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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Perda da virgindade precocemente. Um alerta para pais.

Publicado originariamente pelo blog da Alexa Gerra,
http://alexaguerra.blogspot.com/


“Os riscos e perigos do sexo precoce” é a reportagem de capa da revista ISTO É, abril de 2009, que traz a reportagem sobre um vídeo de sexo explícito que explodiu na internet , cujos protagonistas eram um garoto de 14 anos e uma menina de 11. A história choca pela tenra idade e pelo conhecimento deles sobre um ato que requer maturidade física e psicológica para ser realizado com prazer e segurança. O vídeo foi filmado com o celular, na casa de um deles. Não havia adultos no local. (...)
“Os pais querem compensar a ausência dando tudo, tem crianças de 7 anos com celular de última geração. Mas os pais precisam dedicar mais tempo para entender seus filhos.”

Perderam a virgindade antes dos 15 anos:Meninas
11% em 1980.
33% em 2000
.

Meninos
33% em 1980.
47 % em 2000.


Fonte: Ministério da Saúde.

Dentre os fatores, está a dificuldade dos pais em impor limites. Os pais tem medo de reprimir e perdem o controle do que os filhos fazem.”

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Namorado da mãe expõe criança a risco.

“Namorados” que dormem na casa da “namorada” aumentam, 48 vezes mais, o risco de abuso e morte para crianças.

Hilary White

CHICAGO, EUA, 9 de novembro de 2005 (LifeSiteNews.com) — Estudos de pesquisadores da Universidade de Chicago e da Universidade de Missouri-Columbia mostra que crianças que vivem em lares ocupados pelos namorados de suas mães ou outras pessoas que não são parentes correm 48 por cento mais risco de morrer de abuso infantil do que crianças que vivem com dois pais biológicos.

“Não é a condição de mãe solteira ou pai solteiro em si que coloca a criança em risco”, disse o Dr. Bernard Ewigman, co-autor do estudo. “É a presença na casa de adultos que não são parentes, geralmente um homem que namora a mãe. Tal situação aumenta dramaticamente os riscos”.

O estudo, intitulado “Mortes de Crianças Resultantes de Ferimentos Infligidos: Fatores Domésticos de Risco e Características dos Perpetradores”, foi publicado na edição de novembro de Pediatrics, a revista oficial da Academia Americana de Pediatria. O estudo examinou todas as crianças de 5 anos de idade que morreram no Missouri entre 1 de janeiro de 1992 e 31 de dezembro de 1999.

Os autores do estudo escrevem no resumo disponível online: “Identificamos 149 mortes por ferimentos infligidos em nossa população durante o período do estudo de 8 anos. Crianças que residem em casas com adultos que não são parentes sofreram quase 50 vezes mais a probabilidade de morrer de ferimentos infligidos do que crianças residindo com 2 pais biológicos”.

Traduzido e adaptado do original Live-In Boyfriends Increase Risk of Child Death by 48 Times. Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews.com - Wednesday November 9, 2005.

Postado por Julio Severo às 8:31 AM

Momentos de intimidade do casal cristão devem ser preservados.

Preserve seus momentos de intimidade conjugal.

Por Pr Ismael.

A intimidade do casal deve ser tratada como algo “sagrado”,"intocável",tão importante que nada pode ameaçá-la ou perturbá-la.

O lugar mais comum onde o casal se encontra para suas intimidades é dentro de sua própria casa, e é exatamente dentro dela onde a luta contra os "inimigos" deve acontecer.

Os filhos pequenos são os maiores concorrentes da intimidade, quando não , o telefone que não dá sossego, a novela, o futebol do marido, o notebook, tablets , celulares e outras paranafernalhas da tecnologia,  e assim o tempo passa e o casal vai se acomodando nessa rotina doentia, onde a intimidade vem sempre em segundo plano.

É comum casais que depois de priorizarem tantas outras coisas já não têm mais energia para a intimidade, o que restou de si mesmo não é suficiente para um tempo curtindo um ao outro.

O casal que não preserva o seu momento a sós, a sua intimidade, em algum momento isso vai se manifestar como uma doença no relacionamento.

Precisamos entender que o casal vem antes de tudo. O casal vem antes dos filhos, o casal vem antes das coisas.

