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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Dicas de Livros:Mulheres Geradoras de Vida.

"Conduzir o filho,ainda bebê a Cristo é papel dos pais.Acredito que o Reino já lhes pertença, mas chegará o momento em que eles deverão desejar o Reino, e aí é que entra a missão dos pais. Comece hoje, comece agora...Indicamos livros para jovens casais, para aqueles que estão grávidos ( isso mesmo, o marido tem que estar grávido também)e para aqueles que já deram a luz ao seu filhinho" (Casados em Cristo).





http://bebesaprendem.blogspot.com/


Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Namoro em Cristo: Como conseguir esperar?

Pedido de conselho de uma jovem serva de Deus,cujo namorado é cristão, mas que luta com seus desejos e hormônios.

A jovem diz:

Olá, a paz do Senhor.

Bom, eu queria um conselho sobre algo q tem acontecido em meu namoro.
Namoro há alguns meses, eu e meu namorado somos evangélicos, ambos líderes dos jovens em nossa igreja, e temos compromisso com o Senhor. Porém, nosso namoro a cada dia esquenta mais, e apesar de sabermos que está errado, ñ conseguimos nos controlar. Somos virgens e sabemos que tudo isso q tem acontecido ñ agrada ao Senhor, mas queremos uma forma de parar isso. Qnd estamos dessa forma e isso chega a um nível ñ muito bom, logo um dos dois pede para parar, mas dpois d uma semana no máximo, voltamos a fazer tudo de novo!
Tenho muito medo de que nós algum dia cheguemos a cometer um erro.
Quero muito obter novamente a pureza que existia em nosso namoro no início. Mas será q ainda é possível?
Por favor, me ajudem!

Resposta pelo Pastor Ismael

Querida, Paz seja sobre o seu namoro!

Vocês dois são pessoas especiais para Deus, que O servem numa obra muito importante e aí eu fico pensando primeiramente no prejuízo para o Reino. Se isso acontecer vocês estarão desautorizados e sem autoridade para continuar a servir no ministério de jovens, pois vocês foram vencidos.

Não que não possa haver restauração e perdão, mas veja o exemplo de Sansão, o herói de Deus, o guerreiro de Deus, que foi vencido pelo sexo e tornou-se um bobo da corte, e somente no fim de sua vida, depois de muita vergonha e tristeza acabou por escolher a morte do que continuar a ser objeto da diversão, palhaço do inimigo.

Depois eu penso em vocês dois, na verdade eu fiquei até emocionado ao tomar conhecimento de sua luta contra o pecado, pois também fui jovem e estive lá e sei o quanto é difícil.

Saiba que vocês não estão sós, muitos são os jovens que estão no mesmo barco que o de vocês. Há alguns que vão para casa no domingo à noite envergonhados, vencidos , cabisbaixos, com sentimento de culpa. Eles se lembram da santa ceia, das orações, da Palavra, mas acabaram de novo sucumbindo e aí é aquela "depre".

Então eu acredito que a primeira vez é importante não acontecer , porque se assim for as coisas ficarão ainda mais difíceis.

Agora quero enumerar algumas coisas extraídas do livro de Jim Burns, “O prazer da Espera” e de outros autores, para ver se assim consigo ajudá-los, mas de qualquer forma, eu compreendo vocês, amo mesmo não os conhecendo e vou orar para sejam vitoriosos.

Por que esperar? Esse é o título do capitulo que quero me deter.

Muitas pessoas boas cometem o erro de avançar o sinal antes do casamento.Apesar de a Bíblia ser clara sobre o assusnto da relação sexual fora do casamento, Deus é misericordioso e paciente e nos ama incondicionalmente.

Posso também entender como o impulso sexual de duas pessoas saudáveis e que se amam pode provocar um intenso desejo para a união sexual. Entretanto , estou ainda mais convencido de que o desejo de Deus é que as pessoas evitem a relação sexual antes do casamento, e que obedecer a suas instruções no que se refere ao assunto é o melhor para o relacionamento.

C.S.Lewis ( maravilhoso homem de Deus) disse: “ A verdade é que sempre que um homem se deita com uma mulher, queiram eles ou não, uma relação transcendental se estabelece entre eles, a qual será motivo de alegria ou sofrimento para sempre”( Alguns chamam de laço de alma).

Haverá uma ligação entre ambos para sempre, pode até se casar com outro , mas aquele laço de alma ficou.

Não acho que exista algo mais íntimo ou pessoal do que os dois compartilharem os corpos, emoções e espíritos na união sexual.

Abaixo vai algumas perguntas e indagações para que vocês dois discutam juntos, e elas ajudarão a meditar e chegar a uma decisão cuidadosa quanto a esperar ou não. Tenham em mente que escrevi as questões considerando a ambos como cristãos desejosos de crescer verdadeiramente na fé cristã.

1- Para algum de vocês , o significado da relação sexual no casamento será diminuído por ela já ter ocorrido antes de se casarem? Se a resposta for sim, o relacionamento será rompido por amargura e ressentimentos.

2- Sua consciência os incomoda durante ou depois do ato sexual ou mesmo do “quase lá ?”. Vocês acham que poderia ser o Espírito Santo desafiando-os?

3- Ambos estão comprometidos um com o outro?

4- Vocês estão convencidos de que um é a pessoa certa para o outro, como companheiros para o resto da vida?

5- O que vocês acham que a Bíblia tem a dizer sobre a relação sexual antes do casamento? Aqui estão alguns versículos que devem ser examinados. At.15:20; I Co 6:13, 18-20; Ef 5:3; 1Ts 4:1-8 e 1Pe 2:11.

6- Ambos parecem desejar o melhor de Deus para suas vidas. A relação sexual afetará o serviço a Deus e sua comunhão com ele?

7- A relação sexual causará danos de alguma forma ao seu interelacionamento ?

8- Ela poderá prejudicar a comunicação entre ambos e mesmo provocar a perda da confiança?

9- A relação sexual ajudará, impedirá ou não afetará o relacionamento espiritual entre vocês?

10- Vocês pensaram na possibilidade de uma gravidez e em como fazer para que isso não aconteça?

11- Que razões os levariam a um ato sexual? Elas são puras?

Afirmo que até dar respostas a vocês não é difícil , o difícil será vocês praticarem o que é certo, mas também penso que Deus ainda tem seus heróis entre os jovens.

Segundo o excelente livro “Sexo,amor e paixão: como realmente saber?", de Ray Short, no capítulo “Ser ou não virgem”, o autor escreve que a ciência constatou nove fatos relacionados ao provável efeito sobre o seu relacionamento conjugal, do sexo praticado antes do casamento:

Fato 1: O sexo antes do casamento tende a separar os casais,

Fato 2: muitos homens não gostam de se casar com mulheres que tenham tido relações com outra pessoa,

Fato 3: As pessoas que praticam sexo antes do casamento tendem as ser menos felizes no relacionamento conjugal.

Fato 4: As pessoas que praticam sexo antes do casamento estão mais propensas ao divórcio.

Fato 5: As pessoas e os casais que tenham tido relacionamento sexual antes do casamento possuem maior inclinação a manter casos extraconjugais.

Fato 6: A experiência pré-conjugal pode iludí-lo e leva-lo a casar-se com uma pessoa que não é a certa para você.

Fato 7: As pessoas e os casais que mantêm uma relação íntima pré-conjugal parecem alcançar a satisfação sexual mais cedo, após o casamento. Entretanto:

Fato 8: No decorrer de seu relacionamento conjugal, provavelmente se sentirão menos satisfeitos com sua vida sexual, entendida num sentido mais amplo.

Fato 9: Hábitos sexuais insatisfatórios antes do casamento podem acarretar, mais tarde, a deterioração do relacionamento sexual entre os cônjuges.


Mais uma coisa, mesmo que vocês não tenham dúvidas neste instante, que vocês foram feitos um para o outro e têm certeza de que um dia vão se casar e naturalmente não querem pensar de outra forma, deixe-me fazer o papel do diabo (acusador): Larry Richards diz:

“Um estudo mostra que os garotos acreditam haver encontrado o seu amor verdadeiro pelo menos cinco vezes na fase que compreende o período entre o ginásio e o segundo ano da faculdade”

Deus nos dotou de uma sexualidade e depois Ele disse não. Será que ele é masoquista ? Gosta de ver a gente sofrer ? Não, mil vezes não. Deus quando diz não Ele tem os seus motivos, e esses motivos são sempre no sentido de Proteção e Provisão, veja:

-Proteção contra a gravidez indesejada, e provisão de gravidez desejada e saudável,

-Proteção contra a infelicidade no casamento por causa da desconfiança, e provisão de um casamento onde os dois confiam plenamente um no outro;

-Proteção contra o casamento precipitado, e provisão para um casamento no momento certo, estruturado.

-Proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis, e provisão de uma vida com saúde.

- Proteção contra o aborto, e provisão de filhos bem vindos e benditos.

-Proteção contra o prejuízo espiritual oriundo da desobediência, e provisão de crescimento espiritual pela obediência.

O relacionamento amoroso deve trazer pelo menos quatro coisas boas:

-Crescimento espiritual

-Crescimento emocional

-Saúde física

-Promoção pessoal.

E de tudo isso, que falamos, fuja das situações de perigo, e lembre-se, passar muito tempo perto do abismo, pode colocá-los lá no fundo um dia.

Procure fazer as coisas sempre em grupo e fuja das oportunidades, porque de outra forma vocês serão vencidos e poderá haver muita tristeza e acusações.

Um forte abraço, no amor de Jesus, Pr Ismael


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O preço da desintegração do casamento tradicional

Ann Coulter

Conforme descrevi em meu novo livro, “Guilty: Liberal ‘Victims’ and Their Assault on America” [Culpados: As Vítimas ‘Liberais’ e Sua Agressão aos EUA], mesmo levando-se em consideração a condição socioeconômica, raça e lugar de residência, o fator que prediz se alguém terminará na prisão é se ele foi criado por uma mãe solteira.

Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.

Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o fator das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.

Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.

Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.

Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.

Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.

Mesmo assim, os liberais adoram a desintegração do casamento tradicional e a situação das mães não casadas ou divorciadas.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com



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domingo, 15 de fevereiro de 2009

50 possíveis causas de conflitos no processo de construção do casamento:

Pr. Josué Gonçalves
visite o site do Pastor Josué Gonçalves: www.familiaegraca.com.br


1. Conflitos com a família de origem.

2. Discussões tolas motivadas pelo ciúme doentio.

3. Brigas por causa do filho(s) de outro relacionamento.

4. O desemprego nos desestabilizou também emocionalmente.

5. Tudo começou depois que uma doença crônica atingiu nossa família.

6. Um sentimento de culpa não resolvido está me destruindo.

7. O que é um homem sexualmente impotente? Isso está me levando ao desespero.

8. Tenho complexo de inferioridade, e isso me faz uma pessoa infeliz no casamento.

9. Não consigo perdoar, sei que esta é causa de toda a crise.

10. Sei que o casamento aos olhos de Deus é indissolúvel, porém, não amo meu marido.

11. Depois que meus pais vieram morar conosco, nossa casa virou um campo de concentração.

12. Não posso gerar filhos e isso tem abalado o meu casamento.

13. Meu marido quebrou financeiramente e já não pode me dar o que dava antes, está difícil segurar essa barra.

14. Faz um mês que ela me confessou me traiu, estou tentando superar através do perdão, mas está muito difícil.

15. Estou grávida e meu marido mudou completamente comigo, logo agora que mais preciso dele.

16. Depois que mudamos de cidade por causa do trabalho dele, nunca mais nosso relacionamento foi o mesmo.

17. Nós é que sustentamos os meus sogros, porém por causa do abuso isso está estressando nosso relacionamento.

18. Peguei meu marido com uma converso indevida com alguém na internet, depois desse dia nosso relacionamento ficou estremecido.

19. O pai da minha esposa é alcoólatra, e sempre que acontece um problema mais grave lá, é meu marido que tem que assumir tudo, isso tem afetado o nosso relacionamento, porque a família dele não assume nada.

20. Tudo começou depois que eu me tornei evangélico.

21. Não consigo me desconectar do trabalho, sei que isso está prejudicando e muito o meu casamento.

22. Fui agredida por ele e não consigo mais respeita-lo como respeitava, nosso casamento está por um fio.

23. Sou "doido" por um filho, mas minha esposa diz que não gosta de crianças.

24. Depois que fomos morar na casa de meus pais, o relacionamento que já não estava bom, piorou.

25. Meu marido tem ejaculação precoce, sei que está é a causa da minha infelicidade sexual.

26. A menopausa chegou precocemente para minha esposa, e por causa disso ela perdeu todo o prazer sexual, está difícil superar isso.

27. Ele quer que eu faça laqueadura, e eu acho que é muito mais simples ele fazer vasectomia, isso está sendo causa séria discussão.

28. Ele quer que eu emagreça, mas não

29. Casal morando junto com os pais.

30. Quando um não realiza o outro sexualmente.

31. Filho(a) envolvido com drogas.

32. Filho(a) que fez opção pela "homossexualidade".

33. Filha que ficou grávida na adolescência.

34. O marido que "quebrou" financeiramente, e agora a família precisa se ajustar a uma nova realidade financeira.

35. Uma gravidez não planejada.

36. O nascimento do primeiro filho.

37. A necessidade de se mudar para uma cidade em função do trabalho de um dos cônjuges.

38. A filha que se envolveu emocionalmente com uma pessoa errada (casada, mau caráter etc.).

39. Quando o casal sustenta os pais.

40. Frigidez pós-parto.

41. Pai ou mãe alcoólatra.

42. Quando um dos cônjuges não é crente.

43. Quando o problema é a Internet.

44. Obsessão pelo trabalho, e a pessoa não consegue se desconectar.

45. Pensamentos incontroláveis que envolvem o adultério.

46. Ciúmes doentios por parte de um deles.

47. O marido que agride fisicamente...

48. Saber a hora ideal de ter filhos.

49. Saber quantas vezes o casal deve ter relação sexual durante a semana.

50. Problema de ejaculação precoce e a conseqüente insatisfação da mulher, que acaba evitando o marido.





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Gravidez e Paternidade na adolescência. Um alerta para jovens cristãos.

Criança de 13 anos é o pai mais novo da Grã-Bretanha

REUTERS



LONDRES - Um menino de 13 anos tornou-se um dos pais mais jovens da Grã-Bretanha, simbolizando a preocupação do país com o número de casos de gravidez na adolescência. Alfie Patten, que parece consideravelmente mais novo do que é, tinha apenas 12 anos quando concebeu o filho com a namorada, Chantelle Steadman, 15.

O ex-líder conservador Iain Duncan Smith disse que o caso ‘trágico’ ilustra o declínio social do país. - Isso exemplifica o argumento que temos apresentado sobre a Grã-Bretanha - disse ele ao jornal Evening Standard.

- Não é uma questão de acusar. É uma questão de apontar o colapso completo em algumas partes da sociedade, que não têm a menor noção do que é certo ou errado - afirmou.

O primeiro-ministro Gordon Brown disse não saber detalhes do caso, mas declarou à Sky TV: ‘Todos nós queremos evitar a gravidez de adolescentes’.

Maisie Roxanne nasceu na segunda-feira, e a polícia disse que, apesar de ambos os pais serem menores de idade, não se envolveria no caso.

Em um vídeo publicado no site YouTube, o menino, cuja voz ainda não de desenvolveu, disse que não sabe como sustentará a filha.

Em uma entrevista ao jornal The Sun, ele disse: ‘Achei que seria bom ter um bebê. Eu não pensei em como vamos sustentá-la. Eu não ganho nenhum dinheiro. Meu pai às vezes me dá 10 libras’.
via JB




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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Casamento ou namoro misto, por que não?

A igreja evangélica se posiciona contra e assim ensina os seus fiéis, que o casamento misto, ou seja, entre pessoas de fé diferentes, deve ser evitado. O que se pretende com isso? Essa tem sido a pergunta de muitos que estão dentro de um relacionamento assim ou estão na iminência de entrar.

Bem, primeiramente porque para nós evangélicos, a Bíblia é o nosso livro de fé e de prática, ele diz aquilo em que nós acreditamos e vivemos, e com relação a isso, ela diz o seguinte:

2 Co. 6:14-Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?

Am 3:3-andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?

