Quero deixar para você pastor ou líder de casais uma sugestão de evento gostoso de ser feito, que mobiliza toda a igreja, sem grandes custos e com resultado espiritual e relacional tremendo.
NOME DO EVENTO: Renovação da Aliança Conjugal.
LOCAL: No templo, igreja.
DIA DA SEMANA: Culto de domingo.
ENVOLVIDOS: Todos os casais da igreja, os casados, os amasiados, casados em outras religiões.
PROPÓSITO: Renovar os votos e promessas feitas no enlace matrimonial. Para quem é amasiado é a oportunidade de corrigir diante de Deus esta falha.Pode-se, inclusive, ser feito algum trabalho para custear casamento em cartório se for o caso, ou ainda, orientar os casais mais pobres, visto que o casamento no cívil é gratuíto para estes casos.
PARTICIPAÇÃO: Toda a igreja deve participar como testemunha, como se faz em um casamento.
COMO FAZER ?:
-Prepare a arrumação da igreja, adorne-a com flores, tapete nupcial, músicas apropriadas, fotógrafo e quem sabe até alguém para filmar.
-A mensagem deve ser de casamento mesmo, temos um sugestão neste link: http://casadosemcristo.blogspot.com/2009/05/mensagem-para-ceremonia-de-casamento.html
-Os casais fazem a entrada, marido e mulher juntos e se postam diante do Pastor que ministrará a eles.
-Não esquecer das bençãos das alianças, motivos os casais a usarem uma.
-Os votos ou promessas podem ser impressas em um papel melhor e entregue a eles para que emoldurem e coloquem em lugar de destaque em suas casas.Abaixo um modelo que usamos em nossa igreja:
Renovação da nossa aliança conjugal
Minha esposa, hoje eu quero reafirmar a nossa aliança conjugal.
Diante de Deus, da nossa família, e das testemunhas aqui presente, eu prometo ser fiel a você em todos os momentos da nossa vida, na fartura ou na escassez, na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, serei o seu protetor, amarei você com toda a força do meu coração, farei o que for preciso para que o nosso amor esteja sempre guardado e para que você esteja bem. Prometo ser um bom pai para os nossos filhos e um homem de valor. E para tanto empenho aqui a minha palavra e a minha honra, com a ajuda de Deus. Assinado: Seu marido.
Meu marido, da mesma forma, diante de Deus e destas pessoas aqui presentes, eu prometo a você, o meu amor, a minha fidelidade, e que me empenharei para ser a companheira que você deseja, estarei ao seu lado quer nos momentos bons ou naqueles mais difíceis; serei a pessoa com quem você poderá contar sempre; prometo a você o meu respeito e a minha admiração, e para isso, empenho aqui a minha palavra e a minha dignidade, na força e no poder de Deus.Assinado:Sua esposa.
Agosto/2010
Fizemos este trabalho na igreja e foi muito emocionante, algumas mulheres sonhavam com isso, outras queriam ouvir o marido renovar os votos, enfim, foi um choro só, e certamente, a benção de Deus veio sobre eles. Houve alguém que disse que nem se lembrava mais o que disse quando se casou.
Faça uma festa na igreja, se houver recurso, presenteie com um bolo e guaraná para todos.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
História para repensar o relacionamento conjugal.
Texto de autoria de Rubens de Lima, site: www.rubenspoeta.com/visualizar.php?idt=2437273.
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.
Tente administrar o resultado da sua fraqueza, você é o único responsável por ela, a vida é curta e a juventude também, viva intensamente com responsabilidade evitando cuspir no prato que comeu.
Um casamento centrado em Cristo é um casamento para a vida toda.
Visite o site do autor: http://www.rubenspoeta.com/
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.
Tente administrar o resultado da sua fraqueza, você é o único responsável por ela, a vida é curta e a juventude também, viva intensamente com responsabilidade evitando cuspir no prato que comeu.
Um casamento centrado em Cristo é um casamento para a vida toda.
Visite o site do autor: http://www.rubenspoeta.com/
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Presente para o pai não precisa ser caro, tem que ter significado.
Extraido do site: http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11692-De-um-presente-anticoisa-neste-Dia-dos-Pais.htm
No Dia dos Pais, a
escolha do presente para o seu querido nem sempre é uma tarefa das mais
fáceis, não é? A lista de possibilidades costuma ser grande. Camisa,
perfume, livros, cinto, meias, gravata, furadeira e outros itens que, no
fundo, sempre nos deixam com aquela dúvida: será que ele vai gostar
disso? Dar presentes, alguém já disse, é uma arte. Mas dar um bom
presente não significa necessariamente ter que gastar muito dinheiro ou
dar algo vistoso. O economista Beto Veiga é partidário de um conceito
bastante original. O conceito do presente "anti-coisa", termo cunhado
pela consultora americana April Dykman, mas já praticado por muitas
pessoas.
Para Veiga, o ideal é pensar na felicidade que aquele presente vai trazer à pessoa, e não no seu valor material. "A proposta de um presente "anti-coisa" é proporcionar momentos e experiências em vez de bens materiais", explica o consultor.
Para Veiga, o ideal é pensar na felicidade que aquele presente vai trazer à pessoa, e não no seu valor material. "A proposta de um presente "anti-coisa" é proporcionar momentos e experiências em vez de bens materiais", explica o consultor.
Reconhecimento entra no pacote
Segundo
a psicóloga Denise Pará Diniz, especialista em terapia comportamental, o
mais importante na hora da escolha é refletir sobre a mensagem que você
gostaria de passar com o presente. A psicóloga argumenta que esta data é
perfeita para ser utilizada como um momento de agradecimento, seja por
alguma situação recente, por uma circunstância difícil em especial ou,
sobretudo, pelo conjunto da obra - um "obrigado" pela vida inteira.
"Em um momento recente é possível agradecer por algo benéfico que ele fez ou algum problema que ajudou a resolver. Como, por exemplo: se o seu pai bancou sua faculdade ou um curso de pós-graduação pode presenteá-lo com um convite para a formatura ou até mesmo o diploma. Esta é a ocasião de mostrar que o gesto do pai deixou o filho fortalecido, e é a oportunidade de agradecer pelo investimento", explica Denise Diniz. "Quando vamos presentear alguém, é importante ter respeito e reconhecimento pelo outro".
