Segundo, o Dr. Steve Stephens, psicólogo e palestrante sobre relacionamento conjugal, nos seus vinte anos de aconselhamento familiar, vejam quais as razões que pelas quais os casais permanecem juntos:
-Meu cônjuge é o meu melhor amigo.
-Passamos tempo juntos e gostamos disso.
-Eu admiro meu cônjuge. Ele tem virtudes interessantíssimas.
-Casamento é um compromisso para a vida toda.
-Meu cônjuge se interessa por mim, ele quer saber como está o meu coração.
-Temos sonhos e objetivos comuns.
-As nossas crianças precisam de um lar estável.
-Meu cônjuge é positivo, sempre me encoraja e me estimula nos meus projetos.
-Meu cônjuge me aceita como eu sou.
-Temos a mesma crença com relação a Deus, e outros interesses muito parecidos.
-Nos comunicamos bem. O nosso diálogo é quase sempre pró-ativo, ou seja, falamos dos problemas antes que ele nos perturbe.
-Respeitamos e apreciamos um ao outro.
-temos uma vida sexual muito boa.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Páginas
- Início
- Sobre nós
- Seminários Palestras Encontros Casais
- Sugestões para eventos
- Fotos
- livros e apostilas download
- Palestras Slides -download
- Leia nossos ebooks(casais)
- Namoro em Cristo
- ACONSELHAMENTO PARA CASAIS - BÍBLICO
- Dinâmicas para encontro de casais
- Palestras para Casais-VIDEOS
- AUDIOS ACONSELHAMENTOS
SEGUIDORES
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Segredo evangélico para mudar o coração do marido.
Por Gary chapman- www.cristianismohoje.com.br
Sua esposa já te amaldiçoou? Eu espero que não, mas caso isso aconteça, Jesus nos deu a seguinte instrução: “Amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam” (Lc 6:27,28). Essa abordagem diante de um abuso verbal é tão anti-intuitiva que parece incrível! Nós estamos tão acostumados a “devolver com a mesma moeda” que a possibilidade de “apagar o fogo” com palavras suaves não passa com muita frequência por nossa mente.
Muitos de nós têm se tornado tão hábeis em explorar o outro, que fica difícil ouvir as palavras de Jesus. Muitos acham que se tomarem as palavras de Jesus de forma literal acabarão por viver debaixo do domínio de suas esposas.
Creio que o oposto seja verdadeiro. Bondade não merecida tem um profundo poder de penetração no coração de nossas esposas. Não é esse o modus operandi de Deus? O apóstolo Paulo reconhece isso quando diz: “ignorando que a bondade de Deus é que te leva ao arrependimento” (Rm 2:4). Deus é o nosso modelo, e com a ajuda do Espírito nós conseguiremos responder com gentileza.
Um marido me disse que sua esposa tentou conversar com ele enquanto ele assistia a uma partida de futebol. Ele respondeu rispidamente: “A gente não pode conversar sobre isso depois? Eu quero assistir ao jogo!” Sua esposa saiu da sala e voltou 20 minutos depois, com um sanduíche, batatas fritas, um refrigerante e um biscoito. Ela colocou tudo isso na frente dele, deu um beijo em sua testa e disse: “te amo”! Depois, retirou-se da sala.
Aquele marido me disse: “eu fiquei constrangido. Não merecia aquele gesto de bondade. Quando acabei de lanchar sabia que tinha que me desculpar. Desliguei a televisão, fui até a sala onde ela estava lendo um livro e disse: “Desculpe-me por ter te tratado daquele jeito. Te tratei mal e você me fez um sanduíche e disse que me amava. Me perdoa por ter sido tão insensível?”. Ela virou-se para mim, dizendo: “É claro! Eu te perdôo”.
Ele disse que se ofereceu para falar com ela imediatamente, ao invés de esperar o jogo acabar. Sua resposta foi: “Eu posso esperar. Sei que você realmente quer assistir o jogo, e eu não estava pensando nisso quando lhe chamei para conversar. Quando acabar a gente se fala”.
Nem todos aprendem a aplicar os ensinamentos de Jesus no casamento. Estamos satisfeitos em deixar suas palavras nas Escrituras e jamais trazê-las para a vida. Contudo, aqueles que as transportam para sua vida logo percebem quão maravilhoso é abençoar uma pessoa que nos amaldiçoa. É um instrumento que fortalece a união conjugal.
Estamos acostumados a ler bastante sobre o “amor durão”, mas falhamos em praticar o “amor suave”. Não estou dizendo que não há espaço para o amor durão no casamento. Estou apenas dizendo que ele deve ser a última opção, o último recurso a ser usado. Quando você retribui o mal com o bem, a grosseria com a gentileza e ora com sinceridade pela esposa que lhe trata mal, você está desenvolvendo uma relação que fará o “amor durão” muito mais efetivo, quando ele for necessário.
Se não tem havido amor, gentileza, preocupação com o outro, então o amor durão levará a um divórcio. Sua esposa lançará sua própria culpa sobre você e lhe culpará pela ruptura do casamento. Se, por outro lado, você agir com bondade, cordialidade, a ofensa que foi causada na relação será prontamente substituída por gestos de amor e haverá mais valorização quanto à importância do outro em sua vida. A esposa que costuma errar bastante será mais propensa a se arrepender e buscar uma reconciliação.
Estou plenamente consciente de que sem ajuda divina nenhum de nós estará apto a colocar em prática os ensinos de Jesus. Nossa reação natural é de responder palavras duras com palavras duras e destrato com destrato. Contudo, essa atitude só nos leva a uma ruína em nossas relações. O apóstolo Paulo sumariou o ensino de Jesus com as seguintes palavras: “Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” (Rm 12:21). Caminhando na via da “benção ao invés da maldição” conseguiremos desenvolver melhor nossas relações, aprendendo com as diferenças e trabalhando conjuntamente, como em uma equipe.
Gary D. Chapman, Ph.D., autor de “Agora você está falando minha linguagem” (Now You're Speaking My Language) (B&H Publishing), casado com Karolyn há 45 anos.
