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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Esposa Surda humor que ensina
ESPOSA SURDA
👂
👱– Qual o problema de sua esposa ? Disse o médico.
👨– Surdez. Não ouve quase nada.
👱– Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, faça um teste para facilitar o diagnóstico. Sem ela olhar, o senhor, a certa distância fala em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo.
E quando vier – diz o médico – dirá a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Está certo ?
👨– Certo, combinado então.
À noite, quando a mulher preparava o jantar, o marido decidiu fazer o teste.
Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: “Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora”.
👨– Maria, o que temos para jantar ? – não ouviu nada.🗣
🙎 Então aproximou-se a 10 metros.
👨– Maria, o que temos para jantar ? – nada ainda. 🗣
🙎 Então, aproximou-se mais 5 metros.
👨– Maria, o que temos para jantar ? – Silêncio ainda.
🙎
Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
👨– Maria! O que temos para jantar ?
💆– Frango, meu bem… É a quarta vez que te respondo!
😳
🤔
Como percebem, muitas vezes achamos que o problema ocorre com os outros, quando na realidade o problema é nosso, só nosso…
E quando vier – diz o médico – dirá a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Está certo ?
À noite, quando a mulher preparava o jantar, o marido decidiu fazer o teste.
Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: “Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora”.
Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
Como percebem, muitas vezes achamos que o problema ocorre com os outros, quando na realidade o problema é nosso, só nosso…
O ladrão vem e mina o relacionamento.
O LADRÃO QUE MINA RELACIONAMENTOS.
"Se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa.” Mt 24.43.
A leitura que faço deste texto é mais ampla do que apenas falando do cuidado com o ladrão que entra na casa de alguém e lhe rouba os bens.
O pai de família, braço forte da casa, alicerce e coluna de um lar, aquele cujo amor deve exceder-se, ir além, mas que desavisado muitas vezes, não se poe a porta e por isso ela perece.
Mal sabe ele que diferentes ladrões podem chegam e levar embora o que tem de bom e precioso.
São muitos os nome desses ladrões: ausência, abandono, falta de companheirismo, descompromisso, e por aí vai...
Fico imaginando a esposa que gostaria que ele estivesse ao seu lado, quem sabe, mesmo sem dizer palavra alguma. Para ela bastaria seu poder de presença.
A vida nos reserva momentos diferenciados, onde estar só é terrível, pois não há conselho, respaldo, ou apoio emocional.
Penso nas muitas mulheres que vão sozinha ao médico e quando recebem a má notícia no consultório, olham para um lado, para o outro, mas não tem ninguém para ouvi-la dizer: E agora?
Lembro daquela que teve que aprender a cuidar de si mesma, sem ter alguém para partilhar suas dúvidas e angústias,
O que pensar daquelas que veem o filho pequeno doente sofrendo e tem que decidir o caminho a percorrer.
As possibilidades são muitas, quantas coisas podem vir sobre um relacionamento e levar embora o encanto, a alegria, o prazer e assim sufocar um amor.
Quando não se tem o marido, então, ela conta consigo mesma, é ela ou ela, mas e quando se tem um marido menino, inconsequente, irresponsável, desavisado, descompromissado?
O pai de família, braço forte da casa, alicerce e coluna de um lar, aquele cujo amor deve exceder-se, ir além, mas que desavisado muitas vezes, não se poe a porta e por isso ela perece.
Mal sabe ele que diferentes ladrões podem chegam e levar embora o que tem de bom e precioso.
São muitos os nome desses ladrões: ausência, abandono, falta de companheirismo, descompromisso, e por aí vai...
Fico imaginando a esposa que gostaria que ele estivesse ao seu lado, quem sabe, mesmo sem dizer palavra alguma. Para ela bastaria seu poder de presença.
A vida nos reserva momentos diferenciados, onde estar só é terrível, pois não há conselho, respaldo, ou apoio emocional.
Penso nas muitas mulheres que vão sozinha ao médico e quando recebem a má notícia no consultório, olham para um lado, para o outro, mas não tem ninguém para ouvi-la dizer: E agora?
Lembro daquela que teve que aprender a cuidar de si mesma, sem ter alguém para partilhar suas dúvidas e angústias,
O que pensar daquelas que veem o filho pequeno doente sofrendo e tem que decidir o caminho a percorrer.
