importante para o Reino de Deus. Não seja afetuoso com ela somente na hora do sexo, mas demonstre o seu amor mais vezes dando-lhe assim segurança.Uma de nossas filhas adotivas, ela ao ver outras crianças chegando em casa para adoção começou a ter resistência, um ciume de suas coisas, seus objetos pessoais, roupas e mesmo sentindo ciumes de nós enquanto pais.Então conversei com ela, deixei claro que independente de quantos filhos adotivos Deus nos der, ela vai continuar sendo o meu “xodo” ( uma forma de tratamento carinhoso que lhe sempre lhe dediquei) e que em nossos corações há espaço para muitos, não vai lhe faltar amor . E a partir daí começamos a sair com ela para passearmos , só eu e ela, e as vezes, ela e e mãe, e nesses passeios tomamos um sorvete, compramos alguma coisa que ela goste, um presentinho e já temos visto mudanças. Como ela é a maiorzinha entre as adotivas, nós  não a levávamos na escola e nem buscávamos e passamos agora a fazê-lo. Quando ela menstruou com 10 anos, eu lhe dei flores, quando foi no mês seguinte, ela esperou por mim para me contar que havia menstruado novamente, e assim ela vai se superando. Colocamos fotos dela junto conosco na casa, e tomando o cuidado para não despertar nada errado no coração dos demais. Querido, busque sabedoria em Deus e você vai vencer, essa crise vai passar, mas é assim, faça ela crescer com você em todos os sentidos, espiritual, social, e culturalmente, não a deixe para trás, ela não pode ver o teu ministério como uma ameaça.Ore por ela com imposição de mãos, quando ela estiver dormindo faça carinhos nela, em algum momento ela vai acordar e “flagrar” você fazendo carinho e vai adorar. Mas não toque nela com apelo sexual, não, apenas toque com afeto.Observe uma roupa que ela tenha usado para sair você e espere uma semana e diga que ela estava muito bonita naquele dia, peça para ela colocar de novo, você vai ver, ela vai se desmanchar. Não sei se na sua denominação tem pastoras, mas se tiver, diga nas orações para que ela ouça que você a quer no pastoreio, junto de ti. Não a trate como a “mulher do pastor” pois ela tem nome, isso dá significância a vida . E antes de tudo, coloque tudo diante do Pai em oração e creia que Deus é contigo. Um abraço fraternal.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sugestão para evento do grupo de casais .

Quero deixar para você pastor ou líder de casais uma sugestão de evento gostoso de ser feito, que mobiliza toda a igreja, sem grandes custos e com resultado espiritual e relacional tremendo.

NOME DO EVENTO: Renovação da Aliança Conjugal.
LOCAL: No templo, igreja.
DIA DA SEMANA: Culto de domingo.
ENVOLVIDOS: Todos os casais da igreja, os casados, os amasiados, casados em outras religiões.
PROPÓSITO: Renovar os votos e promessas feitas no enlace matrimonial. Para quem é amasiado é a oportunidade de corrigir diante de Deus esta falha.Pode-se, inclusive, ser feito algum trabalho para custear casamento em cartório se for o caso, ou ainda, orientar os casais mais pobres, visto que o casamento no cívil é gratuíto para estes casos.
PARTICIPAÇÃO: Toda a igreja deve participar como testemunha, como se faz em um casamento.
COMO FAZER ?:
-Prepare a arrumação da igreja, adorne-a com flores, tapete nupcial, músicas apropriadas, fotógrafo e quem sabe até alguém para filmar.
-A mensagem deve ser de casamento mesmo, temos um sugestão neste link: http://casadosemcristo.blogspot.com/2009/05/mensagem-para-ceremonia-de-casamento.html
-Os casais fazem a entrada, marido e mulher juntos e se postam diante do Pastor que ministrará a eles.
-Não esquecer das bençãos das alianças, motivos os casais a usarem uma.
-Os votos ou promessas podem ser impressas em um papel melhor e entregue a eles para que emoldurem e coloquem em lugar de destaque em suas casas.Abaixo um modelo que usamos em nossa igreja:

Renovação da nossa aliança conjugal

Minha esposa, hoje eu quero reafirmar a nossa aliança conjugal.

