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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Em que direção caminha a família?

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho, palestrante de família e de casais.

A família como a concebemos está em risco. O Estado busca proteger os direitos sobre os bens da família, os direitos individuais do casal, dos filhos, mas não consegue proteger o amor entre as pessoas, e não raras vezes, até concorre para o desfazimento de uma união que não andava bem, mas que poderia ser curada, entretanto,  é tão fácil se divorciar que alguns escolhem esse "remédio."

Quando um lar é desfeito, o casal perde o seu chão e os conflitos tomam conta de suas vidas, deixando os filhos em risco emocional, muitos se vão; sonhos são desfeitos; a saúde emocional destruída; as energias esgotadas; alguns voltam a velhas práticas condenáveis. E assim Deus parece-lhes que já não se importa, e paulatinamente eles se afastam de suas igrejas e por último abandonam a fé. Isso era tudo o que o Diabo queria. Ele não está, na verdade, querendo apenas a separação do casal pura e simplesmente, mas sim, o afastamento deles do Criador.
A mesma  tecnologia que pode nos aproximar do mundo de uma forma positiva, pode nos afastar da família e de Deus. A internet vem se destacando como a grande porta aberta para o adultério e, no entanto, muitos casais não repensam o seu uso, deixando para fazê-lo depois que o mal já entrou no relacionamento. Não estou aqui cuspindo no prato que como, apenas alertando que ela é uma ferramenta altamente eficaz, tanto para o bem quanto para o mal.
A substituição do modelo judaico-cristão de casamento e família por um modelo mais “moderno” e “progressista” onde prevalecem não as regras e preceitos bíblicos, mas a autodeterminação e a liberdade de escolha, tem se mostrado ser um grande mal , gerando uma confusão no coração das pessoas que já não sabem o que é certo e o que é errado. Até o melhor dos cristãos tem que se empenhar para não se contaminar.
Creio que é hora de voltarmos aos princípios, trazendo à baila valores de família e do relacionamento conjugal segundo a Palavra de Deus, tão esquecidos pela sociedade de um modo geral. É hora de estar alerta e alertar os outros sobre o que a sociedade ensina e deseja para a família. Mudanças ocorrem a todo instante e o que era firme e sólido pode não ser mais. Valores  estão sendo apresentado de uma forma tão 
distorcida e perniciosa para a família, como o casamento como um contrato, por exemplo, e tantas outras coisas,  o sexo antes do casamento, o divórcio, o homossexualismo, a igualdade entre os sexos, os meios de reprodução humana, os métodos contraceptivos, etc, e assim vamos absorvendo essas "novidades" sem atinar para as verdades espirituais que podem estar sendo deixadas de lado. Discutir esses temas na igreja, falar sobre eles com nossos filhos e assim fazer com que menos gente boa se perca por falta de conhecimento. Penso que esse é o papel dos defensores da fé.
Preste atenção, foi Adão quem deu nome a Eva, primeiro a chamou de mulher e depois, Eva. Foi Adão quem nomeou todos os animais da terra , isso fala de uma ordem na criação, fala de uma autoridade estabelecida, quem nomeia é quem detém o poder de fazê-lo, hoje, se o casal preferir a esposa não leva mais o nome do marido depois do casamento, e pode ser até o contrário, o marido recebe o nome da esposa. Isso pode parecer tão pequeno, tão sem importância, mas é revelador. Revela uma estratégia maligna de corromper o que Deus estabeleceu, e depois vemos homens fracos, maridos sem pulso, que não conseguem a obediência dos filhos e alguns há que até apanham destes.
Até o conceito de casamento e de família vem sendo questionado, e pode  deixar de ser aquele mesmo que aprendemos com nossos pais, e que fazem parte da nossa cultura e fé, definidos pela Palavra de Deus como sendo uma aliança firmada diante de Deus por um homem e uma mulher, com compromisso de que seja para sempre, com papeis do homem e da mulher bem distintos, porém não exclusivos , ele como cabeça do relacionamento, provedor e protetor e ela como sua ajudadora adequada, competente e eficaz, e juntos, têm o dever de povoar e de governar a terra para Deus, como seus representantes. O distanciamento da verdade, traz sérias consequências para a família e sociedade em geral que, em nome de alguns pretensos “direitos” e do “amor” acolhe o homossexualismo, a igualdade entre os sexos, a inversão de papéis, o divórcio, o casamento aberto, a poligamia, o aborto, a esterilidade provocada, e tudo isso com certa naturalidade como se fosse algo sempre benéfico e bem vindo. E os valores espirituais que estão envolvidos nisso tudo? Ora, quem se importa com eles. Para o nosso bem..., Deus se importa, e tem proteção para o obediência. Aliás aprendi algo recentemente que me chamou a atenção: "A obediência trará a compreensão", quer dizer, depois que obedecermos veremos  o quanto foi bom ter obedecido.

