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terça-feira, 22 de abril de 2014

Familia sólida, essa é a vontade de Deus para os seus filhos.



Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Família, um bom motivo para se lutar.

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho, palestrante de casais e de família.

“Edificai casas e habitai-as; e plantai jardins, e comei o seu fruto. Tomai mulheres e gerai filhos e filhas, e tomai mulheres para vossos filhos, e dai vossas filhas a maridos, para que tenham filhos e filhas; e multiplicai-vos ali, e não vos diminuais.” ( Jr 29:5-6.)

Ter um lugar nosso para aonde se pode voltar sempre, 
Um lugar com pessoas não perfeitas, mas perfeitamente amáveis.
Um lugar onde a vida acontece.
Lugar marcado por reencontros amistosos,
Por prazeres sendo experimentados,
Onde depomos nossas armas e relaxamos gostosamente.

Um lugar de delícias, uma delícia de lugar...

É onde amadurecemos ao lado de quem se importa conosco.
Aprendemos a ouvir e ser ouvido.
Lugar onde a prioridade são as pessoas e não as coisas ,os bens, ou posição social.

Um lugar assim se chama lar..., lugar onde o fogo permanece aceso.
Morada do bem, de gente boa, gente de Deus.
Nele são forjados os nobres da terra, os admiráveis, que dali são lançados para a vida e acertam o alvo, por conta daqueles que lançaram.

Lar,... família, ...grande ou pequena, mas de valor moral e espiritual inestimável, um lugar mágico... , construído para impactar as gerações futuras. Esse é o motivo, o sonho, o ideal e a razão de se lutar o bom combate da vida. Além do próprio Deus, não há outros motivos maiores para se lutar e viver, construir uma história.

É lindo isso tudo, mas há um problema...esse lugar não vem pronto. Você vai ter que construir. O poeta diz: "A vida é combate, que aos fracos abate, mas aos fortes , aos bravos, só pode exaltar" ( Gonçalves Dias)

E Deus diz : “...e não vos diminuais”. É isso, não aceite nada pequeno, fraco e estéril. O amor deve ser abundante, a alegria perene, a vida conjugal com poucos conflitos e muito prazer, com filhos andando na luz , e o compromisso com Deus e com as pessoas sendo notório até para que passar apressadamente por nossas vidas.

Um grande lugar, um lugar bom de se estar.
Esse deve ser um dos ideais de vida de um casal,
E não se conforme com nada que seja menor do que isso.

"Constituir família, plantar um jardim e usufruir do seu fruto..". é Deus falando de um grande e bom projeto. Vá em frente, lute, ame, perdoe, renove, se levante, recomece se for preciso, mas tenha algo pelo qual valha a pena lutar. Fique com Deus, fique em família.

Com carinho, Ismael e Cleire, Casados em Cristo



















Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.

sábado, 19 de abril de 2014

É conversando bem que se entende melhor.


Para uma "boa briga" é preciso esperar o momento e não perder o foco.

Como brigar a “boa briga”

Da melhor hora até o que jamais dizer, especialistas descrevem uma discussão de casal bem feita em dez passos

Alexandre Adoni - especial para o iG São Paulo
Os especialistas são unânimes: todos recomendam expressar a insatisfação no relacionamento dialogando. Mas como fazer isso? Qual a melhor hora? O que dizer? Como não transformar a conversa em barraco? O Delas conversou com quem entende do assunto para saber como travar a boa briga – ou fazer a D.R. chegar a algum lugar.

Como brigar a “boa briga”



Da melhor hora até o que jamais dizer, especialistas descrevem uma discussão de casal bem feita em dez passos.
                                                                               Alexandre Adoni - especial para o iG São Paulo 

Os especialistas são unânimes: todos recomendam expressar a insatisfação no relacionamento dialogando. Mas como fazer Qual a melhor hora? O que dizer? Como não transformar a conversa em barraco? O Delas conversou com quem entende do assunto para saber como travar a boa briga – ou fazer a D.R. chegar a algum lugar.