"Em um momento recente é possível agradecer por algo benéfico que ele fez ou algum problema que ajudou a resolver. Como, por exemplo: se o seu pai bancou sua faculdade ou um curso de pós-graduação pode presenteá-lo com um convite para a formatura ou até mesmo o diploma. Esta é a ocasião de mostrar que o gesto do pai deixou o filho fortalecido, e é a oportunidade de agradecer pelo investimento", explica Denise Diniz. "Quando vamos presentear alguém, é importante ter respeito e reconhecimento pelo outro".
Laços fortalecidos entre pais e filhos
A
ocasião pode ser aproveitada para o simples exercício de estar junto.
Promover um almoço, relembrar bons momentos ou simplesmente botar a
conversa em dia. É importante usar esta data para homenagear seu pai, seja com um presente, com um telefonema ou uma carta.
Um presente escolhido com carinho e pensado também pode ajudar a resgatar o vínculo e o sentido desta relação entre pais e filhos. Experiente em questões familiares, a terapeuta Denise Diniz cita como exemplo a história de um pai que ajudou o filho recém-divorciado a superar a situação e a esclarecer o novo cenário familiar ao neto.
"A criança não aceitava o fato e o avô a ajudou muito nesta fase de aceitação. Passado certo tempo, o menino fez um desenho da família e mostrou ao pai, parecendo estar conformado com a situação. O pai, por sua vez, presenteou o avô com o desenho, em agradecimento pelo apoio e carinho", conta a especialista.
Um presente escolhido com carinho e pensado também pode ajudar a resgatar o vínculo e o sentido desta relação entre pais e filhos. Experiente em questões familiares, a terapeuta Denise Diniz cita como exemplo a história de um pai que ajudou o filho recém-divorciado a superar a situação e a esclarecer o novo cenário familiar ao neto.
"A criança não aceitava o fato e o avô a ajudou muito nesta fase de aceitação. Passado certo tempo, o menino fez um desenho da família e mostrou ao pai, parecendo estar conformado com a situação. O pai, por sua vez, presenteou o avô com o desenho, em agradecimento pelo apoio e carinho", conta a especialista.
Não tem preço
Outra
vantagem interessante do presente anti-coisa é que a noção de valor
assume outros contornos. "Quando partirmos para um presente anti-coisa
ele deve ser significativo para quem irá ganhá-lo, o que não é sinônimo
para a palavra "caro", diz o consultor Beto Veiga.
Obviamente que também é permitido comprar presentes, afinal com a dedicação e o carinho na escolha, é perfeitamente possível agregar um valor afetuoso ao item. Se o seu bolso permitir, você ainda pode satisfazer seu pai, proporcionando a ele um curso, uma viagem ou um dia de relaxamento no Spa. Além disso, ainda é possível incentivá-lo a começar uma atividade física, bancando a matrícula em um clube ou academia, ou ainda uma experiência incomum que você sempre soube que ele quis provar, como um passeio de balão ou a prática de um esporte radical.
"Se há condições - de tempo e de dinheiro - para dar um presente material, isso é ótimo e também tem seu valor. Porém, sem esquecer o valor mais importante: A união entre a homenagem, o respeito e a mensagem a ser transmitida", explica a terapeuta Denise Diniz
Obviamente que também é permitido comprar presentes, afinal com a dedicação e o carinho na escolha, é perfeitamente possível agregar um valor afetuoso ao item. Se o seu bolso permitir, você ainda pode satisfazer seu pai, proporcionando a ele um curso, uma viagem ou um dia de relaxamento no Spa. Além disso, ainda é possível incentivá-lo a começar uma atividade física, bancando a matrícula em um clube ou academia, ou ainda uma experiência incomum que você sempre soube que ele quis provar, como um passeio de balão ou a prática de um esporte radical.
"Se há condições - de tempo e de dinheiro - para dar um presente material, isso é ótimo e também tem seu valor. Porém, sem esquecer o valor mais importante: A união entre a homenagem, o respeito e a mensagem a ser transmitida", explica a terapeuta Denise Diniz
O casamento de Jó.
Por Pr Ismael.
Encontramos nos livros bíblicos bonitas histórias de amor conjugal.Vemos por exemplo, a dedicação de Jacó que trabalhou por sete anos por sua amada Raquel, mas que na hora lhe foi entregue a irmã Lia, tendo ele que trabalhar mais sete anos, e o registro deste fato diz que " pareciam poucos dias, tamanho era o seu amor". Encontramos também o casal 20, Salomão e a sulamita; Elcana e Ana, aquele que amava a esposa, porém, tinha uma amante convivendo dentro de casa, no entanto, Deus ouviu a oração de Ana e fez um milagre duplo, concedendo-lhe um filho e tirando de cena a amante Penina. Realmente, tem muita história interessante.
Gostaria de compartilhar com você um pouquinho da vida conjugal de Jó, o homem a quem Deus se referia como um homem justo sobre a face da terra.
As informações de sua vida amorosa não são muitas, porém, o suficiente para nos certificarmos que ele possuía uma família bonita, bem estruturada, onde o amor conjugal estava sempre presente. Haja vista o número de filhos, dez num primeiro instante e mais tarde outros dez.
Seus filhos eram tratados com igualdade, tantos as meninas como os meninos. Jó lhes ensinava a caminhar em unidade e harmonia.
Havia por parte dele, todo um cuidado com a vida espiritual, e sempre depois de um tempo de festas e alegrias, Jó comparecia diante de Deus e realizava sacrificios pelos seus filhos, pedindo o perdão do Senhor, caso houvessem cometido algum excesso pecaminoso.
Jó era um homem rico, importante no lugar, mas nem por isso deixava de ser um "homem de família".Ele recebia seus filhos em casa, juntamente com seus empregados, estavam sempre juntos, era respeitado e admirado por todos. Imagino que as pessoas desejavam ouvir Jó falar, creio que a sabedoria estava nele, e os seus ensinamentos do "bem viver" era constantes.Que mais poderia querer da vida este Jó?
E Jó sabia que o adultério era um grande inimigo e então não facilitava, pois tudo que ele não queria, era perder sua família.Sobre isso ele dizia:
"Fiz concerto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?
Porque, qual seria a parte de Deus vinda de cima, ou a herança do Todo-Poderoso desde as alturas?
Porventura não é a perdição para o perverso, o desastre para os que obram iniquidade?
Ou não vê ele os meus caminhos, e não conta todos os meus passos?"Jó 31:1-4.
A preocupação dele com a continuidade do casamento e junto dele a existência de vida em família,era grande, e fez um pacto consigo mesmo de não olhar com desejo para outra mulher que não a sua esposa. Isso me faz lembrar as palavras de Jesus quando diz que se tão somente olhares para uma mulher desejando-a em seu coração, já adulterou com ela.
