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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

UM MARIDO ABENÇOADO, NÃO PERFEITO.



E aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista;E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida. Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti. E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios a mulher, que era mui formosa. E viram-na os príncipes de Faraó, e gabaram-na diante de Faraó; e foi a mulher tomada para a casa de Faraó. Gênesis 12:11-15

Abraão é conhecido como o Pai da Fé, um cara incrível, amigo de Deus, obediente, respeitado no lugar, cheio de promessas em sua vida, porém, humano.
E aqui no texto bíblico acima temos Abraão numa flagrante falta de fé, usando de meia verdade (mentira) ao dizer que Sara era sua irmã e assim não corresse risco de morte, vez que ela era mulher desejável. Abraão não confiou que Deus o guardaria? Esqueceu-se da promessa? Parece que sim.
Nossa humanidade faz com que não sejamos perfeitos, sempre suscetíveis a erros, más escolhas, e outras bolas foras.
 Ninguém olhe para si mesmo como alguém todo suficiente, isso não é possível. Tanto o marido como a esposa, não deve esperar perfeição de quem é imperfeito, nunca idealizar que o outro irá suprir todas suas carências e necessidades, e nem tampouco imaginar que irá acertar sempre.
Compreender e perdoar o outro quando errar se faz necessário. Esteja pronto para isso, porque, certamente, ambos falharão em algum momento.
Bom, pior do que fazer más escolhas trazendo prejuízo para nós mesmos, é causar danos na vida daqueles que estão perto da gente, como foi o caso de Abraão que com sua mentira expôs a risco aquele que o acolheu no momento da fome.
Todo empenho deve ser realizado para não prejudicar inocentes com nossos erros. Tenho por hábito orar a Deus pedindo que me ajude a não errar feio demais, cometendo erros irreparáveis, ações que gerem prejuízos para inocentes.

TEMPO DE AJUSTAMENTO CONJUGAL


“...Exatamente, da mesma maneira, vós maridos, vivei com vossas esposas a vida cotidiana do lar, com entendimento,...”I Pedro 3.7b

Para os amantes do motociclismo “trocar a relação” é trocar um conjunto de engrenagens que possibilitam o funciona-mento do sistema de transmissão, é o que faz andar o veícu-lo. Quando a relação está desgastada, ela começa a não fun-cionar direito e vai até não andar mais.
Numa relação afetiva também ocorre algo parecido, se as peças estiverem não se encaixando bem , assim como as en-grenagens, é preciso buscar uma solução, com a diferença que a troca não é a primeira opção como acontece no moto. A relação em ambos os casos, precisam de um encaixe per-feito das engrenagens, e ainda, estarem lubrificadas. Você não tem isso quando tudo é muito novo ou quando tudo está muito desgastado. 
Tenho crido que em toda e qualquer relação, seja ela afetiva ou não, há um período de ajustamento que se faz necessário. Os desencontros iniciais são quase que obrigatórios, por mais que o amor e o respeito estejam presentes sempre algo desagrada, exigindo aí uma correção. O desconhecimento disso faz com que casais, em alguns casos, acabem pondo fim a um relacionamento que poderia ser muito bom. Seria como um sapato bonito, desejado e novo, que você usa e ele te machuca os pés. Você não o joga fora, antes continua com ele porque sabe que vai se acomodar aos seus pés. Da mesma forma, a relação, precisa de um tempo de acomoda-ção. Nossos pais tinham um jargão que dizia que era preciso comer um saco de sal com alguém para conhecê-lo. Exata-mente pelo fator tempo, uma vez que um saco de sal não se come em poucos dias, mas sim, demanda muitos dias, mui-tos dias de convivência e correção de condutas. 
Daí o perigo dos casamentos antecipados e precipitados. Na verdade, a grande maioria se casa com um desconhecido, vindo depois as surpresas, boas e más. Vou dar exemplo, uma secretária do lar, por melhor intencionada que seja, nos primeiros dias trabalhando em sua casa, vai fazer coisas que você gostaria que não fizesse e vai deixar de fazer outras que gostaria que fizesse. Um pastor recém empossado vai trazer coisas novas para a igreja, mas também vai trazer al-gumas angústias por coisas que a comunidade não queria que mudasse. Um gerente novo na empresa vai se enganar com relação a seus subordinados, alguns dos quais esperava muito, vão oferecer pouco, e outros dos quais não esperava muita coisa, vão surpreendê-lo. Daí o cuidado inicial ao mexer nas posições. Depois com mais tempo de casa, ele consegue fazer as mudanças individuais com mais acerto.
Particularmente, não gosto quando ouço alguém dizer: “Ninguém muda ninguém”. Penso que é uma meia verdade,  podemos não mudar, porque é uma decisão pessoal, mas podemos sim, e como, provocar o melhor no outro. Podemos sugerir, sugestionar, inspirar, entusiasmar. 
Todo começo de relacionamento é um pouco truncado, com muitas coisas boas e outras desanimadoras, podendo melho-rar ou não, dependendo como eles tratarem os ajustamentos iniciais. Vai se casar? Então se prepare, esteja aberto às mudanças e também para provoca-las no outro, mas não se desespere, nem desista, é assim que funciona, apenas man-tenha bem lubrificada a relação com óleo do amor, que os atritos serão minimizados.

