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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Dicas do livro 07 dias de intimidade.


O casal mundialmente famoso de conselheiros matrimoniais Ed e Lisa Young acaba de lançar mais um livro no Brasil, chamado 7 Dias de Intimidade. Em 10 capítulos, eles dão passos práticos para que, depois de anos de casamento, as pessoas recuperem a intimidade e melhorem a vida sexual.

O livro explica como entender o sexo e suas repercussões emocionais, físicas, do relacionamento e espirituais. Por isso, eles propõe a Sexperiência, na qual o casal fará sexo todos os dias por uma semana na tentativa de recuperar a intimidade e a excitação. 

Por meio de passos práticos, os autores promovem também lições de fundo emocional, econômico, psicológico e espiritual. Confira abaixo alguns trechos do livro:
Os autores começam com alguns princípios básicos que devem ser levadas em conta desde o início da Sexperiência. São eles:

Estabeleça metas

Para chegar intencionalmente a algum lugar, você deve primeiro saber para onde está indo. Sente-se com seu cônjuge e defina metas a respeito do que vocês querem aprender sexualmente sobre um e sobre o outro. Fale sobre a frequência com que você espera ter relações sexuais e outras áreas tangíveis que estejam relacionadas à sua vida sexual um com o outro.

Livro indica caminho prático para recuperar a intimidade e desejo sexual entre o casal Foto: Divulgação
Livro indica caminho prático para recuperar a intimidade e desejo sexual entre o casal
foto: Divulgação

Aprenda a explorar
Você não sabe tanto sobre o corpo de seu cônjuge como acha que sabe. Faça perguntas sobre o que dá prazer ao parceiro.

Você não lê mentes
Felizmente, ao envelhecer com seu cônjuge, você passará a conhecê-lo profunda e verdadeiramente. Mas, por mais próxima que seja a ligação de vocês, você nunca dominará os processos mentais de seu marido. Portanto, comunique- se. Faça perguntas e esteja disposta a ter respostas.

Seu cônjuge não lê mentes

Não guarde seus sentimentos em uma vasilha frágil pensando que se ele realmente se importasse, saberia como você se sente. Divida seus sentimentos, desejos e até mesmo preocupações de um modo simpático e apropriado.

Com estes princípios já estabelecidos, é hora de praticar! O livro lista situações reais e caminhos práticos para que seja possível ter sucesso no fim da Sexperiência e qual o melhor caminho para isso. Veja alguns destes passos:

1) Sente-se com seu cônjuge para definir a hora de começar sua Sexperiência, tendo em mente que nunca haverá um momento perfeito.

2) Faça preparativos antes de começar para que você possa eliminar a maior quantidade possível de obstáculos à intimidade (por exemplo, contratar babás, fazer reservas para jantar, reagendar compromissos etc.).

3) Discuta o resultado que você está esperando depois de completar sua primeira Sexperiência.

4) Tome as medidas necessárias para esclarecer qualquer atrito persistente entre você e seu cônjuge antes de começar a Sexperiência ou, pelo menos, entre em acordo com ele no sentido de que os problemas do passado não terão permissão para interferir.

5) Faça uma lista das sexculpas que impedem a intimidade em seu casamento. Discuta seus sentimentos com relação a elas e assuma o firme compromisso de que nenhuma delas será motivo para não concluir a Sexperiência.

6) Faça planos e preparativos para vencer suas sexculpas durante a Sexperiência. Escolha uma semana em que você terá menos chances de estar sobrecarregado de trabalho. Veja se as crianças têm roupa limpa o suficiente para passar a semana. Prepare as refeições e congele-as para a semana. Use seu horário de almoço para tirar uma soneca no trabalho, para que você não esteja tão cansado quando chegar em casa. Estabeleça limites para seus filhos para que eles não sejam empecilhos ao seu tempo particular com seu cônjuge. Faça tudo o que puder para demonstrar que a Sexperiência será uma prioridade e um esforço sério para manter ou restabelecer a intimidade em seu casamento.

7) Se as muitas sexculpas impedem o bom andamento da sua intimidade conjugal, adquira o hábito de observar os problemas reais que estão por trás delas e lide com isso. Pergunte para si mesmo: estou dando uma sexculpa? O que realmente está acontecendo comigo? Com nós dois? Por que estou procurando um motivo para não ter relação sexual?

Livro para casais “7 Dias de Intimidade” é lançado no Brasil.

Pastores recomendam intensivo de sexo para superar crise conjugal

Autor do livro “7 Dias de Intimidade”, o casal Ed e Lisa Young acredita que a cama pode revolucionar o casamento.

Por Renata Reif - iG São Paulo | 12/01/2014 21:46:22

Gatty imagens

Sete dias de sexo. Seria esta a solução para uma crise conjugal? O casal norte-americano de pastores Ed e Lisa Young, da Igreja Fellowship, acredita que sim. É a chamada “sexperiência”. Durante uma semana, marido e mulher devem fazer sexo para recuperar a conexão e revigorar a relação.A solução para crise conjugal: sete dias na cama.