Por ser a intimidade tão importante, uma questão de saúde relacional, que nós devemos lutar contra tudo e contra todos que ameaçam o nosso tempo de intimidade conjugal.

Mais isso, sabemos que não é fácil, mas tem que ser conquistado e preservada essa conquista.

No caso dos filhos pequenos é colocar horário certo para irem para a cama. É obvio que em alguns casos, vai haver choro e protesto, mas mantenha posição firme, que você vai vencer essa barreira, é preciso ser radical com isso.

Os filhos não podem ficar dormindo com os pais, não. Eles têm que ter o seu quarto, a sua cama, e horário para se recolherem.

No caso de filhos adolescentes, às vezes ficamos preocupados pelo fato de eles estarem acordados, mas é besteira da gente, eles precisam saber que o pai e a mãe deles têm vida íntima e valorizam isso.

Se recolham mais cedo, fechem a porta do quarto e pronto. O fato de eles verem você dois tendo essa rotina boa de se trancarem no seu quarto, será um bom ensinamento para eles.

Quanto às demais coisas, é questão de priorizar, às vezes é o caso de desligar tudo que possa incomodar como TV, Internet, celular, e etc. É ordenar a agenda de tal maneira que a intimidade do casal seja garantida.

Se a gente não fizer do tempo de intimidade, uma prioridade, então, logo, logo, vamos ter problemas por causa disso.

O bate papo, a conversa boa, as amenidades, o riso juntos, tudo isso gera saúde emocional. O sexo é algo que pode acontecer ou não, se ele acontecer será o coroamento daquele instante, mas de qualquer forma não é um imperativo.

Valorizar o tempo de intimidade é valorizar o outro, é dizer que ele é importante, é dizer que você quer ouvi-lo, quer estar com ele.

Conta-se de uma experiência feita em laboratório para fins de se conhecer a necessidade de relacionamento do ser humano, então pegaram três coelhos em três gaiolas distintas, o primeiro recebeu como companheiro de gaiola uma coelha de sua espécie, o segundo recebeu um coelho de pelúcia e um terceiro permaneceu solitário. O tempo passou e o primeiro coelho a morrer foi o que estava solitário, o segundo coelho a morrer foi o que estava com o coelho sem vida (pelúcia) e o último coelho a falecer foi o que tinha uma companheira. Isso nos dá uma mostra da importância do relacionamento. Até os animais sabem disso, enquanto o ser humano parece estar se esquecendo.

As pessoas hoje, passam horas na internet, no MSN, mantendo conversas muitas vezes superficiais, outras vezes mentirosas e desprezam um manancial de relacionamentos que é o seu cônjuge.

Em qual gaiola nós estamos? Na gaiola da solidão, na gaiola com um cônjuge de pelúcia (sem vida) ou na gaiola onde há relacionamento?

É tempo de voltar atrás e se relacionar melhor. É tempo de cura. É Tempo de saúde no relacionamento.

No livro de Cantares, os amantes dizem: “ O meu amado é meu e eu sou dele”. Que assim seja com você também.

Um forte abraço. No amor de Cristo. Pr Ismael e Pra Cleire.

sábado, 13 de junho de 2009

Coisas simplices que os cônjuges podem fazer para melhorar o relacionamento.

Às vezes imaginamos que para melhorar um relacionamento que está em baixa é preciso fazer coisas extravagantes, quem sabe um cruzeiro na costa do litoral brasileiro ou uma viagem à Europa.

Outros dizem que para melhorar um relacionamento, só é preciso um pouco de dinheiro e comprar algo que o outro goste.

Mas relacionamento é mais do que coisas, dinheiro, viagens. Relacionamento é algo maior do que tudo isso, é entrega de alma, é vida a dois, é convivência, é superação juntos, é união de vontades, emoções e corpos.

Deixo algumas dicas para melhorar um relacionamento que não vai muito bem, ou que vai bem mas pode melhorar, e são coisas são simplices, tão fáceis, que pode parecer que não vai funcionar , mas vai, pode apostar nisso:

-aproveite cada oportunidade que surgir para elogiar o seu cônjuge, especialmente na presença de outras pessoas, isso é honra.

-Saia do computador e vá para a cama mais cedo, ainda que não seja para o sexo, mas que pode acontecer.

-Seja mais carinhoso, cuide de suas palavras, reconheça o valor do outro.