Por outro lado vamos analisar algumas implicações práticas, a saber:

1-Que tipo de sexo irão praticar, com pecado ou sem pecado? Especialmente se o evangélico for a mulher, a situação tem um complicador, pois o comum é que os homens busquem o sexo pecaminoso, como o anal, por exemplo, de forma que haverá uma pressão por parte dele para que ela consinta com isso e mesmo o contrário também pode acontecer.

2-Quais serão os locais onde eles freqüentarão em seus momentos de lazer e entretenimento? Como se sentiria o cônjuge cristão tendo que freqüentar bares noturnos, boates, salão de baile e outros similares, para não dizer outros ainda mais agressivos à fé, como casas de swing e streap tease.

3-Em caso de nascimento de filhos, qual será o procedimento quanto ao batismo ou apresentação de crianças, o que eles vão seguir, qual será o princípio para a educação?

4-A freqüência aos cultos, não haverá impedimentos? E com relação à ajuda financeira, como ofertas e dízimos?

5-As práticas espirituais no lar, como administrar esse conflito? E se houver idolatria?

6-Poderá o cônjuge evangélico servir a Deus na sua igreja, haverá liberdade para isso?

7-Não raras vezes o cônjuge evangélico sofre com o ciúme do outro com relação à igreja, pastores e líderes. A frase “Você tem que escolher entre mim e a sua igreja” tem grande chance de ser ouvida.

Considerando que o mandamento Divino é que o casamento seja para sempre, é bom eliminar tudo aquilo que possa se transformar em conflito amanha ou depois.

O mesmo vale para os casos de namoro, com as devidas reservas, mesmo porque para nós evangélicos, namoro não é entretenimento, mas preparação para um eventual casamento.

Os estudos nos mostram que as diferenças podem levar um casal a separação, sejam elas culturais, sociais, religiosas, de idade e outras.

Seria interessante, especialmente, para os namorados, que lessem o post “O amor é cego”, http://casadosemcristo.blogspot.com/2009/02/o-amor-e-cego.html.

O melhor é obedecer, sempre que isso for possível.

Um grande abraço, no amor de Jesus, Pr Ismael e Pra Cleire.

QUANDO A PAIXÃO ACABA.

Texto extraído do livro “Filhos felizes” de Dr. Ross Campbell, psiquiatra cristão, especialista em problemas de crianças e adolescentes, professor na Faculdade de Medicina de Tenesse, EUA.

“Está vendo? Ele não em ama mais. Tudo o que faz é criticar-me”, “Não há nada de bom que você possa dizer sobre mim ?”, essas foram frases ditas num diálogo entre marido e mulher, que vieram ao meu consultório em busca de aconselhamento como um último recurso.

E para minha grande surpresa, o marido não podia realmente pensar em nada positivo para elogiar a esposa. Ela era atraente, inteligente, falava bem e tinha talento, mas seu marido só conseguia apontar defeitos. Eles estavam casados há seis anos. Por que a inconsistência aparente?

É difícil compreender, quando pensamos no número cada vez maior de divórcios, que todos os casamentos começam essencialmente com grandes esperanças, expectativas, amor e belíssimos sentimentos entre os recém-casados.

No começo tudo parece maravilhoso, o mundo é perfeito. E o casamento deles começou também assim. Que mudança enorme! Como teria ocorrido?

Um dos fatores é a imaturidade. Mas o que é imaturidade? Ela está ligada de alguma forma à idade, mas não necessariamente.

Nessa questão em especial, a imaturidade pode ser definida como incapacidade para tolerar (ou enfrentar) os sentimentos opostos ou conflitantes em relação à mesma pessoa (ora penso bem de uma pessoa, ora penso mal da mesma pessoa).

Isso explica o ditado, o amor é cego. Quando nos enamoramos e durantes as primeiras semanas ou meses de nosso casamento, vemos o ente amado como sendo perfeito, e não toleramos qualquer sentimento desagradável com relação a ele.

Assim sendo, suprimimos, negamos, ignoramos qualquer coisa que nos desgoste no nosso cônjuge. Só percebemos, portanto, os seus pontos positivos.

Ficamos então cegos a coisas como um físico imperfeito, tagarelice, excesso de silêncio, tendência para engordar ou emagrecer, exuberância excessiva, retraimento, mau humor, falta de inclinação para o esporte, música, arte, costura ou cozinha.

Esta atitude de ocultar de nós mesmos os aspectos indesejáveis do cônjuge funciona perfeitamente a princípio.

À medida que vivemos com ele dia e noite, meses e anos, novas descobertas são feitas.Algumas boas e outras nem tanto. Algumas são até revoltantes.

Mas enquanto suprimirmos a parte desagradável em nosso subconsciente, podemos continuar vendo nosso ente querido como um modelo quase perfeito e tudo vai bem.

Um problema. Não podemos suprimir as coisas para sempre. Vamos chegar um dia ao ponto de saturação. Nessa altura podemos estar cansados há vários dias ou há vários anos. Isso depende de :
1) Nossa capacidade de suprimir, esquecer e ignorar o desagradável, e.
2) Nosso nível de imaturidade, isto é, a nossa capacidade de tratar conscientemente de nossos sentimentos confusos (ora penso bem, ora penso mal sobre a mesma pessoa).

Quando chegamos a esse ponto crítico, não mais podemos continuar suprimindo o negativo.

De repente enfrentamos os dias, meses e anos de sentimentos desagradáveis com relação a nosso cônjuge.

De novo, por causa da imaturidade (incapacidade de tratar com os sentimentos contraditórios, ambivalência) fazemos uma inversão.

Suprimimos os sentimentos bons e acentuamos os maus. Nós agora vemos nosso cônjuge sob um aspecto quase invertido, onde tudo é negativo, com pouquíssimos ou nenhum ponto positivo. Totalmente desagradável ou quase nada agradável.

Isto pode acontecer rapidamente. Dois meses antes o marido via a esposa como o símbolo de perfeição. Ele agora mal tolera a presença dela. A esposa permaneceu essencialmente a mesma. As percepções do marido sobre ela se inverteram quase por completo.

Como enfrentar esse problema comum que está prejudicando a nossa estrutura social e ameaçando a força de nossa fibra nacional? Como sempre, a resposta é fácil de dar, mas difícil de pôr em prática.

Primeiro devemos compreender que ninguém é perfeito. É surpreendente, ouvimos essa declaração todos os dias, mas não cremos nela. Fazendo o jogo da supressão, mostramos que queremos e esperamos perfeição por parte de nossos entes queridos.

Segundo, devemos manter-nos continuamente cônscios das qualidades positivas e negativas de nosso cônjuge. Eu preciso compreender e não me esquecer de que existem coisas sobre minha mulher pelas quais sou grato e outras que desejaria fosse diferentes, ela é como todas as mulheres.

Levei muito tempo para aprender a pensar nas ótimas qualidades dela quando me sentia decepcionado a seu respeito.

Terceiro, devemos aprender a aceitar nossos cônjuges como são inclusive seus defeitos. A probabilidade de encontrar alguém ou alguma coisa melhor através do divórcio e novo casamento, ou num “Caso” extraconjugal, é remota, especialmente por causa do sentimento predominante de culpa e outros problemas que tal atitude iria produzir.

Lembre-se de que sua esposa ou marido é verdadeiramente insubstituível.



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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sexo evangélico: Saiba mais sobre sex shop, fetiche,frequência sexual,sexo na menstruação,etc

EDIÇÃO 86-REVISTA ENFOQUE.
http://www.revistaenfoque.com.br/

O que um casal cristão deve ou não fazer

Dúvidas sobre sexo


Por Virgínia Rodrigues


Faça sol ou faça chuva, no frio ou no calor, com cansaço ou relaxado, não importa. O apetite sexual do brasileiro não encontra barreiras para se satisfazer. As pesquisas sinalizam, a mídia incrementa, os produtos estimulam. E o casal que busca viver dentro de princípios cristãos, com fidelidade conjugal e ética moral nem sempre consegue administrar desejos e possibilidades. Afinal, a própria Bíblia está cheia de orientações sobre comportamento afetivo e sexual entre casais. O apóstolo Paulo enfatizou que homem e mulher devem sempre manter um acordo sobre suas relações sexuais a fim de evitar tentações (1 Cor 7:5). Diante de tantas pressões, o escritor do maior número de cartas do Novo Testamento sintetizou muito bem: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por elas” (1 Cor 6:12). Assim sendo, o que seria lícito ou não para um casal cristão nos momentos de intimidade?