“ A Bíblia Sagrada fala sobre um homem e uma mulher se tornarem uma só carne. É a conectividade, a mistura dos dois.

No livro recém-lançado no Brasil, “7 Dias de Intimidade” (Thomas Nelson Brasil), eles apontam passos para melhorar a vida a dois. Estabelecer metas, ter mais diálogo, dividir sentimentos e explorar o corpo do cônjuge são algumas dicas práticas propostas pelo casal de pastores para atingir o apce da união.

“Quando olhamos para trás, vemos que a revolução sexual na década de 1960 era uma ilusão enorme. Eu acho que quando as pessoas entenderem que Deus é o Deus do relacionamento e que Ele comanda todos os aspectos do casamento, bem como a intimidade, é que revolucionaremos nossos casamentos”, diz Ed, também consultor matrimonial, em entrevista ao Delas.

O ato sexual é a “supercola” do casamento, define Lisa. “A Bíblia Sagrada fala sobre um homem e uma mulher se tornarem uma só carne. É a conectividade, a mistura dos dois”.

Mas para atingir esta comunhão, os pastores aconselham o casal a “pensar fora da cama”, que significa que o sexo começa fora do quarto e deve se mover em direção ao mesmo.

A maioria das pessoas não relaciona Deus com o sexo e esta é a primeira barreira para um casamento saudável, na opinião do pastor. Young prega que temos a honra de satisfazer o nosso cônjuge sexualmente: “Deve haver um acordo, entusiasmo e alegria no leito conjugal”.

Além disso, a vida profissional e os filhos podem atrapalhar a vida matrimonial. Por isso, eles sugerem que ao menos uma vez por semana -- e duas vezes ao ano por um período mais estendido -- o casal tenha tempo para ficar sozinho e recuperar o clima de romance.

Divulgação Ed e Lisa Young, autores de "7 Dias de Intimidade"

Para o casamento ser bem-sucedido, deve-se negociar as dificuldades, comuns a todos os casamentos. Poder, dinhero e sexo são a tríade do desentendimento, Lisa atesta. “Um pode achar que manda mais. O outro que tem mais desejo sexual”.

Os filhos também pesam na balança. Mas os pastores recomendam deixar cada coisa em seu lugar, deixando os problemas com as crianças fora da cama, pois o casamento tem precedência sobre todas as outras relações na família. “Lembre-se: os cônjuges ficam, as crianças saem. Assim, o casamento se torna a coisa principal”.

“Lisa e eu estamos casados há mais de três décadas. E eu sempre digo que o casamento não é a coisa mais fácil. Mas pode ser a melhor coisa do mundo se você estiver disposto a trabalhar”, diz Young, acrescentando que casamentos vitoriosos têm a ética do trabalho conjugal operante.

Nesta dinâmica, brinquedos sexuais ou produtos eróticos devem ser negociados, algo com que ambos concordem. “Isso é entre você, seu cônjuge e Deus”, concede Lisa. Para a dupla, fantasiar também faz parte do jogo da sedução, desde que a fantasia sexual seja com o cônjuge.

“Se você achar que um pensamento é ilícito ou não honra a Deus, redirecione esse pensamento para o seu parceiro. A Bíblia diz que podemos ser transformados pela renovação de nossas mentes. Ou seja, tornar o pensamento cativo para o Espírito Santo de Deus”.

Já os filmes pornôs são expressamente proibidos, porque fazem menção à luxúria. “Quando você olha para a pornografia, o jogo da comparação é inevitável. E ninguém pode se comparar aos atletas sexuais em ação na tela. Então, a pornografia é viciante e ele irá levá-lo onde você não quer ir”.




sábado, 11 de janeiro de 2014

Pensamentos e frases do Pastor Ismael R.Carvalho

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.


"O amor e o perdão, são companheiros de viagem, um não prossegue na ausência do outro." 
( Pr Ismael Roselei de Carvalho,Casados em Cristo)

"Quem serve para servir, serve. Quem não serve para servir, esse não serve. 
(" Pr Ismael Roselei de Carvalho,Casados em Cristo)

"Viver juntos por muitos anos é bom, mas viver juntos e felizes por muitos anos é coisa do Céu. 
(Pr Ismael Roselei de Carvalho,Casados em Cristo)

"Todo ato injusto gera uma comoção no coração do injustiçado, traduzida, às vezes, pelo silêncio. Mas quando a injustiça se torna uma constante, o grito de guerra se faz ecoar. Não há paz onde há injustiça. 
( Pr Ismael Roselei de Carvalho,Casados em Cristo)

Quando o prazer vira dor, o vicio por sexo


Está sendo lançado no cinema à nível mundial mais um filme que trata da questão do vício sexual. Não publicar o nome do filme porque não quero ser garoto propaganda dele, quero apenas usar o momento para discutir , de novo, a questão do vício sexual.  ( Pastor Ismael)

“É ROLETA RUSSA”

O início de tudo para Guilherme*, hoje com 43 anos, foi o término de dois relacionamentos quando ainda era adolescente, nos anos 90. Da “pele para fora”, como diz, sua vida era normal: ia para a faculdade e seguia estudando. Da “pele para dentro” era dor e solidão. Ao perceber que havia algo de errado consigo, o engenheiro lembra que não conseguia manter uma relação saudável com ninguém e tinha um sentimento de anorexia no sentido de que sofria de uma “compulsão do não”: “Digo ‘não’ para ser feliz, digo ‘não’ para ter uma sexualidade saudável”.