-Se prepare para o sexo, não com negligência, cansado, sem higiêne, sem desejo, mas de banho tomado, cheiroso, alegre, bem humorado, sem pressa, curtindo o momento.

- Elogie o cônjuge, estimule. Preserve a intimidade, não deixe os filhos trazerem prejuízos para a vida sexual do casal.

-Se importe com os sentimentos dele.Faça do outro uma prioridade.

-Divida o fardo, ajude, participe. Ao homem digo, ajude nos afazeres domésticos, se fizer isso vai sobrar mais tempo para os dois.

-Perdoe, lembre-se que a qualquer momento você é que vai precisar do perdão. Perdoar é permitir que o outro entre novamente na história da nossa vida. É rasgar a dívida, é dar a conta por paga. É não tocar mais no assunto. E colocar uma pedra sobre o problema.

-Façam planos juntos, escolham juntos, decidam juntos. Isso é unidade e faz com um se sinta pertencente ao outro.

-Se abracem mais, fiquem próximo , no campo de visão um do outro, mesmo que estejam fazendo coisas diferentes. Enquanto ela passa roupa, vá ler o seu lívro no mesmo ambiente, isso é prazer da companhia e faz bem aos dois.

-Não faça do outro alguém que existe para satisfazer suas necessidades, mas faça do outro alguém a quem você deve empenhar-se em satisfazer.

Um forte abraço. Pr Ismael e Pra Cleire.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Feitiçaria chique para despertar o interesse das crianças e adolescentes

"Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus" (3 João 11).


Fiquei sabendo de uma festa de aniversário de uma pré-adolescente, filha de um grã-fino da alta sociedade inglesa, em que o tema foi "a feitiçaria". "Chique, não é mesmo?", sentenciavam alguns convidados.
Fiquei curioso e li mais sobre a matéria: muitos estavam fantasiados de personagens de vários seriados de TV, que defendem a bruxaria, outros de monstros e, claro, de Harry Potter e sua turma. Era tudo em um estilo elegante e havia até "zumbis". Não, não, a festa não ocorreu em uma santería cubana, nem em um terreiro de candomblé brasileiro e, tampouco, em uma casa de vodu haitiano. Esse fetichismo infantil foi realizado em uma casa luxuosa em Londres, com direito até a manobrista à porta para estacionar os carrões dos figurões que traziam seus filhos.




Hoje em dia, os feiticeiros estão presentes em inúmeros lugares: fantasiados nas ladeiras da cidade de Olinda durante o carnaval, nas telinhas das TVs e nos protestos globalizados pela paz mundial. Eles estão lá... muitas vezes tímidos freqüentadores de covens (grupos de pessoas que estudam e praticam a bruxaria) em sítios distantes dos centros urbanos. Outras vezes, exibidos e provocando aqueles que passam ao largo (com a mesma desenvoltura das prostitutas do "Bairro da Luz Vermelha", em Amsterdã).
A visibilidade deles se traduz como um novo status social – o da "feitiçaria chique"!
Em nossos dias, fetiches marcam culturalmente a identidade dos nossos adolescentes, mas afetam também suas vidas espirituais em pelo menos dois aspectos:

1. Familiarizando-se com o paganismo

Nossos adolescentes passaram a ser indiretamente apresentados ao ocultismo. Por exemplo, no livro e no filme Harry Potter e A Pedra Filosofal, aparece um cachorrão de três cabeças chamado "Fofo", que protege a entrada de uma câmara onde está contida a pedra filosofal. Qualquer um pode até presentear crianças com esse "Fofo" – ele está à venda, em pelúcia, em várias lojas nos shopping centers. As crianças podem levá-lo para casa e até dormir com ele nas suas próprias camas.
Coincidência ou não, na mitologia grega somos apresentados a "Cerberus", também um cachorrão de três cabeças que protege a entrada do Hades. Ambos, "Fofo" e "Cerberus", ficam calmos ao som de música. Nossos adolescentes, quando estudarem sobre "Cerberus", na mitologia grega, vão se lembrar do "Fofo" de Harry Potter. "Cerberus", porém, mata pessoas e não é, de forma alguma, uma criatura agradável. Chique? Claro que não. Tenebroso? Sim senhor!
A Bíblia nos adverte sobre o perigo de confundir o que é reto e luminoso com o que é perverso e escuro: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!" (Isaías 5.20).

