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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Seu casamento é um clube privado, não aceita instrusos.

Seu casamento deve ser tratado como um clube privado, formado a dois e não a três, e o  intruso causa desavenças, podendo levá-lo a falência. Então, preste atenção nisso.
Sem que ao menos se perceba, casais vão acumulando coisas, atividades e pessoas com as quais têm que gastar tempo e quando vêm suas agendas estão tomadas de compromissos na mesma proporção em que aumentam os conflitos dentro de casa. A essas coisas e pessoas chamaremos aqui de “intruso”.
Geralmente a culpa não está no intruso, é uma consequência ou sintoma de outro problema no casamento. O verdadeiro problema está ligado ao relacionamento ou a seu caráter. As vezes, falta alguma coisa na relação, vamos exemplificar:
Quando o marido é ríspido, crítico, estúpido, então, a esposa busca refúgio no trabalho e assim se entope de atividades para preencher um vazio que está dentro dela.
Ou ainda, pessoas que são elétricas, não param nunca, são ativas demais, não conseguem sentar e conversar, tem logo um comichão, esse é um exemplo de quando o caráter da pessoa está agindo negativamente na relação.
Temos aprendido que quando nos afastamos de nosso cônjuge suprimos essa falta com outras pessoas ou atividades, e assim o casal vai perdendo a cumplicidade e alegria na vida a dois.
As atividades , ocupações, acabam funcionando como um anestésico para as carências e a infelicidade na relação.
Muitos tentam salvar a situação com programas românticos, como cruzeiros marítimos, viagens ao exterior, temporada na praia , que são ferramentas muito boas para se manter um casamento em pé. Acontece que são momentos esporádicos e se o casal não compreender o que está causando o afastamento, quais são os intrusos e porque eles estão ali, então, essas fugas românticas não poderão sustentar por muito tempo este amor.
Se você perceber que isso vem acontecendo no seu casamento, procure descobrir a verdadeira causa e resolver o problema. Tenho crido que pequenas atitudes mas que acontecem sempre, com frequência, trazem melhor resultado para o intimidade do casal. É melhor um passeio que acontece toda tarde ao redor da praça do bairro, de mãos dadas, batendo um papo, do que uma viagem para os exterior que feita uma vez por ano, e ainda com um monte de transtornos, estresse e preocupações.

Veja os intrusos mais comuns:
Trabalho;
Filhos;
passatempos e interesses;
TV;
Internet,
parentes;
Igreja;
Dinheiro;
Amigos;
Vícios;
Casos amorosos.

A força do casamento é proporcional ao esforço despendido para protegê-lo.
Texto editado do livro “Limites no Casamento” , do Dr. Henry Cloud e Dr John Townsend .

Dinamicas para casais

Para frente e para trás.
Quebra-gelo para o Dia dos Namorados, ou encontro de casais

Recursos

Lista de ações relacionadas com o dia dos namorados;

Cadeiras; e

Prêmio para estimular a brincadeira.

Preparação

Organize as cadeiras em fileiras;

Todos os participantes devem se sentar nas fileiras centrais, por exemplo, formando uma “linha de partida”;

Devem ser dispostas várias fileiras de cadeiras vazias à frente da “linha de partida” e várias fileiras de cadeiras também vazias à retaguarda da “linha de partida”;

Os participantes devem ocupar as fileiras centrais de cadeiras ;

Deve ser ocupada uma cadeira por pessoa;

Depois que todos os participantes estiverem sentados corretamente nas fileiras centrais, todos um ao lado do outro, então leia as instruções para os participantes seguirem;

Quando um participante for se mover, para frente ou para trás, e se alguém estiver ocupando essa cadeira à frente ou à retaguarda, deverá se sentar ao lado dele ficar em pé ou ao lado. Várias pessoas podem ficar “empilhadas” numa mesma cadeira dependendo do número de participantes e do número de fileiras de cadeiras ocupadas.

Vence a primeira pessoas que chegar na primeira fileira da frente.

Instruções para a prova

Aqui está uma sugestão de lista de perguntas, você poderá reformulá-las. É aconselhável que você tenha um número bem maior de perguntas sob risco de, esgotarem-se as perguntas e a dinâmica não estar encerrada.

“Se você estiver usando alguma peça de roupa vermelha, avance uma cadeira”

“Se você estiver com alguma pela de roupa preta, mova-se para três cadeiras atrás”

“Se seu aniversário for no mês de junho, avance uma cadeira.”

“Se você não comprou para seu amado algo para dia dos namorados, mova-se duas cadeiras atrás.”