As possibilidades são muitas, quantas coisas podem vir sobre um relacionamento e levar embora o encanto, a alegria, o prazer e assim sufocar um amor.
Quando não se tem o marido, então, ela conta consigo mesma, é ela ou ela, mas e quando se tem um marido menino, inconsequente, irresponsável, desavisado, descompromissado?
Estou falando com os homens, quem sabe comigo mesmo, em cujas mãos está a segurança da casa e as portas do coração de sua esposa e dos demais de sua casa.
Melhor até do que saber a hora que o ladrão viria, seria fazer com que ele não venha nunca.
Ter uma esposa, um lar, uma família, é um privilégio, então cuide!!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Um marido encantador.
(Extraído do livro do Pastor Ismael, "Como ser uma mulher desejável e um marido encantador".)
Um marido querendo ser o grande amor de sua esposa
tem que aguçar sua sensibilidade, melhorar a sua forma de tratá-la, prestando
atenção quando ela fala, olhando nos seus olhos e não no jogo da TV. Deve
sempre esperar que termine a sua linha de pensamento antes de interrompê-la (
geralmente eles esperam apenas 17 segundos). Valorizar e respeitar as coisas
que ela goste, se importando com aquilo que ela se importa; não desmerecendo
seus prazeres. E ainda, tenha sob
controle a mania de criticar e se for brincar, brinque de forma positiva, nunca
corra o risco de estar diminuindo seu valor. Aprenda a elogiá-la naquilo que
ela faz bem, encoraje e estimule para que cresça profissionalmente e como
pessoa humana. Quando for tocar nela que seja com ternura, pois quando você lhe
"passa a mão" está satisfazendo sua tara e não sendo terno. Ternura é
“o poder de encantar o outro com atitudes de amor”. Atitudes que demonstrem que
ela é única e que pretende manter a fidelidade a qualquer custo lhe dá
segurança, e uma das coisas boas de se fazer é não facilitar com o sexo oposto, não sendo paquerador,
galanteador. Aproveito para lembrar que uma mulher sente o cheiro de coisa errada
mesmo de longe, e saberá se estiver mentindo. Não paquere suas amigas, ou
melhor, mulher alguma, não brinque com fogo, nem jogue brasas acessas dentro de
sua roupa, pois pode se queimar. Passe a ela confiança, de maneira que sinta
que possa se entregar de corpo e alma na relação. Além dessas coisinhas
emocionais, deve se preocupar com a segurança da família, especialmente tendo
sob controle a vida financeira, não deixe que as contas se desequilibrem, pois
isso gera um stress destruidor da alegria conjugal e sexual. Um homem
preocupado com as contas não tem tempo emocional para a esposa, e ela pode se
ressentir e achar que não está mais interessado na relação, que não é amada ou
coisa assim. Sexualmente, seja seu amante e não apenas o marido, empenhe-se em
levá-la ao orgasmo, e saiba que ela vai precisar de mais tempo para chegar lá,
por isso não se apresse. O sexo bom para ela tem o seu antes, o durante e o
depois, ah! e não vire as costas e durma depois do seu prazer, pelo contrário,
traga-a para perto do seu peito e deixa que ela adormeça antes de você. Cumpra
o papel de homem, provedor e protetor da família, herói dos seus filhos, um
homem do bem, da verdade, motivo de orgulho dela e das crianças. Conduza sua
vida de maneira o herói que viam em você
viva para sempre como herói. Em tempo de paz, seja como um gatinho, manso,
quieto, sereno, mas se a coisa entornar , se estourar a guerra , levante-se como um leão e mostre que
o território tem um macho protetor de sua prole. Aprenda a amá-la do jeito
dela. Não se esqueça, tem que prestar
contas de vez em quando, e mais, ela tem a mente investigativa ( desconfiada
talvez ficasse melhor aqui), é um ser emotivo, de vez em quando vai chorar, mas
que vale a pena vê-la sorrir. Ela não é filha de chocadeira e precisa visitar
pai, mãe, irmãos, amigas de infância, e ninguém poderia suprir sozinho e
completamente todas suas necessidades de relacionamento, por isso não a
aprisione em casa, ela precisa ver gente, ouvir e ser ouvida. Voltem a sorrir
juntos, celebre a vida com pequenas coisas, abrace mais, seja mais gentil e
delicado, isso não irá desvalorizar sua condição de macho, pelo contrário, pode
fazer de você o homem da vida dela.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Sete princípios para o casamento dar certo - Livro de John Gottman
Quais os segredos para desfrutar de um casamento aproveitando ao máximo suas potencialidades? É possível restaurar relacionamentos desgastados pela falta de conexão emocional entre os cônjuges? Essas e outras perguntas são respondidas por esse livro, que nós temos a satisfação de resenhar. Um casamento que dá certo é um dos valores reais mais desejados de 10 em cada 10 casais. Um casamento que dá certo repercute positivamente em todas as demais áreas da vida, seja essas situadas em questões sentimentais, como o relacionamento com filhos, parentes etc., sejam essas situadas nos demais segmentos da vida, como a financeira, psicológica, de saúde etc.