2. Criando fantasias pagãs no imaginário das adolescentes

A cultura adolescente está sendo bombardeada pela bruxaria. Antes mesmo de surgir Harry Potter, elas já podiam assistir o filme Jovens Bruxas (1996). Ele tratava de jovens bruxas colegiais que acabam brigando entre si – é a "boa" contra a "má" bruxaria. Segundo a Bíblia, porém, bruxaria é sempre bruxaria, independente de ser "boa" ou "má", e é algo que devemos evitar.
Se a adolescente possui televisão a cabo, aí mesmo é que ela pode ser influenciada ou iniciada diariamente na feitiçaria e no modo de vida da wicca (nome moderno da bruxaria). Há vários seriados onde as heroínas são bruxas adolescentes bonitas e agradáveis: Sabrina, Aprendiz de Feiticeira; Charmed; Buffy, a Caça-Vampiros, entre outros.
"Ser bruxa é chique e legal", fantasiam nossas adolescentes após assistirem tais seriados. Muitas vezes querem imitá-las, procuram mudar de identidade para serem mais aceitas pela sua turma, entusiasmam-se e passam a ler mais e a estudar com afinco sobre a wicca. Ninguém precisa mais caçar bruxas, elas estão na nossa vizinhança e, às vezes, na nossa própria família. Muitas crianças estão cegas e sendo iniciadas prematuramente no paganismo através de filmes, jogos, modas, TV, internet e muitos livros de incentivo à bruxaria.

Conclusão

Satanás é um vampiro da psique humana. Ele nos seduz, ilude e depois mata. Na Bíblia Sagrada, feitiçaria é uma espiritualidade associada às obras da carne e jamais à vida no Espírito. Lemos: "não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas 5.20-21).
Portanto, é das mentes dos nossos adolescentes que o inimigo quer se apossar. O Diabo quer desestabilizar a lucidez espiritual dos nossos jovens e plantar nas mentes mais frágeis o interesse, ainda que aparentemente ingênuo, pela "chiquérrima" espiritualidade wiccana.
Assim sendo, cientes de que nossos filhos podem estar sendo indiretamente aprendizes de feiticeiros e que estamos vendo uma nova geração de cananeus chiques surgindo no planeta, não temos tempo a perder!
Inculquemos nas nossas mentes e nas dos nossos filhos o amor genuíno por Deus e, "finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe os vosso pensamento" (Filipenses 4.8).


(Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 2003.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Paixão é bom, mas não é tudo.

Como garantir um relacionamento duradouro

Diálogo e paciência são elementos fundamentais para preservar a felicidade da união

Ao contrário do censo comum, a paixão não é o fator que move os casais. Enquanto alguns estudiosos afirmam que o entusiasmo do casal termina em média após quatro anos de relacionamento, psicólogos garantem que uma boa dose de companheirismo é primordial para sustentar a vida a dois. Portanto, comemore, pois, para que isso aconteça, basta acreditar que o amor pode ser transformado com o tempo e manter o respeito em alta, dia após dia.

Segundo o mais recente estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em apenas um ano foram realizados 916.006 casamentos, um aumento de 2,9% em relação ao estudo anterior. A pesquisa vem comprovar que, na contramão do que muitos acreditam, ainda nos dias de hoje o casamento é visto como a realização de um sonho, quando existe uma união saudável e feliz.

Certamente, fazer de cada dia uma novidade é um grande desafio para quem deseja construir um futuro a dois. Além de conviver com as diferenças sociais, profissionais e familiares, o casal ainda precisa buscar soluções para os conflitos internos da relação. É nesta hora que eles devem investir no diálogo como um grande aliado na busca por equilíbrio.

Especialistas garantem que a rotina pode acabar com o relacionamento. Obter estabilidade e felicidade na vida a dois passa a ser bem mais fácil quando o casal consegue adotar algumas atitudes, já velhas conhecidas de todos. Fazer elogios ao amado, elevando sua autoestima, é uma boa forma de renovar o sentimento do companheiro, demonstrando o quanto ele é especial para você. Planejar metas juntos e realizar passeios e viagens a sós também pode evitar que a chama do amor se apague. Portanto, invista no seu relacionamento e acredite que a felicidade também pode ser para você.