“Se você disse “eu o amo” para alguém hoje, avance duas cadeiras.”

” Se seu amado tiver um hábito que o irrita, mova-se uma cadeira atrás.

” Se você já cantou uma serenata a seu amado, avance 1 cadeira.”

“Se você não entregou um cartão dos Dias volte duas cadeiras.”

” Se você alguma vez comprou ou recebeu uma rosa vermelha no Dia dos Namorados, avance uma cadeira “.

” Se você nunca desfrutou de um jantar à luz de vela no Dia dos Namorado mova-se uma cadeira para trás “.

” Se você alguma vez esqueceu de celebrar o Dia dos Namorado volte atrás uma cadeira “.

” Se você tem uma canção especial que lembra o seu namoro ou casamento, avance adiante 1 cadeira “.

” Se você alguma vez ficou envergonhado (a) no dia de Namorado, mova-se uma cadeira para trás.

” Se você sempre recebeu rosas ou um presente no dia dos namorados, avance uma cadeira “.

” Se seu carro quebrou no dia dos namorados, mova-se 1 cadeira atrás.

” Se você alguma vez chamou seu amado (a) pelo nome errado, volte 2 cadeiras “.

” Se Você alguma vez enviou anonimamente flores para seu amado (a), avance 1 cadeira “.

” Se você alguma vez deixou para seu amado (a) uma mensagem de amor na secretária eletrônica, avance uma cadeira “.

” Se você alguma vez Enviou adiante o amado (a) um SMS (mensagem de texto no celular), avance uma cadeira “.

” Se você alguma vez comprou para seu amado (a) um artigo de roupa que era muito pequena ou muito grande, volte uma cadeira “.

” Se você se envergonha de beijar seu amado (a), volte para trás uma cadeira “.

” Se você segura mãos do seu amado (a) em local público, avance uma cadeira “.

” Se você gosta de fazer coisas para alguém para mostrar você os ama, avance uma cadeira “.

” Se você alguma vez recebeu uma chamada telefônica de um ex-namorado depois que casou com seu amado, volte atrás duas cadeiras “.

” Se você sempre esquece datas importantes relacionadas ao casal, volte uma cadeira “.

” Se você alguma vez recusou atender o telefone depois de uma discurssão com seu amado, mova-se uma cadeira para atrás.

” Se você alguma vez ficou ofendido com o odor do corpo de seu amado (a), avance uma cadeira “.

” Se você gosta de dar presentes para mostrar para alguém que você os ama avance uma cadeira “.

” Se você já beijou na boca seu amado (a) sem escovar os dentes, avance uma cadeira.

” Se você já usou uma roupa especial no dia dos Namorado avance uma cadeira “.

Reflexão

Quais aspectos avançaram na sua relação?

Quais aspectos retrocederam?

Reflita sobre o ano anterior, você avançou em seu relacionamento conjugal ou retrocedeu?

Como você mede o progresso do seu relacionamento?

Alguns relacionamento são como esta dinâmica – ora avança, ora retrocede – o seu relacionamento é assim?

Dinamicas para casais

Cinderela

Esta brincadeira pode ser feita com uns 15 ou 20 casais.


Pede-se as esposas para tirarem seus sapatos e amontoá-los num canto da sala.
Misturam-se todos os sapatos femininos, de modo que os pares não fiquem juntos.
Coloca-se uma fileira de cadeiras, uma ao lado da outra, para que todas as esposas participantes possam se sentar.
À ordem do dirigente, os esposos deverão encontrar os sapatos de suas esposas – tem de ser o par – e calça-los nela.
A esposa não pode dizer ao esposo se o sapato que ele trouxer não for o dela.
O promeiro esposo a calçar a esposa com seus próprios pares de sapato ganha a brincadeira.
Encerra-se a brincadeira com a esposa vencedora recompensando seu esposo com um beijo, um abraço ou uma declaração de amor.
 
É interessante destacar que os maridos nem sempre valorizam o que elas valorizam, no caso aqui o sapato, nem ao menos sabem qual era o de sua esposa, e também é interessante destacar que precisam prestar mais atenção nelas.

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Material: Flanela e Polidor para Aliança.

Dinâmica: Passar para cada um dos integrantes um pequeno pedaço de flanela e com um pingo de qualquer produto para polir metais ou prata. Pedir aos participantes que fiquem polindo suas alianças. No final, peça para que Ihes mostrem as flanelinhas todas sujas, escuras, pretas com a reação do polidor. Isto serve para mostrar o que o Curso Casados para Sempre pode fazer nos nossos casamentos, ou seja, remover toda sujeira que muitas vezes esta emperrando a vida do casal. Se o casal não estiver usando aliança aproveitar para falar da importância do use da aliança.

