Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família"
Palestrante para casais e famílias.
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segunda-feira, 17 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
Meu marido voltou a beber e se afastou da igreja e da família.
Minha história é o seguinte conheci um rapaz de outra cidade, namoramos
por 3 anos ele não era cristão antes, veio morar em minha cidade e se converteu
quando nos conhecemos e tinha serio problema com bebida, durante o namoro se
batizou e ia aos cultos comigo e parou de beber, sempre fui levita e tinha
muitas atividades na igreja a qual ele me acompanhava. Nos casamos e já estamos
a 4 anos casados porém após o primeiro ano ele disse que não queria mais ir a
igreja e que só ia por minha causa, voltou a beber e me deixa sozinha por
muitas vezes e nem sequer atender o telefone, quase todos os dias chega bêbado,
não para em emprego nenhum quase sempre esta desempregado e gasta o dinheiro
que ganho com bebida e não sei o que fazer além de orar e pedir a Deus a mudança
dele, porém já a 3 anos estou nesta situação e não me conformo com o casamento
que estou vivendo pois vivo sufocada em não poder contar a ninguém o meu
problema. Agradeço desde já a ajuda!
Querida irmã, a sua história é parecida com tantas outras onde os vícios
do companheiro vem destruindo a beleza de um relacionamento. Mas a antes de
falarmos propriamente de seu caso, permita-me usar a oportunidade para mandar
um recado as jovens cristãs que pretendem se casar. O coração é enganoso e pode
nos levar a escolhas não muito boas. Ele precisa ser guiado pela razão, pelo
senso crítico, pela sabedoria dada por Deus. E quando se namora é preciso fazer
algumas elucubrações mentais, examine as possibilidades da pessoa vir a dar
algum tipo de problema lá na frente. Não
é um esforço de adivinhação, mas de previsibilidade, de possibilidades. Muitos
evitariam sofrimentos se tivessem feito um exame mais acurado de quem é o outro. Quem é esse(a) a quem eu vou confiar a
minha vida? Qual ó histórico de família, qual o ambiente onde ele cresceu? Havia violência doméstica entre os pais e/ou irmãos, bebidas, adultérios,
enfim, quem é essa pessoa ? Qual o histórico criminal dele, já teve passagens
pela polícia, e quanto ao seu caráter, é fiel nos contratos, paga sua contas,
gosta de trabalhar, começou a trabalhar com qual idade? Quais são seus hábitos
bons e maus hábitos? Hoje em dia, a coisa mais fácil é se conhecer a vida
pregressa de alguém, temos muitos bancos de dados disponíveis onde se registra
coisas a respeito dos indivíduos, temos SPC, SERASA, DVC, enfim, é só uma
questão de se certificar. E olha, não se pode deixar levar pela performance de
alguém, é preciso que se tenha comprometimento com o Evangelho. Alguém pode
pregar melhor que o pastor, pode impressionar a muitos, mas isso não é
certeza de nada, é preciso ter vida com Deus fora do púlpito, no dia a dia, nas
pequenas coisas, gestos de bondade ou não, manifestações de altruísmo ou egoísmo,
essas coisas vão determinar quem é essa pessoa. No começo de meu ministério
estava eu ouvindo um pregador vindo de outro Estado pregar na igreja onde nós
éramos auxiliares, e o pregador começou a contar os seus feitos, havia aprontado
muito, tinha cometido três homicídios e garantia que havia respondido por cada
um deles, que não devia nada a Justiça. E eu ali, ouvindo seu “tristemunho”. Ao
final do culto, me aproximei de meu pastor e disse a ele: “ Cuidado, se isso
que ele falou for verdade, ele é um procurado da justiça, em virtude da
reincidência criminal, sua pouca idade, tudo indica que não daria tempo de
cumprir as penas”. E se não for verdade, ele é um falsário, não pode estar ali.
E isso se confirmou posteriormente. Simples como as pombas, mas astuto como a
serpente, esse é um dos segredos da vida. Nossa credulidade com relação a Deus
deve ser infinita, nele você pode realmente confiar e depender, mas com relação
ao ser humano, é preciso haver reservas, alguns cuidados são necessários. O
mais comum é vermos homens indo para a igreja para consolidadr um namoro, e
passarem por um experiência superficial com Jesus, algo sem raiz, e é nesse
momento que é o perigo de uma paixão.
Alguém pode questionar: “Olha pastor, a pessoa pode ter tudo de ruim na sua história
e se converter!!” É verdade, e a palavra
chave é essa “conversão”. E essa conversão é algo que acontece no interior, mas
se revela nos seus gestos e atitudes.