Para a "boa briga", é preciso esperar o momento e não perder o foco

1. Espere o momento: “Quando a relação começa a apresentar um desconforto, é hora de conversar”, explica Magarete Volpi, terapeuta de casais. Detectado esse incômodo, a parceira pode tomar a iniciativa. “Chame-o para uma conversa e pergunte qual o melhor momento, pois precisa de 100% da atenção dele”, ensina Margareth Signorelli, coach de relacionamentos.

2. Trate o conflito com amor: Segundo Volpi, os maiores motivos de conflitos entre os casais são liberdade, fidelidade, educação dos filhos, problemas financeiros e a maneira como um trata o outro. Não importa o ponto discutido, a chave é não perder o afeto. “Se um casal faz tudo com afeto, do sexo às idas ao cinema, por que não tratar destes pontos com carinho?”, indaga a especialista.

Posto isso, é necessário descobrir em que momento da relação surgem esses conflitos. Explicar ao parceiro em quais situações aparece o constrangimento e tentar buscar na relação o que pode ser feito.

3. Não procure um culpado: “Não tem que procurar um culpado, tem que procurar solução”, diz Volpi. A terapeuta alerta para um dos maiores erros numa discussão: começar as frases com “você isso, você aquilo” e outras expressões que buscam culpar.

4. Ouça: A briga ruim é aquela que duas pessoas falam ao mesmo tempo e ninguém se entende. Já numa boa discussão, os parceiros se escutam. Escutar o outro é sinal de educação e evita-se falar alguma coisa que não vai ter mais volta. “Se ele quer falar, ouça. Se você ouvir, não está pensando no que dizer. Ele fala tudo o que quer e você presta atenção, sem julgar. É respeitoso”, ensina Signorelli. Às vezes, escutando o outro, pode-se mudar de opinião.

Na dúvida, antes de falar demais, pergunte a si mesma: "o que vou ganhar levantando este assunto?"
5. Coloque-se no lugar do outro: Ele está enciumado porque a mulher ficou a noite inteira conversando com um amigo. Segundo Signorelli, em situações como esta é essencial se colocar no lugar do outro. “Entenda que ele tem todo o direito de se sentir traído e diga que não se sentiria bem se ele fizesse a mesma coisa com você”, sugere. O mesmo raciocínio vale se o rapaz tivesse passado a noite inteira de conversinha com a amiga dela.

6. Não perca o foco: É muito comum casais começarem conversando, acabarem berrando e nem lembrarem porque começaram a discutir. “Não pense em vencer a discussão, pense em terminá-la bem. Os dois só vão se entender se souberem onde querem chegar com aquela conversa”, explica Signorelli. Então, vocês estão discutindo por quê? Terminar o relacionamento? Abrir mão de alguma coisa? Ciúmes? Dinheiro?

7. Controle suas palavras: Algumas táticas devem ser evitadas numa discussão, como as acusações mútuas. Mas há também aquelas coisas que jamais devem ser ditas. Se o parceiro tem dificuldades de ereção, jogar isso na cara dele, para Signorelli, é “falta de ética”. Quando estiver na dúvida se deve dizer algo ou não, se pergunte antes: “o que vou conseguir falando nesse assunto?”.

8. Bata o pé: Somos todos sujeitos a mudar de opinião. Mas há questões pessoais em que é preciso bater o pé. “Você até respeita a escolha do outro, mas não concorda com ela”, diz Volpi, ressaltando que é preciso deixar seus princípios de vida bem claros na discussão.

9. Abrace a boa discussão: Discordar, discutir, defender opiniões: tudo isso pode ser muito positivo. “O casal deve aprender com os conflitos e diferenças. Entender que eles aumentam a intimidade e o conhecimento de um sobre o outro”, conclui a terapeuta de casais.

10. Peça tempo: Ao perceber que está perdendo o controle, peça um tempo para ele e continuem a discutir quando estiver mais calma.

domingo, 13 de abril de 2014

O amor presta contas.


Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho, palestrante para a família.

O amor presta conta.

Quem se une em casamento é porque decidiu não viver mais solitário e escolheu uma companhia agradável para si. 

Tal pessoa, pesou na balança e entendeu que seria melhor ter uma companhia do que viver na solidão,  mesmo com alguns deveres a serem observados. Desde então,  a liberdade de trazer em segredo suas condutas  deixou de existir. Antes do casamento, não tinha que dar explicações sobre suas intimidades, de seu tempo livre, de seu  lazer, entretanto, uma vez unidos em matrimônio, a situação é outra.