Existe alguma recomendação específica sobre regras e práticas do que deve ocorrer entre marido e mulher dentro de quatro paredes?
O que mais tem afligido os casais na hora da relação sexual? E por mais que o homem ou mulher brasileiros se mostrem despojados de pudores ou questionamentos, sempre há aqueles que querem esclarecer e discutir suas opiniões. Casais crentes, sejam mais liberados ou não quanto à sua performance com o parceiro, também necessitam de mais esclarecimento. Com o índice de separações cada vez maior em famílias evangélicas, não se pode desconsiderar que, muitas vezes, problemas no sexo são o estopim para um divórcio.

A freqüência do ato sexual
é uma dessas questões sempre debatidas. Alguns reclamam de excesso, outros de falta de sexo no casamento. Saber reconhecer o limite do cônjuge na hora de determinar a freqüência nas relações sexuais é fundamental. É claro que a atração e vontade de fazer amor com a pessoa amada é saudável, desde que o desejo de um não se torne o tormento do outro. Mas como saber se o número de relações de um casal está além da conta? De acordo com especialistas, essa resposta é variável e deve ser dada pelo próprio casal. O excesso ocorre quando a freqüência ultrapassa uma média dentro do casamento, isto é, a quantidade de vezes com a qual os dois estavam acostumados começa a aumentar, ou quando supera a vontade do outro.


O médico Ademir Pacelli Ferreira, professor do Instituto de Psicologia da Uerj, explica que a expressão “excesso de sexo” não é um conceito psicopatológico. “É um termo que parte de uma norma, aparecendo como queixa de um”, afirmou. Ele diz que é difícil haver equilíbrio no apetite sexual, pois sempre haverá um mais estimulado que o outro. É a convivência e o perceber-se um ao outro que define quem vai ceder e o que vai ceder a fim de que o casal encontre um caminho comum. Identificar a raiz do comportamento é uma tarefa de marido e mulher. E se chegar a um acordo for complicado, procurar ajuda externa é a orientação.


O recém-casado Pedro Vieira, 25 anos, está sentindo na pele os efeitos do seu desejo. Casado há apenas oito meses, ele admite que sua esposa de 20 anos tem se queixado do seu apetite, sinalizado diariamente. “Por mim, eu manteria relações com minha esposa todos os dias, mas ela reclama”, reconheceu. O conflito tem algumas razões que já começam a aparecer. A primeira é a formação. Ela é evangélica de berço, e ele está freqüentando a igreja. Ambos têm, portanto, valores diferentes. Diante da negativa, ele diz que insiste e, quando não vê alternativa, vai dormir chateado. “Fico chateado só na hora, mas procuro entender. Depois passa. Às vezes, minha esposa também fica brava”, emendou. Apesar do desentendimento, garante que o casamento não foi abalado.

Tradicionalmente, o maior desejo vem do homem. E, diante da situação, a reação da mulher vai depender de sua orientação nas diferentes áreas do comportamento: sexualidade e espiritualidade, por exemplo.

Martha Gonçalves enfrentou o mesmo desafio da esposa de Pedro Vieira. Ela conta que os 15 anos de casamento não afetaram em quase nada o comportamento do marido, que a procura a cada dois dias, e, dependendo da semana, o convite pode ser diário. “Ele teve formação diferente da minha, converteu-se depois. Então, procurei entendê-lo, assim como ele também procurou me entender. Fiquei um pouco assustada no início, porque não esperava que fosse tão freqüente, mas vi que era uma necessidade dele. Como eu tinha saúde, fomos nos moldando”, lembrou Martha, que afirma que foram poucas as vezes que negou sexo. “Quando isso acontece, ele entende. Pensava também que, se ele não satisfizesse seu desejo comigo, poderia procurar fora de casa.” E de acordo com Pacelli Ferreira, há homens que justificam o adultério pela resistência da mulher.


PERSPECTIVA FEMININA


Sob a perspectiva feminina, a médica Esther Ribeiro explica que se a excitação for natural, não traz qualquer tipo de problema para o corpo da mulher. “Se a mulher for muito amada, ela não tem limite”, atestou. Para a especialista, que é ginecologista, terapeuta familiar e pastora, o único período em que a mulher deve evitar manter relações é o menstrual, quando o sangue é um elemento que facilita infecções e o colo do útero está muito aberto, possibilitando a subida de bactérias. Como terapeuta familiar, Esther diz que prejudicial não é o excesso em si, mas como a mulher (ou o homem) está desfrutando da relação. “Estamos vivendo em um mundo onde o que importa é o ‘meu’ prazer e não o ‘nosso’ prazer. Os casais não conversam, não namoram. Quando isso acontece, o prazer é um prazer egoísta, o que gera relacionamento anômalo”, alertou.

Outro ponto pouco discutido e que poderia ser mais explorado é o “mapa erógeno”. Muitos casais ainda precisam conhecer e saber desfrutar das zonas erógenas do seu corpo e do cônjuge para que a sexualidade no casamento seja mais prazerosa. Para dar e receber prazer, o casal deve explorar este “mapa” existente no corpo do seu esposo ou de sua esposa. Mas o que é zona erógena? São partes do corpo especialmente sensíveis às carícias, porque têm muitas terminações nervosas. Quando a pessoa está receptiva, a estimulação dessas áreas provoca sensações fortes, que desencadeiam reações sexuais. A pele, em si, é praticamente uma zona erógena em potencial, mas certas partes do corpo têm reações mais fortes, como lábios, pescoço, lóbulo da orelha, nuca, peitos, pés, dentre outras.


ZONAS ERÓGENAS
MULHERES

Frente: orelhas, boca, palmas das mãos, mamilos, barriga, parte interna da coxa, dedos dos pés
Ponto especial: clitóris
Costas: nuca, bumbum

HOMENS

Frente: olhos, cantos da boca, pescoço, dedos dos pés, mamilos, barriga, virilha, pés, glande (cabeça do pênis)
Costas: bumbum


FOCO SENSÍVEL


Os pontos erógenos mais sensíveis são diferentes para cada pessoa e provocam reações diversas à estimulação. A melhor forma para descobrir o próprio “mapa erógeno” e o do cônjuge é a exploração mútua. O modo como as carícias são feitas também provoca reações diferentes. É justamente a exploração sexual que o pastor Gilson Bifano orienta aos casais para melhorar a vida sexual. Partindo da teoria para a prática, ele recomenda um exercício chamado “foco sensível”: os cônjuges acariciam suavemente todo o corpo um do outro, sem intenção de penetração. Segundo Bifano, que é fundador do Ministério de Família Oikos, o objetivo é fazer o outro conhecer a sensibilidade de seu próprio corpo. “Pode usar uma pena ou pluma ou a mão de maneira suave”, ensinou.

O pastor alerta para o fato de que os casais, especialmente cristãos, devem aprender que o ato sexual não se reduz apenas ao binômio pênis–vagina. “Quando um casal restringe o ato sexual a isso, a relação, com certeza, se empobrece. Devemosmostrar a maridos e esposas crentes que a sensualidade, quando usada para atrair o cônjuge, não é pecado e é até recomendável”, ressaltou ele.

A psicoterapeuta e especialista em sexualidade Carmen Lúcia Otero Janssen diz que durante o ato sexual as pessoas precisam parar de se preocupar com o desempenho e priorizar a exploração das sensações dos cinco sentidos (tato, olfato, audição, visão e paladar). “A pessoa fica muito preocupada em mostrar habilidade e impressionar o parceiro. Ou seja: ‘Vou arrasar na cama.’ Em vez disso, deve sentir o toque e doarse mais para o outro e entrar em contato com a afetividade”, destacou ela, que já escreveu o livro “Massagem sensual para casais enamorados”. A publicação ensina os casais a usarem a massagem como veículo para o desenvolvimento da sexualidade amorosa.

Carmem Lúcia Janssen frisa que hoje a sexualidade está muito banalizada e muito rápida. “As preliminares são importantes tanto para homens quanto para mulheres. O ato sexual, para o homem, é muito genitalizado, e ele não percebe que perde com isso. Ao demorar nas preliminares (zonas erógenas), os parceiros ganham mais qualidade na vida sexual”, explicou ela, que é pós-graduanda em Sexualidade Humana pelo Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática de São Paulo (Isexp).