Agência Unipress Internacional

Não perca o encanto da relação.Cuidado com a rotina.

Não deixe o encanto da relação se perder pelo caminho

Falta de estímulo, trabalho demais, filhos que exigem muita atenção, impaciência... São vários os motivos que podem contribuir para que o relacionamento caia na rotina, por isso, é preciso ficar atento para manter a empolgação e o encanto do início do namoro. Alguns simples cuidados podem fazer a diferença e demonstrar que carinho e cumplicidade nunca saem de moda. Mas lembre-se de que uma relação deve ser construída a dois, portanto, avalie os seus erros antes de cobrar demais e mãos à obra.

Não pense que os anos só trazem desgaste e afastamento. Com o convívio, o amor se firma e a intimidade torna o casal ainda mais unido, capaz de se entender com um simples olhar. Esta pode ser uma prova de que o amor vem amadurecendo com o tempo, trazendo equilíbrio para a vida em comum. Entretanto, se ultimamente a harmonia mais parece monotonia, fique atento para virar este quadro e reaver o interesse. Para isso, não dispense uma boa reflexão sobre os erros do passado, para reconstruir o que anda sendo deixado em segundo plano.

“Vivia me questionando onde eu havia errado. Queria uma explicação, até descobrir que precisava resgatar os sentimentos. A primeira coisa que fiz foi acabar com o vazio que havia se formado entre nós dois. Deixei de lado o orgulho e o egoísmo e demonstrei claramente que aquela situação precisava ser mudada. No final das contas, percebi que nem foi tão difícil porque no fundo, devido aos anos de intimidade, eu sabia exatamente o que ele esperava de mim”, conta a pedagoga Adriana Silveira, que reconquistou o marido, após 10 anos de casamento.

Adriana afirma que em nenhum momento perdeu as esperanças e garante que o relacionamento anda muito melhor que nos primeiros anos. “Agora estamos seguros de que os nossos sentimentos são maduros e capazes de superar os problemas que surgirem pelo caminho. O desgaste é natural, mas não devemos nos deixar levar pela correria do dia a dia, esquecendo do que realmente deve ser prioridade em nossas vidas.”

Dicas que podem devolver o brilho ao seu relacionamento

– Valorize mais as qualidades que os defeitos;

– Elogie mais e implique menos;

– Converse bastante e procure perceber o que precisa ser mudado;

– Mostre que está disposta a reverter a situação;

– Relembre os bons momentos e descubra onde eles se perderam;

– Demonstre interesse pelas coisas dele;

– Pergunte mais, mas cobre menos



Agência Unipress Internacional

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Marido Cristão que só via na esposa uma fonte de sexo.

Eu estava ignorando a minha esposa, exceto sexualmente – e isto estava nos destruindo.


Acordando meio grogue, eu senti Jane rolar pro meu lado e colocar a mão em meu ombro. Tomando isto como uma sugestão, eu comecei a beijá-la. “Pare!” Jane disse enquanto se afastava.

“Você fica tão atraente de manhã”, eu disse, esperando por uma resposta. Mas ela apenas se afastou ainda mais.

“Como você conseguiu não se interessar mais?”, eu argumentei.

“É cedo demais e estou cansada”, Jane respondeu. “Além disso, este é o único momento em que você parece me notar”.

“Não é bem assim”, eu disse, me defendendo. “E ajudo com as tarefas da casa e tento conversar com você toda noite”.

“Você fala apenas sobre trabalho”, ela disse. Então acrescentou, “e quando foi a última vez que você esvaziou a lava-louças?”.

“Você sempre muda de assunto”, eu gritei de volta. “Eu não sei por que sexo parece algo desagradável pra você. Você costumava gostar!”.

“Por que você não vai assistir à televisão ou vai pro computador, como você sempre faz?” Jane respondeu.

Ai.

Eu me vesti e saí do quarto com raiva. Mas as acusações de Jane tinham fundamento. Eu simplesmente detestava admitir isso.

Eu era o problema – Por algum tempo, eu estive medindo minha felicidade pela forma como as coisas estavam indo fisicamente entre Jane e eu. E ultimamente, elas não iam bem. Levou pouco tempo para que eu percebesse que o problema não era Jane. Era eu.