A “anestesia” para isso veio por meio do sexo, como a masturbação compulsiva e relações sexuais com diversas pessoas em um curto espaço de tempo. Para se anestesiar da “culpa e vergonha” que vinha horas depois ou no dia seguinte, Guilherme lembra que a solução era repetir tudo de novo: “Aí é roleta russa. Chega uma hora que fazer a mesma coisa já não dá mais barato, você se acostumou. Quanto maior o risco, maior o barato”. Ele revela ter ouvido histórias de pessoas que abandonaram o trabalho, acabaram demitidas, contraíram DSTs, acabaram na delegacia. Alguns – e ele também – chegaram a frequentar um local religioso, em vão. “Você passa um período ‘limpinho’, mas uma hora você volta. É que nem pavio de vela, volta a queimar de onde parou.”

Em busca de ajuda, ele frequentou as reuniões do Dasa dos 18 aos 23 anos. O engenheiro se diz livre e distante dos antigos padrões há muito tempo. "Consegui desenvolver todas as áreas da minha vida de forma saudável. Tenho uma vida financeira legal, sou executivo, completei 18 anos de casamento. Acho que, mais importante, meu relacionamento comigo, com minhas dores, foram resolvidas. Salvou minha vida.”

O iG acompanhou uma reunião de dependentes anônimos e pode observar alguns dos pontos destacados pelo psiquiatra. Das nove pessoas presentes ao encontro, promovido semanalmente, todos aparentavam ter passado dos 30 e poucos anos e sete delas eram homens. Assim como em encontros de outros tipos de dependências, a disposição das carteiras de aspecto escolar, daquelas com apoio apenas para o braço direito, é em forma de círculo, de forma que seja possível ver os rostos de todos.

“Geralmente temos um pico de procura quando as pessoas leem matérias que expõem o que é dependência sexual, como o caso do Michael Douglas. A diferença entre a dependência química e a de comportamento é que esse conceito não é tão definido. As pessoas nem sempre se dão conta de que há um problema."
Quem chega é bem vindo, e logo se percebe que alguns já frequentam a reunião há um bom tempo e se conhecem dali, enquanto para outros é a primeira vez. Ninguém é obrigado a falar, mas quando falam, seguem o protocolo de se apresentar – mesmo quando são ouvidos pela segunda, terceira, quarta vez –, ao que todos respondem, e ao final de cada fala dizem “24 horas de abstinência” ou expressão similar.

Depoimentos são trocados, e a impressão é de que por mais que não seja a primeira reunião da maioria, os dependentes conversam sobre experiências do passado com a ideia de passar aos recém-chegados a sensação de que ninguém ali está sozinho. Estão todos juntos no mesmo barco, alertando uns aos outros sobre os perigos do vício em si, das dificuldades de não sofrerem uma “recaída” e de agir, muitas vezes, contra o que desejam. E talvez mais importante do que falar, é ser ouvido, enxergar a compreensão no rosto de quem ouve histórias e não se chocar, muito pelo contrário, saber exatamente o que o outro passou ou está passando.

VIDA SEXUAL MUITO ATIVA x COMPULSÃO SEXUAL

Uma das dúvidas mais recorrentes, segundo três especialistas consultados, é a confusão entre ter – ou desejar ter – uma vida sexual muito ativa e uma compulsão sexual incontrolável. “Tem que ter muito cuidado quando fala em viciado em sexo porque muitas pessoas classificadas como viciadas têm, na verdade, um apetite maior que a média. Não quer dizer que sejam viciadas”, diz Sandra Lima Vasques, psicóloga e consultora há mais de 20 anos do Instituto Kaplan, voltado para o tratamento terapêutico de dificuldades de cunho sexual entre a população carente.

“Tem gente que confunde porque quer sexo todo dia ou porque tem uma frequência alta, de três a quatro vezes por semana. Não tem nada a ver. Compulsão é gastar mais de 12 horas por dia procurando coisas relacionadas a sexo, é gastar o que ganha em sexo, é parar o que está fazendo para se masturbar, é uma vida voltada ao sexo”, explica Carla Cecarello, psicóloga e coordenadora do Projeto AmbSex. “A questão não é de frequência, é de qualidade”, completa Aderbal.

E quando o comportamento passa a ser um “sintoma” do vício por sexo? Aderbal, Sandra e Carla são unânimes: quando há “prejuízo”. Para o psiquiatra, existem três fatores que ajudam a identificar tal comportamento. Em primeiro lugar, o usuário sente que está perdendo seu poder de escolha, age não quando quer, mas porque “alguma força dentro dele o impele a fazer aquilo”; em segundo, há o prejuízo nas relações afetivas, no trabalho; e, por último, ocorre o “empobrecimento” da pessoa, o sexo não enriquece sua “experiência vivencial”.