Diante de Deus, da nossa família, e das testemunhas aqui presente, eu prometo ser fiel a você em todos os momentos da nossa vida, na fartura ou na escassez, na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, serei o seu protetor, amarei você com toda a força do meu coração, farei o que for preciso para que o nosso amor esteja sempre guardado e para que você esteja bem. Prometo ser um bom pai para os nossos filhos e um homem de valor. E para tanto empenho aqui a minha palavra e a minha honra, com a ajuda de Deus.   Assinado: Seu marido.
 


Meu marido, da mesma forma, diante de Deus e destas pessoas aqui presentes, eu prometo a você, o meu amor, a minha fidelidade, e que me empenharei para ser a companheira que você deseja, estarei ao seu lado quer nos momentos bons ou naqueles mais difíceis; serei a pessoa com quem você poderá contar sempre; prometo a você o meu respeito e a minha admiração, e para isso, empenho aqui a minha palavra e a minha dignidade, na força e no poder de Deus.Assinado:Sua esposa.

Agosto/2010

Fizemos este trabalho na igreja e foi muito emocionante, algumas mulheres sonhavam com isso, outras queriam ouvir o marido renovar os votos, enfim, foi um choro só, e certamente, a benção de Deus veio sobre eles. Houve alguém que disse que nem se lembrava mais o que disse quando se casou.

Faça uma festa na igreja, se houver recurso, presenteie com um bolo e guaraná para todos.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Material para liderança de casais.

Esta apostila contendo lições para você realizar um seminário de casais chegou em minhas mãos , não é de autoria do nosso ministério, porém muito interessante. Se você é lider de casais dê uma olhadinha neste link abaixo:

http://www.4shared.com/document/3_wnSFx2/80683-Seminario-Casais-I.html

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Dnâmicas de Casais

Material para líderes de casais: Dinâmicas


Distribua aos casais uma folha com a lista , uma para o marido e outra para a esposa. Peça que assinalem as mudanças que esperam de seus cônjuges, individualmente. Você pode pedir para um casal voluntário ler os seus pedidos de mudanças, aquilo que desejam que aconteça na vida do outro. Sugira que eles se comprometam em atender aquele pedido.

Esta lista foi encontrada no livro de Gary Chapmam, “Como mudar o que mais irrita no casamento”.

Mudanças que eu gostaria de ver em minha esposa.


Não se irritasse tanto com nossos filhos.

Falasse mais sobre seus sonhos e medos.

Passasse trinta minutos por dia conversando comigo.

Mantivesse a escrivaninha organizada.

Não fizesse faxina e limpeza quando eu estivesse em casa.

Fosse mais segura quanto à aparência e estivesse disposta a usar uma roupa mais "sexy" de vez em quando.

Parasse de falar do passado.

Parasse de tentar controlar meus pensamentos e minhas ati¬vidades, ditando-me ordens.

Não se preocupasse tanto.

Não agisse como se fosse minha mãe (lembrando-me, por exemplo, de escovar os dentes).

Visse o que é positivo em vez de olhar apenas o negativo.

Respondesse às minhas perguntas com uma frase afirmati¬va ou negativa, e não com outra pergunta.

Expressasse com palavras sua admiração por mim.

Expressasse com palavras que se sente atraída por mim.

Lavasse e limpasse o carro toda semana.

Conversasse comigo.

Arrumasse a bagunça que faz.

Começasse a se aprontar mais cedo para chegarmos pon¬tualmente aos compromissos.

Descansasse e aproveitasse a vida um pouco mais (assistisse à televisão comigo, por exemplo).

Tomasse a iniciativa de ter sexo quando estivesse a fim, pois estou quase sempre a fim.

Parasse de me criticar diante de nossos filhos.

Guardasse suas roupas, em vez de deixá-las jogadas no chão.

Não fosse tão crítica.

Mantivesse o carro mais limpo.

Freqüentasse uma academia de ginástica e entrasse em forma.

Aprendesse a dormir com a luz acesa para que eu pudesse ler.

Tivesse mais consciência dos problemas de saúde relaciona¬dos a seu peso.

Acabasse com parte da tralha que acumulamos em casa.