O que diferencia esse livro de outros manuais de terapia conjugal é que ele foi baseado em sólidas evidências científicas. Os sete princípios foram fruto de uma extensa pesquisa acadêmica realizada pelos autores, com centenas de casais que aceitaram ser acompanhados e monitorados ao longo de vários anos, inclusive dentro de um laboratório que simulava o ambiente de um apartamento. Quer saber o que faz um casamento dar certo? Então nos acompanhe num mergulho à obra de John Gottman e Nan Silver! 

Informações técnicas
Título: Sete princípios para o casamento dar certo
Autores: John Gottman e Nan Silver
1 | A verdade sobre os casamentos felizes: pesquisa de laboratório em Seattle
Apesar dos inúmeros benefícios do casamento para os cônjuges, em termos emocionais, de saúde e até financeiros, os autores constataram que é absurdamente pequena a quantidade de pesquisas embasadas em sólidas evidências científicas voltadas para a forma de manter um casamento estável e feliz, daí a importância da pesquisa que resultou na descoberta desses sete princípios.
De início, um mito é derrubado: o de que um casamento dá certo quando os conflitos são bem resolvidos. Outros mitos são também derrubados: o de que neuroses podem destruir um casamento, o de que casos extraconjugais são a primeira causa de divórcio etc.
O que faz, então, um casamento funcionar? É a profunda amizade existente entre os cônjuges, o que se traduz em respeito mútuo e prazer na companhia um do outro. E a arma secreta que mantém um casal feliz é a tentativa de reparação, isto é, qualquer afirmação ou ato que impede que a negatividade fique fora de controle.
2 | Como fazer um prognóstico de divórcio
São seis os sinais que evidenciam um divórcio à vista. O primeiro sinal é a abordagem ríspida, que é o pior modo de iniciar uma discussão. O segundo sinal é representado por aquilo que os autores denominam de “os quatro cavaleiros do Apocalipse”, que são, na ordem: crítica, desprezo, defensividade e incomunicabilidade. O terceiro sinal é a saturação, ou seja, um cônjuge saturado foi atingido pela negatividade de outro de forma tão opressiva que o deixou traumatizado. O quarto sinal é a linguagem corporal, e o quinto, as tentativas de reparação sem sucesso. O sexto sinal são as recordações desagradáveis sobre aspectos do passado.
3 | Princípio 1: Aprofundar o conhecimento mútuo
O primeiro princípio para um casamento dar certo é construir um mapa afetivo do parceiro, isto é, estar bem familiarizado com o universo do outro cônjuge. Casais que têm mapas afetivos detalhados estão mais bem preparados para lidar com situações estressantes e geradoras de conflito.
4 | Princípio 2: Cultivar a afeição e a admiração
A essência de qualquer casamento saudável é a amizade, e uma forma de fortalecê-la passa pelo cultivo dos aspectos positivos do outro cônjuge. Isso também diminui a probabilidade de faltarem com o respeito um ao outro quando tiverem opiniões diferentes.
5 | Princípio 3: Estar voltado um para o outro
O hábito faz o casamento, e são os pequenos detalhes do dia-a-dia que fazem a diferença na consolidação de casamentos duradouros. Achei particularmente reveladora essa passagem do texto (p. 89):
“Muitas pessoas pensam que o segredo para manter um parceiro ao seu lado é um jantar à luz de velas ou umas férias à beira-mar. Mas o verdadeiro segredo é estarem voltados um para o outro nas pequenas situações da vida diária. Um programa romântico à noite só intensifica realmente o ardor quando o casal manteve a chama acesa tendo contato nas pequeninas coisas da rotina diária.”