“[Essas pessoas] acabam sofrendo um prejuízo. Colocam o sexo acima de tudo, dar uma escapada uma vez ou outra do relacionamento é uma coisa, mas se você faz isso todos os dias, é muito provável que seu par descubra. Você corre um risco desnecessário de vida, acaba no meio de um lugar que habitualmente não iria. Elas não conseguem ter limite. Precisam de ajuda”, conta Carla. Em “Shame”, por exemplo, em seu surto final, Brandon, que durante a maior parte do filme dá a entender que é heterossexual, vai para uma casa noturna GLS, onde se envolve com outro homem.

Carla observa ainda que outras compulsões, por apostas, comida, gasto excessivo de dinheiro, alcoolismo e drogas, podem servir de ponte para o vício pelo sexo. Aderbal concorda: “Existe um ditado na psiquiatria que diz que o principal fator para você ter uma doença psiquiátrica é ter outra, quem tem uma está mais predisposto a ter uma segunda, quem tem duas, pode ter uma terceira, e assim por diante. É mais frequente em casos de depressão, ansiedade, mas não é regra”.

TRATAMENTO

Quando se fala em vício ou compulsão sexual, se fala em tratamento, mas não em cura. Os mais comuns são terapia com acompanhamento profissional, grupos anônimos e medicação, este último aplicado em duas circunstâncias, afirma Aderbal Vieira. “Quando a pessoa tem outro problema, quando está deprimida, o tratamento é farmacológico. Em casos muito raros, quando o paciente está subindo pelas paredes, está muito descontrolado, posso usar a medicação para sintomaticamente reduzir sua libido, dar uma medicação que tem esse efeito colateral.”

No entanto, há muita pesquisa a ser feita. Aberdal informa que Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), referência para psicólogos e psiquiatras, já possui uma categoria voltada para o impulso sexual, mas “ainda existe uma solidez suficiente sobre quais critérios serão adotados para ser impulso”.

“Rico” defende que o vício por sexo seja encarado como o consumo excessivo do álcool. “A humanidade enxerga o alcoolismo como doença e trata de outra forma. A gente espera que faça o mesmo com o sexo. Um dia as pessoas vão levantar a bandeira amarela antes de destruírem suas vidas completamente”, diz o porta-voz do Dasa.


Veja mais sobre a matéria nestes links:

http://casadosemcristo.blogspot.com.br/2009/01/compulsao-sexual-adicao-sexual-impulso.html

http://casadosemcristo.blogspot.com.br/2010/08/o-que-e-compulsao-sexual-e-tem-cura.html



Você tem um homem para chamar de seu.


Por Pr Ismael, Palestrante para casais e família.

 Ah, que maravilha se todo marido soubesse o quanto é bom para a esposa que ele se apresente como o braço forte, a mão amiga, o apoio em alguns momentos importantes de suas  vidas.
Nós teríamos menos mulheres nos consultórios buscando apoio psicológico,menos separações e mais alegria nos relacionamentos.
Que bom seria se ele ouvisse o que Adão ouviu da parte de Deus: "Adão, você vai lavrar e proteger".


Homem, você não foi chamado só para o trabalho, mas também para a proteção na sua forma mais ampla.Muitas vezes como maridos, temos protegido a nossa casa com equipamentos e toda uma parafernália de segurança, é uma camara de tv no portão, a cerca elétrica sobre os muros e tantas outras coisas. 

Por aquilo que tenho ouvido nos aconselhamentos, mesmo com todos estes meios à sua disposição, as esposas continuam a se sentirem desprotegidas, se não na sua segurança física, mas na emocional.

Quando a Bíblia fala que é para que os homens tratem as esposas como a parte mais frágil do relacionamento conjugal, ela não está brincando com isso. A Palavra de Deus tem sempre razão. Como disse o Pr Luciano Subirá, "eu creio em tudo o que está escrito na Bíblia, até na capa".

Fico imaginando quantas vezes a mulher gostaria que ele estivesse ali, ao seu lado, quem sabe mesmo sem dizer palavra alguma, bastaria estar ali. Penso nas muitas mulheres que vão sozinha ao consultório médico buscar o exame de mamografia ou outro exame qualquer e quando recebem a má notícia no consultório, olham para um lado, para o outro, mas não tem ninguém para lhe dizer " Tudo bem, vamos lutar, vai dar tudo certo, vai passar, estou aqui com você". Ao invés disso, vejo homens dizendo " Ela que vá sozinha, eu não sou médico", puxa, que pena que seja assim.

Sabe queridos, vejo homens sendo doce com a estranha no telefone, mas azedo com a esposa, vejo homens não assumindo seu papel, enviando a mulher para dar satisfações da conta não paga, vejo homens sobrecarregando mulheres ao mesmo tempo em que não lhes supre suas carências afetivas, vejo homens que estão há muito na igreja, mas ainda não aprenderam a abraçar a esposa.