UMA SÓ CARNE

a.)Material: Massa de modelagem (cores diferentes para cada cônjuge).

Dinâmica: Dar a cada cônjuge um pedacinho da massa de modelagem de cores diferentes. Observar o fato de serem da mesma substancia, mas com suas particularidades especiais. Orientar a mistura dos dois pedaços, pelo casal. Apos rápidos comentários sobre o resultado da junção (uma só cor; mescla; uma cor mais em evidencia etc...). Pedir para o casal que, agora,SEPAREM as massas que receberam. Verificar a impossibilidade, reafirmando o princípio estudado.

b.)Material: Dois sucos - coloridos diferentemente um do outro.

Dinâmica: 1 vermelho e outro amarelo e mostra-se depois como e impossível separá-los. Isto e o que acontece com nosso casamento, depois de juntado, não terem como separar, quando separa um leva parte do outro.

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tratar melhor sua família, um grande projeto para 2011.

Dentre os muitos projetos que certamente você tem para este ano,  quero convidá-lo a pensar sobre a forma como você tratou a sua família em 2010 e como irá tratá-la  ao longo de 2011.
Será que não é o caso de você dar uma prioridade maior para  as pessoas mais importantes de sua vida, que é o teu cônjuge e  teus filhos?
 Bom, gostaria que você ccontinuasse lendo este post e veja se ele fala alguma coisa ao teu coração. Se falar, obedeça o que manda a tua consciência.

Leia esta história:

Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão.
Ele respondeu:
"Ddesculpe-me, por favor; também não a vi."
Fomos muito educados um com o outro, nos despedimos e seguimos nosso caminhos.

Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim.
Ao me virar esbarrei nele e alguma coisa caiu, porém não atentei para o fato.  Imediatamente gritei com ele; ele se retirou 
sem que eu notasse quão dura fui com ele..
Ao me deitar Deus me disse suavemente: "Você tratou a um estranho de forma cortês, mas destratou o filho a quem você ama.


Levantei e fui a  cozinha e lá  encontrei umas flores no chão, perto da porta.
Eram  as flores que ele apanhou e as trazia para mim: rosa, amarela e azul.
Ele estava ansioso para me entregar a surpresa e eu  não vi as lágrimas que
chegaram aos seus olhos quando gritei com ele.


Me senti miserável e comecei a chorar. Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:
"Acorde querido! Acorde! "
Estas são as flores que você trouxe  para mim?'
Ele sorriu e disse:
"Eu as encontrei junto de uma árvore, e as apanhei  porque são bonitas como você, em especial a azul."


Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você.
Ele respondeu:
"Está bem mamãe, te amo de todas as formas."
"Eu também te amo e adorei as flores, especialmente a azul…. "
Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você
trabalha irá substituí-lo e um pouco mais de tempo e você não será mais lembrado.
Porém, a família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa
Família, damos muito fora de casa e pouco dentro dela, tratamos como nossa prioridade pessoas que deveriam ser tratadas
como importantes, nada além disso, e tratamos como menos importantes, aqueles que deveriam ser uma prioridade.
Será que não é uma inversão pouco inteligente?

( adaptação de  um email que recebi cuja autoria desconheço)

É uma história, só uma história. Mas é desafiadora porque  expõe verdades sobre nós. Ela  mexe com a gente e nos chama
de volta pra casa. Então, a proposta é esta: faça deste ano, o ano de sua família, mude algumas coisas, crie outras, provoque o melhor, se empenhe nisso, invista naquela que é uma das maiores fontes de alegria que  pode existir, a sua família.

Fique com Deus, fique em Familia.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Livro do Pr Ismael: As doze colunas que sustentam um casamento.

O que os casais estariam fazendo ou deixando de fazer que vem provocando crises conjugais. O que será que vem momentos antes do fim de um relacionamento? Qual será que a falta cometida? O que faltou?

Por outro lado,  o que há de bom num casamento que faz com que dê certo?

Será que podemos dizer: “Ela escolheu a pessoa certa para se casar”, ou ainda: “Eles tiveram sorte no amor”.

Entendo que não é só uma questão de escolher bem ou mesmo de sorte, mas de como se constrói a vida a dois.

um casamento bem-sucedido não vem espontaneamente ou por acaso. Um casamento feliz envolve duas pessoas que trabalham suas pequenas e suas grandes diferença.

