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sábado, 2 de novembro de 2013

Canais Casados em Cristo na internet


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Meu marido quer ser pai, eu não quero ser mãe, mas temo estar errada.

Pastor Ismael,

A Paz do Senhor.

Acompanho o seu blog a mais de um ano, quando conheci o blog Casados em Cristo por causa de uma crise que meu casamento na época de quase 17 anos estava passando.
Passei a ouvir a rádio momentos com Jesus do Pr. Edson Poujeaux e muitas de suas orientações lidas por ele me ajudaram a mudar algumas atitudes que estavam destruindo meu casamento.
Mas graças a Deus superamos e hoje estamos firmes juntos e nos caminhos do Senhor.
Meu dilema hoje é outro. Estou casada agora já a quase 18 anos (completamos em dezembro), mas desde muito nova sempre tive a certeza que não queria ser mãe. E assim optei por isso. Quando me casei conversei com meu marido a respeito desta opção minha e como ele já era pai de 3 filhos, achei que não poderia ter feito escolha melhor, já que nunca poderia ser acusada por ele de privá-lo de ser pai. 
Só que de uns tempos pra cá, tenho sentido que ele tem muito desejo de ter um filho comigo. Ele não cobra, nunca cobrou, respeita e muito minha opinião, mas depois dessa crise que tivemos ele tem deixado transparecer essa vontade. 
Não sei o que fazer. Temos uma situação financeira bastante estável, nós dois trabalhamos muito e tenho hoje 41 anos e ele 52, e mais do que nunca não sinto nenhuma necessidade de ser mãe. Será que estou pecando por não atender o desejo do meu marido? Tenho muito medo de estar errada, mas também tenho muito medo de ter um filho pra atender o desejo dele e ser uma péssima mãe por não ser esse um desejo meu.

Irmã, paz.

Vou responder atentando para a questão no seu  lado espiritual e de família, e vou me abster de responder com relação a saúde, se convém ou não, preferindo que procure um profissional médico para se orientar.

A maternidade é algo que Deus colocou no coração de Eva, ser mãe é um sentimento natural da mulher, entretanto, temos casos como o seu onde você não se despertou para  esse papel social.
Voltando ao início, nos planos de Deus consta que o casal deixaria pai e mãe e se uniriam sexualmente e teriam filhos como um sinal de benção, e que juntos, o casal governaria a terra criada por Ele em representação ( Salmo 8).