(Traduzido por Daniel Leite Guanaes)
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Sua esposa já te amaldiçoou? Eu espero que não, mas caso isso aconteça, Jesus nos deu a seguinte instrução: “Amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam” (Lc 6:27,28). Essa abordagem diante de um abuso verbal é tão anti-intuitiva que parece incrível! Nós estamos tão acostumados a “devolver com a mesma moeda” que a possibilidade de “apagar o fogo” com palavras suaves não passa com muita frequência por nossa mente.
Muitos de nós têm se tornado tão hábeis em explorar o outro, que fica difícil ouvir as palavras de Jesus. Muitos acham que se tomarem as palavras de Jesus de forma literal acabarão por viver debaixo do domínio de suas esposas.
Creio que o oposto seja verdadeiro. Bondade não merecida tem um profundo poder de penetração no coração de nossas esposas. Não é esse o modus operandi de Deus? O apóstolo Paulo reconhece isso quando diz: “ignorando que a bondade de Deus é que te leva ao arrependimento” (Rm 2:4). Deus é o nosso modelo, e com a ajuda do Espírito nós conseguiremos responder com gentileza.
Um marido me disse que sua esposa tentou conversar com ele enquanto ele assistia a uma partida de futebol. Ele respondeu rispidamente: “A gente não pode conversar sobre isso depois? Eu quero assistir ao jogo!” Sua esposa saiu da sala e voltou 20 minutos depois, com um sanduíche, batatas fritas, um refrigerante e um biscoito. Ela colocou tudo isso na frente dele, deu um beijo em sua testa e disse: “te amo”! Depois, retirou-se da sala.
Aquele marido me disse: “eu fiquei constrangido. Não merecia aquele gesto de bondade. Quando acabei de lanchar sabia que tinha que me desculpar. Desliguei a televisão, fui até a sala onde ela estava lendo um livro e disse: “Desculpe-me por ter te tratado daquele jeito. Te tratei mal e você me fez um sanduíche e disse que me amava. Me perdoa por ter sido tão insensível?”. Ela virou-se para mim, dizendo: “É claro! Eu te perdôo”.
Ele disse que se ofereceu para falar com ela imediatamente, ao invés de esperar o jogo acabar. Sua resposta foi: “Eu posso esperar. Sei que você realmente quer assistir o jogo, e eu não estava pensando nisso quando lhe chamei para conversar. Quando acabar a gente se fala”.
Nem todos aprendem a aplicar os ensinamentos de Jesus no casamento. Estamos satisfeitos em deixar suas palavras nas Escrituras e jamais trazê-las para a vida. Contudo, aqueles que as transportam para sua vida logo percebem quão maravilhoso é abençoar uma pessoa que nos amaldiçoa. É um instrumento que fortalece a união conjugal.
Estamos acostumados a ler bastante sobre o “amor durão”, mas falhamos em praticar o “amor suave”. Não estou dizendo que não há espaço para o amor durão no casamento. Estou apenas dizendo que ele deve ser a última opção, o último recurso a ser usado. Quando você retribui o mal com o bem, a grosseria com a gentileza e ora com sinceridade pela esposa que lhe trata mal, você está desenvolvendo uma relação que fará o “amor durão” muito mais efetivo, quando ele for necessário.
Se não tem havido amor, gentileza, preocupação com o outro, então o amor durão levará a um divórcio. Sua esposa lançará sua própria culpa sobre você e lhe culpará pela ruptura do casamento. Se, por outro lado, você agir com bondade, cordialidade, a ofensa que foi causada na relação será prontamente substituída por gestos de amor e haverá mais valorização quanto à importância do outro em sua vida. A esposa que costuma errar bastante será mais propensa a se arrepender e buscar uma reconciliação.
Estou plenamente consciente de que sem ajuda divina nenhum de nós estará apto a colocar em prática os ensinos de Jesus. Nossa reação natural é de responder palavras duras com palavras duras e destrato com destrato. Contudo, essa atitude só nos leva a uma ruína em nossas relações. O apóstolo Paulo sumariou o ensino de Jesus com as seguintes palavras: “Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” (Rm 12:21). Caminhando na via da “benção ao invés da maldição” conseguiremos desenvolver melhor nossas relações, aprendendo com as diferenças e trabalhando conjuntamente, como em uma equipe.
Gary D. Chapman, Ph.D., autor de “Agora você está falando minha linguagem” (Now You're Speaking My Language) (B&H Publishing), casado com Karolyn há 45 anos.
(Traduzido por Daniel Leite Guanaes)
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Ganhando o mundo e perdendo a família.
O título deste post é inspirado no texto de Mateus 16.26, que na íntegra diz: "Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca de sua alma?".
Na realidade, adaptando para as questões que abordarei, o texto ficaria assim: Pois que aproveitará o líder evangélico (e de outros segmentos) ganhar o mundo inteiro e perder a sua família?
Você conhece alguém que foi bem sucedido na vida profissional ou ministerial, mas que acabou fracassando com a família? Grandes empresários e péssimos pais e maridos, ótimos líderes institucionais e terríveis líderes em casa, sucesso na mídia e fracasso no lar, excelentes pastores e pregadores e faltosos apascentadores de seu rebanho imediato, é este o triste quadro que se contempla, resultado direto do ativismo ministerial já tratado no post "A Coisificação do Ministério Pastoral".
Estava numa Escola Bíblica para obreiros e escutei o testemunho orgulhoso de certo companheiro que dizia: "Meus irmãos, há quase um mês não almoço com a minha família, estou demasiadamente ocupado com a construção do templo sede". Uma grande demonstração de empenho na obra ou de falta de entendimento e sabedoria? Certamente muitos não tinham maldade em suas ações. Não previam as duras conseqüências a longo prazo. Pensavam estar fazendo um bem, quando de fato semeavam trágicas rupturas e seqüelas para a vida emocional e espiritual de esposa e filhos.
No culto de aniversário de outro companheiro , escutei uma de suas filhas declarar o seguinte: "Papai foi sempre ocupado com as coisas da igreja. Acordava e papai não estava, ia dormir e ele não tinha chegado ainda. Ele não teve tempo para nós (família)".
Milhares de filhos de pastores e líderes cresceram sem a presença do pai. Esposas viveram literalmente abandonadas pelo marido.