domingo, 17 de setembro de 2017

MARIDO QUE EMBELEZA A ESPOSA



BELEZA E CURA PARA ELA.

Então te lavei com água, e te enxuguei do teu sangue, e te ungi com óleo. E te vesti com roupas bordadas, e te calcei com pele de texugo, e te cingi com linho fino, e te cobri de seda. E te enfeitei com adornos, e te pus braceletes nas mãos e um colar ao redor do teu pescoço.
E te pus um pendente na testa, e brincos nas orelhas, e uma coroa de glória na cabeça. E assim foste ornada de ouro e prata, e o teu vestido foi de linho fino, e de seda e de bordados; nutriste-te de flor de farinha, e mel e azeite; e foste formosa em extremo, e foste próspera, até chegares a realeza. Ezequiel 16:9-13

Gosto de atentar para a forma como Deus trata sua mulher (Israel), aprendo muito com ele. Deus é um marido espetacular, cuida da beleza exterior, embelezando sua esposa com brincos, braceletes, roupas finas, colar, e olha, tudo coisa de primeira, super da moda, alta costura, muita qualidade. É verdade que Ele é dono do ouro e da prata, e nós homens, não temos tanta suficiência financeira assim, mas aquilo que nós amamos, priorizamos. Com boa vontade, sempre dá pra dar um jeito e destinar uma grana extra para ela, afinal, é um investimento. Investimento é aquilo que dá bom retorno.
Mas não é só isso que o Deus marido faz, cuida também de sua saúde, ofertando-lhe alimentação natural, flor de farinha, mel e azeite, até que se pareça com uma rainha. Demais né?
Sabemos que uma mulher sentindo-se bela, vai internalizar essa beleza, tendo como consequência um bem estar emocional indizível. Tudo que o marido fizer por ela retornará para ele em forma de prazer.
  
Na sua primeira epístola Pedro fala da prioridade que deve ser dada a beleza interior, sem, contudo negar a exterior.
Assim, o casamento deve ser razão de beleza, crescimento  e cura para ela, orgulho e dignidade para ele.
O bem estar de uma esposa saudável e bela, uma mulher elegante no seu agir, fala muito sobre o marido que ela tem. De alguma maneira ela reflete quem ele é, e chego a acreditar que é exatamente isso que Deus espera quando nos ensina sobre o seu relacionamento de marido com sua esposa Israel e sobre o amor de Cristo pela sua noiva a Igreja. Tudo é feito como um “dica Divina” para os maridos aprenderem como se portar diante de uma esposa.