Existem coisas que contribuem para a ruína e outras há que dão sustentação e qualidade ao casamento. Aos aspectos positivos chamaremos de colunas de sustentação de um casamento, e é sobre elas que falaremos neste livro.

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Preço: Ebook ( digital) - 8,00
           Impresso - 36,50

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Filhos para Deus e não para a calamidade - Livro quase pronto

Por Pr Ismael

Está quase pronto nosso livro "Filhos para Deus e não para a calamidade" e publicamos aqui, de forma resumida, o que será este livro.

O propósito ao escrever este livro é trazer a você pai e mãe de filhos uma palavra de orientação e de esperança com relação aos vossos filhos.
Os pais desejam  ter uma família bem ajustada, com filhos saudáveis, física e emocionalmente.Filhos que os encha de orgulho e satisfação por aquilo que são e fazem.Criar filhos para Deus e não para o mundo como costumeiramente se houve por aí.
Ter um filho salvo em Cristo, caminhando na luz e na verdade é um ideal a ser buscado por cada pai, o próprio Pai Eterno olhava para seu filho Jesus e manifestava sua felicidade por ser ele o filho que era, e disse: “eis aí o meu filho amado em quem a minha alma se alegra”.

Pois bem, meu querido leitor, é com este desejo que escrevemos este livro, para quem sabe assim, ajudá-lo nesse mister, e quero crer que lá na frente você também olhará para o seu filho(s) e testemunhará, “eis aí o meu filho amado, eu tenho alegria nele”.

O salmo 112:1-2, “Louvai o Senhor, bem aventurado o homem que teme ao Senhor, e nos seus mandamentos tem grande prazer, a sua descendência será poderosa na terra, a geração dos justos será abençoada.

Veja que há um desejo da parte de Deus que seus filhos sejam maravilhosos, na verdade, que eles sejam poderosos sobre a face da terra, que eles sejam um nome no lugar onde habitam, objetos de admiração. Mas então, se é assim, porque alguns filhos de pessoas boas acabam se transformando em motivo de tristeza para seus pais. Teriam eles gerados filhos para a calamidade, para a vergonha, confusão, tragédia?

Onde foi que erramos? Eles se perguntam .

Filhos são razões pelas quais um  casal dá o melhor de si, para que sejam vencedores, mas às vezes, as coisas não acontecem como se esperava, alguns se envolvem com as drogas, tráfico, outros já estão numa cadeia ou na ociosidade.

Na tentativa de encontrar algumas explicações e entendimento, vamos, inicialmente, falar sobre alguns tipos de paternidade.

Trataremos aqui de três tipos de paternidade:

1-Paternidade permissiva.

2-Paternidade autoritária.

3-Paternidade bíblica.

A educação que oferecemos, a paternidade que exercemos são fatores determinantes, que vão apontar quem nosso filho será amanhã.

A bíblia diz que eles, nossos filhos, são como flechas na mão de um guerreiro, portanto, é o pai guerreiro quem lança tais flechas para que acertem o alvo.

Os dois primeiros tipos de paternidade são extremas, e por serem assim,quase sempre o resultado não é o desejável.

Veremos a seguir, cada uma delas:

Paternidade permissiva

Na paternidade permissiva, aquela que é centrada no filho, os pais não querem que eles experimentem nenhum tipo de sofrimento, então, tornam-se provedores e protetores em um nível muito acentuado, prejudicando a formação e o amadurecimento dos pequenos.

Os grandes vencedores, homens de sucesso, pessoas que conquistaram na vida, são exatamente aqueles que enfrentaram dores e faltas em algum momento da vida, mas que encontraram forças suficiente para a superação.

Pais que passaram por muitos sofrimentos e acabaram vencendo de uma maneira ou outra, são os que não querem ver seus filhos sofrendo, então, exageram na dose.

Quando evito que meus filhos tenham adversidades para enfrentar , acabo atrapalhando a sua maturidade, não permitindo que ele lute e vença, e a capacidade de vencer começa a acontecer nas pequenas coisas da vida, nas primeiras quedas de uma criança.

O papel dos pais é ser uma fonte de motivação e consolo, sempre encorajando para que seja um bravo.

O poeta Gonçalves Dias diz que “ a vida é combate que aos fracos abate, aos fortes e aos bravos, só pode exaltar”.

Na paternidade permissiva, os filhos, são tratados como “pequenos reis” , são “senhores da casa”, os seus pais vivem em função deles.

Filhos educados assim pensam que as pessoas existem para servi-los, que todos em sua volta são seus súditos e lhe devem obediência e corresponder aos seus anseios, e pior, levam isso para a fase adulta da vida.