Os textos bíblicos abaixo, parece que não faziam muito sentido:
"O que realmente eu quero é que estejais livres de preocupações. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, de como agradar ao Senhor; mas o que se casou cuida das coisas do mundo, de como agradar à esposa, e assim está dividido." (1 Co 7.32-34a)
"Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia, porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?" (1 Tm 3.4-5)
O que existe de esposas e filhos revoltados com a igreja, pois acham que ela é a culpada da ausência do esposo e do pai, pode ser claramente percebido no semblante, no falar e na vida amargurada destas vítimas.
Um dado gravíssimo, é que o lar destes pais e maridos ausentes, quando de suas presenças, serviam apenas como lugar para o "descarrego" de todas as tensões, pressões e estresses ministeriais.
Muitos deixaram a igreja. Algumas esposas não vão mais aos cultos, são "crentes" em casa. Filhos se envolveram com drogas e com outras aventuras. Atos consciente sou inconscientes de protesto contra a ausência do pai.
Recuperar estes danos é tarefa demasiadamente difícil, embora não seja impossível. O melhor caminho é chamar a esposa, reunir os filhos e pedir perdão. Dizer o quanto estava equivocado, se humilhar e reconhecer o erro.
Para os que estão começando no ministério, fica o alerta. Alguém já declarou que os erros do passado (e do presente), podem ter utilidade pedagógica para que outros não os reproduzam.
Afinal, pois que aproveitará o líder evangélico (e de outros segmentos) ganhar o mundo inteiro e perder a sua família?
Pense nisto!
ALTAIR GERMANO,
42, pastor, teólogo, pedagogo, especialista em Educação Cristã, pós-graduando em Psicopedagogia, mestrando em Teologia e Pedagogia Cristã, casado com Elizabeth, pai de Alvaro e Paulo. Presidente do Diretório Estadual de Pernambuco e membro do Conselho Consultivo da Sociedade Bíblica do Brasil, secretário do Conselho de Educação e Cultura Religiosa da CGADB (CEC), presidente do Conselho de Doutrina da UMADENE, superintendente geral da EBD da AD em Abreu e Lima - PE, coordenador pedagógico e professor da FATEADAL.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Na realidade, adaptando para as questões que abordarei, o texto ficaria assim: Pois que aproveitará o líder evangélico (e de outros segmentos) ganhar o mundo inteiro e perder a sua família?
Você conhece alguém que foi bem sucedido na vida profissional ou ministerial, mas que acabou fracassando com a família? Grandes empresários e péssimos pais e maridos, ótimos líderes institucionais e terríveis líderes em casa, sucesso na mídia e fracasso no lar, excelentes pastores e pregadores e faltosos apascentadores de seu rebanho imediato, é este o triste quadro que se contempla, resultado direto do ativismo ministerial já tratado no post "A Coisificação do Ministério Pastoral".
Estava numa Escola Bíblica para obreiros e escutei o testemunho orgulhoso de certo companheiro que dizia: "Meus irmãos, há quase um mês não almoço com a minha família, estou demasiadamente ocupado com a construção do templo sede". Uma grande demonstração de empenho na obra ou de falta de entendimento e sabedoria? Certamente muitos não tinham maldade em suas ações. Não previam as duras conseqüências a longo prazo. Pensavam estar fazendo um bem, quando de fato semeavam trágicas rupturas e seqüelas para a vida emocional e espiritual de esposa e filhos.
No culto de aniversário de outro companheiro , escutei uma de suas filhas declarar o seguinte: "Papai foi sempre ocupado com as coisas da igreja. Acordava e papai não estava, ia dormir e ele não tinha chegado ainda. Ele não teve tempo para nós (família)".
Milhares de filhos de pastores e líderes cresceram sem a presença do pai. Esposas viveram literalmente abandonadas pelo marido.
Os textos bíblicos abaixo, parece que não faziam muito sentido:
"O que realmente eu quero é que estejais livres de preocupações. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, de como agradar ao Senhor; mas o que se casou cuida das coisas do mundo, de como agradar à esposa, e assim está dividido." (1 Co 7.32-34a)
"Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia, porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?" (1 Tm 3.4-5)
O que existe de esposas e filhos revoltados com a igreja, pois acham que ela é a culpada da ausência do esposo e do pai, pode ser claramente percebido no semblante, no falar e na vida amargurada destas vítimas.
Um dado gravíssimo, é que o lar destes pais e maridos ausentes, quando de suas presenças, serviam apenas como lugar para o "descarrego" de todas as tensões, pressões e estresses ministeriais.
Muitos deixaram a igreja. Algumas esposas não vão mais aos cultos, são "crentes" em casa. Filhos se envolveram com drogas e com outras aventuras. Atos consciente sou inconscientes de protesto contra a ausência do pai.
Recuperar estes danos é tarefa demasiadamente difícil, embora não seja impossível. O melhor caminho é chamar a esposa, reunir os filhos e pedir perdão. Dizer o quanto estava equivocado, se humilhar e reconhecer o erro.
Para os que estão começando no ministério, fica o alerta. Alguém já declarou que os erros do passado (e do presente), podem ter utilidade pedagógica para que outros não os reproduzam.
Afinal, pois que aproveitará o líder evangélico (e de outros segmentos) ganhar o mundo inteiro e perder a sua família?
Pense nisto!
ALTAIR GERMANO,
42, pastor, teólogo, pedagogo, especialista em Educação Cristã, pós-graduando em Psicopedagogia, mestrando em Teologia e Pedagogia Cristã, casado com Elizabeth, pai de Alvaro e Paulo. Presidente do Diretório Estadual de Pernambuco e membro do Conselho Consultivo da Sociedade Bíblica do Brasil, secretário do Conselho de Educação e Cultura Religiosa da CGADB (CEC), presidente do Conselho de Doutrina da UMADENE, superintendente geral da EBD da AD em Abreu e Lima - PE, coordenador pedagógico e professor da FATEADAL.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
União Estável é casamento? Pode-se batizar,tomar ceia, etc?
UNIÃO ESTÁVEL E BATISMO NAS ÁGUAS
Devido a atualidade do assunto, resolvi publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.
1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos pela palavra de Deus, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).
2. Não há na Bíblia sagrada nada que fundamente a idéia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo.
3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim a partilha dos bens ao final deste.
4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citado.
5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou o batismo nas águas e consequentemente da santa ceia aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então, quanto ao casamento ou reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.
6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela convivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país, não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.
7. Não há Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada a "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.