Quem ama, voluntariamente,  presta contas de seu dia a dia, como uma forma de tranquilizar o coração do outro, como um compartilhar de sua vida. É uma medida preventiva de conflitos. Dar satisfações ao outro promove o amadurecimento da confiança mútua.

Três coisas são também essenciais para a permanência de um casamento: O pedido de perdão daquele que reconhece o erro, a reconciliação para poder andar de novo de mãos dadas, e o restabelecimento da confiança quando esta se perdeu. Nesses casos, a prestação de contas já não é mais um gesto voluntário, mas quase obrigatório quando se pretende continuar juntos e felizes.

Quem quer viver como se fosse solteiro, não se case. Quem não quer prestar contas, não se case. Quem quer não dar satisfações a ninguém, não se case. Quem acha que dizer o seu dia é vigilância ou policiamento, não se case. Uma vez casado, a transparência faz parte do bem viver do casal, e não torna o homem menos homem, ou a mulher menos mulher, é só um gesto contido no amor.

 É sabido que os homens resistem , e da mesma maneira  têm dificuldades em pedir perdão, em verbalizar palavras românticas, em reconhecer o erro, mas em nome do amor, deve aceitar com alegria a prestação de contas. Ela  é um instrumento de proteção para o casamento, é coisa boa, por isso não se ofenda em fazê-lo, é justo. 

No lar onde a justiça faz morada, ali, certamente, também será achada a paz.


Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família"

Palestrante para casais e famílias.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Bonecas para os meninos, carrinhos para as meninas, certo ou errado?

Meninos e meninas

Quem cresceu sob o impacto de ideias liberais e feministas talvez tenha tentado educar seus bebês, desde o berço, para que eles não vissem distinção entre homens e mulheres. Pais mais revolucionários podem até ter dado carrinhos às meninas e bonecas aos meninos. Afinal de contas, esse negócio de diferença entre os sexos é só uma convenção da nossa cultura machista judaico-cristã ocidental, certo?

A neuropsiquiatra americana Louann Brizendine, da Universidade da Califórnia em São Francisco, bem que tentou seguir essa cartilha. "Quando meu filho tinha 3 anos, comprei uma Barbie para ele. Achei que ia ser bom vê-lo brincar em situações cooperativas e não agressivas. A primeira coisa que ele fez foi pegar a Barbie pela cabeça e dar um golpe no ar com as perninhas compridas dela, como se fosse uma espada, e gritar ‘Éééé!!! Toma isso!!!’ ", lembra Brizendine.

Autora de Como as Mulheres Pensam e The Male Brain ("O Cérebro Masculino", sem edição brasileira), Brizendine hoje reconhece que não deveria ter sido tão ingênua. "Desde a fase fetal, o cérebro dos meninos é banhado por hormônios masculinos, o que faz com que eles desenvolvam padrões de comportamento diferentes dos das meninas", explica ela. 

Sim, o processo de masculinização começa no ventre. Até a 8ª semana de gestação, todos somos meninas, mas a partir dessa etapa de gravidez os fetos masculinos começam a merecer o nome. O projeto de clitóris se transforma em pênis. A pré-vagina se fecha e incha, dando lugar à bolsa escrotal, para onde descem os ex-ovários que agora serão testículos. Até cerca de 1 ano de idade, os garotos passam pela chamada puberdade infantil, quando os níveis de testosterona são equivalentes aos de um homem adulto.

Com tudo isso, as diferenças entre os bebezinhos dos dois sexos muitas vezes são claras. Em média as meninas são mais interessadas em interações sociais, enquanto os garotos concentram sua atenção em objetos curiosos e brinquedos, em especial os que se mexem. "Com 6 meses, as meninas olham mais tempo para rostos e buscam interagir mais. Já os meninos tendem a desviar o olhar de outras pessoas com muito mais frequência", diz Brizendine. O filho deste repórter, de fato, é fissurado em móbiles coloridos e musicais: dá para engambelá-lo por pelo menos meia hora com a ajuda do brinquedinho, uma bênção para um casal que está tentando almoçar em paz.