 Nesse início do homem da terra, alguns poderosos, dominadores de grandes regiões de terra, costumavam colocar suas imagens, as estátuas, nos limites do seu território, como um aviso, algo como que a dizer, essa terra tem dono e os olhos dele estão por todo o lugar. Imagino que essa ideia é originária de Deus, pois, quando o casal gera filhos para ele, a terra vai se enchendo de gente boa, gente santa, então, os ímpios e rebeldes olham para essas pessoas e seus pensamentos são remetidos a Deus Criador, Dono do Mundo, Senhor dos Senhores, entendeu? Nós somos a imagem de Deus na terra, os seres que revelarão Deus aos demais pela presença, pelo amor, pela forma de viver e pelo seu relacionamento com o Criador.
E assim, mesmo hoje, o Senhor espera  que o casal gere filhos para serem conforme sua imagem e semelhança moral, e espiritual também. Os irmãos católicos entendem que quando nós usamos alguns meios contraceptivos não naturais, estamos trabalhando contra Deus, uma vez que a vontade de Deus é de que os filhos Dele, gerem filhos para Ele, que os ensine os seus  caminhos, que façam dos pequenos uma geração de homens de bem. Eu sempre penso a terra povoada por gente temente, todos eles, e os filhos seguindo os passos dos pais, sempre em busca de relacionamento com Deus em santidade. Não seria algo tremendo? Pois é, isso faz parte do projeto Divino de restauração da terra.
Por outro lado, fico imaginando como seria viver sem filhos, sem uma história de família, sem descendência, sem continuidade. Um dia vamos envelhecer e precisaremos ter algo para onde olhar e ver que valeu a pena viver, e os filhos, representam isso, é a herança que Deus nos dá e eles são, invariavelmente, motivo de alegria, razão  para se viver, incentivo para se lutar. Agora, sem eles, eu não sei como seria, mas temo que o final da história de alguém possa ter páginas em brancos, como algo que faltou. Alguém olha e vê suas realizações, suas conquistas, vitórias, mas e daí, vai ficar tudo aqui, estranhos é que usufruirão de suas realizações.  Já no caso de filhos, a pessoa olha para as obras de sua mão e fica admirado de si mesmo, e olha para os filhos e agradece, pois sabe que eles são milagres, são presentes celestiais, e mais, tem a convicção de que haverá um momento de reencontro e a morte já está vencida.
Querida, eu e a Cleire tínhamos dois filhos, depois algumas coisas foram acontecendo, nossos filhos já eram moços, e de repente Deus começou enviar crianças para nosso lar, vieram três, cada a seu tempo, com sua própria história de vida, de sofrimento, e de necessidade de um pai e uma mãe. Nós poderíamos ter dito: "Olha Deus, nós já criamos os nossos, agora vamos aposentar, vamos solidificar nosso patrimônio, nossos bens, vamos gozar a vida a dois, vamos ter novas luas de mel e pronto, é isso que queremos."  Mas não foi assim conosco, tivemos um sentimento que antes mesmo de amar aquelas crianças que estavam entrando em nossas vidas, nós já amávamos Deus , e quem ama Ele, também ama os filhos Dele, e aquelas crianças eram marcadas  para um propósito, e nós não poderíamos recuar, dize não, seríamos tão somente mais um a rejeitar a quem o Senhor amava, e então, estamos aqui, ajudando, cooperando com o Senhor, ensinando os pequenos para que eles cresçam e sejam úteis no propósito  de Deus.
O Brasil, um país com quase cinco mil crianças prontas para a adoção, e estão aí, nos orfanatos, como mercadorias à espera do comprador. Essas crianças são filhos de Deus, e me perdoe, não quero ser agressivo, mas onde estão os casais que dirão sim para o Senhor , quem irá por Deus?  Onde estão aqueles que dizem e cantam a pleno pulmões nos templos a canção que diz: "Usa-me, Senhor, como um farol que brilha a noite, como pontes sobre as águas, como um abrigo no deserto, usa-me, Senhor" , onde estão estes casais que ali se emocionam e choram rios de lágrimas?

Alegremente contamos os nossos números, nossas conversões , o crescimento evangélico no Brasil é fabuloso, mas onde estão os pais adotivos para essas crianças?
Sabe qual é o problema? Nós pensamos assim: -“precisamos de uma criança para a nossa família”, e a partir desse pensamento procuramos uma criança bonita, loura, de pele clara, saudável, com um DNA não muito ruim para não dar problemas mais tarde. A criança deve se encaixar, deve caber naquela família. Esses somos nós, povo de Deus.
Seria melhor pensarmos de outra forma: “Precisamos ser uma  família para essa criança”, pois quando pensarmos assim, não ficaremos escolhendo tanto a “mercadoria”, e iríamos logo nos oferecer para ser a  família que aquela criança precisa, porque a família cristã está pronta, ela se encaixa certinho na vida de um pequeno.

Deus não precisa, mas quer usar famílias cristãs para que adotem essas pequenos, para que lá na frente quando alguém conhece-los, se lembre do Senhor, tamanha a beleza, o brilho e a presença Divina em suas vidas.

E para finalizar, não creio que você consiga ser uma péssima mãe, pois você é uma filha de Deus, não tem jeito, e quanto ao seu marido, seria uma alegria e tanto para ele, pode ser o recomeço que um homem de cinquenta  anos precisa.

Sabe irmã, eu contei a minha história, e essa pode não ser a sua história,  à principio. Contudo, pode ser que Deus esteja preparando vocês, para que a sua história seja parecida com a minha história. Quer uma resposta de Deus? Certifique-se do  querer Dele nessa questão. Faça uma visita em três orfanatos e depois me conte o que aconteceu com o coração que não quer ser mãe.