Um bom e forte abraço, Ismael e Cleire, Casados em Cristo
Fiquem com Deus, fiquem em família.
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Ligue 14-33461588 ou casadosemcristo@hotmail.com

domingo, 10 de outubro de 2010

Construindo ou desconstruindo nossa felicidade em família.

Por Pr Ismael

A Bíblia insiste em nos recomendar para que tomemos cuidado com nossa vida sexual e nossos desejos, sempre deixando claro que essas energias devem ser canalizadas para o cônjuge, não sendo admitido qualquer desvio, nem mesmo em fantasias e pensamentos, pois, só isso já bastaria  para o pecado existir e corroer a vida a dois.
Feliz é o casal que aceita isto, que leva a sério tais recomendações, porque assim procedendo eles não abrem espaço para o mal que tanto nos assedia.Tudo o que há de bonito em nossa alma, está constantemente sendo ameaçado de contaminação pelas nossas paixões sexuais, e todo o cuidado é pouco.Muitos já venceram diversos pecados, mas sucumbem constantemente na área sexual.
Eu vejo a vida conjugal e familiar, como algo sagrado que está em constante construção,  a cada escolha, decisão, preferência, gesto, tudo concorre para o sucesso ou  insucesso dessa relação.Pequenos gestos  podem somar para a felicidade ou infelicidade. Leia as recomendações  do apóstolo Pedro que diz:"
"Amados, peço-vos, ... que vos abstenhais das concupiscências carnais que combatem contra a alma; 
...para que não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus. 
Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria." I Pe 2:11
Quando compreendemos estas palavras, nos damos conta da  seriedade que nelas há.O que acontece é que as nossas paixões sexuais guerream contra a nossa alma. E um dos dois lados, a nossa carne ou a nossa alma, há de sair vencedor nessa batalha, e justamente vencerá aquele nosso lado que for mais alimentado. Por isso que não se pode dar espaço para coisas aparentemente insignificantes, como uma paquera a caminho do serviço, uma insinuação, uma provocação aqui ou ali, uma brincadeirinha malicosa ainda que,  aparentemente, despretensiosa.Essas coisas pequenas se instalam dentro de nossas almas e criam no coração um ambiente favorável para o erro, podendo ser aí o nascedouro de um adultério consumado, por exemplo.E nesse rol de "coisinhas sem importância" podemos adicionar a pornografia, a pornofonia, as más conversações, as malícias, a sedução, ou mesmo, como o Apostolo fala "a afeição desordenada", que são intimidades exageradas que conduzem a confusão nas mentes  e dão ensejo ao pecado.Todas estas coisas contribuem para a desconstrução da vida em família.É só perguntar para alguém que caiu em adultério e ele dirá que tudo começou de maneira inocente, mas que acabou numa cama de um motel.
Perceba, então, como as nossas paixões não podem ter espaço, caso contrário, elas vencerão e nos tornarão, outra vez, prisioneiros dos nossos sentimentos de culpa, vergonhas e tristezas, que minam qualquer relacionamento.
Quem  valoriza a família não acompanha a multidão para o mal, mas se preserva, e se levanta contra tudo que possa aprisionar sua alma.Escolhas acertadas , posturas honestas, valores morais solidificados, é isso que se recomenda para o bem da família, pois a sua desconstrução também pode ter início naquilo que parecia sem importância. Quer ser feliz na vida conjugal, quer ter uma família linda, com filhos saudáveis? Então escolha não ser vencido pelas paixões sexuais, seja vencedor na sua alma,  livre para amar e ser amado. A mesma palavra serve para aqueles que "brincam" com  os bate-papo íntimos , virtuais ou não,  com estranhos à vida conjugal,  pois as más conversações corrompem os bons costumes.
No meu coração eu já declarei guerra contra tudo aquilo que possa afetar a minha família e gosto de pensar que estamos procurando viver a verdade e andando na luz. Já que as nossas paixões guerream contra a nossa alma, então, não ficarei passivo nessa guerra, busco domínio sobre aquilo que se aloja em meu coração. Conforme diz Malaquias, há uma diferença entre aquele que serve a Deus e o que não serve, então, que se manifeste de forma positiva, tudo fazendo em prol do casamento e da família. Quando a nossa postura é esta, por si só , ela afasta muitos males, aproximações indevidas e propostas indecentes, Pedro chama isso de "um viver honesto", Não quero radicalizar, mas entendo que escolhas profissionais também podem concorrer com o bem estar da família, assim como lugares, ambientes, também devem ser alvos de nossa atenção, e ao menor sinal de perigo "PARE".