Quando o interesse de Jane desvaneceu, eu estava muito absorvido comigo mesmo para ver que eu era o culpado. Ao invés disso, eu me tornei mal-humorado, acusando Jane de não estar cumprindo os votos do nosso casamento. Eu estava cego demais para ver que era eu que não os estava cumprindo. Eu tinha deixado de manter Jane no centro da minha vida fazendo as coisas que realmente importavam – conversar regularmente, compartilhar alegrias e desapontamentos e dividir igualmente a parceria com os cuidados com as crianças e com a casa. Eu estava concentrado apenas em duas coisas: como eu estava indo no trabalho – e na cama.

Quando a nossa vida sexual entrou em declínio, eu logo me afundei na vulgaridade: assistindo filmes com cenas de sexo, participando de histórias de amigos promíscuos, permitindo que meus pensamentos vagueassem sempre que eu via uma mulher atraente.

Como um cristão, eu sabia que estava fazendo escolhas erradas. Eu sabia que tinha que parar com essas coisas e fazer o que era certo. Mas, como? Minhas atitudes em relação ao sexo tornaram-se tão enraizadas, elas praticamente definiam quem eu era.

Eu ponderava que não estava tendo um caso, que não estava magoando ninguém. Mas estava. Meu relacionamento com Jane sofreu. Eu não a procurava mais como uma pessoa – apenas como uma parceira sexual. E um casamento em luta cria tensão para a família inteira.

Confessando-me a Jane – As coisas começaram a mudar em janeiro de 2000.

Eu acordei numa quarta-feira de manhã e me aproximei de Jane. Dada a forma que eu estava agindo ultimamente, entretanto, ela não se interessou. Nós discutimos e eu perdi a calma dizendo coisas horríveis e agressivas. Naquele momento Jane ficou realmente com medo – com medo de mim, seu marido, que supostamente deveria ser o seu protetor e defensor.

Saí de casa zangado e fui para o meu encontro regular das manhãs de quarta-feira com Jim, meu sócio. Jim e eu sempre fazemos perguntas difíceis um ao outro, como: “Contra que tipo de pecado você está lutando? Você tem se mantido puro de corpo e mente? Você tem mentido pra mim?”.

Eu sabia que não estava sendo honesto com Jim ao responder estas perguntas, que eu estava mentindo para ele não admitindo o meu problema. Era a hora de esclarecer as coisas.

Cheguei ao local usual de encontro, embaraçado pelo que eu ia contar a Jim. Quando eu finalmente disse o que estava acontecendo, percebi que estava conversando com a pessoa errada.

“Eu tenho que ir pra casa”, eu disse a Jim. “Eu preciso me desculpar com Jane e tentar reparar o dano que tenho causado”. Jim e eu oramos e, então, eu voltei pra casa.

Eu nunca vou me esquecer daquela conversa com Jane. Ela poderia ser explosiva, então eu não sabia como me aproximar dela. Mas, aparentemente Deus a tinha preparado para esta conversa. Não me lembro de tudo o que disse, mas lembro perfeitamente que Jane estava completamente calma. Não houve raiva, gritos ou insultos, apenas uma paz que só poderia vir de Deus.

Depois que me desculpei, Jane disse: “Eu não sou a única pessoa com quem você precisa se acertar. Você precisa se acertar com Deus. Você precisa encontrar ajuda para ter de volta o controle da sua vida”.

Eu não tinha que esperar muito para começar. Eu havia agendado um almoço com meu pastor naquele dia.

Quando chegou a hora do almoço eu me abri contando a ele sobre a minha situação. Deus não permitiria que nada fosse esquecido, então minha consciência me levou a contar absolutamente tudo ao pastor Doug.

Deus falou através da reposta do meu pastor: “Toda vez que você assiste a filmes com cenas de sexo, você permite que sua mente vagueie, você está desonrando a sua esposa”. “Você precisa concentrar as suas energias, especialmente sua energia sexual, exclusivamente nela”.

Eu, então, prometi ali que nunca mais permitiria que o sexo me controlasse novamente.

Retornando – Eu pedi a Deus que tirasse de mim tudo o que desonrasse Jane. Eu fiquei surpreso ao descobrir que Deus respondeu a minha oração e trouxe alívio imediato. Minhas tentações de assistir filmes imorais, paquerar uma mulher atraente ou perder o controle sobre a minha imaginação se foram.