A forma mais eficaz para ativar esse princípio, nos testes de laboratório realizados pelos autores, consiste nas famosas reuniões de final de dia para conversar sobre como o dia transcorreu com o cônjuge. E a regra principal aqui é falar sobre qualquer assunto, desde que tenha ocorrido fora do casamento. Esse não é o momento para discutir eventuais conflitos do casal, mas sim uma oportunidade para dar apoio emocional um ao outro a respeito de outras áreas de suas vidas.
Ao final desse capítulo, assim como em todos os outros, são propostos exercícios para fazer o princípio em foco ser ativado na vida do casal.
6 | Princípio 4: Aceitar as opiniões do parceiro
Está comprovado cientificamente: os melhores casamentos são aqueles em que o marido trata a mulher com respeito e não se opõe em dividir autoridade e tomar decisões com ela. Parece que esse capítulo foi dirigido aos homens….rsrs…. pois são eles, de acordo com os autores, os mais resistentes a compartilhar a tomada de decisões do casal. Eis outro dado revelador (p. 115):
“O marido que aceita as opiniões de sua esposa também tende a ser um pai excepcional. Ele se familiariza com o mundo dos filhos e tudo sabe sobre seus amigos e seus receios. Como não tem medo de emoções, ele ensina os filhos a respeitarem seus próprios sentimentos – e a si próprio. Ele também deixa de ver o jogo de futebol a que está assistindo na televisão, se for necessário, porque deseja ser lembrado como um pai que tinha tempo para os filhos”.
A dependência emocional no casamento
http://www.semprefamilia.com.br/dependencia-emocional-por-que-acontece-e-quais-os-perigos/
O que acontece quando o afeto vivido entre o casal, a relação que começa amorosamente, se transforma em uma dependência afetiva, uma necessidade de estar com o outro para não nos sentirmos sozinhos ou fracassados em nossa vida social?
A dependência emocional é um tipo de apego excessivo a outra pessoa. Pode-se dar em qualquer relação humana, inclusive entre um casal. De fato, é aí que mais frequentemente acontece esse padrão de dependência.
As causas
- A dependência surge da necessidade de ser amado. Mas se buscamos o que há por trás dessa necessidade, encontraremos uma baixa autoestima. Aquele que ama pouco a si mesmo necessita que os outros o amem para sentir-se digno de amor. Ter um parceiro é a maior prova, para si mesmo, de que se é digno de amor. O parceiro é alguém que não é da família de origem, que não teria motivo para me amar, mas que me ama porque escolheu isso. Não há nada de errado aí, exceto quando a própria aceitação de si mesmo se baseia nisso – é quando se verifica o problema.
- A dependência emocional se torna um labirinto, uma prisão da qual é difícil sair porque frequentemente é confundida com o amor verdadeiro que possamos ter pela outra pessoa. O amor deve se basear em uma escolha livre e não em uma necessidade de estima. Quando aparece a dependência emocional, em muitos casos o amor se destrói e as consequências são negativas para os dois.
- A dependência emocional se alimenta de convencionalismos sociais e culturais. Vivemos em uma sociedade que nos bombardeia com a ideia de que ter um parceiro é necessário para ser feliz. Quando se chega a certa idade, estar solteiro não é bem visto socialmente: ser um solteirão ou uma solteirona é sinônimo de fracasso. Socialmente insistem que ter um par é sinônimo de êxito e felicidade.
Assim, a dependência emocional nos mantém em relações que não funcionam. Ela faz com que muitos permaneçam em relacionamentos que não lhes fazem felizes, o que gera um mal-estar emocional significativo. Além disso, contribui para a inércia diante de problemas como a violência física ou psicológica.
Como agir
- É muito importante mudar a nossa mentalidade e deixar de insistir com amigos ou parentes solteiros para que encontrem um parceiro.
- Os meios de comunicação têm um papel muito importante, transmitindo valores culturais e histórias de amor que não se baseiem na dependência.
- Cada um deve analisar os seus valores e princípios, aquelas crenças tão fortemente arraigadas a respeito dos relacionamentos. Se for o seu caso, reflita: por que você não consegue se aceitar sem ter um parceiro?