Realizasse as tarefas da casa de maneira mais sistemática.

Tivesse disposição de ajudar-me a ensinar aos filhos o valor do trabalho.

Permitisse que eu cozinhe com mais freqüência.

Não ficasse irritada o tempo todo, mas fosse mais paciente comigo e com as pessoas.

Tivesse mais desejo sexual.



Controlasse melhor os animais de estimação.

Perseverasse em suas metas, apesar das dificuldades.

Fosse mais gentil ao falar comigo e a respeito das pessoas.

Permitisse expressar minhas opiniões, mesmo não concor¬dando comigo.

Não questionasse minhas decisões em áreas que não são a especialidade dela, como a compra de pneus para o carro, por exemplo.

Tivesse mais intimidade comigo na cama.

Elogiasse meu trabalho e me dirigisse palavras positivas todos os dias.

Parasse de me rebaixar.

Não tivesse uma atitude tão crítica e superior em relação a mim e me desse mais apoio.

Não exigisse tanto de si mesma, em casa, no trabalho, na igreja.

Não me interrompesse quando discutimos um assunto.

Desenvolvesse o hábito de me beijar todas as manhãs quan¬do saio para o trabalho.

Aprendesse a discutir questões difíceis sem se pôr na defensi¬va e sem interpretar meus comentários como críticas pessoais.

Massageasse minhas costas três vezes por semana.

Fosse a um café comigo.

Não pegasse no sono enquanto estou falando com ela.

Tivesse mais tranqüilidade em deixar alguém tomar conta das crianças para podermos sair e nos divertir juntos.



Mudanças que eu gostaria de ver em meu marido

Conversasse comigo todas as noites por dez minutos.

Limpasse a garagem e a mantivesse em ordem.

Saísse para caminhar comigo todas as noites.

Assistisse menos ao canal de esportes.

Não acelerasse o carro de 0 a 100 km/h em 8 segundos quando está irritado.

Tivesse disposição de me ajudar com o banho dos filhos.

Conseguisse aceitar algumas de minhas sugestões. Ele é mui¬to sensível a qualquer comentário de minha parte que não seja totalmente positivo.

Não pegasse no sono enquanto estou falando.

Tivesse a iniciativa de me convidar para sair com ele uma ou duas vezes por mês.

Parasse de fumar.

Parasse e me desse total atenção (deixasse o jornal, palavras cruzadas, etc.) quando estou tentando falar com ele.

Não procrastinasse. Seu lema é "amanhã eu faço".

Expressasse quanto gosta de mim e daquilo que faço. Brincasse mais com as crianças.

Parasse de empilhar papéis na mesa ou os organizasse com freqüência.

Criticasse menos meu trabalho em casa.

Parasse de espalhar coisas por toda casa, deixando uma tri¬lha de bagunça por onde passa.

Pensasse mais naquilo que é importante para mim.

Gastasse nosso dinheiro com mais moderação e planejasse comigo um modo de pagar as dívidas.

Ajudasse a arrumar a bagunça na casa, em vez de me mos¬trar a necessidade de fazê-lo.

Dedicasse dez minutos por dia para lermos a Bíblia e orar¬mos juntos.

Perguntasse como ele pode ajudar no serviço da casa.

Permitisse que eu expresse meus sentimentos sem reagir com raiva.

Fosse mais gentil ao falar comigo.

Desligasse a TV e conversasse comigo por alguns minutos.

Fizesse exercícios comigo e tentasse entrar em forma.

Limpasse o pára-brisa e as janelas do carro.

Parasse de assoar o nariz durante as refeições.

Conversasse comigo antes de tomar decisões. Gostaria de ser sua parceira e formar uma equipe.

Guardasse os sapatos dele no armário.

Fosse para a cama comigo para que pudéssemos conversar e fazer amor.

Demonstrasse esforço em falar corretamente. Ele costuma usar tempos verbais incorretos, algo que o faz parecer igno¬rante quando, na verdade, é extremamente inteligente.

Aprendesse a ter boas maneiras à mesa.

Respeitasse minha necessidade de ter um pouco de tempo para ficar sozinha. Ele é maravilhoso e prestativo, mas pre¬ciso de um pouco de privacidade.