Quando adultos têm dificuldade de aceitar um “não” com tranquilidade, pois passaram a vida recebendo somente o sim. E aí começam as dificuldades no convívio com as pessoas.

É comum vermos pais que fazem dos filhos o motivo, a razão de existir da família, mas fazem isso com tanta intensidade que o relacionamento conjugal fica abandonado, podendo, inclusive trazer sérias consequências e até mesmo uma separação.

Eles, por amor e pensando no bem dos filhos, canalizam todo o seu tempo e energia a eles, não investem na relação conjugal, e quando dão por si, perderam a proximidade, e por conseguinte a intimidade.

O caráter é forjado nas experiências difíceis da vida que enfrentamos, daí a necessidade deles terem suas próprias experiências, com vitórias e derrotas, cabendo aos pais uma supervisão e apoio, mas não se deve viver a vida dos filhos, “fazer com eles” é algo bom, mas “fazer por eles” não é salutar.

O homem do campo observa o nascimento de um potrinho, que já nasce com uma queda ao se desprender a bolsa do corpo de sua mãe, mas que tal queda tem o seu papel de romper com o tecido da bolsa e assim o filhote sai para a vida. Em alguns minutos ele estará em pé e quando tentar andar cairá, e se levantará por diversas vezes, até que se firme sobre suas patas, mas quando ele pensar que já pode correr, nova queda o aguarda, e assim, com diversas quedas e tentativas ele vai se fortalecendo , se firmando, ganhando experiências, e em pouco tempo correrá junto com sua mãe pelos campos da vida.

Num lar de pais permissivos, o filho acaba se desvirtuando e suga os pais, se comportam como parasitas, que só fazem coisas com base na barganha, pensam que devem ter boas razões para fazer isto ou aquilo,carregam o pecado do “euismo”, são egoístas, e perdem a sensibilidade para com o próximo.

Muitas são as moças que quando se casam não sabem fazer nada, quando muito sabem fritar um ovo, porque seus pais pensando em facilitar-lhes a vida não ensinaram e não mandaram fazer. Até a arrumação do quarto, a organização de suas coisas pessoais, era a mãe quem fazia. Essa mãe não está treinando a filha para a vida, mas para o fracasso.

Os pais devem introjetar no coração de seus filhos algo chamado “disciplina consciente”, que é a obediência sem necessidade de imposição, é a iniciativa de fazer o que deve ser feito, e isso não vem junto com a criança quando ela nasce, precisa ser trabalhado.

Em Eclesiastes, capitulo 8:11, diz: “Visto que não se executa logo o juízo sobre a má obra, por isso o coração dos filhos dos homens, está inteiramente disposto a praticar o mal”, aqui fala daqueles casos onde o filho manda nos pais, não obedece de pronto as suas ordens, e passam impune.

Salomão aconselha: “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá.” Provérbios 23:13. Ele via a correção de atitudes como uma necessidade, e que deveria ser feito de pronto, logo quando acontecer o fato.

É verdade que hoje em dia se questiona os métodos corretivos aplicados pelos pais aos filhos, obviamente que o castigo desmedido é maléfico e não deve ser empregado, porém, no outro extremo está a sua ausência completa.

O Dr Isami Tiba, um especialista na educação de filhos, é categórico em afirmar que os pais devem tomar as rédeas da vida dos filhos, como uma maneira de treiná-los para a vida, veja algumas coisas que ele diz:

-Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
-Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
-O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
-A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe não pode interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

Infelizmente não somos treinados para sermos pais, assim como não somos treinados para sermos maridos ou esposas, as coisas vão acontecer na prática, no momento em que se fizer necessário, mas isso não serve como desculpa para não darmos o nosso melhor, não podemos nos conformar com o pouco achando que é assim mesmo, não, o nosso papel enquanto pais é nos esforçarmos para ter o entendimento correto acerca da vida e assim lançaremos cada um de nossos filhos na direção dod alvo. Da mesma forma não podemos nos dar por vencido quando as coisas não deram certo, pois sempre há tempo para corrigir a rota. O primeiro passo é assumir o comando e não terceirizar o seu ministério de pai .

Paternidade autoritária



É preciso estabelecer a diferença entre autoridade e autoritarismo, sendo a primeira algo bom, necessário, que dá equilíbrio aos relacionamentos, ao passo que o autoritarismo afasta as pessoas, dificulta o trato.

Os pais devem ter autoridade, porém, não devem ser autoritários, sob pena de perderem seus filhos para o mundo, para o traficante, para o mal marido, e assim por diante.