Ah, continue ouvindo a Rádio Momentos com Jesus, o Pastor Edison Poujeaux, um grande pai, ele vai contaminar vocês dois.

Abraços, Pastor Ismael e Pastora Cleire.


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Depois de um adultério, como recomeçar a vida?

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.

Um novo relacionamento, mais forte que antes.

 O conflito provocado por um adultério não é desejável, claro que não, mas pode se transformar numa oportunidade para fortalecer o relacionamento, tornando o melhor que antes. 
Os estudos mostram isso, que casais que se perdoaram, que decidiram continuar juntos, passaram por mudanças comportamentais profundas de maneira tal que o amor deles cresceu, o relacionamento ficou melhor do que já foi. Questão de sabedoria! Isso é ser mais que vencedor. Quando essa crise eclode é hora de tomar decisões, provocar mudanças, quem sabe uma quebra de rotina, um investimento no companheirismo, presença, carinho, sexo, etc.
Alguns apostam em viagens, e de fato os passeios fazem bem para o casal, mas veja o que diz a psicóloga Maria Claudia Lordello:

"Um passeio diferente não é capaz de operar milagres, são as atitudes que precisam mudar, senão fica difícil resgatar as coisas bacanas do início do relacionamento.”

Percebe, é preciso mais do passeios, viagens, é preciso tratamento com base no perdão , no amor, mas também no confronto, é preciso expor a ferida para depois curá-la.

Outros casais tentam superar sem muito critério e passam a viver em brigas, contentas, ofensas e agressões verbais. Eles se separam e voltam por diversas vezes, e  as brigas passam a fazer parte do cotidiano deles. e não raras vezes eles  se acomodam num relacionamento não muito bom, cheio de feridas abertas, que vez ou outra volta a doer.
No tratamento,  velhos erros tem que ser banidos da nova convivência, aquele que não prestava contas passe a fazê-lo; quem mentia não minta mais; quem se comportava como solteiro, faça coisas juntos; quem não valorizava o desejo sexual do outro, passe a se importar mais, e assim por diante. 

Nessa hora, toda paciência, misericórdia e perseverança será necessária, é um tempo de luta e de trevas, então se apegue-se  as verdades de Deus, e ele nos diz:

"Quanto ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes. Não retribuam mal com mal, nem insulto com insulto; ao contrário, bendigam; pois para isso vocês foram chamados, para receberem bênção por herança." 1 Pedro 3:8-9

E o poeta diz: “Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou, o que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar". Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo. É renovar as esperanças na vida e o mais importante: acreditar em você de novo. Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado. Chorou muito? Foi limpeza da alma. Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia. Sentiu-se só por diversas vezes? É por que fechaste a porta até para os outros. Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora. Pois é! Agora é hora de iniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.” ...

Estive lendo a história de um adultério masculino onde a esposa não aguentou e acabou se separando levando consigo os filhos. O marido virou um trapo, se acabou mesmo, trancou-se em casa, mal comia, não tomava mais banho, não rendia no trabalho, foi se destruindo pouco a pouco. Um ano e sete meses se passaram e quando ele já não tinha mais o que perder, ela voltou para casa com as crianças. Então aquele homem, reescreveu suas prioridades e tornou-se um grande marido, um ótimo pai de família, uma referência para muitos. Mas para isso ele precisou passar pela dor, pelo arrependimento, e se propôs a mudar de vida, revendo seus alvos e as razões pelas quais lutaria à partir de então. Eles estão juntos e felizes, sua mulher diz aos amigos do casal:  “Meu novo marido é maravilhoso”. De fato ele se transformou num cara incrível e ela é hoje, uma mulher de sorte.


Quebrando laços de alma estabelecido pelo pecado.