Outro dia, depois de uma palestra para a família, uma esposa se aproximou, tinha lágrimas nos olhos, e me disse: "Pastor, faz vinte anos que não recebo um abraço do meu marido", fiquei assim, atônito, não soube o que lhe falar naquele instante, pensei em lhe dar um abraço carinhoso, mas tive medo e não o fiz ( me arrependo até hoje).

O Pastor Josué Gonçalves em uma palestra para Pastores em Bauru, contou o seu dilema quando foi com sua esposa buscar o resultado de uma exame que apontou para um cancer de útero,e ele conta, que se sentaram no carro e juntos choraram até não terem mais força para chorar, e depois ele disse: "Bem, vamos orar, Deus será conosco". Viu a diferença. Ah, e ela foi curada, pois tinha um marido que orou por ela e com ela, um marido que estava lá, que chorou junto, que pediu ajuda do céu.

Muitas vezes as mulheres se mostram fortes, valentes, lutadoras, que brigam pelo bem estar da família, estão aí juntas na construção do ninho. Mesmo assim, saiba que debaixo da armadura,daquela casca, existe alguém frágil emocionalmente, que carece de um abraço, de um afago. Alguém que muitas vezes deseja ser carregada no colo, ser apoiada nos seus infortúnios. Alguém que quer " um homem prá chamar de seu".


Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.

O que dizer do sexo a três dentro de um casamento cristão.


MÉNAGE À TROIS, PODE? Caso verídico


Pergunta:

Somos casados, evangélicos e temos uma questão em que queremos sua opinião.Gostaríamos de saber a respeito da relação sexual a três consentida e entre quatro paredes. Tudo o que for de consentimento entre as duas partes é permitido? Partindo do principio de que tanto o homem quanto a mulher no relacionamento estejam dispostos a fazer e se sentem bem com isso, não há problema algum?

Nossa questão é:

Sendo de consentimento mutuo e o homem autorizando e liberando, não vendo como traição que sua mulher tenha relação com outra mulher, sem que o mesmo tenha qualquer contato físico com essa terceira pessoa no casamento, estando apenas para contato íntimo com sua esposa, há pecado nessa atitude? Lembrando que tal relacionamento acontece por interesse maior por parte do marido, que admira sua esposa e permite, e que não vê como alteração do uso natural como diz na palavra de Deus. E a mulher, amando muito seu marido, se sente à vontade com outra mulher em troca de carinhos e beijos de forma sensual.

Ou seja, eu, o marido, gosto muito que minha esposa tenha esse contato com outra mulher, e não vejo como traição, nem pecado, permitindo essa atitude sexual da parte dela. E de forma incrível, sinto mais amor ainda por minha esposa. Não a vejo como homossexual e nem bissexual, apenas como uma mulher maravilhosa que me ama e nosso casamento é maravilhoso. Como é visto essa situação em sua visão?

Em Levíticos não há uma parte sequer clara sobre o relacionamento entre mulheres, a não ser em Romanos a respeito do uso natural, que compara aos homens que trocam de parceiros ficando uns com os outros de forma homossexual. Sendo que de uma forma geral, o uso natural citado pode ser a respeito do sexo oral, sexo anal e inversão de papéis, onde as mulheres querem se fazer como homens com vestimentas e atitudes, se masculinizando.

E há uma duvida entre as mulheres dos reis. Será que entre elas haviam momentos em que uma ajudava a outra sexualmente enquanto o rei não a procurava? Salomão teve 700 mulheres e 300 concubinas. Qual era o verdadeiro uso das concubinas? E como se satisfaziam essas mulheres enquanto não eram procuradas? Os eunucos eram castrados para ajudarem a cuidar das mulheres sem sentir desejo por elas, mas e entre elas?  Gostaria que você consultasse a respeito desse assunto com outros pastores e nos desse uma resposta com a sua opinião.

Att,
Henrique

Resposta:
Boa noite Henrique! Agradeço a confiança em se abrir.

Olha só, eu creio que o sexo que agrada a Deus é aquele feito com amor, sem egoísmo e dentro da aliança do casamento. Entendo o seu prazer em ver sua esposa se relacionando com outra mulher e entendo que isso o faça amá-la ainda mais. Mas é claro que essa terceira pessoa não faz parte da união de "uma só carne" que tem com sua esposa. Se começarmos a abrir essas exceções, teremos que abrir muitas outras. Por exemplo, a grande maioria dos homens, talvez 90% deles, desejaria poder manter relacionamentos extraconjugais. Mas como sabemos, isso se chama adultério e não está dentro da vontade de Deus, ou seja, esse desejo deve ser controlado.
Outra coisa, quando Cristo veio, ele trouxe uma nova Lei. Tudo mudou! Não podemos ter as leis do Velho Testamento como base para nossa vida. Se fosse assim, teríamos que sair por aí apedrejando adúlteros, os homens precisariam usar barbas compridas e as mulheres não poderiam tocar em nada durante a menstruação. Fora que teríamos que matar animais diariamente para oferecer como propiciação pelos nossos pecados... Dá só uma olhada:

"Não penseis que vim REVOGAR (anular) a Lei ou os Profetas; não vim para REVOGAR, vim para CUMPRIR. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem (é mais fácil passar o céu e a terra), nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que TUDO SE CUMPRA. (Mt. 5.17-18)

A Lei e os Profetas vigoraram ATÉ JOÃO (Lc 16.16-17), o tempo está CUMPRIDO! (Mc 1.15)

Na transfiguração de Jesus em Mt 17, Mc 9 e Lc 9: MOISÉS (a Lei), ELIAS (os profetas) DESAPARECEM na nuvem, ficando apenas Jesus, e Deus, o Pai, diz: "Este é o meu Filho amado... A ELE OUVI!"