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Gotas de sabedoria conjugal: mulher é um radar.


A mulher percebe claramente quando a outra pessoa está aborrecida ou magoada. O homem só desconfia que há algo errado depois de muitas lágrimas, acessos de fúria ou tapas na cara. Isso acontece porque, como a maioria das fêmeas dos mamíferos, as mulheres possuem habilidades sensoriais muito mais aguçadas que os homens. Como perpetuadoras da espécia e guardiãs da cria, precisavam ser capazes de perceber mudanças sutis nas atitudes e no humor dos outros. O que comumento é chamado de “intuição feminina” , é, na verdade, a apurada capacidade que a mulher tem de notar detalhes e alterações mínimas na aparência e no comportamento de outras pessoas. Isso, historicamente, tem deixados homens confusos. É que são flagrados sempre.
Um marido disse: “ Minha mulher consegue enxergar um fio de cabelo louto no meu paletó a 50 metros de distância, mas sempre esbarra na porta da garagem quando guarda o carro, não consigo entender isso”.
Para garantir a sobrevivencia da família, as guardiãs da cria precisavam estar alertas para pequenas mudanças no comportamento de sua prole, que poderiam indicar dor, fome,doença,agressividade ou tristeza. Os homens, cumprindo sua função da caçadores de comida, nunca ficavam por perto tempo suficiente para aprender a interpretar os sinais não verbais ou as formas de comunicação interpessoal.A mulher conhece as esperanças, os amigos , sonhos, romances e medos secretos de seus filhos. Sabe o que pensam, como se sentem e, geralmente, que travessura estão planejando. O homem mal percebe aquela gente miúda que mora na mesma casa que ele.A mulher sabe, de alguma forma, quando o marido está tramando algo errado.

Texto de Alan e Barbara Pease.- Livro: Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor”.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O papel do homem enquanto marido, pai, sacerdote,protetor, provedor,exemplo. Leia,se for homem.