Elogiasse aquilo que faço e minha aparência; me encorajasse.

Guardasse as coisas quando termina de fazer algo na casa.

Parasse de superproteger as filhas (de 18 e 20 anos). Elas precisam enfrentar as conseqüências de suas escolhas.

Dedicasse a mim o mesmo tempo, a mesma energia, o mes¬mo amor e a mesma devoção que dedica ao trabalho e aos exercícios físicos. No fim do dia, tenho a impressão de que fico apenas com as sobras.

Colocasse o braço em minha cintura e segurasse minha mão quando andamos juntos.

Tivesse a iniciativa de me convidar para sair com mais fre¬qüência.

Cortasse a grama do jardim antes de parecer uma selva.

Deixasse de dizer palavrões quando fica com raiva.

Dedicasse tempo a Deus, a mim e a nossos filhos.

Viesse a mim, me abraçasse e me tocasse, mesmo que não terminasse em sexo.

Assumisse a responsabilidade de lidar com as finanças.

Encontrasse bons amigos ou atividades que lhe dessem algum tempo de lazer longe de mim. Dessa maneira, eu poderia passar tempo com minhas amigas sem me sentir culpada.

Ganhasse o suficiente para eu não precisar trabalhar tempo integral.

Olhasse em meus olhos atentamente e conversasse comigo por mais de cinco minutos.

Tomasse meu partido ou me defendesse diante dos pais dele.



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sugestões de atividades de um grupo de casais.

Outras atividades que poderão ser desenvolvidas através do ministério de casais local:


. Cultos nos lares dos casais novos convertidos ou casais com problemas

. Retiro Anual

. Consagração com todos os casais

. Vigílias

. Passeios em parques, clubes, outras cidades

. Intercâmbios com outros ministérios de casais

. Serenatas

. Realização de casamentos de irmãos menos favorecidos (amasiados).

. Realização de bodas de prata ou Ouro.

. Realizar ação social entre os casais necessitados.

. Cultos de bebê

. Encontro e chá para mulheres.

. Encontro só de homens

. Gincanas

. Comemorações de datas importantes

. Coral ou conjunto de casais.



chefe ou líder?

Há uma enorme diferença entre ser um líder e um chefe, veja algumas delas:


·O chefe acredita que sua função é empurrar as pessoas adiante; o Líder Servo acredita que deve dar o exemplo e apoiar as pessoas que querem segui-lo. “porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros. Lucas 6:44 ·


O chefe acredita que seu papel é dar ordens; o líder Servo acredita que o seu papel é demonstrar na prática o fundamento da prática de servir o próximo. “Quem quiser tornar-se entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será o servo de todos.” Marcos 10:43 ·



O chefe acredita que sabe as respostas; Líder Servo acredita que deve levar as pessoas a se questionar sobre as suas perguntas. “São seus olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhes forem bons, todo o teu corpo será luminoso, se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão. Mateus 6:22 ·



O chefe acredita em resolver problemas e tomar decisões; o Líder Servo acredita em facilitar a resolução de problemas e a tomada de decisões por parte dos outros sendo o exemplo. O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo, acima do seu senhor. Basta o discípulo ser como o seu mestre, ao servo como o seu senhor. Mateus 10:24 ·



O chefe acredita que sua função é apontar erros; o líder servo acredita que sua função é celebrar o aprendizado. Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração. Mateus 11:29

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Cursos para líderes de casais.

Alguns links interessantes para líderes de casais.

http://www.udf.org.br/blog/?p=1164 - Universidade da Família - CURSO para capacitação de casais que tenham chamado para o ministério.

http://www.minacq.com.br/site/conhecaominacq/projeto-nacional.html - Ministério Nacional de Casais da Igreja do Evangelho Quadrangular, com estudos e instruções para implantação de um curso "Escola Conjugal", perfeitamente adaptável para qualquer denominação. Ali você encontra as fases de implantação, com vídeo instrução e muito mais coisas boas.



domingo, 21 de março de 2010

A família do Líder espiritual.

Por: Osmar Ludovico
A família do lider ou pastor.Ela está em segundo plano?