Homens com históricos de vícios, seja ele de álcool , drogas
ilícitas, jogos, ou pornografia , é preciso muita direção de Deus para se
envolver sentimentalmente. Os registros
mostram que mesmo com a conversão, boa parte dos viciados, ainda passarão por
recaídas, afastamentos, e volta a velha vida. Não pode haver a ilusão de que um
viciado esteja curado e sem perigo de recaída. O pecado que tenazmente nos
assedia a todos, na vida desses indivíduos é ainda maior. Se o pecado tem a
força de uma tenaz ( instrumento usado pelos ferreiros para pegar ferro quente,
brasas acesas e não deixa-los escapar) então, um viciado não poderá depender
apenas de sua força moral, e sim, irá precisar da força de Deus para escapar do
pecado.
Mas irmã, essas coisas ditas agora não servem muito, pois você já se
casou e agora tem que administrar o conflito. Então vamos relembrar alguns
princípios para administrar conflitos:
Esteja pronta para o diálogo, sem gritos, sem desespero, sem explosões,
com argumentos. Diminua seu estresse, não perca tempo com acusações, ele sabe
do erro. Seja paciente e sábia, procure os melhores momentos para conversar. Já
nas primeiras conversas deixe claro sua posição, que vai ajudá-lo, porém, não
vai facilitar ou ser condescendente com o pecado dele. Ofereça ajuda médica, ou
profissional de terapia, se for preciso vá com ele em busca desse socorro, tome
a iniciativa, porém, não se transforme em um co-dependente. Procure mostrar a
ele que a continuar com a bebida ele estará construindo um muro que os separará
dentre em breve. Ele precisa voltar-se para Deus, se fortalecer no Senhor, se
envolver com a coisas santas, precisa encontrar prazer em Deus. Agora, no
boteco ele não vai dar oportunidade para ser visitado pelo Senhor, não vai
estar com o coração aberto para receber de Deus, não terá os ouvidos abertos
para o que Deus quiser falar, então, é preciso voltar para a casa de Deus.
Quanto a você, leia a história de Abgail e Nabal, ela um mulher linda,
honesta, trabalhadeira, cuidadora da família e ele , um beberrão, autoritário, louco, intratável e
egoísta, e veja como ela se comportava,
e preste atenção em como Deus resolveu o caso dela. Creia que Deus tem solução
para o seu caso, e a solução de Deus pode ser totalmente inesperada, pode ser
algo inimaginável, creia e tenha atitudes, não se diminua, não se esconda,
levante a cabeça e toque a vida. Cuide da casa. Assuma o controle de sua vida
pessoal, você não tem que dar dinheiro para ele gastar com a bebida, isso é um
erro. Não tenha medo de suas bravatas, mas se houver violência tome outras
atitudes como registro de boletim de ocorrência e afastamento. Se a situação
ficar impossível, se prepare e afaste-se como uma medida corretiva e veja o que
acontece. Continue firme com Deus, orando, crendo no melhor, esperando Nele. Você
vai precisar ser forte, decidida, firme com o que fala. É preciso demonstrar
que você não está brincando, e que é capaz de fazer o que fala. Coloque
limites, diga a ele até onde você vai tolerar e o que não vai aceitar de modo
algum, esteja pronta para o que der e vier, Deus é contigo.
Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.
sábado, 8 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Aconselhamento de casais Tenho um caso com meu chefe preciso de aconselhamento.
Boa tarde, gostaria muito de uma orientação mas creio que sei exatamente o que vou ouvir. Mas mesmo assim vou contar brevemente. Fui casada por 10 anos com um homem ciumento, um pouco possessivo, inseguro, controlador. Por outro lado sempre fez tudo por mim, acho que me amava mas de uma maneira que era descontrolada. Brigávamos muito pois eu não aceitava aquele tipo de desconfiança e também aceitava tudo que ele me impunha. Sempre respeitei e fui fiel mas ele não enxergava. Chegou ao ponto de a falta de respeito parar nas agressões físicas. Perdoei todas as vezes, mas acho que não totalmente pois sempre jogava na cara dele as agressões, mas queria continuar casada, apesar do sentimento estar balançado. A bagunça que me coloquei é a seguinte: expus minha vida para meu chefe que sempre foi um confidente e amigo e chegou ao ponto que não sei se confundi as coisas ou o que: me envolvi com ele...(leia mais, clique abaixo) terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Cometemos pecados sexuais, brigamos muito, estou com medo de casar.
Paz do Senhor.!
Bom minha historia não é muito diferente de todas as outras que estão aqui, namoro há 3 anos e meio e no fim do ano estamos planejando ficar noivos. Nos conhecemos na igreja e depois de 2 meses começamos a namorar até que depois de 6 meses de namoro começamos e pecar..
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