Estou publicando esta carta, de autoria de uma mulher jovem, devidamente autorizado, para que todo homem que a ler, possa refletir sobre a responsabilidade que recai sobre si quando se é pai, marido, irmão, enfim, um homem. Vamos então à carta: Pra. Cleire e Pr. Ismael, boa noite Meu nome é (" Filha Amada"), moro no Rio de Janeiro e tenho 35 anos. Sou cristã desde os 17 anos e durante minha adolescência sempre fui muito reservada com homens, quando não conhecia Jesus apenas ficava com os rapazes, não namorava e depois de convertida aprendi sobre a santidade e me mantive fiel ao Senhor sem me envolver sexualmente com homens. Sempre tive maus exemplos de relacionamentos homem-mulher a começar em casa, meus pais tinha brigas sérias e depois vendo minhas colegas namorarem eu pensava comigo mesma que não queria namorar homens cocmo aqueles. Queridos pastores peço um aconselhamento pois hoje ao 35 anos, desejo me casar porém não consigo enxergar a beleza e a algria que um casamento possa ter. Pois sempre convivi com homens problemáticos (pai, irmãos, tios), usuários de drogas, irresponsáveis, sem compromisso com o lar homens que não assumiram seus papéis e responsabilidades. Não sei o que é um homem responsável e de carater, não tive convivêncioa com nenhum em casa. Desde minha pré adolescencia nunca tivemos em casa um homem para pagar efetivamente as contas, para assumir o lar em que eu vivia, para amar, para se importar, para perguntar: está precisando de alguma coisa ou deixa que eu pago as contas, deixa que eu vou resolver. Não sei o que é receber dinheiro de pai, não sei o que é um homem assumir uma casa e suas responsabilidades nunca vivi essas situações no lar que eu nasci. Não sei ao certo a função do HOMEM na casa e nem no casamento, não tive essa vivência como filha, não vi meu pai integralmente em casa assumindo sua responsabilidaes e nem meus dois irmãos, pelo contrário, meus irmãos nos deram muito trabalho, como eram usuários de drogas o meu salário e meus pertences eram roubados por eles. Nunca antes consegui desfrutar do meus salários pois eles não trabalhavam e eu assumia as despesas da casa. Hoje não, mas no meu passado sempre andei mau arrumada, mau vestida e com muitas contas para pagar, endividada com dívidas que nem minhas eram. Com todas essas situações fui me fechando para "homens", pois dizia para mim mesma que não teria paciência para me relacionar com homens parecidos como eles, quando pensava em homens só lembrava do comportamento deles. Hoje desejo namorar, casar-me, mas quando penso na situação me sinto desanimada e acho que não vou tolerar alguém me perturbando. Não tenho ânimo para uma paquera. As pessoas dizem que sou fechada e séria, que minha postura não deixa os homens se aproximarem de mim. Embora quem me conhece sabe que sou muito amiga, simpatica, solicita e uma pessao que busco ser cheio de Cristo e do seu amor. Quero me soltar dessas amarras de desconfiança dos homens, quero aprender a conviver com eles, namorar, saber conversar e abri caminho para um relacionamento cristão, onde possa realmente edificar um lar para Cristo. Sou um jovem que tenho sonhos, aprendi a trabalhar, honrar meus compromissos e não busco casamento para me encostar financeiramente de meu marido, não busco um homem para fazer minhas vontades. Desejo realmente construir um lar, com filhos sadios e firmes no Senhor, ter uma casa cheia da provissão do Senhor, amar e respeitar meu marido. Quero ser uma bençãoe e honrar os votos que eu fizer no altar. Se for possível me respondam, me ensinem, me aconselhem e orem por mim. Pode publicar com pseudonimo de Filha Amada.

terça-feira, 21 de abril de 2009

LEVANDO A FAMÍLIA PARA O DESERTO.

Por Pr Ismael

II Rs 3:7-10

“E ele disse: Porque caminho subiremos? Então disse ele: Pelo caminho do deserto de Edom. E partiu o rei de Israel, e o rei de Judá, e o Rei de Edom; e andaram rodeando com uma marcha de sete dias e o exército e o gado que os seguia não tinham água. Então disse o rei de Israel: Ah! Que o Senhor chamou a estes três reis para entregá-los nas mãos dos moabitas.”

O texto acima fala da história de 03 reis que decidiram sair à guerra contra o inimigo, moabitas, e consultaram-se a si mesmo e entenderam que deveriam ir pelo caminho do deserto. Porém caminharam sete dias e já não havia mais água para si e para os animais.

Então reclamaram e culparam a Deus por tê-los trazidos para o deserto e assim entregá-los nas mãos do inimigo.

Vamos isolar este texto do seu contexto histórico e vamos ver o que ele nos ensina para hoje, o que ele nos fala, o que dele se aproveita.

Nós vemos aí três reis, sendo dois que faziam o que era mau diante dos olhos de Deus, embora tivessem uma palavra de Deus sobre suas vidas, e um terceiro Rei, Jeosafá, que também tinha uma palavra de Deus sobre si, mas que foi levado a um ato inconseqüente, portanto, não era tão firme assim, ainda que fosse temente a Deus.

Poderíamos dizer que eram líderes de nações, que estavam na autoridade dada por Deus, tentavam enfrentar uma guerra necessária, e acabaram levando o seu povo para o deserto.

E ali no deserto, se não fosse à intervenção sobrenatural de Deus, eles teriam sucumbido de sede mesmo antes da luta acontecer.