Jó tinha repugnância do adultério, apresenta-o como uma coisa maligna, como de fato é:
"Assim como os olhos do adúltero aguardam o crepúsculo, dizendo: Não me verá olho nenhum; e oculta o rosto" Jó 24:15.
Os adúlteros fazem assim, se comportam de modo a passar desapercebido, pensam que ninguém os vê, e querem passar impune diante de suas maldades.
Salomão dizia que o Senhor está de olho no caminhar de um homem, por isso é preciso cuidado com a forma com que andamos, porque o excesso de loucura traz a morte. (veja Pv 5:21-23).
Veja que Jó, além ser um homem apontado por Deus como justo, bom pai de filhos, era um marido fiel, protetor do casamento.Quando se quer uma família harmonica, ajustada, vivendo com alegria, é preciso proteger o casamento contra os seus inimigos. Não tem jeito de construir família assim, se o adultério estiver no coração.
Jesus falou que se os ventos e as muitas águas derem contra a uma casa, veremos qual casa foi construida na verdade e na justiça, pois somente esta permanecerá em pé.
Bom, mas os dias maus chegaram na casa de Jó: Morreram tragicamente seus filhos, perdeu seus bens, ficou terrivelmente doente, acabou a alegria, perdeu o respeito de todos, a admiração tornou-se coisa do passado.
Tenho dito que diante de uma crise, outras surgem com mais força e não foi diferente na vida de Jó. Quando tudo ia mal , sua mulher, aquela com a qual tivera 10 filhos, aquela a quem tanto amava a ponto de fazer um pacto consigo mesmo de não traí-la ,nem mesmo em pensamentos, pois é, ela mesma, aproxima-se dele e fala: Então sua mulher lhe disse:
" Ainda reténs a tua sinceridade? amaldiçoa a Deus, e morre.".Jó 2:9.
Ela naquele momento de aperto não aguentou e saiu do senso de equilíbrio, perdeu o controle emocional. Ela não queria mais ver o sofrimento do marido, desistiu de Deus, pois nas suas palavras entende-se que ela já não tinha sentimentos bons para com o Senhor, então, manda que Jó também abandone a fé em Deus e morra, colocando fim naquela dor.
Quantas vezes vemos esta mulher como alguém pouco digna, mas a vida nos ensina, e hoje, eu consigo compreende-la. Já imaginou você com uma família linda, filhos a sua porta, abundância de bens, posição social, uma marido fiel , temente a Deus, e de repente, tudo se acaba com tragédias seguidas uma após a outra. Quem não perderia o controle, quem não sairia da razão?
Mas queridos, a história deste amor não acaba aqui. Vejo o final desta história:
"E o Senhor virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o Senhor acrescentou a Jó outro tanto, em dobro, a tudo quanto dantes possuía.
Então vieram a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele pão em sua casa, e se condoeram dele, e o consolaram de todo o mal que o Senhor lhe havia enviado; e cada um deles lhe deu uma peça de dinheiro, e cada um um pendente de ouro.
E assim abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o primeiro; porque teve catorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de bois, e mil jumentas.
Também teve sete filhos e três filhas.
E chamou o nome da primeira Jemima, e o nome da outra Cassia, e o nome da terceira Keren-hapuch.
E em toda a terra não se acharam mulheres tão formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu herança entre seus irmãos.
E, depois disto, viveu Jó cento e quarenta anos; e viu a seus filhos, e aos filhos dos seus filhos, até à quarta geração.
Então morreu Jó, velho e farto de dias" Jo 42:10-17.
Você consegue imaginar isso? Deus mudou a história daquele amor. Foi tudo trazido de volta, com dupla honra, inclusive o amor conjugal. Mas como assim, você me pergunta? Meu querido, Jó teve com ela mais dez filhos, e será que é todo dia que alguém gera dez filhos com outro sem que haja entre eles amor?
O amor deles permaneceu durante a crise, houve sim, momentos de desespero, mas enquanto muitas mulheres no lugar dela teriam desistido de Jó , ela permaneceu ali, firme.
E o que este casal ensina ? Nos ensina que durante os dias maus, quando as trevas chegam, é preciso perseverar, continuar, e esperar em Deus, até que o sol brilhe de novo sobre o casamento.
Em tudo isso não pecou Jó.
Abraços. Pr Ismael.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A lepra e o relacionamento conjugal
Por Pastor Ismael.
Lc 17:11-14-"E aconteceu que, indo ele a Jerusalém, passou pelo meio da Samaria e da Galileia;E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens, leprosos, os quais pararam de longe,E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós. E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes. E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos."
Hoje durante o nosso programa de rádio, falava eu sobre os 10 leprosos que foram até Jesus para serem curados e quero compartilhar com você sobre este fato.
A lepra, à epoca dos aconecimentos, era uma doença praticamente incurável, excluia socialmente as suas vítimas.
Sabemos que tal doença provoca insensibilidade no lugar onde está localizada, por exemplo, se há lepra nas mãos, o doente pode colocar a mão leprosa em uma água fervente que não irá perceber , visto a ausência de sensibilidade no local.
Trazendo para os dias de hoje, quero falar sobre a lepra nascida no relacionamento conjugal.
Puxa, quantos corações estão leprosos dentro dos lares.Vidas estão se segregando, vivendo isoladamente em virtude disso. A lepra isola, separa, exclui pessoas do relacionamento.
Eu vejo isso especialmente em maridos que em virtude de insensibilidade acabam se isolando de um relacionamento saudável com sua companheira.
Um dia desses uma esposa reclamou que não consegue mais ter intimidade com seu marido por vergonha. Ela está um pouco acima do peso normal, um pouco "gordinha", e seu marido a ridiculariza diante de pessoas, rotula com apelidos que denigrem e magoam. A intimidade conjugal nao se dá mais com a naturalidade que deveria e o sofrimento emocional se estabeleceu. A insensibilidade do marido separou os dois
A verdade é que esposas estão esquecidas pelos maridos, e não são poucas. Uma delas escreveu assim:
“Acho que estou perdendo meu marido para uma máquina,um computador. Eu esperava tudo, menos isto, perder o meu homem para uma máquina. Perder o marido para uma outra mulher deve ser horrível,mas para uma máquina, é incrível. Deve ser muito atraente esta máquina, daquelas com o qual os homens sonham. Ela o seduziu e passam muito tempo juntos , a sós. É realmente, não deu para concorrer, ela é melhor do que eu”. Ela é uma máquina!!”