É comum encontrarmos líderes e pastores evangélicos vivendo duas realidades bem distintas uma da outra. De um lado um ministério público bem sucedido e conhecido, por outro uma vida familiar e afetiva fragmentada e desestruturada. Por trás de pastores queridos e admirados por suas congregações, sofrem esposas mal-amadas e filhos carentes.

A fé cristã, em especial para os pastores, tem se tornado institucional, pragmática, técnica, racional, ativista e profissional. Quando isto acontece, olhamos somente o desempenho e os resultados do ministério e nos distanciamos dos vínculos, da intimidade, dos afetos e da relacionalidade.

Famílias não são perfeitas. Sabemos que existe um ideal e uma busca por santidade que não podem ser menosprezados na caminhada de fé, no entanto, uma ênfase numa vida sem falhas, sem derrotas, sem sofrimento, contrasta com o relato bíblico dos homens que Deus usou. Ser uma família extraordinária, feliz o tempo todo e sem problemas é um fardo difícil de suportar e tem dois destinos previsíveis: a frustração e desilusão ocasionadas pelo abismo entre o discurso e a prática, ou então a hipocrisia e a espiritualização que escondem e disfarçam o erro. E como é difícil para os pastores exporem seus erros e suas fraquezas. Sem ter com quem compartilhar, suas crises e problemas tendem a fi car mais agudos e ao mesmo tempo mais escondidos e camuflados.

A família de um pastor é também humana, sujeita aos desencontros, às crises pessoais e relacionais. Pastores não vivem emocionalmente bem as vinte e quatro horas do dia, sete dias por semana. Esposas de pastores não possuem todos os dons e virtudes e seusfi lhos não se comportam de maneira perfeita o tempo todo.

Basta ser uma família comum, humana, capaz de celebrar, afirmar e nutrir o que há de bom, aceitando, perdoando e sendo paciente com suas ambigüidades e ambivalências. Família que reflita a graça de Deus, onde a exigência da perfeição, com seu legalismo acusador e cobrador, dê lugar ao amor paciente e benigno e ao perdão restaurador e terapêutico.

São muitos os pastores cuja fidelidade à Palavra, zelo por Deus, entusiasmo na sua vocação e dedicação ao ministério são dignos de apreciação e reconhecimento. Tornam-se, no entanto, desprovidos de amor e de carinho, e sua esposa e filhos sofrem não somente com suas prolongadas ausências, como também pela pobreza de suas demonstrações de afeto e ternura.

O resultado é uma separação entre o ministério público e a família. Muitas pregações, muitas viagens, muitas platéias, muitos compromissos eclesiásticos e ao mesmo tempo um distanciamento gradativo e progressivo da experiência de uma alma apegada a Deus numa relação de afeto, de amor e de intimidade. E como conseqüência também um distanciamento gradativo e progressivo da experiência de uma relação familiar baseada no vínculo, na ternura, no respeito, na admiração e na comunhão.

O itinerário espiritual mais difícil de nossas vidas de pastores é o que vai do isolamento e do ativismo à comunhão com Deus, conosco mesmo e com o próximo. Para sermos reconhecidos, admirados e aceitos, mergulhamos no afã pragmático de encher nossas igrejas e manter o povo animado e ativo. Quanto mais atividade e mais agitação, mais nos tornamos estressados e impessoais. Vivemos nossas vidas no ativismo religioso e nos tornamos maridos cansados e calados para nossas esposas e pais ausentes e indisponíveis para nossos filhos. O pastor bondoso e dedicado que a igreja conhece não combina com o marido e o pai em casa. Famílias que sofrem, e sem contexto para se abrirem, escondem suas frustrações sob máscaras de desempenho religioso.



É o Espírito Santo que nos leva a ter a coragem de sair de nossos pedestais e papéis religiosos para reconhecer que temos relegado nossas famílias ao segundo plano. Nossas esposas e nossos fi lhos têm se tornado tão simplesmente coadjuvantes de uma peça onde nós, pastores, somos as estrelas que brilham. Arrependimento é a desconstrução desta maneira irreal de viver e a coragem para buscar o amor, a intimidade, o afeto e vínculo, restaurando de forma saudável a relação marido/esposa e pais/filhos.

Extraído do site da Sepal: http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=viewnews&id=7672
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...