Lideranças de nações, de cidades e mesmo de igrejas tem levado o povo para o deserto, tem feito o povo passar sede em nome de uma guerra.

Não quero aqui tratar desse tipo de liderança, mas quero falar com os líderes de família, maridos, esposas, pais e mães.

Pessoas que sabem que a vida é combate, que há uma guerra declarada e saem para a luta e acabam levando a família toda para o deserto, deixando a família na sede, fazendo-os caminhar em círcúlos, sem direção , até que se esgotem as possibilidades.

Não são vencidos pelo inimigo, mas vencidos pela falta da direção de Deus.E a culpa certamente não é de Deus.

Amados eu pergunto a mim mesmo e a você também: Para onde você tem levado a sua família?

O que estamos fazendo com a nossa gente?

Estamos matando a sua sede ou os estamos matando de sede?

Estamos caminhando em direção a vitória ou estamos caminhando em círculo pelo deserto da vida?

Estamos consultando a quem antes de sair para a guerra? Consultamos a nós mesmo ou consultamos ao Senhor?


Líderes precisam antes de dirigir a família precisam ser dirigidos por Deus.

Líderes que dirigem sem direção certa, fazendo o que é mau diante do Senhor, que pensam primeiro em suas vontades pessoais, seus prazeres, seus casos, seus pecados sexuais e descassos com a verdade, esses são os líderes que levam a família para o deserto, que os fazem andar em circulos e não chegam a lugar nenhum e quando chegam, só chegam no lugar de sede.

Líderes que levam a família para a derrota e para a morte.

Quando estamos na liderança estamos sujeitos a cometer erros. Errar é humano. Mas às vezes erramos de forma deliberada.

Mas que a família saiba que se estiver na sequidão, com sede por causa de um erro de direção, é hora de buscar de Deus.

Sempre há esperança para a família, mas alguém tem que se voltar para Deus e buscar Nele um livramento.

Se por uma desventura você é esse líder, que levou a família para o deserto, não se desespere, é hora de, literalmente, pedir água para Deus.

Se você continuar lendo o texto de 2Rs 3, você verá que um dos Reis, Jeosafá, consultou ao profeta de Deus e a resposta veio.

Deus disse que eles não morreriam ali de sede, na sequidão, mas era para que cavassem cisternas, poços, pois algo tremendo Ele faria acontecer.

Disse que o povo não veria o vento, não veria as nuvens, nem sinal da chuva, mas que Ele encheria aquele lugar com tanta água, que beberiam todos eles e também seus animais e se isso ainda parecesse pouco, Ele lhes daria o inimigo em suas mãos.

É hora de esperar o sobrenatural acontecer, e Ele diz “vós não vereis o vento, não vereis as nuvens, nem o sinal da chuva, mas ela vai chegar, e vai encher as cisternas que você cavou”.

Cavar cisterna significa fazer a nossa parte, o natural, porque o sobrenatural é Deus que irá fazer.

Quem cava cisternas estando no deserto é porque crê no sobrenatural, crê na chegada das águas.

Significa se preparar-se para o milagre, para o livramento, para a provisão e para a vitória.

Significa crer que Deus o tirará do deserto de maneira miraculosa.

Eu cavo cisternas quando eu creio,
eu cavo cisterna quando no desemprego eu saio a procura,
eu cavo cisterna quando eu estudo para o concurso,
eu cavo cisterna quando eu oro,
eu cavo cisterna quando eu busco de Deus,
eu cavo cisterna quando me corrijo,
eu cavo cisterna quando me desvio do mal,
eu cavo cisterna quando me preparo,
eu cavo cisterna quando me arrependo,
eu cavo cisterna quando eu faço o que precisa ser feito.

Cave cisterna e Deus as encherá.

Há pessoas que estão no deserto da miséria, do desemprego, da falência, mas que ao invés de ir atrás , cavar cisternas, fazer o que é possível para os humanos, eles simplesmente sentam e choram, e ainda culpam a Deus.

Se você errou, acerte agora, busque de Deus a direção, cave cisternas para Deus encher.

Espere Nele, que as águas do livramento chegarão, em nome de Jesus.

E se isso, às águas, te parecem pouco, Deus também te dará o teu inimigo em tuas mãos.