Esta perdeu o marido para uma máquina, outra perdeu para o trabalho, algumas perdem até para a amante, mas outras ainda , os maridos estão perdidos dentro de casa. Marido presente , mas coração ausente e distraído, indiferente ao querer da esposa.
Existe no ser humano uma necessedidade a ser suprida que é de se ter relacionamentos, de ouvir e ser ouvido, de discutir pontos de vista, de falar sobre amenidades, de se contar fatos ( excluindo aqui as fofocas).
Temos necessidades de falar de nossos sentimentos, como é que estamos nos sentindo, se estamos em paz ou em guerra, alegres ou tristes,compartilhar sonhos e desejos, trocar idéias, passar tempo juntos. Falar de nossas esperanças e nossos temores. E essa necessidade se supre através de um casamento bem ajustado.
Um dia um marido retrucou:
"Mas pastor, ela reclama de barriga cheia, eu estou em casa todos os dias, eu nem quase saio a não ser para ir trabalhar e ir à igreja".
A ausência que ela reclamava era outra. Não basta estar presente de corpo, mas ausente de relacionamentos. Estar dentro de casa é bom, mas o silêncio, o descaso, o desprezo , são armas que ferem até mais que a simples ausência. O casal precisa se comunicar. É preciso que um esteja sentindo o outro nas suas angústias e nas suas alegrias.
Algumas mulheres são bastante extrovertidas e quando isso está acontecendo elas "gritam" logo, põem para fora seus sentimentos, mas outras não são assim. Ficam remoendo, sofrendo, se sentindo mal amadas E desprezadas pela marido. Enfrentam a solidão dentro de uma casa cheia de filhos e marido. Elas sofrem solitariamente.
Os leprosos ao verem Jesus disseram: Jesus, mestre, tem misericórdia de nós. Que Ele tenha , então, misericórdia de nós também, maridos leprosos, insensíveis as necessidades de nossas esposas. Que Ele nos purifique. Que ele purifique o teu marido, mulher.Que ele sare a tua casa.
Fale com teu marido a este respeito.Não fique sofrendo sem que ele saiba,. Fale com Jesus também, para que a purificação dessa lepra chegue em teu lar.
Muitos dos nossos problemas de relacionamentos são oriundos de uma comunicação falha ou inexistente.
Quero crer que a maioria dos maridos atenderão o apelo de suas esposas, as vezes é só uma questão de atentar para o fato e ver as falhas, esquecimentos, desatenção mesmo.
A lepra fez dele um homem insensível, ele não se apercebe, não sente dores. Você precisa avisá-lo, tanto de suas necessidades e carências,quanto da lepra que nele está.
Dt 24:5 Quando algum homem tomar uma mulher nova, não sairá à guerra, nem se lhe imporá carga alguma; por um ano inteiro ficará livre na sua casa, e alegrará a sua mulher que tomou.
Um abraço.
Um forte e demorado abraço.
Um abraço que cure a tua alma.
Com carinho, Pr Ismael e Pra. Cleire.
Lc 17:11-14-"E aconteceu que, indo ele a Jerusalém, passou pelo meio da Samaria e da Galileia;E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens, leprosos, os quais pararam de longe,E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós. E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes. E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos."
Hoje durante o nosso programa de rádio, falava eu sobre os 10 leprosos que foram até Jesus para serem curados e quero compartilhar com você sobre este fato.
A lepra, à epoca dos aconecimentos, era uma doença praticamente incurável, excluia socialmente as suas vítimas.
Sabemos que tal doença provoca insensibilidade no lugar onde está localizada, por exemplo, se há lepra nas mãos, o doente pode colocar a mão leprosa em uma água fervente que não irá perceber , visto a ausência de sensibilidade no local.
Trazendo para os dias de hoje, quero falar sobre a lepra nascida no relacionamento conjugal.
Puxa, quantos corações estão leprosos dentro dos lares.Vidas estão se segregando, vivendo isoladamente em virtude disso. A lepra isola, separa, exclui pessoas do relacionamento.
Eu vejo isso especialmente em maridos que em virtude de insensibilidade acabam se isolando de um relacionamento saudável com sua companheira.
Um dia desses uma esposa reclamou que não consegue mais ter intimidade com seu marido por vergonha. Ela está um pouco acima do peso normal, um pouco "gordinha", e seu marido a ridiculariza diante de pessoas, rotula com apelidos que denigrem e magoam. A intimidade conjugal nao se dá mais com a naturalidade que deveria e o sofrimento emocional se estabeleceu. A insensibilidade do marido separou os dois
A verdade é que esposas estão esquecidas pelos maridos, e não são poucas. Uma delas escreveu assim:
“Acho que estou perdendo meu marido para uma máquina,um computador. Eu esperava tudo, menos isto, perder o meu homem para uma máquina. Perder o marido para uma outra mulher deve ser horrível,mas para uma máquina, é incrível. Deve ser muito atraente esta máquina, daquelas com o qual os homens sonham. Ela o seduziu e passam muito tempo juntos , a sós. É realmente, não deu para concorrer, ela é melhor do que eu”. Ela é uma máquina!!”
Esta perdeu o marido para uma máquina, outra perdeu para o trabalho, algumas perdem até para a amante, mas outras ainda , os maridos estão perdidos dentro de casa. Marido presente , mas coração ausente e distraído, indiferente ao querer da esposa.
Existe no ser humano uma necessedidade a ser suprida que é de se ter relacionamentos, de ouvir e ser ouvido, de discutir pontos de vista, de falar sobre amenidades, de se contar fatos ( excluindo aqui as fofocas).
Temos necessidades de falar de nossos sentimentos, como é que estamos nos sentindo, se estamos em paz ou em guerra, alegres ou tristes,compartilhar sonhos e desejos, trocar idéias, passar tempo juntos. Falar de nossas esperanças e nossos temores. E essa necessidade se supre através de um casamento bem ajustado.
Um dia um marido retrucou:
"Mas pastor, ela reclama de barriga cheia, eu estou em casa todos os dias, eu nem quase saio a não ser para ir trabalhar e ir à igreja".
A ausência que ela reclamava era outra. Não basta estar presente de corpo, mas ausente de relacionamentos. Estar dentro de casa é bom, mas o silêncio, o descaso, o desprezo , são armas que ferem até mais que a simples ausência. O casal precisa se comunicar. É preciso que um esteja sentindo o outro nas suas angústias e nas suas alegrias.