- Não se trata de nos separarmos do parceiro na primeira complicação, mas sim de aprender a reconhecer a dependência emocional e passar a amar sem depender.
- Porém, se reconhecemos que a relação em que estamos não nos faz bem, existindo alguma modalidade de violência psicológica ou física, é preciso reunir forças para dar um fim ao relacionamento.
Com informações de Hacer Familia.
A bondade é uma virtude que se aprende e tem efeitos positivos no casamento.
Publicado no site: http://www.semprefamilia.com.br/estudo-psicologico-identifica-o-que-faz-um-casamento-durar/
Qual a diferença entre os casamentos duradouros, com casais há décadas vivendo felizes, e aqueles que entram em crise mal aparecem as primeiras dificuldades? Essa pergunta tem motivado inúmeros pesquisadores e embora seja difícil determinar com exatidão quais são os fatores que determinam um casamento feliz, já é possível apontar algumas respostas.
Depois de quase três décadas de pesquisas, o psicólogo norte-americano John Gottman acredita ter chegado ao ponto chave que diferencia os casamentos felizes dos que fracassam. Para chegar ao resultado, Gottman e outros pesquisadores começaram a investigar o comportamento de casais avaliando como eles respondiam a questões relacionadas à forma como haviam se conhecido, memórias positivas e conflitos vividos, monitorando funções vitais básicas como frequência cardíaca, pressão sanguínea e suor.
Após seis anos, os casais foram contatados novamente e os pesquisadores constataram que parte deles continuava casada e feliz, mas outra parte já havia se separado ou estava vivenciando um casamento infeliz. Os pesquisadores identificaram que os casais com problemas eram justamente os que haviam apresentado respostas fisiológicas mais ativas durante os testes de seis anos atrás.
Tranquilidade
Isso mostrou que quanto mais estressante era para o casal ficar lado a lado e falar sobre o relacionamento, mesmo quando se tratava de coisas positivas, mais chances eles tinham de ter desentendimentos. Já aqueles que continuavam felizes, haviam mostrado baixas taxas de excitação no teste, o que se traduziu em um comportamento mais calmo e confiante do marido e da esposa.
Num outro estudo, 130 casais recém-casados foram convidados a passar um dia em um laboratório que recriava ambientes típicos de um lar. No laboratório, os casais tinham de fazer o que normalmente fariam em suas próprias casas, como cozinhar, conversar, limpar. Durante todo o dia, cada cônjuge fez pequenos comentários tentando chamar a atenção do marido ou esposa. Alguns respondiam aos comentários com intimidade, demonstrando interesse e apoio ao cônjuge, mas outros simplesmente os ignoravam ou respondiam criticando o parceiro.
Após alguns anos, os casais que haviam mostrado maior cumplicidade no teste continuavam juntos e felizes, enquanto aqueles que se mostraram desinteressados aos responder os cônjuges estavam separados ou com o casamento em crise.
Erros
A partir desses dados, Gottman concluiu que entre os fatores que fazem um casamento durar está a bondade e a generosidade existente entre os cônjuges. Os casais que fracassam, explica Gottman, tendem a ver com mais ênfase os erros do parceiro, o que se materializa em atitudes de crítica, indiferença, desconfiança e desprezo pelo cônjuge. É como se tudo o que o outro é acabasse reduzido aos seus erros e defeitos.
Já nos casamentos felizes, marido e esposa são generosos um com o outro, o que não significa uma atitude passiva ou cega diante de eventuais erros, mas sim que as críticas são sempre pautadas pelo respeito e desejo de que o outro melhore. Além disso, há interesse e desejo de gratidão pelo outro.
Bondade
Quando um dos cônjuges não se interessa pelo outro – por exemplo, ao ignorá-lo ou dar respostas frias demais – está abrindo caminho para um dos maiores fatores que leva o casamento a uma crise, diz Gottman.
Para o pesquisador, a estabilidade de um casamento está diretamente ligada à capacidade de cada cônjuge sentir-se amado e cuidado pelo outro. E para isso é preciso que o marido ou esposa tenha uma atitude de bondade contínua, manifestada através do respeito, carinho, atenção, interesse e boa vontade em relação ao parceiro.