8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam, fazem parte dos órgãos de cântico, alguns são líderes, ensinam na escola dominical, e são batizados com o Espírito Santo. Só não podem assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige assim uma análise cautelosa.
O pensador e questionador corre o risco de ser mal interpretado e até "excomungado" (Jesus, Paulo, Lutero, Luther king e outros que o digam). Pensar diferente nem sempre é pensar errado. Pensar criticamente é necessário. Pensar biblicamente é sempre certo. O propósito desse texto é fazer pensar, refletir, gerar discussão, debate, pois só assim os erros podem ser corrigidos, as mudanças podem acontecer e a justiça pode ser promovida.
ALTAIR GERMANO,
42, pastor, teólogo, pedagogo, especialista em Educação Cristã, pós-graduando em Psicopedagogia, mestrando em Teologia e Pedagogia Cristã
Visite o site do Pastor Altair Germano: http://altairgermano.blogspot.com/
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Devido a atualidade do assunto, resolvi publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.
1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos pela palavra de Deus, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).
2. Não há na Bíblia sagrada nada que fundamente a idéia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo.
3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim a partilha dos bens ao final deste.
4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citado.
5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou o batismo nas águas e consequentemente da santa ceia aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então, quanto ao casamento ou reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.
6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela convivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país, não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.
7. Não há Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada a "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.
8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam, fazem parte dos órgãos de cântico, alguns são líderes, ensinam na escola dominical, e são batizados com o Espírito Santo. Só não podem assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige assim uma análise cautelosa.
O pensador e questionador corre o risco de ser mal interpretado e até "excomungado" (Jesus, Paulo, Lutero, Luther king e outros que o digam). Pensar diferente nem sempre é pensar errado. Pensar criticamente é necessário. Pensar biblicamente é sempre certo. O propósito desse texto é fazer pensar, refletir, gerar discussão, debate, pois só assim os erros podem ser corrigidos, as mudanças podem acontecer e a justiça pode ser promovida.
ALTAIR GERMANO,
42, pastor, teólogo, pedagogo, especialista em Educação Cristã, pós-graduando em Psicopedagogia, mestrando em Teologia e Pedagogia Cristã
Visite o site do Pastor Altair Germano: http://altairgermano.blogspot.com/
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Dicas para os jovens cristãos evangélicos na escolha de um namorado
Quem é esse seu namorado(a)? Você o conhece?
Dizem que o amor é cego, e isso tem lá o seu lado verdadeiro, visto que quando se está apaixonado não se consegue ver os defeitos do outro, apenas as coisas boas. Aliás tudo nos parece muito bom.Mas tal comportamento, não raras vezes, podem trazer sofrimentos emocionais que duram por longos e demorados anos.
Temos visto casos na igreja onde uma adolescente cristã, menina de Deus, que caminha nos princípios da Palavra, de repente se apaixona por um rapaz e quando as pessoas a sua volta se dão conta, ela já está apaixonada por uma pessoa pouco recomendável.A partir da paixão as coisas ficam difíceis de ajustar, pois ainda que as evidências deixem claro que o indivíduo não é um grande caráter, uma pessoa confiável ou coisa assim, a garota tem a tendência de não acreditar. Daí começa o sofrimento da família.
Pra você que ainda é tão jovem, vamos te ajudar a se aperceber de alguns detalhes que podem levar a uma conclusão mais acertada quanto a namorar ou não determinada pessoa.
Essas observações são válidas para ambos os sexos.
1- Se for possível,dê uma olhadela no quarto dele, alí você pode conhecer coisas importantes sobre ele. Comece pela organização, limpeza e ordem, e outras coisas mais que ali podem haver.
2- Como ele se relaciona com a mãe e o pai? Quem não trata bem a mãe, porque trataria bem uma esposa.Ele honra o pai, o trata com respeito? Ele fala do pai e da mãe com admiração?
3- Preste atenção nas coisas que ele lê. Nós ficamos parecidos com aquilo que lemos.
4- Se ele está desempregado, a que horas ele levanta e o que faz durante o dia.
5- Qual a participação dele na família, ele ajuda em casa, nos trabalhos domésticos ou financeiramente? Será que ele tem idéia de quanto é que custa para os pais a manutenção de um adolescente?
6-Quais os sites prediletos dele (olhe nos favoritos), o estilo musical (veja os CD que ele ouve e os DVD que ele mais gosta).
6- Qual a impressão que os amigos dele passam para você. Lembre-se “uma égua arisca procura outra,” (ditado popular) Nossos amigos somos nós que escolhemos e eles geralmente são parecidos conosco.
7- Com relação às leis como ele se comporta, respeita as leis e as autoridades?
8- Com relação à escola, como ele vai de notas e seu interesse pelo estudo, respeito pelas regras da instituição e pelos profissionais do lugar.
9- Com relação às drogas, o que ele fala, ainda que de vez em quando. Já ouve alguma história que não ficou bem contada, do tipo, “ a polícia achou droga no carro, mas não era minha” ou “eu estava junto, mas não usei”, “ eles usam, mas eu não”, " fui preso, mas sou inocente". Sinal de alerta , isso pode ser a ponta de um iceberg.
10- O que ele pensa com relação a Deus, a Bíblia e os temas virgindade, santidade, obediência, batismo, e outros?.
Dizem que o amor é cego, e isso tem lá o seu lado verdadeiro, visto que quando se está apaixonado não se consegue ver os defeitos do outro, apenas as coisas boas. Aliás tudo nos parece muito bom.Mas tal comportamento, não raras vezes, podem trazer sofrimentos emocionais que duram por longos e demorados anos.
Temos visto casos na igreja onde uma adolescente cristã, menina de Deus, que caminha nos princípios da Palavra, de repente se apaixona por um rapaz e quando as pessoas a sua volta se dão conta, ela já está apaixonada por uma pessoa pouco recomendável.A partir da paixão as coisas ficam difíceis de ajustar, pois ainda que as evidências deixem claro que o indivíduo não é um grande caráter, uma pessoa confiável ou coisa assim, a garota tem a tendência de não acreditar. Daí começa o sofrimento da família.
Pra você que ainda é tão jovem, vamos te ajudar a se aperceber de alguns detalhes que podem levar a uma conclusão mais acertada quanto a namorar ou não determinada pessoa.