Algumas mulheres são bastante extrovertidas e quando isso está acontecendo elas "gritam" logo, põem para fora seus sentimentos, mas outras não são assim. Ficam remoendo, sofrendo, se sentindo mal amadas E desprezadas pela marido. Enfrentam a solidão dentro de uma casa cheia de filhos e marido. Elas sofrem solitariamente.
Os leprosos ao verem Jesus disseram: Jesus, mestre, tem misericórdia de nós. Que Ele tenha , então, misericórdia de nós também, maridos leprosos, insensíveis as necessidades de nossas esposas. Que Ele nos purifique. Que ele purifique o teu marido, mulher.Que ele sare a tua casa.
Fale com teu marido a este respeito.Não fique sofrendo sem que ele saiba,. Fale com Jesus também, para que a purificação dessa lepra chegue em teu lar.
Muitos dos nossos problemas de relacionamentos são oriundos de uma comunicação falha ou inexistente.
Quero crer que a maioria dos maridos atenderão o apelo de suas esposas, as vezes é só uma questão de atentar para o fato e ver as falhas, esquecimentos, desatenção mesmo.
A lepra fez dele um homem insensível, ele não se apercebe, não sente dores. Você precisa avisá-lo, tanto de suas necessidades e carências,quanto da lepra que nele está.
Dt 24:5 Quando algum homem tomar uma mulher nova, não sairá à guerra, nem se lhe imporá carga alguma; por um ano inteiro ficará livre na sua casa, e alegrará a sua mulher que tomou.
Um abraço.
Um forte e demorado abraço.
Um abraço que cure a tua alma.
Com carinho, Pr Ismael e Pra. Cleire.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Um homem solitário, um homem desnorteado.
Por Pastor Ismael.
Um homem solitário, um homem desnorteado.
"Não é bom que o homem esteja só...." ( Genesis 2:18)
É notório como os homens de um modo geral, com algumas exceções, não conseguem viver solitários e com qualidade de vida.
Basta olhar a diferença que há entre um homem solitário e uma mulher solitária.
A primeira coisa que o homem faz é deixar de cuidar de si mesmo. Ele se torna relapso com seu asseio pessoal, com as suas vestimentas, a casa, a saúde e assim por diante.
Vamos ilustrar isto:
Eu e a Cleire estivemos visitando os velhinhos no Asilo em nossa cidade onde fomos “padrinhos” de uma funcionária por ocasião do natal, onde estávamos encarregados de lhe abençoar com um presente.
Houve uma bela festa e estava ali, um rapaz ainda jovem, aparentava estar bem de saúde, porém era cego.
Um casal de irmãos nos contou a sua história:
Ele era membro de uma igreja evangélica e morava sozinho. Nunca teve uma esposa ou filhos e para piorar, não tinha parentes por perto.
Como haviam passados alguns dias sem que ele fosse aos cultos, o casal resolveu visitá-lo para saber o que se passava.
Quando chegaram em sua casa encontraram-no quase que totalmente cego, sozinho, tentando achar fósforo para acender o fogão e fazer a sua comida.
Ele era diabético, porém, não controlava devidamente a doença e acabou perdendo a visão.
Prontamente os irmãos providenciaram o socorro médico e, posteriormente, conseguiram uma vaga para ele no asilo local e assim ele se tornou um morador daquela instituição.
Acredito que se ele tivesse uma mulher, não teria chegado a tal ponto, ela cuidaria de fazer com que ele fosse ao médico para controle da doença. Foi realmente uma pena, perdeu a visão.
Então me veio esta mensagem ao coração “ Não é bom que o homem viva só’.
E me parece que é realmente isto,vejo outros homens solitários, separados ou divorciados, que quando não voltam para a casa da mãe, acabam se dando mal, ao passo que as mulheres conseguem administrar melhor suas vidas quando ficam solitárias.
Observe as divorciadas como são bonitas e bem cuidadas depois que elas esquecem o antigo amor e partem para a vida, olhem para as viúvas de meia idade, veja como eram antes e como estão agora, muito mais bonitas e arrumadas.
Deus tinha razão, não é bom que o homem viva só.
Um homem solitário, um homem desnorteado.
"Não é bom que o homem esteja só...." ( Genesis 2:18)
É notório como os homens de um modo geral, com algumas exceções, não conseguem viver solitários e com qualidade de vida.
Basta olhar a diferença que há entre um homem solitário e uma mulher solitária.
A primeira coisa que o homem faz é deixar de cuidar de si mesmo. Ele se torna relapso com seu asseio pessoal, com as suas vestimentas, a casa, a saúde e assim por diante.
Vamos ilustrar isto:
Eu e a Cleire estivemos visitando os velhinhos no Asilo em nossa cidade onde fomos “padrinhos” de uma funcionária por ocasião do natal, onde estávamos encarregados de lhe abençoar com um presente.
Houve uma bela festa e estava ali, um rapaz ainda jovem, aparentava estar bem de saúde, porém era cego.
Um casal de irmãos nos contou a sua história:
Ele era membro de uma igreja evangélica e morava sozinho. Nunca teve uma esposa ou filhos e para piorar, não tinha parentes por perto.
Como haviam passados alguns dias sem que ele fosse aos cultos, o casal resolveu visitá-lo para saber o que se passava.
Quando chegaram em sua casa encontraram-no quase que totalmente cego, sozinho, tentando achar fósforo para acender o fogão e fazer a sua comida.
Ele era diabético, porém, não controlava devidamente a doença e acabou perdendo a visão.
Prontamente os irmãos providenciaram o socorro médico e, posteriormente, conseguiram uma vaga para ele no asilo local e assim ele se tornou um morador daquela instituição.
Acredito que se ele tivesse uma mulher, não teria chegado a tal ponto, ela cuidaria de fazer com que ele fosse ao médico para controle da doença. Foi realmente uma pena, perdeu a visão.
A mulher dá equilíbrio a vida do homem.
Então me veio esta mensagem ao coração “ Não é bom que o homem viva só’.
E me parece que é realmente isto,vejo outros homens solitários, separados ou divorciados, que quando não voltam para a casa da mãe, acabam se dando mal, ao passo que as mulheres conseguem administrar melhor suas vidas quando ficam solitárias.
Observe as divorciadas como são bonitas e bem cuidadas depois que elas esquecem o antigo amor e partem para a vida, olhem para as viúvas de meia idade, veja como eram antes e como estão agora, muito mais bonitas e arrumadas.
Deus tinha razão, não é bom que o homem viva só.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
É inverno no seu casamento, mas a primavera vem aí !!
Por Pastor Ismael
Ct 2:12 “Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega...”