Ele explica que embora alguns possam ver a bondade como um traço fixo do temperamento de uma pessoa, ela também pode ser entendida como um músculo, capaz de ser exercitada e desenvolvida continuamente. E é isso que os casais devem fazer: exercitar diariamente a bondade para com os seus parceiros.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Violência contra a mulher cristã.
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER CRISTÃ.
Universidade Mackenzie publicou pesquisa que denuncia que 40 por cento dos registros de violência contra a mulher as vítimas são evangélicas. É de ficar estupefato e sentir nojo de chamar de irmãos a tais homens que se arvoram no fato de que Deus odeia o divórcio, mas se esquecem que na mesma intensidade, Deus odeia a violência, e assim COVARDEMENTE agridem a esposa. -Ml 2.16 -
E você mulher cristã que está apanhando, sofrendo violência física ou moral saia fora desse relacionamento já, para sempre ou até que seu homem se converta pois ainda que vá a igreja ele é pior que o incrédulo - ITm 5.8 - e já te abandonou I Co 7. Você é livre. Pr Ismael R. Carvalho Casados em Cristo.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Afaste-se de tudo que pode te afastar de seu cônjuge. Aconselhamento.
"Sou ministra de Louvor da Igreja, Sou casada há 1 ano e meio e no
início deste ano cometi um grande erro que tem me perturbado. Temos um casal de
amigos, os quais temos contato desde a nossa adolescência. Eles casaram-se
primeiro e no ano de 2015 me casei com meu marido. Nunca tive nenhum interesse
nesse amigo nosso. Porém no inicio deste ano começou a despertar em mim, um
interesse repentino e também dele por mim. Num certo momento acabamos falando
sobre isso e consequentemente acabamos nos envolvendo. Nos encontramos 3 vezes e tivemos relação sexual 1 vez. Me vi numa fase fragilizada já que desde
o começo do meu casamento meu marido e eu tínhamos dificuldades de termos
relação... ele não conseguia manter-se ereto a ponto de termos relação e só
sentia prazer quanto fazia sexo oral. Foi um inicio muito difícil porque posteriormente descobri que ele via diariamente pornografia. Quando o
confrontei ele assumiu e mostrou-se envergonhado pois disse que desde a sua
adolescência passava por isso.Com muita dor eu o compreendi e o perdoei e logo
a nossa vida sexual começou a melhorar, porem posteriormente descobri que ele
estava tomando "viagra" e por isso estava conseguindo ter uma ereção
eficaz. Aquilo me destruiu, me senti incapaz, inferior apesar de saber que aos
olhos da sociedade eu sou muito bonita. Com tudo isto creio que cedo ao
adultério por conta desta minha auto estima baixa, pois esse amigo sempre me
elogiava muito e reconhecia o quanto bonita e "irresistível" eu era..
o que eu esperava que meu marido achasse.
Mesmo mediante a tudo isto, reconheci que errei muito e logo acabei com esta historia. Porem tenho dúvidas se devo contar para meu marido, pois ele jamais me perdoaria já que o rapaz com quem me envolvi é um dos melhores amigos dele. O que devo fazer. Ja me arrependi,já pedi perdão a Deus pois sei que pequei contra ele e que estou no altar e não posso viver errado. Eu só recebo o perdão de Deus se contar a ele? Pq sei que Deus me perdoou e me perdoa mas ainda sinto muita culpa. Me ajude por favor Isso aconteceu há 6 meses"
Mesmo mediante a tudo isto, reconheci que errei muito e logo acabei com esta historia. Porem tenho dúvidas se devo contar para meu marido, pois ele jamais me perdoaria já que o rapaz com quem me envolvi é um dos melhores amigos dele. O que devo fazer. Ja me arrependi,já pedi perdão a Deus pois sei que pequei contra ele e que estou no altar e não posso viver errado. Eu só recebo o perdão de Deus se contar a ele? Pq sei que Deus me perdoou e me perdoa mas ainda sinto muita culpa. Me ajude por favor Isso aconteceu há 6 meses"
RESPOSTA DO PASTOR:
Irmã, paz. Bom vamos tratar de detalhes importantes que acabaram
por te levar a cometer um erro ainda maior que o erro inicial que era de teu
marido.