O fato é que quando o casal apresenta problemas na cama, o relacionamento pessoal também sofre conseqüências. Um exemplo disso é a contabilista L.S. “Sentia muita dor na relação sexual e por conta disso passei a evitar o meu marido”, disse. Assim, o casal
começou a brigar. A solução foi procurar ajuda de um psicólogo cristão. “Durante a terapia, aprendi a importância de me doar, e a psicóloga ensinou que devemos demorar nas preliminares. Melhorou bastante, e reduzimos as nossas brigas”, garantiu. Gilson Bifano afirma ainda que a comunicação – antes, durante e depois da relação sexual – é importante. “Os cônjuges devem perguntar onde o outro gosta e não gosta de ser tocado, o que causa maior e menor prazer.”


FETICHE


E o fetiche? Como pode interferir na vida sexual do casal? Será um desvio, um comportamento anormal ou até pecaminoso? Fetichismo, na psicanálise, significa “desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças do vestuário, adorno” (“Dicionário Houaiss”).

O termo começou a ser usado com essa conotação a partir dos estudos de Freud, pois, originalmente, a palavra vem de “feitiço” e designava um objeto a que se prestava algum tipo de culto, ou possuidor de poderes mágicos. O psiquiatra Albert Zeitouni, baseado na
teoria freudiana, esclarece que “a criança, ao perceber que a mãe não possui um pênis, recusa-se a aceitar essa realidade porque acredita que o seu órgão masculino também poderá ser perdido, então cria um substituto para o pênis da mãe, que é o fetiche”. Segundo ele, o fetiche se estabelece como um estímulo sexual durante a infância, e quando o homem torna-se adulto não o abandona em troca da pessoa total, pois o fetichista acredita que precisa daquele objeto ou parte do corpo feminino para conseguir a ereção.

Os tipos de fetiches mais comuns são os relacionados às partes do corpo da mulher, como pés, unhas, mãos, além dos objetos femininos, como meias, sapatos de salto alto, “lingeries”. Na prática sadomasoquista – aquela que envolve a dominação de um dos parceiros – são utilizadas roupas e objetos de couro, além de chicotes. A psicóloga Márcia Bittar Nehemy, especialista em Sexualidade, realiza terapia de apoio e diz que a psicologia considera que todas as pessoas são fetichistas em algum grau, mas muitos não conseguem obter prazer sexual sem o seu fetiche.

O evangelista da Assembléia de Deus João Luiz Paim da Silva, estudioso do assunto, garante: “O fetiche moderno, que muitos julgam inofensivo, é uma porta aberta para o diabo”. Como exemplo, cita o fetiche por pés e pergunta: “Como será se o homem que gosta de pés encontrar e desejar outro pé, que não o da esposa, pela rua, e começar a segui-lo? Certamente, logo virá o adultério.” Pastor da Igreja Batista Nacional, Disney Macedo acredita que os fetiches que não desrespeitam a relação do casal podem fazer parte da vida íntima dos cristãos. Isso se houver um acordo entre eles, sem, no entanto, incluir o sadomasoquismo. Nessa perspectiva, o homem tem de ter domínio próprio e, por isso, pode utilizar um fetiche, mas nunca ser dominado por ele.

Quando atinge níveis patológicos, causando constrangimentos, o fetiche é visto como um problema. Outras vezes, pode “apimentar” a relação entre o casal, embora muitos cristãos considerem qualquer coisa ligada à sexualidade como pecado e não como algo prazeroso. A sociedade explora cada vez mais o fetichismo, mas o que acontecerá se as pessoas não amarem mais umas às outras em sua totalidade, pela sua beleza física, mental, intelectual e caráter, mas, sim, desejando apenas uma de suas partes ou um de seus objetos de uso pessoal? Esse questionamento é feito por Maria Andrade, 40 anos, que teve um marido fetichista. “Ele não me via como mulher. Eu era apenas um pé e, para agradá-lo, acabei ficando obsessiva em cuidar dessa parte do meu corpo.” Hoje, garante que minimizou bastante o problema, mas precisou passar por tratamento com um sexólogo.

Muitas pessoas usam, de fato, a criatividade para “apimentar” a relação a dois, com a inclusão de carícias, “lingeries” sensuais, mudança de posições, etc. Até mesmo os casais evangélicos são estimulados, em muitas denominações, a ousarem no sentido de dar prazer ao parceiro e demonstrar o carinho e o amor que um tem pelo outro. Assim, marido e mulher são legitimamente motivados a erotizar a relação, isto é, investir em novidades. Vale um jantar romântico, uma viagem a dois. Até aqui não há muita polêmica, mas existem algumas práticas que geram discussão dentro da Igreja, como, por exemplo, o sexo anal: casais evangélicos podem usufruir dessa alternativa? Como é vista a prática do sexo anal por alguns pastores, psicólogos e casais evangélicos?


EXEMPLOS DE FETICHES

No cinema: “A Insustentável Leveza do Ser”, Philip Kaufman, em que o personagme pede a suas parceiras que usem um chapéu durante o ato sexual.
Na literatura: “O livro de cabecira” (1996), de Peter Greenaway, mostra uma modelo que mantém o hábito de pedir a calígrafos que escrevam livros em seu corpo.
Na música: Madonna explora o sadomasoquismo, com seus chicotinhos, botas e lençóis de seda.

CARDÁPIO DA ARTE SEXUAL



Não há consenso na resposta, já que especialistas na área de saúde e pastores têm opiniões divergentes sobre o assunto. Muitos condenam a prática e são categóricos em afirmar que sexo anal é pecado, principalmente porque a sociedade está saturada de sexo pervertido, onde o ser humano busca a satisfação própria e não a do outro. Há psicólogos e médicos que dizem que o sexo anal é uma alternativa sexual que – se tomados os devidos cuidados de higiene durante o ato sexual – não traz problemas de saúde. Esse grupo também ressalta que a decisão de incluir ou não o sexo anal no “cardápio da arte sexual” do casal deve ser uma decisão de ambos.

O médico ginecologista e membro da Igreja Batista Sérgio Macedo explicou que o desejo de praticar o sexo anal tem uma explicação psicológica: essa manifestação sexual está presente nas relações heterossexuais porque os homens, buscando uma variação sexual com suas parceiras, fantasiam a penetração anal como uma grande realização de conquista, sem falar de um certo sentimento de domínio e poder. As mulheres, em sua maioria, têm na fantasia sexual o desejo anal mais como uma tentativa de satisfazer os impulsos
sexuais do parceiro, agregando a essa experiência a possibilidade de demonstrar a entrega total, isto é, o quanto estão envolvidas na relação.

Evangélica há oito anos, a comerciante M.P. diz que sexo anal faz parte da sua rotina sexual há muito tempo. Ela o considera legítimo porque tal prática é feita com seu marido. “Não me sinto culpada. Nós dois gostamos e nos sentimos à vontade para, de vez em quando, inovar a nossa relação sexual”, revelou.

A inclusão da prática na vida do casal, segundo o médico e pastor da Igreja Maranata do Rio de Janeiro, Paulo César Brito, mostra que a sociedade está se corrompendo a cada dia. Para ele, os evangélicos têm na Bíblia um padrão de ética que tem de ser respeitado. “Não dá para deixar entrar na Igreja esses conceitos sociais e culturais que vão contra a Palavra”, esclareceu.

De acordo com Brito, a adoção de sexo anal entre casais evangélicos é pecado porque vai contra a natureza determinada por Deus: sexo entre um homem e uma mulher, cujo órgão principal é a vagina. “Esse orifício [o ânus] foi feito para eliminar fezes. A Bíblia diz que os sodomitas não entrarão no Reino dos Céus. O que é sodomita? Quem faz sexo anal”, definiu ele, baseando-se no texto de Romanos, capítulo 1. Ele acha que os casais evangélicos que fazem tal prática revelam desconhecimento bíblico. “Ou não querem ver a verdade porque não lhes interessa. Procuram variantes que justificam as suas práticas.”