Paternidade autoritária é aquela que dá muita enfase nas proibições, usa de maneira excessiva de expressões como, “não toque”, “não faça”, “não vá”, “está proibido”.

Geralmente um pai autoritário não gosta de dar satisfações para os filhos, ele é do tipo “faça o que eu mando e não faça o que eu faço”.

Tal comportamento pode levar o filho a uma rebelião quando na fase da adolescência.

É mais interessante que o pai diga “não”, mas acompanhado do “porque”. Por exemplo: “ Não quero que você vá a este evento, pois não é apropriado para sua idade”, evitando: “Não quero que você vá, porque não quero e pronto”.

Quando o pai diz “não”, acompanhado do “porquê” , ele pacifica o coração do filho, do contrário, ele semeia descontentamento e rebelião que vai se manifestar lá na frente.

Um pai não se torna menor na sua autoridade ou no seu valor, quando dá satisfações ao seu filho, mas, sim, conquista o coração dele.

Filhos, conforme diz o Pastor Josué Gonçalves, não se perdem na rua , mas, dentro de casa.

Autoritários não dão satisfação, não se importam muito com o sentimentos dos outros, são pessoas inseguras, intratáveis, não trabalham com a reconciliação, com a segunda chance, e nem sempre são modelos de comportamento, muitas vezes são hipócritas, e se tem algo que um adolescente não tolera é este vício de caráter.

O grito e a cara feia são seus melhores argumentos, a truculência é a sua fiel companheira, só que não são suficentes para sustentar um relacionamento paternal, alguém pode manter os filhos sob obediência por um tempo, mas não por todo o tempo, utilizando-se de tais expedientes.

Pai que cobra quando o filho mente, mas que é mentiroso também, deve saber que haverá um momento que o filho não aceitará passivamente tal situação e daí a rebelião se manifestará.

O autoritarismo realmente não é bom, é algo prejudicial, que esfria relacionamento, o filho não tem alegria em estar com o pai, não cria vínculos mais fortes, e a obediência se dá por medo.
Essa paternidade é falha, e dentro de um lar cristão, ela é inconcebível.

Filhos que não dão certo na vida não necessariamente foram frutos de um relacionamento ruim com os pais, mas estes por serem aqueles que conduzem a vida da família, tem uma responsabilidade enorme, de oferecer o melhor que se possa fazê-lo, que é uma educação positiva, equilibrada, com relacionamentos amorosos, sem provocar irritação nos filhos, esse é o dever de pai, possibilitar que o filho seja um vencedor.

Há que se considerar que existem filhos mais fáceis de se educar e conviver, e há aqueles mais difíceis, daí a necessidade de se ter a melhor paternidade para haja uma normalização no resultado educacional deles.

Os filhos mais difíceis necessitarão de um pouco mais de atenção e estímulos para superarem suas deficiências. Dr Ross Campbell, psiquiatra cristão, autor do livro “Filhos felizes”, ensina que se um filho “fácil” de criar nasce em uma boa família, então ele será bem sucedido, se ele nasce em uma família não muito funcional, de alguma forma desajustada, onde os pais não são amorosos, então, ele terá um prejuízo e algumas dificuldades para chegar lá como um filho vencedor, mas que por ser um filho de fácil relacionamento ele pode ainda sair-se bem na vida.
Suponhamos que um filho “difícil” de se criar, nasce em uma família amorosa, ajustada, então, ainda que haja alguma dificuldade, ele irá se amoldar ao amor da família e será um sucesso. Agora, se um filho difícil, nasce em uma família pouco amorosa, ele tem tudo para dar errado na vida.

O que não se pode é dedicar mais amor aquele que é fácil em detrimento do outro filho que é o complicado da família, e nesse sentido, há um tendência dos pais em darem mais amor e cuidado para aquele que é mais doce,tratável, esforçado, capaz, ou coisa assim, e dessa forma o filho “difícil” tem a sua situação piorada.

Filhos devem obedecer os seus pais e estes não podem irritar os filhos, esse é o preceito bíblico para a família (Efésios 5), sendo que eles devem obedecer por entenderem a importância disso e não por medo de represálias.

Pai não pode ser um frouxo nas suas decisões e determinações, mas não precisa ser um déspota dentro de casa. Muitos são os adultos de hoje que se ressentem de uma falta de disciplina quando mais novos. Encontrei alguém que disse: “ Se meu pai tivesse sido um pouquinho mais duro, hoje eu não seria um viciado em alcool”. Disciplinar é preparar para a vida.