Mais curioso ainda: entre um ano e meio e 2 anos de vida, enquanto as meninas são capazes de decifrar as mais diferentes expressões no rosto de sua mãe, em especial quando a genitora está brava ou não quer que a filha mexa em alguma coisa, parte do cérebro dos garotos parece programada para desligar nessa hora, ignorando os sinais maternos. Os pesquisadores especulam que esse mecanismo ajuda os meninos a desenvolver uma personalidade, em média, mais aventureira e exploradora, importante para vencer no mundo masculino.







segunda-feira, 31 de março de 2014

Não se case com este homem.



10 homens com quem uma mulher cristã não deve casar-se

Minha esposa e eu criamos quatro filhas – sem espingardas em casa! – e três delas já se casaram. Nós amamos nossos genros, e é óbvio que Deus escolheu a dedo cada um deles para combinar com os temperamentos e personalidades das nossas filhas.
Eu sempre achei que Deus gosta de agir como “casamenteiro”. Se Ele pôde fazer isso por minhas filhas, Ele pode fazer por você.

Hoje, eu conheço muitas amigas solteiras que gostariam bastante de encontrar o cara certo. (LEIA MAIS..CLIQUE ABAIXO)

Finanças no casamento

Muitos amigos e leitores enviam perguntas com dúvidas sobre a vida financeira no casamento. 
Querem discutir a divisão de bens, a melhor forma de gerir o dinheiro recebido e principalmente
 como conviver com as diferenças e as distintas necessidades de um casal. Existem muitas obras
 que abordam o assunto – nós mesmos, do Dinheirama, já abordamos o assunto em outras ocasiões -, 
mas é extremamente positivo que a discussão persista e cresça.

O inicio do casamento é uma época marcada por grandes emoções e descobertas. A montagem da
 casa e as despesas da festa e da cerimônia são significativas e é comum o casal  carregar o
 pagamento dessas despesas por um longo tempo. É importante que, mesmo durante o namoro 
e o noivado, o planejamento financeiro já esteja no dia a dia do casal.

Se existe algo que aprendi é que casamento não combina com dívidas. Justamente por isso, 
a grande arma para evitar o esvaziamento do potencial financeiro do casal é a conversa franca e
 direta sobre o dinheiro[bb] da família, respeitando o padrão de vida possível naquele momento. 
A opção mais acertada para tudo começar bem é: se não tiver dinheiro para a comprar à vista, 
não compre nada nesse momento.

Duas fontes de receita, um único orçamento.

Hoje, felizmente homens e mulheres dentro do casamento possuem papéis equivalentes. 
Na maioria dos casais, os dois trabalham e já dividem as tarefas domésticas –
 isso é extremamente positivo. Mas o fato dos dois trabalharem e terem duas rendas leva
 à uma situação interessante: dois padrões de vida diferentes para o mesmo casal, já que
 nem sempre a renda dos dois é igual.

Obviamente que essa situação é extremamente negativa. Se o marido e a mulher possuem
 salários diferentes, deve-se somar as rendas e o casal viver em comunhão. Duas rendas, 
um único padrão. Trata-se de um casamento, certo? Não é por que um ganha mais do que 
o outro que ele terá o direito de gastar mais. Despesas devem ser discutidas em conjunto,
 essa deve ser uma das regras.

Juntar as meias e as responsabilidades.

Não raro, boa parte dos consultores financeiros recomenda que os casais mantenham 
uma conta conjunta para concentrar as receitas e despesas relacionadas ao dia a dia
 familiar e seus objetivos. A leitora Raquel tem essa dúvida e nos disse que seu namorado
 acredita que a separação de bens é a forma mais correta para o casamento.

De acordo com vários dicionários, o casamento é a união legitima entre duas pessoas. 
União é uma palavra muito forte e que retrata muito bem o que deve acontecer no casamento. 
União de corpo, alma e, claro, das finanças.

Dito isso, me arrisco na pergunta da leitora: não sou pactuante do Regime de Separação
 de Bens, pois acredito que a partir de um casamento a união não pode ser limitada. Neste
 sentido, a realidade financeira faz parte do conjunto e a consciência é fundamental nesse
momento. Parece que a Comunhão Parcial é mais justa e alinhada com o objetivo do casamento:
o que se constrói a partir do “Sim” deve ser dos dois.