Durante a vida um casal passa por períodos de tempo marcantes para os dois. Alguns ilustram como as quatro estações do amor, ou seja, inverno, primavera, verão e outono. O inverno é um período difícil, tempo de sequidão romântica. Na primavera aparecem as flores, é tempo de o amor acontecer, mas depois vem o verão, tempo de construir, buscar luz no relacionamento e por fim chega o outono , tempo de usufruir, desfrutar gostosamente da relação.
Outro dia lendo a respeito, um casal dizia que estava vivendo como irmãos, eles já não tinham mais aquela sede por sexo, simplesmente gostavam de estar juntos, porém, não iam além disso.
Não havia nada tão desastroso, não. Eles se amavam, mas havia agora, uma dúvida. Eles não sabiam que tipo de amor que estavam vivendo, se era amor fileo ou storge. Eles só tinham uma certeza, não era o amor Eros que estava ali.
E eles viam nisso algo terrível, inimaginável. Viver sem sexo seria impossível na concepção deles, então, discutiam uma separação amigável e não traumática, como se isso fosse possível.
Olha, o sexo é uma delícia realmente, faz bem para a saúde relacional, mas não é a única coisa boa presente na vida de um casal.
Há outras necessidades que são num casamento supridas, há outras alegrias. Não se pode fazer do sexo a única fonte de prazer para os dois, não.
Há prazeres quem sabe ainda mais sublimes, como a construção de um lar. E mais, ter alguém com quem se pode contar, criar filhos, pertencer, ser aceito, é fascinante demais.
E afinal, que mal há em si viver por um período como irmãos. Seria o sexo a essência de um casamento? Penso que não.
Ademais, é para esses momentos da relação que existe algo chamado “comprometimento”, que é estar decididamente envolvido com o outro.
É amar com amor ágape, perfeito, que espera, que tudo suporta, tudo crê, que não se desespera, não se irrita, nem se ressente do mal.
Um casamento assim é aquela casa que Jesus falou que o vento e as águas dariam contra ela, porém, ela resistiria.
Estar compromissado um com o outro é alicerce que mantém a casa em pé, ainda que venham tempos ruins.
E realmente há tempos que parece que a estrada da nossa vida só tem subida, mas estando presente o pacto, então, eles esperam juntos pela descida, pelo momento bom.
Uma escritora comentou em um dos seus livros sobre relacionamento conjugal, que um casal de velhos completava bodas de diamante, 60 anos juntos e alguém perguntou a ela se nunca teve vontade de largar dele por algum motivo, ao que respondeu que houve momentos em que teve vontade de esganá-lo, de matá-lo mesmo. Mas a pessoa insistiu na questão de uma separação, e ela respondeu: “A separação não era uma das opções, não era uma das possibilidades.” Isso é compromisso, comprometimento, empenho de uma palavra. Diferentemente de casais modernos que ao menor impasse, optam por uma separação.
Quando alguma coisa está falhando, em falta, aí é que entra o poder de uma aliança, deste pacto que dá sustentação ao casal na hora do aperto, da dúvida e das alterações.
Vejo o exemplo de um marido especial, cuja mulher se chama Israel, a nação, e o marido é o Senhor Deus. E Ele faz-lhe uma promessa:
Os 2:19 “E desposar-te-ei comigo para sempre: desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias.”
Aqui ele se compromete na relação e diz os termos da aliança. Ela será primeiramente, para sempre, por toda a existência, depois em justiça e retidão, bondade e misericórdia.
Será que ele não previu que haveria tempos difíceis, tempos em que a sua mulher Israel não mereceria do seu amor? Certamente que Ele sabia de tudo isto, mas um pacto existe mesmo para possibilitar a continuidade de uma relação durante os tempos difíceis.
Ele o Senhor, despreza o quebrar de uma promessa feita, conforme se verifica em
Ml 2:14 E dizeis: Por que? porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher do teu concerto.
Então é isso, o casamento não pode ser idealizado como uma relação perfeita, sem trancos e sobressaltos, não. A realidade mostra que não é assim, mas em havendo firmeza de propósito, o tempo de paz chegará de novo. Novamente o casal irá se apaixonar e outra vez eles irão caminhar na mesma direção, é só esperar passar o inverno, pois a primavera sempre chega.
É possível o amor eros renascer.Deus pode fazê-lo, e o casal pode contribuir para isso. Mas como ? Voltando a namorar, ainda que, inicialmente, pareça que não está dando certo, mas calma, a primavera está chegando e com ela, as flores, alegria.
Ct 2:12 “Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega...”
Durante a vida um casal passa por períodos de tempo marcantes para os dois. Alguns ilustram como as quatro estações do amor, ou seja, inverno, primavera, verão e outono. O inverno é um período difícil, tempo de sequidão romântica. Na primavera aparecem as flores, é tempo de o amor acontecer, mas depois vem o verão, tempo de construir, buscar luz no relacionamento e por fim chega o outono , tempo de usufruir, desfrutar gostosamente da relação.
Outro dia lendo a respeito, um casal dizia que estava vivendo como irmãos, eles já não tinham mais aquela sede por sexo, simplesmente gostavam de estar juntos, porém, não iam além disso.
Não havia nada tão desastroso, não. Eles se amavam, mas havia agora, uma dúvida. Eles não sabiam que tipo de amor que estavam vivendo, se era amor fileo ou storge. Eles só tinham uma certeza, não era o amor Eros que estava ali.
E eles viam nisso algo terrível, inimaginável. Viver sem sexo seria impossível na concepção deles, então, discutiam uma separação amigável e não traumática, como se isso fosse possível.
Olha, o sexo é uma delícia realmente, faz bem para a saúde relacional, mas não é a única coisa boa presente na vida de um casal.
Há outras necessidades que são num casamento supridas, há outras alegrias. Não se pode fazer do sexo a única fonte de prazer para os dois, não.
Há prazeres quem sabe ainda mais sublimes, como a construção de um lar. E mais, ter alguém com quem se pode contar, criar filhos, pertencer, ser aceito, é fascinante demais.
E afinal, que mal há em si viver por um período como irmãos. Seria o sexo a essência de um casamento? Penso que não.
Ademais, é para esses momentos da relação que existe algo chamado “comprometimento”, que é estar decididamente envolvido com o outro.
É amar com amor ágape, perfeito, que espera, que tudo suporta, tudo crê, que não se desespera, não se irrita, nem se ressente do mal.
Um casamento assim é aquela casa que Jesus falou que o vento e as águas dariam contra ela, porém, ela resistiria.