Portanto, por um lado se REVOGA (anula) a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e por outro lado, se introduz ESPERANÇA SUPERIOR, pela qual nos chegamos a Deus. (Hb 7.18-19)

Olha só que interessante/importante o que JESUS diz em Mateus 5.19: "Aquele, pois, que violar um DESTES mandamentos", DESTES, aqui, presentes! Ele não disse DESSES, passados. Ele está falando dos SEUS novos mandamentos e não dos antigos! Veja a sequência: "Ouvistes que FOI dito ao ANTIGOS, EU PORÉM vos digo (conjunção coordenativa adversativa, que estabelece relação de CONTRASTE, OPOSIÇÃO, DIFERENÇA)!
Ou seja, não podemos de maneira nenhuma usar as leis do Antigo Testamento como regra para nossas vidas (Leia Gálatas 3). Quanto à troca do uso natural que você citou (Rom 1), se estudarmos o contexto destes versículos, vamos descobrir que Paulo se referia aos bacanais públicos e oficiais de Roma. A orgia era parte oficial da instituição. É só ler com um pouco mais de atenção que você vai perceber. César transava com todas as mulheres que queria e também fazia-se mulher para muitos homens. Tudo era possível e permitido! Novamente estamos falando do sexo fora da aliança do casamento e sem amor.

Outra coisa importante. Essa terceira pessoa tem nome e alma, estamos falando de uma vida! Quando você a insere no relacionamento sexual entre você e sua esposa, usando-a como objeto para "apimentar" a relação, está violando um dos maiores mandamentos que Jesus nos deixou: "Amar ao próximo como a nós mesmos!" Agindo dessa forma, você está impedindo que esta mulher veja Cristo através de sua vida e de sua esposa, pois ela não está sendo amada, apenas usada. E isso é algo no mínimo preocupante!

Então, observando o que Cristo nos ensina, entendemos que um "ménage a trois" não se encaixa, pois o leito sem mácula diz respeito aos sexo feito entre marido e mulher (apenas) e com amor, e assim como qualquer outra tentação que bate a nossa porta, seu desejo por esse tipo de sexo deve ser controlado e sua satisfação deve estar somente no sexo com a sua esposa. O que sai disso éimoralidade sexual, não posso dar outro nome. Falo em amor!
Sugiro que conversem a respeito, orem juntos nesse sentido e busquem "incrementar" o relacionamento de vocês. Tentem novos carinhos, novas posições, lingeries, velas, músicas, enfim, usem e abusem da criatividade! Se o sexo for feito com amor, sem egoísmo e dentro da aliança do casamento, então não há com que se preocupar. E isso também serve para outros casos, como o da pornografia, por exemplo. A luta não será fácil e a tentação certamente baterá a porta, mas buscando forças e orientação em Deus através da oração e leitura diária da Palavra, o Espírito Santo os fortalecerá, tenho certeza!

Espero ter esclarecido e ajudado de alguma forma!

Um forte abraço,

Dani - blog http://paraqoutrosvivam.blogspot.com.br/search/label/Casamento




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Deus porque o Senhor não cuidou do meu casamento?

Um dos questionamentos mais frequentes que cristãos fazem quando de uma separação conjugal com o qual não concordavam é este: "Deus porque o Senhor não protegeu o meu casamento?" Vamos tentar responder tal pergunta.

A primeira coisa a ser entendida nesse contexto de desencontros é que Deus não é teu inimigo e muito menos é o culpado pelo acontecido. A pior coisa que se pode fazer numa crise dessas é se revoltar contra Deus. Como dizia um amigo:
“Se eu perder Jesus, perco tudo que tenho, pois Ele é tudo para mim”.
Depois é preciso entender que Deus não prometeu uma vida só de regalias, conforto e paz. Ele falou sobre inimigos, dores, sofrimentos, ventos e tempestades. Falou também que estaria conosco, independente do momento.
Ademais, a vida não se desenrola num “spa”, mas sim, num campo de batalha.
E como dizia o poeta Gonçalves Dias,
“ A vida é combate que as fracos abate, aos fortes e bravos só pode exaltar”.
Deus deixou segredos reveláveis aos seus íntimos, àqueles que creem e buscam. Tais segredos são os condutores de sucesso na vida, especialmente na vida em família.