No próximo post falarei sobre a paternidade bíblica, centrada nos ensinamentos de Deus.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Me chame apenas de Jesus

Por Pastor Nilson Dias

Muitos dos nomes na Bíblia se referem ao Senhor são imponentes e fortes: Filho de Deus, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, Ressurreição e a Vida, Estrela da Manhã, Que era que é e há de vir, Alfa e Omega.

Um nome majestoso, um nome pomposo, que não há palavras que possam explica-lo.

É um nome que se ajusta a toda a humanidade. JESUS.

Nos evangelhos é usado quase 600 vezes. Era um nome comum. Era a forma grega de Josué, Jesua e Jeosua – todos nomes familiares no AT.

O próprio preso, Barrábas, era chamado de Jesus Barrabás.

Se Jesus viesse hoje, ele chamaria, Beto, João, José, Antonio. Seria duvidoso que Ele chegasse aqui com um nome exuberante, ou um nome tipo: REVERENDO ANGELICAL SANTO DIVINO VI, APÓSTOLO JESUS CRISTO, ou coisa assim.

Quando Deus escolheu um nome para o seu filho, escolheu um nome humano. O Verbo se fez carne e habitou entre nós. Preferiu um nome tão humano que aparecesse duas ou três vezes na chamada da escola.

Ele era palpável, acessível, alcançável. E, ainda mais, ele era comum. Se Ele estivesse aqui hoje você provavelmente não o notaria quando estivesse em meio a uma multidão fazendo comprar, ou andando pelas ruas. Ele não faria as cabeças se voltarem por causa das roupas que usava ou pelas jóias com que se adornava.

“Me chame apenas de Jesus”, se poderia ouvi-lo dizer.

Ele era um tipo de pessoa que você convidaria para assistir um jogo de futebol, ou almoçar com você. Ele brincaria no chão com seus filhos, cochilaria no seu sofá, e faria churrasco grelhado. Ele riria de suas histórias e contaria algumas das suas. E quando você falasse, ele ouviria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

Uma coisa é certa. Você o convidaria de novo para ir até sua casa.

Pensar em Jesus desse jeito parece até algo irreverente, não é? Não é algo que gostamos de fazer ou imaginar, sentimo-nos pouco confortáveis. É muito mais fácil manter a humanidade fora da encarnação. Limpar a sujeira em volta do estábulo. Limpar o suor dos seus olhos. Pretender que ele nunca roncou, limpou o nariz ou bateu com o martelo no dedo.

É mais fácil aceita-lo desse modo. Há alguma coisa sobre mantê-lo divino que o conserva distante, acondicionado, previsível.
Mas não faça isso. Por favor, não. Permita que ele seja humano como pretendeu ser. Deixe que ele entre na sujeira deste mundo e o transforme. Pois só se o deixarmos entrar é que ele nos tirará dele.

O estábulo cheira como todos os outros. O mau cheiro provocado pela urina, excremento e ovelhas pairam forte no ar. O chão é duro, o feno escasso. Teias de aranha pendem do teto e um ratinho atravessa correndo o chão sujo. Não podia haver um lugar menos adequado a um nascimento.
De um lado se encontra um grupo de pastores. Eles estão sentados silenciosamente no solo, talvez perplexos, talvez reverentes. Junto a mãe se assenta o pai cansado.
Maria esta bem desperta. Ela não pode tirar os olhos dele. De alguma forma Maria sabe que está carregando Deus nos braços. Ela relembra as palavras do anjo que disse:
“E o seu nome será Jesus. O seu reinado não terá fim.”
A majestade nasce em meio ao mundanismo. Santidade misturada a imundície do excremento das ovelhas. A divindade entrando no mundo no chão de um estábulo, através do útero de uma adolescente e na presença de um carpinteiro.

Ela toca a face do Deus-menino.
Interessante. Num momento Deus se fez homem. Num instante... um momento eterno. O Verbo se fez carne. Veja bem, ao tornar-se homem, Deus possibilitou ao homem ver Deus. Quando Jesus foi para a casa dele, ele nos deixou a porta aberta atrás. Como resultado “transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos”. ( I Co 15.51,52 )
Deus não precisa de muito tempo para mudar uma história, apenas de um momento.

Da próxima vez que alguém disser um momento, lembre-se que é todo este tempo que vai ser necessário para mudar o mundo.

Pense nas implicações disto tudo:

Quando Deus resolveu revelar-se a humanidade o que Ele usou? Um livro? Não. Uma tv. Não. Um igreja? Não. Um código moral? Não. Ele o fez através de um corpo humano.