Essas observações são válidas para ambos os sexos.
1- Se for possível,dê uma olhadela no quarto dele, alí você pode conhecer coisas importantes sobre ele. Comece pela organização, limpeza e ordem, e outras coisas mais que ali podem haver.
2- Como ele se relaciona com a mãe e o pai? Quem não trata bem a mãe, porque trataria bem uma esposa.Ele honra o pai, o trata com respeito? Ele fala do pai e da mãe com admiração?
3- Preste atenção nas coisas que ele lê. Nós ficamos parecidos com aquilo que lemos.
4- Se ele está desempregado, a que horas ele levanta e o que faz durante o dia.
5- Qual a participação dele na família, ele ajuda em casa, nos trabalhos domésticos ou financeiramente? Será que ele tem idéia de quanto é que custa para os pais a manutenção de um adolescente?
6-Quais os sites prediletos dele (olhe nos favoritos), o estilo musical (veja os CD que ele ouve e os DVD que ele mais gosta).
6- Qual a impressão que os amigos dele passam para você. Lembre-se “uma égua arisca procura outra,” (ditado popular) Nossos amigos somos nós que escolhemos e eles geralmente são parecidos conosco.
7- Com relação às leis como ele se comporta, respeita as leis e as autoridades?
8- Com relação à escola, como ele vai de notas e seu interesse pelo estudo, respeito pelas regras da instituição e pelos profissionais do lugar.
9- Com relação às drogas, o que ele fala, ainda que de vez em quando. Já ouve alguma história que não ficou bem contada, do tipo, “ a polícia achou droga no carro, mas não era minha” ou “eu estava junto, mas não usei”, “ eles usam, mas eu não”, " fui preso, mas sou inocente". Sinal de alerta , isso pode ser a ponta de um iceberg.
10- O que ele pensa com relação a Deus, a Bíblia e os temas virgindade, santidade, obediência, batismo, e outros?.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Quatro coisas que um namoro em Cristo deve proporcionar.
Quando ministro aos jovens de minha comunidade, costumo dizer a eles que há pelo menos quatro coisas que um namoro para ser considerado "Namoro em Cristo" deve trazer, deixe-me compartilhar com você também:
1- Saúde física:
Nós sabemos e não podemos ser hipócritas de achar e ou fazer de conta que acreditamos que todos os nossos jovens são vencedores na área sexual, que todos se abstem de relacionamentos sexuais, não, isso não seria verdeiro e não ajudaria muito.Diante disso, os meninos e as meninas tem que cuidar para que o outro não se contamine com doenças adquiridas sexualmente, como a herpes, hepatite,AIDS, e tantas outras transmissíveis de pessoa a pessoa. Digo sempre, que aquele "aquela coisinha linda" ou aquela "princezinha" pode trazer dentro de si uma "fera adormecida" como a AIDS. Por isso é melhor obedecer e decidir-se pela pureza, nadando contra a corrente e abstendo-se sexualmente.
2- Saúde emocional:
É comum os adolescentes começarem um namoro, entegarem-se apaixonadamente um para o outro, e junto nesse pacote, o ciúme. À partir daí, as brigas começam, os controles, as discussões, as separações e voltas que não acabam mais, de forma que a vida muda, aquela menina que antes era alegre, saía com as amigas, vivia sorrindo, agora, já nem sorri mais. Chora as escondidas dos pais no interior de seu quarto, a depressão começa a dar seus primeiros sinais,os ressentimentos e outras coisas mais tomam conta do inexperiente coração. Ora, isso não é possível que seja a vontade de Deus para um relacionamento. Se um relacionamento não traz saúde emocional então, não era bem isso que Deus tinha para eles.
3- Saúde espiritual:
Se o fato de estar namorando acabou por trazer crescimento espiritual, trouxe uma maior proximidade para com Deus, eles estão visivelmente apaixonados entre si e por Jesus, então o casalzinho está no caminho certo. Agora, se depois de iniciado o namoro,eles se afastaram da igreja, buscaram outros amigos,outros prazeres, a música da igreja já não serve, os amigos de lá também não; o estilo de vida, os compromissos, os eventos, tudo isso já não é mais importante, então eles já não são um presente de Deus para o outro. Um bom namoro precisa antes de tudo nos aproximar de Deus e não nos afastar Dele.Quando eu digo que amo a Deus, devo amar as coisas que ele ama.
4- Promoção Pessoal:
O namoro em Cristo, além de outras coisas, deve ser aquele que permite o crescimento de ambos enquanto seres sociáveis que são. O namoro que faz com que os dois , ou um deles deixe de estudar, de trabalhar, de relacionar-se com outras pessoas, ou principalmente, deixe de servir ao Senhor, está fora dos planos do Pai. Observamos moços que proíbem a namorada de trabalhar aqui ou ali, de estudar,participar da sua igreja, enfim, de buscar a sua própria promoção social, o seu crescimento enquanto ser humano, não pode ser bem vindo e tem que ser repensado agora.Como diz o humorista, " a mulher se casa esperando que o homem mude, o homem se casa esperando que ela nunca mude". Não espere que depois de casado o outro mude, o que não é impossível, mas que pode acrescentar muitas dores.
Um forte abraço, no amor de Jesus
Pr Ismael e Pra Cleire.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
1- Saúde física:
Nós sabemos e não podemos ser hipócritas de achar e ou fazer de conta que acreditamos que todos os nossos jovens são vencedores na área sexual, que todos se abstem de relacionamentos sexuais, não, isso não seria verdeiro e não ajudaria muito.Diante disso, os meninos e as meninas tem que cuidar para que o outro não se contamine com doenças adquiridas sexualmente, como a herpes, hepatite,AIDS, e tantas outras transmissíveis de pessoa a pessoa. Digo sempre, que aquele "aquela coisinha linda" ou aquela "princezinha" pode trazer dentro de si uma "fera adormecida" como a AIDS. Por isso é melhor obedecer e decidir-se pela pureza, nadando contra a corrente e abstendo-se sexualmente.
