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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ser pai.

Os desafios de ser um bom pai vão muito além de prover as necessidades físicas de seus filhos.Um pai deve amar, proteger, ensinar por preceito e exemplo, além de participar ativamente da vida do filho. Culturalmente temos a ideia de que o filho é responsabilidade da mãe, mas aos poucos os pais vêm se conscientizando da necessidade de uma participação maior no mundo de seus filhos. Segundo a  Revista Época, um pai exemplar reúne algumas  características especiais.

O toque amoroso.

O contato físico com seus filhos deve ser caloroso e constante. O toque reforça a presença e é essencial para o desenvolvimento da criança.
Desde bebezinhos, os pais devem segurar seus filhos carinhosamente, falar com eles, brincar e se fazer presente. Durante seu crescimento, as crianças devem saber que podem abraçar seu pai quando quiserem e que podem subir em seu colo livremente e beijá-lo ainda que sujas de chocolate. (Melhor evitar se estiver saindo para o trabalho). Quando adultos, eles ainda devem sentir a mesma liberdade.

O pai ideal.

A educadora Cris Poli, também conhecida como a “Supernanny” brasileira, e autora do livro “Pais Responsáveis Educam Juntos” (Mundo Cristão), concorda com a importância da participação dos pais na vida das crianças. Ela ressalta que, assim como não existe uma mãe ideal, tampouco existe um modelo de pai ideal. Portanto, os pais não devem ficar se cobrando, faça o melhor com amor e siga algumas dicas:

Dê amor e não apenas “coisas”

Muitos pais tentam compensar sua ausência na vida dos filhos, dando-lhes presentes. Presentes são bem-vindos e as crianças adoram, mas não substituem o carinho, amor e a presença que elas esperam. Fazer isso só causará mais culpa nos pais e um distanciamento do filho, além de lhe ensinar preceitos equivocados. Mais importante que a quantidade de tempo é a qualidade do tempo que se passa junto com as crianças. Ainda que o pai tenha apenas só um pouco com as crianças, faça esse tempo divertido, proveitoso, converse com seus filhos, mostre-lhes amor, brinque com eles.

Dê limites.

Geralmente o pai brinca, se diverte, mas na hora de falar sério, é com a mamãe. Ambos, pai e mãe, devem estar presentes na educação dos filhos. Um jamais deve contradizer o outro. Se há divergências quanto ao que foi aplicado (limite, concessão, castigo), isso deve ser discutido longe dos filhos.
Ser um pai participante
Aprender a ver no rosto de seu filho o que às vezes ele não quer ou não consegue dizer. Olhe sempre para seus filhos. Às vezes ele enfrenta dificuldades na escola, ou com amigos. Ou tem problemas de autoestima. Seja qual for a dificuldade, ela precisa ser vista e compreendida. Não basta olhar o boletim ao fim do bimestre. Acompanhe a vida escolar de seu filho. Pergunte a ele como estão as coisas. Mostre interesse no que ele está dizendo. Aconselhe, ajude. Participe ativamente. Isso é demonstrar amor.

Traga alegria ao lar.

Lembro-me de quando era criança e o quanto aguardávamos ansiosos a chegada do meu pai. Ele sempre nos trazia alguma guloseima e alegria ao lar. Estou certa de que se essa guloseima viesse acompanhada de uma presença desagradável não seria esperada com tanta ansiedade. Ele sempre nos fazia rir, conversava conosco e nos fazia sentir amados.

Cuidado com o tom de voz.

Evite gritar com seus filhos. O grito intimida e amedronta.
“Trabalho com milhares de pais e posso dizer, com certeza, que o grito é a nova surra”, afirma a terapeuta de família americana Amy McCready, organizadora do Positive Parenting Solutions, que dá cursos e aconselhamento para pais. Para Anne Lise Scapatticci, psicanalista infantil, o diálogo é a melhor forma de educar, porém a criança precisa entender que pais também ficam nervosos, irritados ou cansados. “Mesmo pequena, ela é capaz de entender as emoções dos outros. Especialmente quando depois do grito existe uma boa conversa ou um pedido de desculpas.”

Seja um bom exemplo.