A língua que ressuscitou os mortos era humana. A mão que tocou o leproso era humana. Os pés sobre os quais uma pecadora derramou o que tinha de mais precioso era humana. Suas lágrimas vieram de um coração quebrado e ferido.

As pessoas se aproximavam Dele. Chegavam a noite, madrugada, o dia todo. Ele tinha algo de extraordinário. Tocavam nele, seguiam-no até o mar, colocavam os seus filhos aos pés dele.

Ele se recusou a ser uma estátua numa catedral, ou um monumento à insensatez, Ele preferiu ser gente, se misturar com a gente, chegar mais perto, Ele escolheu ser JESUS.

Ninguém tinha medo de se aproximar Dele. Ele disse: “O que vem a mim de maneira nenhuma lançarei fora.”

Ele nunca rejeitou ninguém.

Lembre-se disso da próxima vez:

- lembre-se de ficar surpreso com o Deus que se fez gente como a gente
- lembre-se de ficar surpreso com suas próprias falhas
- lembre-se da próxima vez que as acusações ácidas fizerem buracos em sua alma
- lembre-se da próxima vez em que olhar para uma catedral fria ou ouvir uma liturgia morta
- lembre-se que é o homem que cria a distancia. É Jesus quem constrói a ponte.

ME CHAME APENAS DE JESUS.
O melhor modo de preparar nosso Natal é
converter nosso coração em uma linda
manjedoura para o menino Jesus, o Deus Encarnado.

Pr Nilson Dias!!!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Você vive o mistério de ser uma só carne com seu cônjuge?

Você vive o mistério de ser uma só carne com seu cônjuge?

Por Pr Ismael

Durante o tempo em que fizemos  parte do Ministério Internacional para o Matrimônio, aprendemos que existe algo muito interessante que deve ser buscado por todos os casais cristãos: Viver o mistério de uma só carne. E aí vem a seguinte pergunta: O que é isso? Vamos tentar responder o que seria.

Adão e Eva, homem e mulher, foram criados para se complementarem. Cada um foi feito para satisfazer e tornar o outro inteiro, completo, transformando o que era dois em um só, um ser com inteireza, fazendo com que estivessem aptos a cumprir a missão.

E qual seria a missão de Adão?

Ele deveria lavrar e proteger o Jardim de Deus, essa seria a sua missão.Adão tem a missão de ser o provedor e protetor das pessoas, do relacionamento, e dos bens.

Eva seria uma ajudara idônea, uma auxiliadora para Adão. Tem ela a missão de cercar a vida de Adão com cuidados para que ele seja bem sucedido, e juntos deverão adorar a Deus e gerar filhos para o Senhor.(Ml 2:15)

Ajudadora é uma palavra que vem da raiz que significa “circundar”, que seria uma referência ao que Eva deveria fazer.  "Circundar", "cercar" a vida de Adão com atitudes de benignidade, dando a ele suporte e sustentabilidade para que pudesse desempenhar sua função.

Dessa forma ambos tem uma missão, porém, quando Deus criou a Eva, formando o casal,  ele ampliou a missão:

“...encher a terra, subjuga-la e dominar sobre....todos os seres viventes” (Gn1:28).

Como o ser humano é composto de três partes distintas, corpo, alma e espírito, seria necessário que houvesse unidade nessas três áreas da vida, e o primeiro casal viveu assim até antes da queda:

Corpo- Eles se tornavam um quando nas relações sexuais, quando se uniam, se ajuntavam.(Gn 2:24)

Alma- Eles não se confundiam, não se envergonham. Havia neles um mesmo sentimento e propósito, que era o de adorar a Deus e gerar descendentes para Deus. ( Gn 2:25)

Espírito- “Não os fez o Senhor, um? Na carne e no espírito eles são dele. E porque um? Porque o Senhor Deus odeia o repúdio....( Ml 2:15-16).

Com a queda, tais valores se perderam, eles passaram a se acusar pelos fracassos, já não havia unidade na alma. Mas com a vinda de Jesus, todas as coisas foram restauradas, e o casal de hoje, pode experimentar uma vida assim como uma só carne.

E para que seja possível viver isso, algumas regras e princípios precisam ser considerados, entre os quais destacamos:

* Colocar a necessidade do outro como uma prioridade, e se necessário, em detrimento da prioridade pessoal. (Fil 2 3-4)
* Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas. (Colossenses 3:19.)

* Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor. ( Ef.5:22).

No próximo post trataremos da vida prática de um casal de uma só carne.
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