VINGANÇA É PRATO QUE NÃO SE COME



Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor. Romanos 12:19

De vez em quando ouvimos alguém cheio de suas próprias verdades dizer frases parecidas com essas: “Vingança é um prato quente que se come pelas beiradas”,  “ A sua hora vai chegar”, “O que é seu está guardado”, “Dor de barriga não dá uma vez só”, “O mundo dá muitas voltas”, e junto de frases assim, sempre um tom ameaçador. Pois bem, esses pensamentos são irracionais e despertam para a inimizade, o fomento das intrigas.
Na vingança, os homens e mulheres são diferentes, os homens tem a ideia de destruir por completo o seu oponente, é reação imediata e impulsiva. A mulher se arma com atitudes de desprezo, fofocas e planos de vingança. Isso tudo passa a fazer parte do seu pacote de maldades.
Todo tipo de vingança é mau, seja do homem ou da mulher. Ela instala no coração das pessoas a mágoa e a raiva, sentimentos nocivos que primeiro destroem as emoções, e depois trazem doenças para o corpo físico. Quando estamos certos numa questão e fomos injustamente prejudicados, houve rupturas de relacionamento, a recomendação é orar pelo inimigo. Quando oramos pelo inimigo, ao depararmos com ele, a raiva já não se manifesta com a mesma intensidade, porque há um conflito dentro de nós, como posso ficar com raiva de alguém por quem estou orando. Esse é o segredo para se libertar. Continue orando, a raiva e a mágoa vão diminuindo até deixar de existir, e assim também o desejo de vingança. Vou contar um fato: Em Roma, quando alguém matava sem justa causa, havia uma condenação onde o morto era amarrado nas costas do homicida, e este era solto pelas ruas da cidade. Detalhe, ninguém poderia lhe dar alimento ou água. E assim, ele perambulava pela cidade com o defunto nas costas. Nem sua família poderia ajudá-lo. No início dava a impressão que ele, homicida, estava numa posição privilegiada, pois destruiu aquele que o feriu. Passado não muito tempo, a putrefação do defunto e os vermes acabavam entrando no corpo do homicida e assim, ele também acaba morrendo.
O que isso importa para nós hoje? Pessoas estão carregando defunto em suas costas quando não perdoam, ou passam a vida com espirito de vingança. Acham que estão com a razão, não perdoam, pensam em vingança e assim perdem o sentido da vida, e logo estarão mortos por causa daquilo que carregam consigo.
Quando se tem certeza que foi injustiçado, lembre que a Bíblia diz que o Senhor é o teu vingador. Ele é quem se encarregará de fazer justiça. Não tome para si esse pretenso direito, entregue a Deus. Quando tento resolver através da minha vingança, é um indicativo que confio que sou mais competente para fazer juízo do que Deus.





A SINTALIDADE CONJUGAL

“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante” Eclesiastes 4:9-10


Um grupo social é a reunião de pessoas que não querem ficar sozinhas no palco da vida, e por isso interagem com outros da mesma espécie e desenvolvem com eles um senso de pertencimento de maneira a se fortalecerem mutuamente e assim, aumentando assim sua segurança e potencialidades.
Os grupos podem ser formais ou informais. Os informais são os grupos que surgem voluntariamente dentro do grupo formal. Aqueles onde as pessoas se escolhem, preferem a companhia um do outro, elas se aproximam por causa das afinidades, gostam de estarem juntas. Elas não são obrigadas, não há dever de estarem ali. Esse grupo é duradouro e o seu ultimo estágio é a sintalidade, que defino por “personalidade do grupo”, a forma positiva como interagem no seu mundo privado, que por sua intensidade se faz perceber também em suas vidas pública. Sintalidade é a identidade de um grupo. Vou dar um exemplo, todos já ouvimos falar que em tal lugar existe uma “panelinha”, pois então, essa “panelinha” não tem sua formação imposta, são pessoas que se identificam e querem ficar juntas, e elas têm sintalidade. O grupo formal pode se dissolver, mas a “panelinha” permanece e vai além de muros e fronteiras.
Um casal pode estar junto fisicamente, mas a quilômetros de distancia um do outro. Podem se falar, mas pensam  diferente naquelas questões importantes, eles podem se entreolharem, mas não há brilho nesse olhar. Seus objetivos são conflitantes, e não há tanto prazer quanto possível em estarem juntos. Embora tenham se escolhido para juntos permanecerem, acabam permanecendo por um dever. Seria como se deixassem de ser um grupo informal e voltasse à condição de grupo formal, aquele que existe por força da obrigação. Eles se aturam, se toleram com paciência e resignação, mas não estão cheios de encantos por estarem ali.
Por outro lado, quando há sintalidade eles agem como “equipe”, onde sintonia é tão grande que se falam sem abrir a boca, basta um olhar e a mensagem já foi transmitida, a comunicação é mais do que verbal, eles se leem a si mesmos. Fica muito próximo do texto bíblico que fala da relação de Deus com seus filhos onde diz: “antes que eles abram a boca eu os ouvirei.” Eles se apercebem da necessidade do outro com rapidez, porque estão conectadas, muitas palavras são desnecessárias.
A sintalidade torna-se é a alma da relação, é a sua marca, o prazer de se pertencerem. e a impressão que deixam por onde passam.
Um observador disse a respeito de um casal que vivia a sintalidade conjugal: “A forma como um dirige a palavra ao outro, como se olham em concordância e riem juntos, eles não se alfinetam, há brilho no olhar, e parece que um lê o pensamento do outro.”  

É isso, bom demais, né?
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

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