Para o médico e pastor da Igreja Maranata do Rio de Janeiro, Paulo César Brito, não dá para deixar entrar na Igreja esses conceitos sociais e culturais que vão contra a Palavra O pastor Marcelo de Andrade e Silva endossa as palavras do seu colega, mas é mais comedido em relação ao texto bíblico que proíba literalmente o sexo anal. “Não temos um texto claro na Bíblia que seja contra a prática de sexo anal entre um homem e uma mulher. Porém o sexo anal constitui uma violência ao organismo porque Deus criou cada órgão no corpo humano com uma função. No caso do ânus, ele foi feito exclusivamente para defecar”, pontuou Andrade e Silva. Para o pastor, há outras formas de se obter prazer sexual. “O sexo é um manjar deixado por Deus para que possamos usufruí-lo.”

Para o casal E. e R., não há problema em seguir a orientação pastoral porque desde o curso de noivos, dado na Escola Dominical, os dois aprenderam que o sexo anal é contra a vontade de Deus. “Nunca sentimos qualquer curiosidade ou desejo de experimentar. Porém, para não cair no tédio, praticamos sem ‘neuras’ o sexo oral”, disse ela, que está casada há sete anos. Os dois pastores alertam ainda para o fato de o ânus não ter sido feito para o sexo – a prática pode provocar fissuras, infecção urinária, além de dor –, pois o órgão não tem lubrificação natural como a vagina.

O material contido na ampola retal, que é a última parte do intestino e que desemboca no ânus, é cheio de bactérias, cuja presença é normal no local, mas nas vias urinárias pode levar ao aparecimento de lesões e infecções, às vezes, graves. Além disso, é uma relação mais traumática, provocando freqüentemente escoriações por onde podem entrar microorganismos, atingindo a corrente sangüínea e causando diversas doenças.

O ginecologista Sérgio Macedo afirma que, fisiologicamente, não existe qualquer contra-indicação para a prática do sexo anal. “No entanto, lembro que não é um órgão com a mesma elasticidade da vagina. O sexo anal praticado com os cuidados necessários não causa nenhum dano, nem de alargamento do ânus, nem de perda do controle do esfíncter (músculo da região anal)”, garantiu ele. Para resolver a falta de lubrificação, o médico aconselha o uso de géis à base de água encontrados em qualquer drogaria. Ele diz que a prática do sexo anal requer alguns cuidados, como o consentimento espontâneo de ambos, a necessidade do intestino estar limpo, e o homem deve ter o cuidado de urinar após a relação. E lembra ainda que o sexo anal não pode ser feito antes do vaginal por causa do
risco de transmissão de doenças.

Ele assegura que a relação anal não pode substituir a vaginal, principalmente porque a falta de prazer naquele tipo de relação é muito usual. “A maioria das mulheres não tem orgasmo no sexo anal. O órgão erógeno da mulher é o clitóris”, ressaltou. Em relação à religião, para Sérgio Macedo, o casal deve ter bastante discernimento espiritual. “Se não há culpa, e o casal, de vez em quando, achar que o sexo anal pode ser algo diferente na rotina do dia-a-dia, não vejo problemas”, ressaltou.

Marcelo de Andrade e Silva acredita que as mulheres muitas vezes acabam cedendo aos maridos por medo de que estes busquem experiências extraconjugais.

“A mulher deve ser veemente nos seus princípios. A fidelidade é mais um traço de caráter do que de falta de atendimento de um desejo. O casal pode usufruir um com o outro, sem cair no desvio moral que é a busca pelo prazer a qualquer preço”, alertou. Segundo ele, se em algum momento a relação visa à obtenção narcisista e individualista exclusiva do próprio prazer, foge aos princípios determinados por Deus.


CHEIRO


No jogo da sedução, os sentidos desmpenham papel importante. Mas é o olfato o que mais instiga a curiosidade e aguça a imaginação da espécie humana. Tanto que há uma discussão sobre o poder do feromônio (substância química exalada pela fêmea para atrair o macho) e o enigma de sua existência e função na espécie humana.
Entretanto, a dúvida permanente, Os cientistas, porém, não discutem a existência do feromônio em mariposas, elefantes asiáticos e camundongos, que exercem um papel tão fundamental quanto surpeendente no acasalamento, Feromônio vem das palavras gregas “phero” - que significa “transportar” - e hormônio, combinadas.
Para a psicoterapeuta Carmem Lúcia Janssen, o sucesso das relações amorosas está muito mais ligado ao resgate da auto-estima, à predisposição em se abrir ao outro e à percepção que a pessoa tem de si mesma do que aos feromônios ou de qualquer outra espécie de afrodisíaco. “A auto-estima é a base de tudo. Para eu ser atraente, preciso me sentir atraente”, atestou. “Não há nada de errado em usarmos oso odores como ferramentas de sedução. Mas se quisermos aumentar nosso poder de sedução, precisamos trabalhar duro no resgate de nossa auto-estima.”


SEXSHOPS


E quanto às lojas especializadas em produtos eróticos que atraem pessoas em busca de mais prazer, as intrigantes “sexshops”?

A visita a esses estabelecimentos costuma ser vista como natural pela maior parte das pessoas, mas, para os evangélicos, a atitude pode ser um ponto de conflito. Sais de banho e óleos afrodisíacos, vibradores, cintas de couro masculinas e femininas, massageadores, elementos de sadomasoquismo e fantasias, alongadores penianos, próteses, roupas íntimas comestíveis para homem e mulheres, géis, pomadas, “lingeries” e toda sorte de produtos estimulantes para uma relação sexual são encontrados em “sexshops”, que já têm suas versões na internet e até por catálogo de porta em porta, estilo Avon. Com preços que estão longe de serem prazerosos, elas aguçam a curiosidade de muitos. É o caso de Paula Moura (nome fictício). Ela e o marido são evangélicos e não vêem qualquer tipo de problema em freqüentar uma dessas lojas. “Não gosto de produtos de sadomasoquismo ou fantasias, mas há coisas interessantes”, admitiu. Na opinião do psicólog e pastor batista Silas de Freitas, a curiosidade pode ser o início de um hábito. “A curiosidade pode levar o indivíduo a ceder à vontade de experimentar artifícios que não podem melhorar o relacionamento”, disse. Para ele, é o ajustamento na relação conjugal que torna o sexo mais prazeroso. “Eu tenho mais de 30 anos de casado, e meu envolvimento é tão bom quanto antes. Talvez melhor”, acrescentou. Ele crê que, quando tudo está ajustado, o casal cria mecanismos excitantes.

Para a bispa metodista Marisa Coutinho, a criatividade faz parte do relacionamento. “Não vejo problemas no uso de óleos de massagem, por exemplo. Mas entendo que a questão não é se o casal evangélico deve ir à “sexshop” ou não. Mas por que razão quer ir”, argumentou. Ela entende que se a motivação for suprir uma carência que o casal esteja enfrentando, talvez as novidades possam até atrapalhar.

Silas de Freitas ainda diz que o ato sexual por si mesmo não satisfaz mais, precisa de novidades, de elementos inusitados para valer-se. Tudo isso também tem muito a ver com o tipo de vida imediatista que as pessoas têm levado. Em vez de investir no relacionamento dia após dia e aprender sobre o outro, sobre o que lhe dá prazer, o indivíduo prefere alternativas que lhe permitam pular essas etapas.


LUGAR CERTO, NA HORA CERTA


Nessa perspectiva de recriar momentos de prazer a dois, o lugar certo para fazer amor também é questionado. É pecado o casal casado e evangélico ir ao motel? O assunto gera discussões diversas. Para alguns, o ambiente é considerado casa de prostituição e carregado de maus espíritos.
Outros, no entanto, não vêem problema algum. Aproveitam as datas especiais, como aniversário de casamento, para sair da rotina e “aquecer” a relação. A palavra “motel” surgiu nos Estados Unidos, no início da década de 1930, como hotéis de beira de estrada para descanso de viajantes e caminhoneiros e das palavras “Motor Hotels” surgiu “motel”. Eram pequenos espaços que englobavam algumas vantagens como lugar para o carro, água, lenha, casas de banho, chuveiros, lavanderia e preços baixos. Qualquer pequena comunidade oferecia um serviço desses.