Casamento é abrir mão de viver sozinho

Se ambos levam para o casamento[bb] duas realidades financeiras distintas e não possuem 
planos para o dinheiro em conjunto, a nova família pode estar diante do primeiro passo para
 o insucesso. Casamento é somar, não dividir. Sempre ouço uma frase que vale a pena mencionar
 para efeitos de reflexão: “quem casa pensando em separar, já começa mal”.

Como mencionei anteriormente, essa é minha opinião. Não só como educador financeiro,
 mas como alguém que vive o casamento há 6 anos e que já enfrentou problemas. 
E, ainda assim, busco sempre a superação mantida sobre os alicerces da união e dos
 objetivos familiares comuns.


Ricardo Pereira
Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), 
trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira



Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.

Palestra para casais com Pastor Ismael e Cleire em Ourinhos SP


OURINHOS DIA 06 DE ABRIL  

domingo, 30 de março de 2014

Ame mesmo assim.

Pensando nas pessoas que amam, mas temem a perda desse amor, e por isso abandonam a ideia de amar, resolvi escrever alguma coisa.
"No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. " 1 João 4:18
Quem ama não tem medo, não sente medo. Errado. Medo faz parte da condição humana, tememos o que não vemos, o que nos é estranho, o desconhecido e a incerteza do amanhã.


Imagino que o texto esteja dizendo que quem ama, escolhe correr risco, escolhe perder e sofrer se for o caso, mas não desistir gratuitamente, sem ao menos tentar.

No amor, o medo não impede de amar. Estar pronto para o amor, é estar disposto a sofrer em nome daquele amor, se for o caso. Amar é um contrato de risco, mas e daí, viver também é estar em perigo sempre e nós escolhemos viver. 

Sobre os perigos do amor Tereza de Calcutá escreveu assim:

As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as mesmo assim.
Se você tem sucesso em suas realizações,
ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso mesmo assim.
O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem mesmo assim.
A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto mesmo assim.
Aquilo que você levou anos para construir,
pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa mesmo assim.
Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda,
mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar.
Ajude-os mesmo assim.
Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo,
você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor mesmo assim.
Tereza de Calcutá.

Às vezes se tem medo de perdoar o que errou, pois o perdão pode parecer um alvará para se errar outra vez. Não se quer sofrer de novo, mas quem ama de modo perfeito, completo, despreza o medo e assume o risco, em nome do prazer que a existência daquele amor proporciona. Como dizia Calcutá "perdoe mesmo assim".
Jesus ensinou que quem é mais perdoado, mais ama dali pra frente, como um resultado do perdão, do não merecimento. 


Talvez seja melhor correr o risco ao viver um grande amor do que estar seguro, sem entretanto, sentir o coração disparar de alegria com a simples presença do ser amado.

Quem ama cede para o bem do amado, como as duas mulheres diante de Salomão, ambas se dizendo mãe de uma criança e disputando-a diante do rei. À ordem de se partir a criança em duas, e reparti-la entre as mães, aquela que verdadeiramente amava, verdadeira mãe, não teve dúvidas, cedeu. Mas o rei também não teve dúvidas de quem mais amava. Nem sempre ceder é perder, quem mais amou, foi para casa com o filho nos braços.


A vida não vem com seguros e garantias, como saber se se vai viver, como saber se o casamento vai dar certo, como saber se o filho será saudável, como saber se o empreendimento será sucesso ou falência certa?

Não se pode deixar de viver por causa do risco, o amor lança fora o medo, então viva a vida com amor, sem medo. Como alguém disse: " Alimente sua fé, o medo morrerá de fome".


Muitas vezes, aproximar-se significa comprometer-se, mas somente com compromisso é que se constrói algo que valha a pena. Amar é ser bom, mesmo sem garantias de retorno, é ser samaritano, com paixão e alma.

Então ame ainda assim, ame mesmo assim.

No amor de Cristo, Ismael e Cleire.
Pastor Ismael, Casados em Cristo.
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