A Bíblia diz que quando um homem se deita com uma mulher, mesmo uma prostituta, torna-se um com ela. Isso não quer dizer casamento, pois este, envolve outros requisitos como deixar pai e mãe, unir-se emocionalmente, fisicamente e espiritualmente com alguém, constituir uma nova família, gerar filhos como sinal da benção de Deus, e outros requisitos mais. Porém, quando o tal homem se deitou com aquela mulher, criou-se ali um laço de alma, sensação de pertencimento, uma afetividade natural, e a isso tem que ser dado um fim. É quando então, o envolvido no adultério, faz uma oração , uma conversa com Deus e pede que o Senhor purifique novamente o seu coração e sua alma, pedindo que seja livre de pensamentos de cobiça, que sentimentos sejam anulados, que haja uma negação de desejos, uma renúncia daquele momento de prazer, aceitando-o como um erro grave, um engano de alma, algo que não poderia jamais ter ocorrido.
Do contrário, as pessoas envolvidas podem manter um vínculo de amor ( ainda que maligno) e esperanças podem ser alimentadas, então, havendo arrependimento verdadeiro, faça novos votos de fidelidade e renuncie ao prazer pecaminoso.

Renovação dos votos.

No ato sexual adúltero, duas coisas aconteceram, a quebra da aliança conjugal e o estabelecimento de uma só carne com outra pessoa, ainda que perversamente.
A quebra dos laços de alma é algo interior e espiritual. É quando, diante de Deus, se renuncia a qualquer sentimento de prazer, de saudade, e não se permitir alimentar sonhos com relação àquela pessoa com a qual adulterou. Pede-se perdão a Deus, ao cônjuge ferido, e se possível ao parceiro de pecado, deixando claro que foi um erro que não mais se repetirá.

Esta renovação se faz necessária vez que a antiga aliança existente entre o casal  foi quebrada e agora precisa ser refeita. É um ato ritualístico, mas também espiritual e altamente moral, onde se faz promessas de amor, fidelidade, companheirismo, e compromisso. Na prática vejo isto contribuindo em muito para que a confiança comece a ressurgir em virtude que nela, renovação,  se verbaliza solenemente o que pretende fazer para o bem do outro, renovam-se as vontades.

Ela pode ser feita na igreja, no grupo de casais e mesmo em sua casa, na presença de amigos ou não.

Exemplo de renovação de votos.

Votos do marido:

“ Minha esposa, diante de Deus e das testemunhas aqui presente, eu prometo fidelidade a você, lealdade no dia a dia e benevolência constante, serei o teu protetor, te amarei com toda a força do meu coração e da minha alma, farei o que for preciso para proteger o nosso amor, e darei o melhor de mim para que estejas bem. Prometo envidar todos os meus esforços para que a paz faça morada em nosso lar. E para tanto empenho aqui a minha palavra e o meu nome, com a ajuda de Deus. “

Votos da esposa:

 “ Meu marido, diante de Deus e das pessoas aqui presentes, eu prometo a você o meu amor e a minha fidelidade, prometo que me empenharei para ser a companheira que você deseja. Nos momentos difíceis estarei ao seu lado, poderás contar comigo sempre, honrarei você com meu respeito e retidão, e para isso, empenho aqui a minha palavra e a minha dignidade, na força e no poder de Deus.”

Sugiro que o casal em tratamento passe a comemorar o aniversário de casamento com uma nova data, de preferência, a data da renovação dos votos conjugais.
Isso vai reafirmar a ideia de um novo casamento, ou de um casamento revalidado. É um novo começo, nova vida, com a ficha limpa, nada que desabone o casal está registrado.

Quer mais sobre este  tema:  Vamos publicar o ebook "Mais forte que o adultério", no site  http://www.slideshare.net/ismaelroselei/edit_my_uploads?page=1

Abcs Pr ismael e Pra.Cleire.



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domingo, 27 de outubro de 2013

Dica de Filme evangélico gospel "A Filha do Pastor"


  • Título Original:
     Preacher´s Kid
    Elenco: Letoya Luckett / Durrell Tank Babbs / Clifton Powell / Sharif Atkins
    Diretor: Stan Foster
    Origem: EUA/2009
    Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos idade
    Sinopse:
    Angie King, 21, filha dedicada de um austero pastor, troca, sem o consentimento do pai, sua vida de cantora do coral da igreja, por um sonho: uma carreira de sucesso no mundo musical. O caminho longe de casa lhe reserva várias decepções e experiências que a levam a pensar em voltar pra casa. Mas será que seu pai a aceitará de volta? 
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