Com relação ao motel, o pastor da Assempléia de Deus, Silas Malafaia, lembra a questão do escandâlo, pois tudo é lícito, mas nem tudo convém.No Brasil, a idéia apareceu no final da década de 60 com uma conotação romântica explícita nas fachadas, além dos espaços e decoração dos interiores. O pastor Edson Alves não chega ao radicalismo de tachar o motel como ambiente maligno ou local de pecado, mas aconselha que, numa data especial, os casais evangélicos procurem um hotel. Ele acha que o motel não é um local apropriado devido à rotatividade. Mas por ser mais barato, a freqüência é bem maior. “Eu questiono a higiene desses locais”, observou ele. E é a alta rotatividade que faz com que muitos evangélicos considerem o motel um lugar “sujo”. Para esse problema, Doraci e Martinho Santos, da Assembléia de Deus, casados há 28 anos, têm uma solução. Apesar de ainda não terem experimentado momentos a dois num motel, eles não vêem problema algum. A única preocupação seria com a questão da higiene, e Doraci revela que levaria de casa suas roupas de cama e banho, sem problema. O casal sempre procura comemorar as datas especiais em lugares onde possam ficar a sós.

Em determinados momentos, a privacidade é fundamental, e, além da economia, o motel proporciona essa possibilidade de ficarem sozinhos por algumas horas. Líder do Ministério Lar Cristão, o pastor Jaime Kemp aponta alguns motivos para aconselhar um cristão a não ir ao motel. Primeiramente, para nunca colocar dúvidas sobre a integridade do casal. Ele acha também que não se deve sustentar moral e financeiramente uma instituição que está contra a família. “O motel, infelizmente, é um princípio de infidelidade.” Outro
motivo é a tentação. De acordo com o pastor, se o casal cristão está no motel e se vê tentado a assistir filmes onde outros casais mantêm relações sexuais, isso pode ser prejudicial para o casamento.

A polêmica divide mesmo opiniões. Alguns pastores afirmam não ter base bíblica para condenar um casal que queira ter seus momentos de prazer num motel. Pastor da Assembléia de Deus, Silas Malafaia chama a atenção, porém, para a questão do escândalo.

Ele lembra que tudo é lícito, mas nem tudo convém. “Ter relações sexuais com minha mulher não é pecado em lugar nenhum”, justificou. Silas Malafaia pensa que o casal deve tomar alguns cuidados, mas que, em momento algum, pode considerar que o ato de ir ao motel é pecado. O casal Waldivia e Francisco Cavalcante, da Igreja Batista Manancial, concorda com o pastor, mas lembra que não se deve escandalizar os outros. “Eu não ficaria escandalizada se visse um casal de irmãos em Cristo entrando ou saindo de um motel,
porém não acho conveniente”, considerou ela. E o autor do livro “Macho e fêmea os criou”, Carlos “Catito” Grzylowski, argumenta que, para a grande maioria dos casais, o motel tornou-se sinônimo de um local privativo em que se pode ir no anonimato e com uma pessoa que talvez nunca mais torne a encontrar. Isto é, consumir algo e descartar em seguida é a essência do modelo capitalista neoliberal trazida para o evento mais íntimo das relações humanas.


Para o pastor Jaime Kemp, se o casal cristão está no motel e se vê tentado a assistir filmes onde outros casais mantêm relações sexuais, isso pode ser prejudicial para o casamento Existem, porém, aqueles que procuram o motel por outros motivos. Os que desejam desfrutar de certas “comodidades” que não possuem em casa a um custo relativamente baixo, como banheiras de hidromassagem, saunas individuais, às vezes, até uma piscina ou um teto solar para observar as estrelas da cama. Para Grzylowski, esses casais crêem que tais detalhes podem incrementar a vida sexual e o romantismo.

Ele ressalta que muitos líderes de igrejas estão “coando o mosquito e engolindo o camelo”, isto é, estabelecendo regras e normas sobre locais e formas da relação sexual e esquecendo o mais profundo: a motivação que leva os casais ao ato sexual. “Para mim, um casal que tenha uma relação sexual em casa, no quarto, a portas fechadas e na posição mais convencional possível, porém sem ternura, buscando só o orgasmo e até, às vezes, forçando o cônjuge a uma relação num momento indesejável, esse já quebrou o princípio básico de amar ao próximo, mandamento máximo do Evangelho (Mateus 22:39), colocado por Jesus em pé de igualdade ao amor a Deus”, destacou.

Quanto à questão da maldição do local, o psicólogo é enfático: “Quem traz bênção ou maldição para os lugares são as pessoas que os freqüentam com suas intenções. Se eu creio que o Espírito Santo habita em mim, então em todo local que eu for ele estará presente e só esse fato já tornará o local abençoado pela presença do Espírito Santo em e através de mim”, assegurou. A sexóloga Sandra Lucena revela que muitos casais nunca fizeram sexo em outro local que não seja a própria cama ou tentaram posições e toques diferentes, temendo pecar. “São casais marcados pelo silêncio, pela falta de diálogo e cuidado com o outro”, garantiu. Segundo ela, com essas situações, existem leitos maculados em lares cristãos que parecem não conhecer a graça, o perdão, o cuidado e o amor de Deus.

Ela diz que a medida do sexo saudável, e isso inclui as fantasias sexuais, está na visão que se tem de Deus, da intimidade com ele, no compromisso e conhecimento da sua vontade. “Somente os que buscam um caráter cristão encontram respostas e paz nas questões sexuais”, definiu a sexóloga.

A vida conjugal continua sendo motivo de muitas discussões, debates e dúvidas. E deverá continuar assim, já que a relação sexual de um casal é algo que se aperfeiçoa dia-a-dia. O êxito está intimamente ligado à capacidade de se expor e de dialogar, em amor. Trocas e carinhos ajudam no conhecimento um do outro, permitindo o encontro de soluções e caminhos para uma sexualidade sadia.



NÚMEROS DO PRAZER

Fonte: Instituto Paulista de Sexualidade

. 35% das mulheres sentem desejo, têm capacidade de se excitar, mas não atingem o orgasmo.
. 25% das mulheres não sentem desejo.
. 35,5% das mulheres têm outros problemas sexuais: aversão sexual, dores na penetração, vaginismo, impulso sexual excessivo, homossexualidade não-resolvida.
. 50% das mulheres que chegam ao orgasmo se excitam com a penetração. A outra metade se excita apenas se houver estimulação do clitóris.



Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Namorar esta fora de moda?

Título original deste post publicado no site www.vivos.com.br

Namorar, ficar e transar ?

O homem um ser social

O ser humano foi criado para viver em comunhão: primeiro, com o seu Criador (relação vertical); e, depois, com os seus semelhantes (relação horizontal). Na verdade, esse é o plano divino para nossas vidas. Foi o próprio Senhor Deus quem declarou: "Não é bom que o homem esteja só..."(Gn. 2: 18). Lemos, ainda, na Sua Palavra que "Melhor é serem dois do que um..." (Ec 4:9). Portanto, a solidão se opõe ao plano divino, e, por isso mesmo, resulta em várias feridas na alma, tais como: sentimento de desconforto, de inutilidade; auto-estima baixa; depressão; ausência de laços afetivos; prostração; e, até mesmo, saudade.

Para vencer a solidão, precisamos de amizade, simpatia, empatia, cooperação, namoro, casamento. Sentimos necessidade de amizade verdadeira, de alguém que chegue quando todos saem, isto é, alguém que permaneça ao nosso lado quando mais ninguém está. Mas, por outro lado, a solidão não pode levar a pessoa a aceitar qualquer tipo de relacionamento. Quantas vezes já se ouviu: "Ruim com ele (ela), pior sem ele (ela)..." ? Obviamente tal afirmativa não pode expressar uma verdade, não é mesmo?



O que é ficar ?

Atualmente, a palavra "namoro" está fora de moda...para alguns. Agora, a maioria adolescentes e jovens "ficam". O que é há de diferente?

Já vimos que o namoro é um momento muito importante na vida da pessoa. ficar, segundo o que os jovens definem é “passar tempo com alguém, sem qualquer compromisso. Pode, ou não, incluir intimidades, tais como: beijos, abraços e mesmo, relações sexuais." Portanto, o ficar nada tem a ver com o namorar. Infelizmente, quando um jovem fala sobre "namoro", no sentido sério da palavra, torna-se, muitas vezes, alvo de piada e gozação, por parte dos colegas. Isso é um resultado (da distorção dos valores morais que vem sendo feita, principalmente pelos meios de comunicação). Nossos jovens sofrem a influência da mídia que apregoa a sensualidade e a liberação dos impulsos, sem censuras como forma de atuação prazerosa e mais autêntica, mais satisfatória. Tal comportamento leva à promiscuidade sexual, com suas tristes conseqüências.