Mesmo quando alguém erra, Deus não permite que a família seja vencida, se houver alguém que busque a direção Dele.


Um forte abraço, no amor de Jesus.
Pr Ismael e Pra Cleire.

terça-feira, 3 de março de 2009

A evangélica Super Nani fala de seu livro.

Entrevista publicada no site http://oglobo.globo.com/
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A volta da educação firme é o lema da Supernanny, que lança livro para os pais
Simone Magalhães - Rio Online


RIO - A educadora e apresentadora do "Supernanny", do SBT, a argentina Cris Poli, de 61 anos, colocou tudo no papel. Algumas histórias de seu casamento e de sua família, citações da Bíblia e, principalmente, a grande crença que norteia seu trabalho: a necessidade de se voltar à educação nos moldes mais antigos, com limites, regras e disciplina. O resultado foi o livro "Filhos autônomos, filhos felizes" (Editora Gente), que ela está lançando em todo o País. Em um dos capítulos, Cris comenta que uma geração recente evitava dizer "não" aos filhos "para que não ficassem traumatizados". Assim, segundo a apresentadora, crianças e adolescentes cresceram sem medidas e se transformaram em protagonistas de cenas de violência que estão em todos os jornais. "Jovens estão matando pais e avós; tomam uma série de atitudes equivocadas, transformando-se em verdadeiros marginais", escreve ela. Entre dezenas de conselhos, dicas e exemplos, Cris Poli bota os pontos nos is: o pai deve dar a direção da casa, você precisa impor limites ao seu filho desde bebê, castigo é diferente de disciplina e como fazer para melhorar seu casamento.




O livro é mais pessoal do que o Supernanny. Você fala da sua vida e o pontua com salmos e provérbios, citações da Bíblia...

Cris Poli- O livro tem como objetivo ampliar um pouco mais, aprofundar o que é dado no programa. E tem mais a minha cara.

Você é evangélica?

Sou.

Há muito tempo?

Ah, sim... Dezessete anos. Coloquei as citações por que acho bom refletir sobre a palavra de Deus, que tem a ver com a educação, com o crescimento das pessoas.

Você conta que o início do seu casamento foi difícil e fala sobre a educação do seu neto menor...

Gosto de dar exemplos práticos, concretos. Mostrar que todo mundo tem dificuldades e que, com boa vontade, dá para resolver. A vontade de acertar é muito importante, assim como passar pelos obstáculos. Isso fortale as relações.

Acredita realmente que a educação liberal leva à violência e às atitudes equivocadas dos jovens?

É um tempo de muita permissividade. Os problemas de violência são conseqüência de uma geração que não podia dizer ´não ` aos filhos, que não podia ´traumatizá-los`. Claro que existe o problema social. Mas a violência entre os jovens é vista em todas as classes.

Muito dessa permissividade vem da culpa dos pais por trabalharem demais e acharem que não dão a atenção devida aos filhos?

O fato de o casal trabalhar fora é bem determinante nas atitudes que tomam. Principalmente, a mulher, que se sente ainda mais culpada por estar longe dos filhos. O problema é quando querem encobrir tudo não colocando limites. Acho que eles têm que aprender a se adaptar às circunstâncias. Não colocar limites pode prejudicar muito mais a criança.



As crianças de hoje podem tornar-se adultos equilibrados, seguros, como aquelas que foram criadas tendo a mãe por perto, o pai almoçando em casa, as conversas em família, à noite?


Acho que as crianças educadas hoje, mesmo ficando o dia todo com a babá, com a avó ou na escola, podem ser adultos equilibrados e felizes. É mais difícil, mas pode acontecer, sim. Os pais é quem têm que saber muito bem quem fica com as crianças. Dá mais trabalho ter essa preocupação, mas o retorno é gratificante. Devem procurar uma escola ou creche que tenha a ver com a educação que querem dar aos filhos, explicar a avó ou a babá exatamente como proceder, acertando com elas as regras e os limites.

Você diz no livro que ´a fala do pai soa para os filhos de modo muito mais firme que a da mãe`. O pai é quem deve dar a última palavra?