Isto não significa dizer que eu não tenha lutado desde então. Ainda que as imagens não estejam tão fortes quanto antes, às vezes relaxo e minha mente se volta para imagens sexuais de novo. Mas eu descubro que Deus está tão desejoso de me perdoar e ajudar quanto estava quando eu fiz aquela primeira decisão crucial em minha vida.

Quando minha mente divaga, eu rapidamente falo com Jim, meu sócio. Saber que Jim me faz perguntas difíceis é, definitivamente, uma forma de inibição. Ele até já me chamou em meu quarto de hotel, numa viagem de negócios, para me perguntar como eu estava - e o que eu estava assistindo na TV.

Além dele, o pastor Doug me aconselha a fazer uma lista de todas as coisas que eu preciso eliminar de minha vida.

“Para cada comportamento negativo”, ele disse, “coloque um comportamento positivo em seu lugar. Se você não substituir o comportamento negativo com alguma coisa positiva, eventualmente o comportamento negativo retornará”.

Meus “comportamentos negativos” geralmente começam com imagens. Como a maioria dos rapazes, eu sou orientado visualmente. Jesus sabia disso; Ele disse que até mesmo olhar uma mulher com sensualidade é como cometer adultério em nossos corações (Mateus 5:28). Para mim, simplesmente olhar para filmes, fotos, ou outra mulher, pode me levar a pensamentos pecaminosos – e isto é significativamente prejudicial para o meu relacionamento com Jane.

Eu estou aprendendo a substituir um pensamento negativo por outro positivo –
“tirando” meus olhos de imagens insalubres. Recentemente li sobre “mudança” em um artigo. A idéia é que, se eu permito que meus olhos se demorem um pouco sobre imagens insalubres, estou pecando. Para prevenir isso, eu tenho me treinado a “saltar” os meus olhos para qualquer outra coisa. Eu não posso evitar ver certas coisas, mas eu posso controlar se vou adiante com elas.

Eu levo este princípio um nível acima. Sempre que vejo uma imagem a qual precise evitar eu, imediatamente, penso em um momento prazeroso com Jane, tal como a abraçando apertado quando vamos dormir. Isto me permite substituir uma possível situação pecaminosa com pensamentos que estimulam minha estima por minha esposa.

Eu também preciso eliminar potenciais fontes de pecados ao meu redor. Para mim, isto significa tomar cuidado com o que assisto na televisão. Quando comerciais com imagens sexies surgem na tela, eu concentro minha atenção em algo que esteja completamente longe da TV.

Controlando o que entra em meu corpo através dos meus olhos, fica mais fácil concentrar minha energia sexual em minha esposa. Nós também, freqüentemente, silenciamos a TV e discutimos, como família, o que estivermos assistindo – tornando algo potencialmente negativo em algo positivo.

Eu também estou assistindo menos a TV. E estou substituindo aquele tempo com mais conversas com Jane. Eu me concentro, em particular, no dia dela, não no meu. Nós também tentamos jogar mais jogos em família. Esses comportamentos positivos estão estreitando o relacionamento familiar e ajudando a superar minha tentação de pecar através de imagens visuais.

Como eu me liguei novamente a Jane através de conversas, descobri o que me atraiu a ela primeiro. Meu amor e estima por ela cresceram de novo. Eu comecei a apreciar tudo o que ela faz por mim e por nossa família. Eu me casei com uma mulher admirável e sou grato a Deus por nos manter juntos. Ambos somos fortes individualmente, mas nossas forças são multiplicadas quando funcionamos como um casal e mantemos Deus no centro do nosso casamento.

Um homem transformado – Compreensivelmente levou um tempo para que Jane acreditasse nas mudanças que aconteceram em mim. Mas agora ela sabe que eu não vou voltar a ser um louco desvairado se ela disser não às minhas investidas.

Eu agora me concentro nas necessidades de Jane não somente porque devo, mas porque eu quero. E não pelo que isto faz com que ela faça comigo, mas pelo que isso faz por ela.

Eu sou uma pessoa diferente. Eu agora sei que agradar a minha esposa é a coisa mais importante que posso fazer, parecido com o amor de Deus. Eu posso ter intimidade com minha esposa sem sexo, e essa é uma intimidade mais profunda, que eu nunca experimentei através de atrações físicas.