Estar compromissado um com o outro é alicerce que mantém a casa em pé, ainda que venham tempos ruins.
E realmente há tempos que parece que a estrada da nossa vida só tem subida, mas estando presente o pacto, então, eles esperam juntos pela descida, pelo momento bom.
Uma escritora comentou em um dos seus livros sobre relacionamento conjugal, que um casal de velhos completava bodas de diamante, 60 anos juntos e alguém perguntou a ela se nunca teve vontade de largar dele por algum motivo, ao que respondeu que houve momentos em que teve vontade de esganá-lo, de matá-lo mesmo. Mas a pessoa insistiu na questão de uma separação, e ela respondeu: “A separação não era uma das opções, não era uma das possibilidades.” Isso é compromisso, comprometimento, empenho de uma palavra. Diferentemente de casais modernos que ao menor impasse, optam por uma separação.
Quando alguma coisa está falhando, em falta, aí é que entra o poder de uma aliança, deste pacto que dá sustentação ao casal na hora do aperto, da dúvida e das alterações.
Vejo o exemplo de um marido especial, cuja mulher se chama Israel, a nação, e o marido é o Senhor Deus. E Ele faz-lhe uma promessa:
Os 2:19 “E desposar-te-ei comigo para sempre: desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias.”
Aqui ele se compromete na relação e diz os termos da aliança. Ela será primeiramente, para sempre, por toda a existência, depois em justiça e retidão, bondade e misericórdia.
Será que ele não previu que haveria tempos difíceis, tempos em que a sua mulher Israel não mereceria do seu amor? Certamente que Ele sabia de tudo isto, mas um pacto existe mesmo para possibilitar a continuidade de uma relação durante os tempos difíceis.
Ele o Senhor, despreza o quebrar de uma promessa feita, conforme se verifica em
Ml 2:14 E dizeis: Por que? porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher do teu concerto.
Então é isso, o casamento não pode ser idealizado como uma relação perfeita, sem trancos e sobressaltos, não. A realidade mostra que não é assim, mas em havendo firmeza de propósito, o tempo de paz chegará de novo. Novamente o casal irá se apaixonar e outra vez eles irão caminhar na mesma direção, é só esperar passar o inverno, pois a primavera sempre chega.
É possível o amor eros renascer.Deus pode fazê-lo, e o casal pode contribuir para isso. Mas como ? Voltando a namorar, ainda que, inicialmente, pareça que não está dando certo, mas calma, a primavera está chegando e com ela, as flores, alegria.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Dois apaixonados, um leito viçoso.
Por Pr Ismael.
Este é um dos casais mais interessantes da Bíblia. E é no livro de Cantares onde está registrada a sua história, onde se revela toda a sensualidade dos amantes, o Rei Salomão e a sua amada Sulamita.
Ela afirma que o seu amado tem saudades dela, e eu fico, aqui com meus botões, imaginando a convicção com que ela expressa isto, ela tem certeza de que ama e é amada.
Meu amado tem saudades de mim ( Cantares 7:10)
E não é sem razão que ele tenha saudades. Qual o homem que não teria saudades de uma mulher como a Sulamita?
Ela é realmente uma mulher admirável, incrível, a mulher maravilha do Antigo Testamento.
O seu marido é um homem de sorte, diria uns, mas já as mulheres diriam que ela também é uma mulher abençoada pelo céu, pois tem ao seu lado um homem sensível , que a aprecia, poderoso, um grande amante.
Vamos ver um pouco mais sobre esta relação bonita, cujo registro é um estímulo para os casais contemporâneos.
Ct 1:2 Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho.
Ela mostra desejo pelo seu amado e faz uma comparação elogiosa sobre o beijo do amado, dizendo que é melhor e mais saboroso que o vinho, desejável e inebriante. O beijo do amado lhe rouba os sentidos.
Ct 1:5 “Eu sou morena, mas agradável...”
Veja que ousadia, ela diz que é uma morena agradável, ela tem a sua auto-estima lá em cima.
Eu gosto quando minha esposa brinca assim comigo, mostrando que está de bem com a vida, sem complexos, sem traumas por causa disso ou daquilo.
Eu já falei sobre isso outras vezes, mas repito aqui, um homem procura duas virtudes como entre os mais importantes em uma mulher, primeiro um bom sexo, segundo, que ela seja uma companhia agradável.
Para algumas esposas eu digo: Pare de ser ranzinza, “mulher limão”, seja agradável com seu homem e logo você poderá falar como a Sulamita: "Meu amado tem saudades de mim".
Olha, quem aguenta mulher crítica, exigente, organizada demais, que vive resmungando, difícil de ser agradada.
Tem mulher que é difícil de se amar. Um marido me disse outro dia durante um aconselhamento: "Pois é , pastor, a Bíblia diz que eu tenho que amar até os meus inimigos, então vamos lá, né?
Ele não se referia aos inimigos, mas a esposa encrenqueira que tinha dentro de casa.
Caminhemos um pouco mais:
Ct 1:16 “Eis que és gentil e agradável, ...”
Ela é uma mulher simples, mas que aprendeu a ter palavras elogiosas nos seus lábios, diz que o seu amado é gentil e agradável e como consequência disso as noites de amor são exuberantes.
Olha aí o segredo para apimentar a vida conjugal. Marido gentil, cavalheiro, agradável, simpático, que pensa na mulher e não só em si mesmo, merece e tem um "leito viçoso."
Ele sabe aguçar seus desejos através de uma comunicação eficaz e eficiente, quem sabe ele a alegra com fartos elogios, desperta fantasias para serem vividas a dois, por isso ela se desmancha em amores.
Ct 2:10-14 “ O meu amado fala e me diz: Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem. Porque, eis que passou o Inverno: a chuva cessou, e se foi. Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira já deu os seus figuinhos, e as vides em flor exalam o seu aroma: levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.Pomba minha... mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face aprazível.”
Aqui eu vejo o amado dizendo para ela assim:
“Olha, vem comigo, deixa essa tristeza, saia dessa depressão, vamos celebrar a vida juntos. Chega de choramingo, o tempo de cantar chegou para nossa vida, vem comigo, dá-me o ar da sua graça, venha!! Você é importante para mim, vamos eliminar das nossas vidas tudo aquilo que nos atrapalha, as picuinhas, as implicâncias, essas coisas que nos afasta um do outro, vamos celebrar o nosso amor.”
Ele não é um homem rancoroso, mas sim, é aquele que cria espaço para o perdão e dá uma nova chance para a paz entre eles quando isso se faz necessário.