Contudo, já adianto que Deus já te perdoou e desse pecado nem se lembra mais, é só você que insiste em guarda-lo no secreto de Deus coração para de vez em quando tirá-lo de lá e assim se auto punir mais uma vez.
Então, pare já com isso, pois tira de você a condição de ser humano pleno e livre que é a proposta de Cristo para todos. Não se sabote, seja feliz com a nova vida que o Senhor lhe oferece. “Vá e não peque mais”, lembra quem foi que disse isso, pois então, isso basta.
Contudo, já adianto que Deus já te perdoou e desse pecado nem se lembra mais, é só você que insiste em guarda-lo no secreto de Deus coração para de vez em quando tirá-lo de lá e assim se auto punir mais uma vez.
Então, pare já com isso, pois tira de você a condição de ser humano pleno e livre que é a proposta de Cristo para todos. Não se sabote, seja feliz com a nova vida que o Senhor lhe oferece. “Vá e não peque mais”, lembra quem foi que disse isso, pois então, isso basta.
Quanto ao seu marido, provavelmente ele é viciado em pornografia e
isso faz com que se autossatisfaça sexualmente vezes ao dia e quando chega na
hora de ter relação com você, não consegue manter a ereção, daí ter se
recorrido a ajuda do viagra.
Na verdade ele não precisa de viagra , mas sim, deixar da pornografia. Mas a título de orientação, tomar o viagra não desperta desejo, apenas dá condições de ereção para o homem, não há mal algum ele tomar quando devidamente orientado por médico e sendo uma necessidade. Não pense que ele te deseja por causa do viagra, não isso não. A libido, o desejo tem que estar nele, senão nem o viagra resolve.
Na verdade ele não precisa de viagra , mas sim, deixar da pornografia. Mas a título de orientação, tomar o viagra não desperta desejo, apenas dá condições de ereção para o homem, não há mal algum ele tomar quando devidamente orientado por médico e sendo uma necessidade. Não pense que ele te deseja por causa do viagra, não isso não. A libido, o desejo tem que estar nele, senão nem o viagra resolve.
Quanto ao seu envolvimento com esse “amigo” da família é a maneira
como mais ocorre o adultério, dificilmente alguém chegaria num farol da
avenida, olharia para o carro ao lado e diria para a pessoa que nele está: “Ei,
vamos comigo ao motel ali na frente e vamos transar”. Não é impossível , mas
improvável que aconteça. O mais comum é que
o adultério envolva pessoas conhecidas, especialmente as do trabalho,
amigos e vizinhos, daí o cuidado com as relações, é preciso considerar que
tolher alguns relacionamentos podem ser medidas de proteção para o casamento,
olhe o que disse o pensador 800 anos antes de Cristo:
“Não há nada mais nobre ou
mais admirável que duas pessoas que se olham nos olhos guardam sua casa como
marido e mulher, confundem os inimigos e encantam os amigos.” Homero 800 a.c.
Sabe querida irmã, para se chegar a um adultério há todo um caminho
que foi percorrido que poderia ter sido evitado a tempo, mas não foi, você flertou com esse perigo e deu no que deu. Entre as coisas que
podemos observar está:
-o excesso de oportunidade,
-a falha de caráter,
- a carência
afetiva,
que são todas coisas sanáveis, bastaria querer, escolher não errar.
Mas você está indo bem, se arrependeu , confessou sua culpa e pediu
perdão a Deus, agora quanto a contar ou não ao seu marido você deve pedir um
direcionar de Deus, pois se contar sem antes preparar-se espiritualmente pode provocar uma separação ou uma infelicidade daqui pra frente. Ore, peça ao Senhor
que prepare o momento certo, oportuno para você fazer isso. Não faça nada para piorar a situação. Eu
penso que nesses casos, a pessoa infiel tira metade do fardo do pecado que pesa sobre seu
pescoço e coloca no ombro do parceiro que foi vítima.
Entretanto seria importante ele considerar que tem culpa no ocorrido também, de maneira igualitária, semeou e colheu. A semeadura é facultativa, mas a colheito é obrigatória.
Entretanto seria importante ele considerar que tem culpa no ocorrido também, de maneira igualitária, semeou e colheu. A semeadura é facultativa, mas a colheito é obrigatória.
Sem mais, um abraço, Pr Ismael
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