O pai e a mãe têm uma função complementar, os dois devem participar efetivamente da educação da criança. Mas o pai que não se mostra como autoridade gera a falta de um referencial masculino. Ele é cabeça do casal. A criança precisa ver o pai na sua posição e a mãe na posição dela. O que tenho encontrado nas casas onde vou é um pai ausente, que, quando aparece, é para gritar ou bater.

E se a mãe for solteira, viúva, enfim, sozinha?

A situação é mais complicada. Aí, é que está o desafio: exercer a autoridade e ser doce e compreensiva nos momentos certos. Quando os pais são separados, as crianças ficam realmente numa situação mais difícil. Mas é o tempo que nós vivemos. Temos que nos adequar a isso.

A TV , a internet e os videogames são apontados no livro como, muitas vezes, inadequados às crianças. O que os pais devem fazer?

É necessário colocar horários! Não pode deixar a criança livre para ver o que quiser, quando quiser. Há conteúdos de violência, pornografia, jogos que simulam matanças... A criança tem que dividir o tempo livre com outras atividades, com a família. Brincar, conversar, contar como foi o seu dia. Os pais devem ter controle sobre o que os filhos vêem: tem muita porcaria por aí. Se você não sabe o que seu filho está assistindo e por onde navega, não sabe da vida dele. Se notar que os jogos do videogame são violentos, têm que mandar parar! Se assistirem o tempo todo a esse tipo de conteúdo, tornam-se violentas também. É isso que vejo nas casas. Quando dizem: ´Meu filho bate, grita, não dorme´, pergunto logo o que ele assiste. Hoje os pais estão reclamando da permissividade de uma geração que não pôs limites.

Quando você indica a troca de um videogame por um brinquedo educativo, de montar, as crianças não ficam revoltadas?

As brincadeiras que introduzo são compartilhadas com os pais. E elas gostam de brincar com eles. Seria uma utopia se eu entrasse nas casas e dissesse: ´Seu filho não pode ver TV, navegar na internet e jogar videogames`. Tem que se chegar ao equilíbrio.

No livro, você conta o caso de um menino que guardou a mesada e perguntou ao pai se com aquele dinheiro poderia comprar uma hora dele para brincarem juntos...

É verdade. As crianças querem brincar com os pais. O problema é que, além da falta de tempo, os adultos não têm paciência. É mais fácil deixar o filho em frente à televisão. O que mais vejo é cada um num lugar da casa, assistindo a um programa diferente em seu próprio aparelho de TV, com o prato de comida na frente. Isso acaba com a família, com o casamento.



Você explica que ´castigo é punição, agressão, enquanto disciplina é ensino`. Muitas vezes, estão numa linha tênue. Como os pais devem evitar o castigo?


Qualquer lugar onde você vai, no seu trabalho ou no supermercado, tem regras. Em casa também tem que ser assim. É bom lembrar que elas podem ser mudadas conforme as necessidade, com o crescimento da criança. É essencial dar limites sem exaltar-se, sem perder o controle.

E as chantagens, as barganhas que muitos pais fazem para conseguir o que desejam dos filhos?

Chantagem não é bom. É melhor avaliar a criança pelo comportamento e incentivá-la. Não necessariamante com um presente. Se ela se comportar bem, você pode oferecer um passeio, no fim de semana, ou convidar um amiguinho dela para vir à sua casa, por exemplo.

Sempre elogiar e nunca humilhar a criança é um dos tópicos do livro. Isso é importantíssimo, não?

Se a mãe e o pai chamam o filho de burro, de incapaz, isso vai entrando na mente da criança, que se sentirá inseguro, incapaz mesmo, até quando adulto. Essas humilhações vão se refletir no colégio, nas relações sociais, na vida da pessoa, de forma geral. O importante é corrigir as coisas erradas sem ênfase e elogiar as certas, com entusiasmo e de modo sincero. Se você observar, é muito mais fácil enfatizar as coisas negativas do que as positivas. E é isso que deve mudar.

Em resumo, o que você prega no livro é a volta de uma educação mais severa?

Não, de uma educação mais firme. Sem medo de colocar limites, mas com amor. O amor sozinho acaba estragando. Os limites sozinhos ficam muito severos. Temos que resgatar os valores básicos, morais, da família, que se perderam com o tempo. É bom olhar para trás e encontrar um equilíbrio hoje, visando o futuro.