Em toda a Bíblia temos regras, caminhos e exemplos para a vida conjugal, bons e maus. O que dizer, por exemplo, da doçura e romantismo de um Salomão no seu relacionamento com Sulamita, ou, que dizer da disposição dela para o sexo com seu amado ou da forma carinhosa como ele lhe dirigia a palavra.

Ler Cantares traz um aprendizado fabuloso, e, no entanto, quantos casais cristãos passam a vida sem o ler, não é mesmo?

Pois bem, nesse livro e em outros, Deus oferece princípios e valores, o Senhor dá dicas, por assim dizer, mas Ele não vai fazer o papel de marido ou de esposa. Cada casal deve cuidar de si mesmo sempre com mutualidade, companheirismo, compromisso e ternura.

Cuidar bem do relacionamento é agir preventivamente, é um investimento. Quando se tem um casal, onde a esposa se sente amada pelo seu homem ,e este , respeitado e admirado pela sua esposa, então, o amor estará protegido. Além do respeito, um homem precisa estar satisfeito sexualmente, tendo sempre ao
seu lado uma companheira agradável para com ela compartilhar sonhos, aspirações, lutas, sucessos e fracassos. Tudo isso é saúde para o relacionamento, faz bem.

Isso não quer dizer que nunca vá ocorrer o pior, mas anula os argumentos, as justificativas para o erro, diminui a chance de se falhar e cair no pecado.

O que não se pode faze é transferir para Deus a responsabilidade pelo bom ou mau andamento de um casamento, isentando o comportamento humano de culpa ou de glória.

É bem verdade que “Se o Senhor edificar a casa em vão trabalha os edificadores” (Sl 127:1). Aqui fica claro que é Deus quem edifica uma casa, porém, em nenhum momento mandou o Senhor que os edificadores parassem com seu trabalho por ser desnecessário. Essa é a parte humana da relação. E é sobre os humanos edificadores que Deus dará graça para uma jornada feliz.

Deus pode estar abençoando um casamento ao mesmo tempo em que o casal, trabalha para sua destruição através de condutas não recomendadas. O casal pode estar jogando contra si mesmo, tornando-se o seu próprio inimigo, o pior deles.

O que o Senhor promete é estar conosco em todos os momentos, nos montes ou nos vales. Em alguns casos teremos libertações prévias, cuidados especiais e em outros não.
Deus, por vezes, nos leva nas “asas da águia” e esse é o tempo do voo panorâmico, tempo bom. Já outras vezes, provoca turbulência, abana suas asas sobre a qual nos conduz e nos obriga a “voos forçados” para que o aprendizado aconteça.

 É a forma Dele trabalhar, mas o que importa é que nunca nos deixará espatifar no chão, sempre nos arrebatará sobre suas asas e nos levará de volta para o alto, assim como faz a mamãe água.

Outra coisa que Deus assegura é que todas as coisas irão contribuir para o bem daqueles que amam a Deus e a sua justiça e que são chamados segundo o seu propósito. Significa dizer que mesmo do mal, Deus pode extrair o bem. O mal, ainda que indesejável, pode se transformar num “start” para o bem, no caso aqui, mudanças positivas na vida do casal.

Outro dia ouvi um comandante de aeronave dizer que um para um Boeing cair é necessário que vários erros aconteçam ao mesmo tempo. Não quero encontrar culpados para o adultério, mas geralmente, uma sequência de falhas deve ter ocorrido, assim como no caso do Boeing. E, às vezes, erros são cometidos também pela parte ofendida.
No caso de uma esposa, a negligência, abandono emocional, abandono social, falta de sexo, ausência de carinho, afeto e ternura, são indicadores de que algo ruim possa estar para acontecer a qualquer momento, pois a mulher assim, torna-se emocionalmente vulnerável. E sabemos que nisso o inimigo de nossas almas é astuto, ele prepara a oportunidade, cria situações e momentos.

Os maridos, por sua vez, são ainda mais suscetíveis a cair em adultério, de um lado há uma pornografia obrigatória que o encontra todos os dias, na propaganda da TV, no jornal escrito, no noticiário esportivo, na banca de jornal, no “outdoor” da praça, enfim, ele não precisa procurar por ela, é a pornografia quem o encontra. De outra sorte, ao seu redor está cheio de mulheres com problemas de caráter se oferecendo, mostrando-se disponível, e em meio a tudo isso, ele, que acha que tem fortes razões para ter suas próprias experiências extraconjugais.

Vamos acompanhar o caso abaixo, é como uma tragédia anunciada, algo que vai dar errado dali a pouco, pois as ações que mantém alguém fiel já não existem e o casamento está sustentado tão somente no bom caráter do cônjuge.Leia este depoimento de um marido:

“...desde o início de nosso casamento, até hoje, a minha esposa não se sente atraída por mim sexualmente. Às vezes toco nela, mas parece que tenho espinhos em minhas mãos. Ela sente-se incomodada com meus toques, parece que estou sufocando-a. Uma vez, com um ano e pouco de casados, ela me disse que não tem vontade em ter relação sexual comigo. Quando ouvi aquilo, parecia que entrou uma faca em meu peito. Eu sou uma pessoa carinhosa, procuro elogiá-la, beijá-la, dar lhe presentes, fazer suas vontades, trazer recursos financeiros para suprir nossas necessidades, protegê-la e amá-la. Sei que a mulher precisa de carinho, sentir-se segura e amada. Procuro fazer isto, mas recebo frieza da parte dela. Ela diz que me ama, mas não sabe o que acontece. Quando ela deita, vem um sono incontrolável nela. Eu a toco e ela nem se mexe. Não recebo carinho, nem beijo, nada, vivemos como se fossemos dois irmãos. Às vezes me sinto como se eu fosse uma pessoa estranha, tentando me relacionar com ela, como se ela fosse forçada a ficar comigo, é horrível...”