2- Saúde emocional:
É comum os adolescentes começarem um namoro, entegarem-se apaixonadamente um para o outro, e junto nesse pacote, o ciúme. À partir daí, as brigas começam, os controles, as discussões, as separações e voltas que não acabam mais, de forma que a vida muda, aquela menina que antes era alegre, saía com as amigas, vivia sorrindo, agora, já nem sorri mais. Chora as escondidas dos pais no interior de seu quarto, a depressão começa a dar seus primeiros sinais,os ressentimentos e outras coisas mais tomam conta do inexperiente coração. Ora, isso não é possível que seja a vontade de Deus para um relacionamento. Se um relacionamento não traz saúde emocional então, não era bem isso que Deus tinha para eles.
3- Saúde espiritual:
Se o fato de estar namorando acabou por trazer crescimento espiritual, trouxe uma maior proximidade para com Deus, eles estão visivelmente apaixonados entre si e por Jesus, então o casalzinho está no caminho certo. Agora, se depois de iniciado o namoro,eles se afastaram da igreja, buscaram outros amigos,outros prazeres, a música da igreja já não serve, os amigos de lá também não; o estilo de vida, os compromissos, os eventos, tudo isso já não é mais importante, então eles já não são um presente de Deus para o outro. Um bom namoro precisa antes de tudo nos aproximar de Deus e não nos afastar Dele.Quando eu digo que amo a Deus, devo amar as coisas que ele ama.
4- Promoção Pessoal:
O namoro em Cristo, além de outras coisas, deve ser aquele que permite o crescimento de ambos enquanto seres sociáveis que são. O namoro que faz com que os dois , ou um deles deixe de estudar, de trabalhar, de relacionar-se com outras pessoas, ou principalmente, deixe de servir ao Senhor, está fora dos planos do Pai. Observamos moços que proíbem a namorada de trabalhar aqui ou ali, de estudar,participar da sua igreja, enfim, de buscar a sua própria promoção social, o seu crescimento enquanto ser humano, não pode ser bem vindo e tem que ser repensado agora.Como diz o humorista, " a mulher se casa esperando que o homem mude, o homem se casa esperando que ela nunca mude". Não espere que depois de casado o outro mude, o que não é impossível, mas que pode acrescentar muitas dores.
Um forte abraço, no amor de Jesus
Pr Ismael e Pra Cleire.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Práticas do casamento: Apanhai-me as rapozas,que fazem mal à vinha.
"Apanhai-me as rapozas, as rapozinhas,que fazem mal às vinhas, porque a nosssa vinha está em flor" Cantares 02:15.
As rapozinhas, são seres tão pequenos, mas fazem grandes estragos na vinha.
Há coisas pequenas que podem fazer ruir um casamento, assim como há coisas pequenas que são poderosas para fortalecer uma relação, fazendo da casa um lar e do reencontro uma alegria.
Aproveite as dicas abaixo, a sua vinha está em flor, apanhe as rapozas, nada pode ameaçar os frutos.
1- Elogie seu marido na frente de seus filhos, pais, sogro, sogra e amigos.
2- Preocupe-se com a aparência dele, não deixe sair de casa amarrotado, barba por fazer, etc. A imagem dele reflete quem você é.
3- Trate-o como se fosse e ele será. Gere estímulos para o bem, através do elogio sincero. Você é a ajudadora capaz,idônea que a Bíblia fala.
4- Deixe clara a sua admiração por ele, e ensine os seus filhos sobre a importância do pai deles. Não fale mal , não o critique para os filhos.Nós ficamos mal falados à partir da nossa casa.
5- Pergunte-se a si mesma: Como é ser casado comigo? Seja sincera, não trate de você com piedade ou parcialidade. Se a resposta não for muito boa, caminhe para a mudança, na força de Deus.
6- Não despeje um monte de queixas sobre a cabeça dele quando chega do trabalho. Deixe-o descansar primeiro. Não faça com que ele não queira voltar para casa.
7- Não faça propaganda do desempenho sexual do seu marido. Pode ser que alguém se interesse na mercadoria.
8- Mantenha-se dentro do orçamento doméstico, economize energia elétrica, água, e tudo o mais que for possível. Ajude-o.
9- Não vá se deitar depois dele, nem use camiseta de campanha política ou o pijama velho. Ele passa o dia vendo imagens de belas mulheres mesmo que não procure, em casa tem que ser igual ou melhor.
10- Lembre-se, normalmente, ele gosta mais de sexo do que você.
Um forte abraço, no amro de Jesus,
Pr Ismael e Pra Cleire.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
As rapozinhas, são seres tão pequenos, mas fazem grandes estragos na vinha.
Há coisas pequenas que podem fazer ruir um casamento, assim como há coisas pequenas que são poderosas para fortalecer uma relação, fazendo da casa um lar e do reencontro uma alegria.
Aproveite as dicas abaixo, a sua vinha está em flor, apanhe as rapozas, nada pode ameaçar os frutos.
1- Elogie seu marido na frente de seus filhos, pais, sogro, sogra e amigos.
2- Preocupe-se com a aparência dele, não deixe sair de casa amarrotado, barba por fazer, etc. A imagem dele reflete quem você é.
3- Trate-o como se fosse e ele será. Gere estímulos para o bem, através do elogio sincero. Você é a ajudadora capaz,idônea que a Bíblia fala.
4- Deixe clara a sua admiração por ele, e ensine os seus filhos sobre a importância do pai deles. Não fale mal , não o critique para os filhos.Nós ficamos mal falados à partir da nossa casa.
5- Pergunte-se a si mesma: Como é ser casado comigo? Seja sincera, não trate de você com piedade ou parcialidade. Se a resposta não for muito boa, caminhe para a mudança, na força de Deus.
6- Não despeje um monte de queixas sobre a cabeça dele quando chega do trabalho. Deixe-o descansar primeiro. Não faça com que ele não queira voltar para casa.
7- Não faça propaganda do desempenho sexual do seu marido. Pode ser que alguém se interesse na mercadoria.
8- Mantenha-se dentro do orçamento doméstico, economize energia elétrica, água, e tudo o mais que for possível. Ajude-o.
9- Não vá se deitar depois dele, nem use camiseta de campanha política ou o pijama velho. Ele passa o dia vendo imagens de belas mulheres mesmo que não procure, em casa tem que ser igual ou melhor.
10- Lembre-se, normalmente, ele gosta mais de sexo do que você.
Um forte abraço, no amro de Jesus,
Pr Ismael e Pra Cleire.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Compulsão,vício ou adição sexual, O que é isso? Tem cura?