Quando houve um pequeno desencontro entre os dois, o amado a deixou sozinha e vendo que estava errada, ela vai atrás dele e o procura desesperadamente, porque ele é importante para ela.
(Um dia desses uma esposa me pediu aconselhamento, ela havia mandado seu marido embora e ele foi e nunca mais voltou, arrumou outra mulher e ela ficou perdida, porque na verdade , não era aquilo que desejava.)
E quando as suas amigas da Sulamita vem o seu desespero e perguntam:
Ct 5:9 “ Que é o teu amado mais do que outro amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? Que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjures?”
Em outras palavras: “ Quem é este homem, afinal? o que ele tem de tão bom assim, para que justifique a sua procura? O que é que este homem tem que outro não tenha? “
Parece-me até que elas estão dizendo, será que ele merece o seu amor, será que não ta na hora de deixá-lo ir para nunca mais voltar, quem sabe seja a hora de começar nova vida com outro. Não são assim os conselhos de muitos quando um casal está em crise?
E ela responde:
Ct 5:10-16 “O meu amado é cândido e rubicundo; ele traz a bandeira entre dez mil. A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo. Os seus olhos são como os das pombas, junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como colinas de ervas aromáticas; os seus lábios são como lírios que gotejam mirra.As suas mãos são como anéis de ouro, que têm engastadas as turquesas: o seu ventre, como alvo marfim, coberto de safiras. As suas pernas, como colunas de mármore, fundadas sobre bases de ouro puro; o seu parecer, como o Líbano, excelente como os cedros.O seu falar é muitíssimo suave; sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém. “
Exaltando sempre as qualidades de seu amado, fala bem dele e não mal. Sabe o que é isto, é amor, paixão, mas também é respeito.
Mulher que tem sabedoria não fala das deficiências do marido, não faz propaganda negativa, não faz comparação com o galã da TV, com o famoso, com o mais rico, não cria fantasias com outros, mas fala aquilo que é bom no seu marido, apresenta o que ele tem de melhor. Não fica focada nos defeitos, mas sim, nas suas qualidades e virtudes.
Ela resumindo tudo diz, o meu amado é totalmente desejável, o seu falar é doce. Olha aí, uma lição para nós homens, que muitas vezes somos tão mal educados com as esposas, as tratamos com deselegância, com agressividade e depois nos sentimos no direito de fazer amor. Penso que o sexo pode até acontecer em momentos assim, mas é só sexo mesmo e não amor.
Só abrindo um parênteses aqui para comentar algo que me veio a mente.
Certa noite eu assistia o noticiário na TV quando passou uma reportagem sobre um homem que estava preso e foi posto em liberdade condicional pelo juiz da comarca. Passado três dias ele volta ao fórum e pede ao mesmo juiz que o recolha de novo à prisão, pois ele não aguentava mais a sua mulher, e que seria melhor permanecer preso do que viver com ela. Já pensou que esposa era aquela? Que o Senhor nos livre de uma mulher assim.
Voltando para a história do casal, Salomão e Sulamita,ela manda um recado a ele, pois está doente de tanto amor, sentindo a sua falta como um paciente sente a falta de um remédio para a dor.
Ct 5:8 “Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que, se achardes o meu amado, lhe digais que estou enferma de amor.”
E ele por sua vez, revela o que lhe vai a alma com relação a sua esposa, veja o que ele diz:
Ct 4:12 “Jardim fechado és tu, irmã minha, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.” e ainda:
Ct 8:6 “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor.”
Ele está falando de sua alegria de tê-la com exclusividade, ele tem convicção de sua honestidade e respeito para com ele. Ela é uma fonte selada, onde se bebe daquela água aquele que a selou para si. Vejo homens casados sofrendo angústias profundas por não confiarem em suas esposas, e pior ainda, tem motivas para não confiarem. Não é o caso de Salomão, ele sabe a mulher que tem. E dessa certeza ela toma outra atitude, ele lhe diz :
“ eu quero ser o seu dono, o dono do seu coração, pois o meu amor é inalterável, é forte como a morte."
Se a morte é uma certeza, se ela é invencível , assim também é o seu amor por ela. Nada pode separar os dois, é isso que ele está falando.
Eu fico impressionado, pois tenho aprendido que as mulheres precisam, tem necessidade de ter o amor do marido reafirmado vez ou outra, elas precisam saber se ainda são amadas, e vejo Salomão fazendo exatamente isto, afirmando o seu amor.
Depois de tudo isto, será que fica difícil para um casal assim fazer amor, será que eles têm problemas na cama?Teria o sexo que eles estão praticando caído na rotina?
Certamente que não, mas só prá encerrar este raciocino veja mais esta:
Ct 7:11-13-“ Vem, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras; ali te darei o meu grande amor.As mandrágoras dão cheiro, e às nossas portas há toda a sorte de excelentes frutos, novos e velhos: ó amado meu, eu os guardei para ti.”
Ela está convidando o amado para uma noitada de amor e delícias. Propõe uma saída ao campo, passando pelas aldeias, um tempo romântico observando a naturreza, as flores, os frutos, e nesse lugar diferente, especial, ali ela promete fazer amor com ele. E sabe o que mais, não vai ser pouca coisa não, ela avisa que as mandrágoras dão o seu cheiro, ou seja, é um afrodisíaco. O cenário está pronto, está tudo pronto, até o Viagra daquele tempo foi providencialmente colocado ali, os atores só precisam entrar em cena.
Interessante observar que é ela quem preparou aquela fuga romântica, ela quem teve a iniciativa. E você mulher, que está lendo este livro, já fez algo parecido para o seu marido. Taí uma sugestão para a comemoração de uma data especial.
Concluindo, estes são passos para um leito viçoso, um leito que tem vida, onde o amor e a paixão estão presentes, mas que não acontece somente na cama, mas no cotidiano da vida.
Que o casal celebre o prazer de se pertencer, que os dois sintam saudades um do outro. Que a esposa se empenhe em ser agradável ao seu marido; que ele corresponda e seja doce no seu falar e totalmente desejável para sua esposa.
Por fim, que este texto nos ajude a repensar nossa relação conjugal, que o primeiro amor renasça, que a paixão floresça e que a vida em comum seja uma delícia.
E mais, que o perdão seja liberado, que as pequenas desavenças sejam deixadas no canto do esquecimento.
Que o lar seja um ninho de amor, aonde o bem de Deus chega, aonde o cuidado de um para com o outro seja visível, e por fim, o leito seja viçoso.
Ct 1:16”-... amado meu; o nosso leito é viçoso.”
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