O que esperar desse relacionamento. Até quando este marido vai se segurar. Vou responder: Até o dia que a oportunidade de um adultério bater em sua porta.

“A alma farta pisa o favo de mel, mas para a alma faminta todo amargo é doce.” Pv.27.7

O sábio Salomão está dizendo que quando alguém está suprido em suas necessidades alimentares ele despreza o precioso mel, entretanto, aquele que está com fome até o que não é tão apetitoso, se transforma em objeto de desejo.

E assim acontece também com as necessidades sexuais e emocionais do casal. Ela precisa de afeto, ternura e de carinho (e claro, de sexo, afinal ninguém é de ferro) e o marido carece de um bom sexo. Quando isso acontece, o amor estará protegido e as possibilidades de um adultério diminuídas.

De tudo, se depreende que Deus protege o casamento através da sua multiforme graça, entretanto, o marido ou a esposa, tem que fazer a sua parte, conviver segundo princípios e valores que dão sustentação, que os mantenham próximos um do outro, se cuidando mutuamente, respeitando suas individualidades, mas acima de tudo, se amando.

Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.

Ex globeleza Valéria Valenssa hoje um propósito de vida inteiramente voltado a Deus


A coluna "Retratos da vida" foi atrás de Valeria Valenssa para saber por onde anda a personagem que marcou o carnaval da Globo. Pois bem, ela segue reclusa, no anonimato e evitando dar entrevistas. Hoje evangélica, Valéria pode ser vista pregando em cultos religiosos, como mostra o vídeo abaixo, publicado em junho. Ela aparece pregando a palavra de Deus numa igreja da Zona Sul do Rio.
No vídeo, a ex-Globeleza fala por cerca de 14 minutos sobre a vida após a conversão, relembra a fama e fala das vezes em que ficou perto da morte. Uma delas foi no acidente que fez o avião em que ela estava com o marido cair na Baia de Guanabara, em 1997.
"Irmãos, eu já cai de avião, capotei de carro, capotei de barco, já bati de barco e a cobra já duas vezes quase me pegou. Então, quando a gente para pra pensar nas coisas que acontecem na nossa vida, é só mesmo o propósito que Deus tem em nossas vidas. Estou de pé pela misericórdia, viva pela misericórdia e pela graça de Deus”, diz.


Ela, que decidiu, então, a “obedecer a palavra de Deus”, lembrou da época em que foi escolhida para fazer a vinheta do carnaval da Globo, além do casamento com o designer Hans Donner.

“Eu cresci sonhando. O sonho te faz sair da onde você está. O sonho te move, te leva. É como se você tivesse fé dentro de você. Minha família é grande, muito simples. A minha mãe era espírita, o meu pai budista. Eu cresci com esse ensinamento, porque eu achava que isso, para mim, era a verdade. Com 15 anos, fui buscando cada vez mais o meu sonho. Aos 18, fiz parte de um concurso de beleza aqui na Zona Sul. O Hans (Donner) fazia parte do júri e ele já estava buscando a mulata para fazer a vinheta do carnaval, isso em 1989. Fui, então, chamada para fazer um teste, passei nesse teste e eu estava fazando pela primeira vez o meu trabalho profissional. Logo, as portas começaram a se abrir. Conheci o Hans, ele era fantástico. E eu várias vezes olhei para ele e pensei: queria ter um marido assim. Até que, em 1993, começamos a nos relacionar e estamos juntos até hoje”, lembra. Apesar de afirmar ter hoje um propósito de vida inteiramente voltado a Deus,

“Gostava muito, curtia muito fazer. Foi um presente que Papai do Céu me deu. Realizei o meu sonho, me casei, tenho uma família. Mas temos que obedecer a palavra de Deus. Esse livro aqui (a Bíblia) é vida. É vida para minha vida, para a sua vida. Aqui nós temos vida. Aos 8 anos de idade eu já sonhava em ser chacrete, em viajar, ganhar dinheiro, em ser famosa. Nasci na Pavuna... Quero dizer para vocês: quem realiza sonho é Deus! Ele está neste lugar. Deus é quem está escrevendo a minha história. E o melhor da história não está no início nem no meio, está no fim! Um dia eu também estava sentanda aí. E hoje eu estou aqui falando do chamado, do propósito que Deus tem para cada um de nós”, finalisza.

Super Nani Cris Poli Testemunho de Conversão a Jesus Cristo

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