Todos estes nomes, compulsão sexual, adição,impulso sexual,vicio sexual, e outros mais tratam do mesmo problema, ou seja, o indivíduo, homem ou mulher, que tem necessidade de satisfazer-se sexualmente um número de vezes exageradamente maior do que o da maioria da população.
Para ser considerado uma doença o comportamento sexual compulsivo deve causar sofrimento emocional e proporcionar conseqüências interpessoais, seja nas pessoas mais próximas, nos amigos e na família.
Mas a compulsão sexual tem cura. Seguindo os parâmetros do AA, o Grupo DASA (Dependentes de Amor e Sexo Anônimos) efetua reuniões para quem busca ajuda em uma de suas unidades, espalhadas por várias capitais brasileiras.
Outro recurso é a terapia que utiliza, em alguns casos, medicação para atenuar a ansiedade concomitantemente com as sessões. Raramente é necessária a internação em clínica para um tratamento mais intensivo.
O que não podemos pensar é que um compulsivo é um estuprador em potencial e, por isso, deva ser afastado do convívio social. O apoio familiar, da(o) companheira(o) e dos amigos é importantíssimo no tratamento. Mas, antes de tudo, é preciso que o próprio paciente, analisando seu comportamento sexual, entenda que precisa de ajuda e deseje a cura.
Tal comportamento sexual pode ser reflexo de um aspecto hereditário, de um aspecto médico, cultural, circunstancial, etário e pessoal.
E aí fica a pergunta, quanto de sexo precisa se praticar para que seja considerado um caso patológico, uma doença? O quanto é considerado normal?
Os estudos mostram que o impulso sexual excessivo aparece na população geral em torno de 5 a 8%, sendo que apontam para o sexo masculino uma proporção maior de casos.
A maioria das pessoas vitima da compulsão sexual se preocupam com seus desejos exagerados e suas fantasias sexuais que nunca vão embora.
Boa parte também tenta em vão se livrar desse tormento, porém, invariavelmente fracassam, outro tanto desses,experimentam o sentimento de remorso depois de seus exageros sexuais, fantasias, sexo anônimo (via fone, internet, outros) e inconseqüente.
Qual a quantidade de sexo é considerada normal?
As Os estudiosos do assunto da sexualidade costumam dar nome ao índice que mede a quantidade de sexo normal e chamam de Escape Sexual Total (EST).
O número do Escape Sexual Total (EST) é a quantidade de orgasmos atingidos durante algum tempo estabelecido, como por exemplo, Escape Sexual Total semanal, mensal, anual, etc.
O resultado do número do Escape Sexual Total (EST) para os homens ficaria assim:
Orgasmo semanal mediano: 2,14 para homens entre a adolescência e 30 anos de idade e de 1,99 orgasmos semanal para todos os homens em geral.
No Brasil, segundo a pesquisa Pfiser (A vida Sexual do Brasileiro) esse número de EST seria de 3 orgasmos semanais.
Na ocorrência de 07 ou mais orgasmos semanais, já seria o caso de uma hiperatividade sexual masculina.
Quais são as complicações e perigos?
Complicações Sociais
As pessoas com Comportamento Sexual Compulsivo podem ser responsáveis por algumas complicações sociais sérias. Desafetos com amigos e familiares, envolvimentos policiais, perda de empregos, perda da reputação moral e toda sorte de desadaptação social e familiar em decorrência direta de investidas, assédios e relacionamentos sexuais.
Os valores mais permissivos da sociedade moderna favorecem, sobremaneira, a desenvoltura sexual dos portadores de Comportamento Sexual Compulsivo. Essas pessoas não titubeiam em ceder às facilidades sexuais atuais e não costumam estabelecer limites para sua atividade, podendo envolver-se com menores de idade, prostitutas, homossexuais, enfim, expondo-se a um risco social muito grande.
Complicações Familiares
Os portadores de Comportamento Sexual Compulsivo costumam ser cônjuges complicados. Primeiramente devido ao apetite sexual maior que do(a) parceiro(a), submetendo este(a) a uma atividade nem sempre prazerosa ou desejada. Em segundo, devido às maiores probabilidades à infidelidade e, em terceiro, devido maiores possibilidades de envolvimentos sexuais com amigos ou familiares, aumentando mais ainda o constrangimento.
Texto editado com base nos estudos de Ballone GJ, Moura EC - Comportamento Sexual Compulsivo - in. PsiqWeb Psiquiatria Geral, Internet, disponível em www.PsiqWeb.med.br, revisto em 2008.
Nota: Antes que o mal aconteça é preciso procurar ajuda. A compulsão sexual, assim como a compulsão pelo jogo, pelas drogas, pelas compras, ela tem tratamento.
Em geral, os homens não aceitam a sua condição de compulsivos sexuais e isso dificulta a conscientização de que precisam de tratamento.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Para ser considerado uma doença o comportamento sexual compulsivo deve causar sofrimento emocional e proporcionar conseqüências interpessoais, seja nas pessoas mais próximas, nos amigos e na família.
Mas a compulsão sexual tem cura. Seguindo os parâmetros do AA, o Grupo DASA (Dependentes de Amor e Sexo Anônimos) efetua reuniões para quem busca ajuda em uma de suas unidades, espalhadas por várias capitais brasileiras.
Outro recurso é a terapia que utiliza, em alguns casos, medicação para atenuar a ansiedade concomitantemente com as sessões. Raramente é necessária a internação em clínica para um tratamento mais intensivo.
O que não podemos pensar é que um compulsivo é um estuprador em potencial e, por isso, deva ser afastado do convívio social. O apoio familiar, da(o) companheira(o) e dos amigos é importantíssimo no tratamento. Mas, antes de tudo, é preciso que o próprio paciente, analisando seu comportamento sexual, entenda que precisa de ajuda e deseje a cura.
Tal comportamento sexual pode ser reflexo de um aspecto hereditário, de um aspecto médico, cultural, circunstancial, etário e pessoal.
E aí fica a pergunta, quanto de sexo precisa se praticar para que seja considerado um caso patológico, uma doença? O quanto é considerado normal?
Os estudos mostram que o impulso sexual excessivo aparece na população geral em torno de 5 a 8%, sendo que apontam para o sexo masculino uma proporção maior de casos.