Agora nós somos os melhores amigos um do outro, a quem abrimos a nossa alma, e isso é uma poderosa experiência de mudança de vida.


Rick Koen, gerente de projetos da American Air, vive em Indiana.

Copyright © 2008 por Christianity Today International

(Traduzido por Ana Maria Rocha Neves)

Homens e mulheres há uma diferença

restaurandocasamentos.com

Quando estão namorando o homem é todo espírito de romance. É uma mistura dos galãs de cinema e novela. Seu único alvo é agradar a namorada. Cada desejo dela é uma ordem para ele. Mas o que acontece com ele após o casamento? Acontece uma transformação terrível que a esposa não consegue compreender.

Após a cerimônia e uns poucos anos de casamento, as coisas ficam um pouquinho diferentes. O homem se torna o espírito absoluto de egoísmo. É tão romântico como um cobertor molhado. Sua idéia de uma noite romântica é comer um bife (que a mulher mesmo prepara), alugar um filme de guerra e dormir no sofá (assistindo o filme). A pobre mulher vai de finos vinhos e flores para os dias de sanduíches baratos e cuecas sujas. Que queda hein!

Outra surpresa desagradável para as mulheres é descobrir que os homens não gostam de fazer o serviços rotineiros da casa. Lavar roupa, cozinhar, passar aspirador estão debaixo da dignidade dos homens. Os homens preferem projetos grandiosos. Comprar um carro novo, reformar a sala de TV, instalar um sistema automático de molhar o jardim.

Mulheres, não é impressionante como o homem ocupa um cargo responsável que requer muito trabalho e uma variedade de optidões pode ser tão preguiçoso e inútil em casa? Quando ele entra pela porta da frente, seu QI cai quarenta pontos e ele fica incapaz de realizar tarefas caseiras. Mas quando completa uma destas tarefas o que ele espera imediatamente? Vocês sabem. Um desfile em sua honra. Se a mulher não se ajoelhar agradecida e beijar sua mão ele emburra. Fez o trabalho e ninguém notou. Coitadinho!

Os homens não são muito bons em conversar. As mulheres pensam que a única coisa que eles pensam é em comida, emprego, esporte, e sexo - não somente nesta ordem. Os homens não conversam muito e quando abrem a boca é para arrotar ou pedir o sal. Durante um jogo de futebol na TV o homem expressa uma vasta gama de emoção: fúria, alegria, medo, paixão. Ele está se esbaldando emocionalmente. Após o jogo como foi o jogo? E ele diz “Bem”. “Oh! Foi Bem! Obrigada por me contar. Isso me diz tanto! Após anos de pesquisa descobrimos que os homens têm um vocabulário limitado após o casamento. Eles emitem apenas quatro sentenças: “Não sei”. “ Você disse alguma coisa querida”? “ Preciso desta camisa para amanhã” e o mais importante de todas.” O que temos para o jantar?.

Com estas demonstrações sobre os homens, estou tentando mostrar como é difícil entender o sexo oposto. A maior parte do tempo o homem e a mulher funcionam em níveis diferentes. A maneira como vemos as coisas, como expressamos emoções são dramaticamente diferentes. Não existe uma área importante em que os dois sexos se encaixam naturalmente bem. Nenhuma!
Porque Deus fez isso conosco? Porque ele nos fez tão diferentes? Ele tem senso de humor creio que há três diferentes razões principais:

Primeiro nossas diferenças nos forçam a depender de Deus. Sem Ele o casamento é impossível.

Segundo lugar nossas diferenças podem nos levar a uma complementaridade no relacionamento.

Em terceiro, nossas diferenças podem nos levar a uma intimidade profunda. A melhor e mais profunda intimidade vem entre um homem e uma mulher. Vocês notaram que essas diferenças podem levar a esses benefícios. Elas também podem esfacelar um relacionamento, porque os parceiros não aprendem a lidar eficazmente com suas diferenças básicas masculinas e femininas... precisamos ver como essas diferenças afetam nossas conversas, e encontrar técnicas específicas que nos capacitarão a trabalhar com nossas diferenças para criar uma intimidade profunda e duradoura.
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