Na década de 60 (no Brasil, a partir de 70/80), começou uma revolução sexual na Europa, enfatizando que homens e mulheres podiam desfrutar de direitos iguais, inclusive no "sexo livre". O que importava era a satisfação pessoal; a sensação do momento, sem a necessidade de qualquer ligação de sentimentos entre os parceiros. A queda, de lá para cá, foi vertiginosa e, assim, o namoro foi sendo deixado de lado e houve grande adesão ao ficar. Os jovens são pressionados a abandonar hábitos conservadores e a adotar as práticas pecaminosas ditadas pela cultura social.

Embora, aparentemente, haja muitas vantagens no “ficar", as desvantagens, especialmente para a mulher, são inúmeras também. Entre elas, podemos mencionar o fato de que ela vai ficar mal vista, mal falada, vai estar sujeita a uma gravidez indesejada, enfim muitas são as tristezas. É importante que você, mulher, se lembre de que não é um objeto descartável: usado agora, jogado fora depois. Infelizmente, os jovens evangélicos são alvo da mesma pressão e da mesma gozação. Por isso, apenas uma minoria discorda dos padrões e das práticas pecaminosas ditadas pela cultura secular. Os jovens -homens e mulheres -principalmente os que querem levar Deus a sério em suas vidas, precisam observar, cuidadosamente, o que Ele diz em Sua Palavra, antes de envolver-se com alguém. É óbvio que o "ficar" não deve ser uma prática para esses jovens.



E o transar ?

Este é um tema que tem sido alvo de muitos debates e discussões. Parece que agora, é muito "careta" quem não transa, não é mesmo? Por isso, as pessoas que ainda querem ser sérias nos seus relacionamentos, acabam passando por situações bem desagradáveis. São objeto de gargalhadas de ironias, de dúvida por parte de colegas, de escola ou de trabalho - de pessoas mais velhas e - pasmem! - de ”irmãos e irmãs” da igreja. Além disso, as jovens ficam com medo de "perder" aquele rapaz "lindo e maravilhoso" e cedem à tentação, quando ele diz: "Querida, prove que me ama realmente e transe comigo... "Este é o golpe mais velho e mais baixo que existe! Ele, na verdade, não a ama, não está nem um pouco preocupado com ela nem com as conseqüências que ela - apenas ela - vai enfrentar! Ele só quer se divertir com o corpo dela! A única resposta para esse convite é a mesma de sempre: "Se você realmente me ama, poderá esperar pelo casamento.” Muitos jovens cristãos acabam cedendo às pressões da mídia , dos colegas, dos amigos e começam a achar que o que todo mundo faz é que está certo e que eles não podem se apresentar como seres alienígenas. Passam a viver "uma vida dupla: na igreja, são os 'certinhos'; fora dela, agem conforme seus desejos mandarem."



Mas a Palavra de Deus condena o "transar", pois afirma que a relação sexual é um privilégio do casamento. Na verdade, ela é a terceira etapa, e não a primeira. "Em Gn. 2:24, lemos: 'Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.' Desde Adão e Eva, o próprio Deus ordenou que houvesse uma formalização do compromisso matrimonial, através do 'deixar pai e mãe', com a bênção destes que são autoridades, sobre nós, enquanto solteiros. Além destas autoridades, devemos obediência às leis do nosso país. Num segundo passo, o homem 'se une à sua mulher'. A referência é àquela mulher com quem vai se casar, e não a qualquer mulher que se olhar na rua. Assim, numa terceira etapa, os dois serão 'uma só carne'. Só após as duas primeiras terem sido cumpridas, é que vem a hora da relação sexual, e não antes. Esta idéia existe tanto no Velho como no Novo Testamento, pois este versículo é citado por Jesus (Mt. 19:5) e por Paulo (I Co. 6: 16)."



Deus não estimula, de jeito algum, a "transa". Muito pelo contrário. Várias passagens bíblicas, condenam o relacionamento sexual fora do casamento: At. 15:29; 21 :25; I Co. 6: 13-18; II Co. 12:21; I Ts. 4:3- 5. Entretanto, Hb. 13:4, Deus valoriza o casamento. Lemos ali: "Digno de honra entre todos, seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros". Deus também aprova a relação sexual dentro do casamento. "Para o povo judeu, a relação sem pecado, era aquela em que as pessoas entravam virgens para o casamento, como descrito em Dt. 22:13-21."

Querida jovem, sei que você precisa de muita força para enfrentar tudo o que o mundo está exigindo e oferecendo para você. Entretanto, procure se fortalecer com a Palavra de Deus, ocupar sua mente e seu tempo com coisas boas e aceitar o desafio de ir contra a maioria. Lembre-se de que quando sabemos que somos amados pelo que somos, e não pelo nosso físico, tornamo-nos mais saudáveis mentalmente e nos expressamos mais livremente, porque já não tememos a rejeição. já não precisamos nos preocupar em como vamos agradar o nosso companheiro. Lembre-se. também do que dizem as Escrituras em Eclesiastes 12:1 "Não deixe o entusiasmo da mocidade fazer com que você esqueça seu Criador. Honre a Deus enquanto você é jovem, antes que os dias maus cheguem, quando você não vai mais ter alegria de viver."



A oração ainda é essencial

Depois de considerar, racionalmente e não emocionalmente apenas, se a pessoa que você escolheu é alguém com quem você gostaria de passar toda a sua vida leve o assunto para Deus em oração. Há um hino que diz que não precisamos perder a paz quando levamos nossos problemas ao nosso amigo Jesus, pois Ele sempre nos atende em oração. Espere pelo Senhor (Salmo 27: 14). Ele sempre sabe o que é melhor para você. Nunca tome uma decisão nunca inicie um envolvimento sem ter certeza de que Deus está abençoando esse relacionamento, de que é aprovado por seus pais e de que você ama realmente aquela pessoa. Com certeza, você será bem sucedida na escolha que fizer.



O fim do namoro é o casamento

A finalidade, o objetivo do namoro é o casamento; mas o casamento não é o fim do namoro. Na verdade, o namoro deve continuar pelo resto da vida a dois. O namoro continua sendo muito importante dentro do casamento. Quando o casamento é o fim do namoro , grandes são as chances desse casamento desmoronar.

É interessante que, durante o período de namoro, muitas são as juras de amor eterno, os presentes, os programas, as roupas bonitas, os penteados cheios de cuidados, os perfumes, as gentilezas etc. Entretanto, aqueles que consideram que o fim do namoro é o casamento, abandonam todas ou quase todas essas práticas e passam a agir de modo totalmente inverso! Essa é uma das razões pela qual os casamentos acabam durando muito pouco. É preciso continuar perdoando, amando, protegendo e valorizando o cônjuge. Muitos maridos passam a agir exatamente como agiriam após haverem "transado" com a namorada - isto é, passam a tratar a esposa com indiferença, sem qualquer interesse nela. Por outro lado, as mulheres também, muitas vezes, perdem todo o encanto, pois já não se arrumam como se arrumavam, já não usam aquele perfume que o namorado tanto apreciava (quando não ficam mal-cheirosas), esquecem-se de que o seu corpo é "o templo do Espírito Santo" e deixam de cuidar dele, tornam-se relaxadas com tudo. Tanto o marido como a mulher precisam estar atentos para que o namoro tenha sua continuação no casamento. Esposas continuam gostando de ganhar um presente, de receber flores, de sair para jantar, de ouvir elogios sobre sua aparência etc., exatamente como quando eram namoradas. Os esposos, por sua vez, continuam gostando de ver sua "namorada" com os cabelos penteados, limpas, cheirosas, de comer algo feito especialmente para ele, de ouvir palavras de amor. "Lembre-se de que a frase Eu amo você! , dita sincera e freqüentemente, afofa o terreno do relacionamento e pré-dispõe o aprofundamento de raízes.

Sylvia Oliveira Nocetti


Campanha:Diga Não a erotização de crianças.Não alimente a pedofilia e não induza ao pecado.Não publique fotos de crianças nuas,com roupas intimas ou de banho.
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