A maioria das pessoas vitima da compulsão sexual se preocupam com seus desejos exagerados e suas fantasias sexuais que nunca vão embora.
Boa parte também tenta em vão se livrar desse tormento, porém, invariavelmente fracassam, outro tanto desses,experimentam o sentimento de remorso depois de seus exageros sexuais, fantasias, sexo anônimo (via fone, internet, outros) e inconseqüente.
Qual a quantidade de sexo é considerada normal?
As Os estudiosos do assunto da sexualidade costumam dar nome ao índice que mede a quantidade de sexo normal e chamam de Escape Sexual Total (EST).
O número do Escape Sexual Total (EST) é a quantidade de orgasmos atingidos durante algum tempo estabelecido, como por exemplo, Escape Sexual Total semanal, mensal, anual, etc.
O resultado do número do Escape Sexual Total (EST) para os homens ficaria assim:
Orgasmo semanal mediano: 2,14 para homens entre a adolescência e 30 anos de idade e de 1,99 orgasmos semanal para todos os homens em geral.
No Brasil, segundo a pesquisa Pfiser (A vida Sexual do Brasileiro) esse número de EST seria de 3 orgasmos semanais.
Na ocorrência de 07 ou mais orgasmos semanais, já seria o caso de uma hiperatividade sexual masculina.
Quais são as complicações e perigos?
Complicações Sociais
As pessoas com Comportamento Sexual Compulsivo podem ser responsáveis por algumas complicações sociais sérias. Desafetos com amigos e familiares, envolvimentos policiais, perda de empregos, perda da reputação moral e toda sorte de desadaptação social e familiar em decorrência direta de investidas, assédios e relacionamentos sexuais.
Os valores mais permissivos da sociedade moderna favorecem, sobremaneira, a desenvoltura sexual dos portadores de Comportamento Sexual Compulsivo. Essas pessoas não titubeiam em ceder às facilidades sexuais atuais e não costumam estabelecer limites para sua atividade, podendo envolver-se com menores de idade, prostitutas, homossexuais, enfim, expondo-se a um risco social muito grande.
Complicações Familiares
Os portadores de Comportamento Sexual Compulsivo costumam ser cônjuges complicados. Primeiramente devido ao apetite sexual maior que do(a) parceiro(a), submetendo este(a) a uma atividade nem sempre prazerosa ou desejada. Em segundo, devido às maiores probabilidades à infidelidade e, em terceiro, devido maiores possibilidades de envolvimentos sexuais com amigos ou familiares, aumentando mais ainda o constrangimento.
Texto editado com base nos estudos de Ballone GJ, Moura EC - Comportamento Sexual Compulsivo - in. PsiqWeb Psiquiatria Geral, Internet, disponível em www.PsiqWeb.med.br, revisto em 2008.
Nota: Antes que o mal aconteça é preciso procurar ajuda. A compulsão sexual, assim como a compulsão pelo jogo, pelas drogas, pelas compras, ela tem tratamento.
Em geral, os homens não aceitam a sua condição de compulsivos sexuais e isso dificulta a conscientização de que precisam de tratamento.
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Sexo: O que os maridos cristãos esperam de suas mulheres
1- Que o desejo delas seja exclusivo para eles.
2- Que também tomem a iniciativa no ato sexual, pois mesmo os homens precisam se sentir desejados e desejáveis.
3- Que não escondam os sentimentos prazerosos, que se libertem da timidez e deixem fluir a excitação e as manifestações de prazer, pois quanto mais a mulher se mostra excitada, mais o homem também se excita.
4- Que se vistam adequadamente para uma noite de amor, com roupa sexy,sensual, nada de camiseta velha, que seja à meia luz, que ela esteja desejável, cheirosa, não lambuzada de cremes e tocas no cabelo.
5- Que conheça as zonas erógenas, especialmente a genitália.
6- Ajudem, sejam firmes no propósito do sexo sem pecado, porém, não tente transformar em pecado aquilo que Deus não disse que é. Entendam de uma vez, que todos os membros do nosso corpo foram ali colocados por Deus que deu mais honra a parte que menos honra tinha (1Co 12.24).
7- Que elogiem o desempenho, pois isso faz bem a alma masculina e irá melhorar a próxima relação.
8- Que saibam que o viagra é muito caro, provoca dor de cabeça no dia seguinte e outros efeitos colaterais por isso não desperdice.
9- Que a necessidade sexual deles e diferente da necessidade delas, e que é preciso ajustar a quantidade, sendo a qualidade necessária sempre.
10- Que se o ponto G das mulheres é o ouvido, o dos homens é a visão, por isso não se escondam tanto ( ou depois não reclamam que não são procuradas).
Um forte abraço, no amor de Jesus
Pr Ismael e Pra Cleire
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
2- Que também tomem a iniciativa no ato sexual, pois mesmo os homens precisam se sentir desejados e desejáveis.
3- Que não escondam os sentimentos prazerosos, que se libertem da timidez e deixem fluir a excitação e as manifestações de prazer, pois quanto mais a mulher se mostra excitada, mais o homem também se excita.
4- Que se vistam adequadamente para uma noite de amor, com roupa sexy,sensual, nada de camiseta velha, que seja à meia luz, que ela esteja desejável, cheirosa, não lambuzada de cremes e tocas no cabelo.
5- Que conheça as zonas erógenas, especialmente a genitália.
6- Ajudem, sejam firmes no propósito do sexo sem pecado, porém, não tente transformar em pecado aquilo que Deus não disse que é. Entendam de uma vez, que todos os membros do nosso corpo foram ali colocados por Deus que deu mais honra a parte que menos honra tinha (1Co 12.24).
7- Que elogiem o desempenho, pois isso faz bem a alma masculina e irá melhorar a próxima relação.
8- Que saibam que o viagra é muito caro, provoca dor de cabeça no dia seguinte e outros efeitos colaterais por isso não desperdice.
9- Que a necessidade sexual deles e diferente da necessidade delas, e que é preciso ajustar a quantidade, sendo a qualidade necessária sempre.
10- Que se o ponto G das mulheres é o ouvido, o dos homens é a visão, por isso não se escondam tanto ( ou depois não reclamam que não são procuradas).
Um forte abraço, no amor de Jesus
Pr Ismael e Pra Cleire
Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
Assinar:
Postagens (Atom)