Cris Poli é educadora há 40 anos. Apresentadora do Reality Show Super Nanny, no SBT e autora dos livros "Filhos Autônomos, Filhos Felizes" e "Pais separados, filhos preparados

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Ganhando o mundo e perdendo a família.

O título deste post é inspirado no texto de Mateus 16.26, que na íntegra diz: "Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca de sua alma?".



Na realidade, adaptando para as questões que abordarei, o texto ficaria assim: Pois que aproveitará o líder evangélico (e de outros segmentos) ganhar o mundo inteiro e perder a sua família?

Você conhece alguém que foi bem sucedido na vida profissional ou ministerial, mas que acabou fracassando com a família? Grandes empresários e péssimos pais e maridos, ótimos líderes institucionais e terríveis líderes em casa, sucesso na mídia e fracasso no lar, excelentes pastores e pregadores e faltosos apascentadores de seu rebanho imediato, é este o triste quadro que se contempla, resultado direto do ativismo ministerial já tratado no post "A Coisificação do Ministério Pastoral".

Estava numa Escola Bíblica para obreiros e escutei o testemunho orgulhoso de certo companheiro que dizia: "Meus irmãos, há quase um mês não almoço com a minha família, estou demasiadamente ocupado com a construção do templo sede". Uma grande demonstração de empenho na obra ou de falta de entendimento e sabedoria? Certamente muitos não tinham maldade em suas ações. Não previam as duras conseqüências a longo prazo. Pensavam estar fazendo um bem, quando de fato semeavam trágicas rupturas e seqüelas para a vida emocional e espiritual de esposa e filhos.

No culto de aniversário de outro companheiro , escutei uma de suas filhas declarar o seguinte: "Papai foi sempre ocupado com as coisas da igreja. Acordava e papai não estava, ia dormir e ele não tinha chegado ainda. Ele não teve tempo para nós (família)".

Milhares de filhos de pastores e líderes cresceram sem a presença do pai. Esposas viveram literalmente abandonadas pelo marido.

Os textos bíblicos abaixo, parece que não faziam muito sentido:

"O que realmente eu quero é que estejais livres de preocupações. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, de como agradar ao Senhor; mas o que se casou cuida das coisas do mundo, de como agradar à esposa, e assim está dividido." (1 Co 7.32-34a)

"Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia, porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?" (1 Tm 3.4-5)

O que existe de esposas e filhos revoltados com a igreja, pois acham que ela é a culpada da ausência do esposo e do pai, pode ser claramente percebido no semblante, no falar e na vida amargurada destas vítimas.

Um dado gravíssimo, é que o lar destes pais e maridos ausentes, quando de suas presenças, serviam apenas como lugar para o "descarrego" de todas as tensões, pressões e estresses ministeriais.

Muitos deixaram a igreja. Algumas esposas não vão mais aos cultos, são "crentes" em casa. Filhos se envolveram com drogas e com outras aventuras. Atos consciente sou inconscientes de protesto contra a ausência do pai.

Recuperar estes danos é tarefa demasiadamente difícil, embora não seja impossível. O melhor caminho é chamar a esposa, reunir os filhos e pedir perdão. Dizer o quanto estava equivocado, se humilhar e reconhecer o erro.

Para os que estão começando no ministério, fica o alerta. Alguém já declarou que os erros do passado (e do presente), podem ter utilidade pedagógica para que outros não os reproduzam.

Afinal, pois que aproveitará o líder evangélico (e de outros segmentos) ganhar o mundo inteiro e perder a sua família?

Pense nisto!

ALTAIR GERMANO,
42, pastor, teólogo, pedagogo, especialista em Educação Cristã, pós-graduando em Psicopedagogia, mestrando em Teologia e Pedagogia Cristã, casado com Elizabeth, pai de Alvaro e Paulo. Presidente do Diretório Estadual de Pernambuco e membro do Conselho Consultivo da Sociedade Bíblica do Brasil, secretário do Conselho de Educação e Cultura Religiosa da CGADB (CEC), presidente do Conselho de Doutrina da UMADENE, superintendente geral da EBD da AD em Abreu e Lima - PE, coordenador pedagógico e professor da FATEADAL.



Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
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