Para ser um bom pai há que ser antes um bom ser humano. A pior atitude, com certeza, é “faça o que digo, mas não faça o que eu faço”. É mais que sabido que as crianças aprendem mais pelo exemplo que pelas palavras. Faça uma lista do tipo de pessoa que você quer que seus filhos sejam e comece a ser esse tipo de pessoa. Não tente mostrar ser infalível ou esconder seus erros e enganos. Seja simples, amoroso, genuíno. Espere sempre o melhor das pessoas. Meu pai sempre dizia o que esperava de nós como filhos - Que nos mantivéssemos longe de problemas, seguros e que ele pudesse confiar em nós. Muitas vezes deixei de cometer algum erro na juventude por lembrar que meu pai confiava em mim. Hoje crio os meus filhos em seus exemplos. E sinto que meus filhos agirão da mesma forma. é uma corrente eterna para o bem. 

 http://familia.com.br/a-forca-de-um-pai-amoroso.



A força de um pai amoroso ( video )



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sábado, 3 de agosto de 2013

O casal debaixo da mesma canga.

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.


Quando falamos em cônjuge, nos reportamos a palavra jugo, que é canga, ou seja, ser cônjuge é estar debaixo da mesma canga com alguém. E para caminhar assim é preciso passar por um aprendizado ( “aprendei de mim”, disse Jesus). ambos devem ter a mesma direção, e empreender a mesma energia para caminhar lado a lado, produzindo juntos. No caso da canga, se os bois andarem em descompasso, logo o que faz mais força irá se cansar e não haverá sucesso no seu trabalho. E assim é também no casamento, é preciso um mesmo caminho, mesma direção, mesmo propósito, e ambos lutarem com as mesmas forças.
O casamento quando não é bem cuidado, está em constante processo de degeneração,  assim como um barco na correnteza, que se não remarem rio acima, acabará sendo arrastado pelas  águas bravias da cachoeira.
Veja o que o Senhor diz sobre isso em Jr 7:23 “ Mas isto lhes ordenei, dizendo: Dai ouvidos à minha voz, e eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; e andai em todo o caminho que eu vos mandar, para que vos vá bem”.
E aí, o leitor pergunta, mas quais são estes princípios, para que eu os adote para minha família. Ora, vamos escolher alguns para uma  reflexão. Já no começo de uma nova família faz-se necessário que o homem e a mulher,  deixem as pessoas que mais amam, o conforto e a segurança de um lar estabelecido, e comecem a construção de um novo lar. Este princípio pode parecer muito fácil, porém, muitos têm dificuldades deixar pai e mãe, e  continuam ligados pelo cordão umbilical e, não raramente, a mãe ou sogra interfere e até provoca a separação do casal.
Depois de deixar, é preciso unir-se, ou seja, tornar-se uma só carne, caminhando na mesma direção e com a mesma intensidade de força sendo desprendidas pelos dois.
No casamento, é preciso se interessar pelos interesses do outro, participar de sua agenda, é preciso ter prazer em agradar.
O marido suprindo a esposa com afeto e ternura e recebendo dela o reconhecimento do seu valor enquanto protetor e provedor. Bom, e um bom sexo dentro de casa também conta, afinal ninguém é de ferro, e, além disso, tudo, desfrutar de uma companhia agradável que é a sua mulher. Nisso também o Senhor está, veja Jr 32:36 “ e eu lhes darei um só coração e um só caminho, para me temam todos os dias de suas vidas, para o seu bem e o bem de seus filhos”.
Entender quais são os propósitos de Deus para a família também é importante, porque servirá como uma guia mestra e levará ao sucesso. E os propósitos de Deus são no sentido de que o casal deva refletir aquilo que Deus é, no seu proceder e nas suas decisões, de forma a impactar positivamente o mundo a sua volta. É só olharmos para o relacionamento de Jesus com sua noiva e entenderemos o que Ele espera de um casal.
O casal não deve pensar que eles estão juntos somente por uma escolha pessoal e para a sua alegria particular, não. É preciso entender o que o Senhor espera deles algo ainda maior. Ele espera que gerem filhos para Deus, e que esses filhos sejam poderosos na terra, conforme o Salmo 112:2 onde se lê : “ A sua descendência será poderosa na terra, a geração dos justos será abençoada”. Poderosos em que? Poderosos na pratica do bem e da justiça, poderosos em estatura moral, grandes em bondade e graça, ainda que no anonimato ou longe dos olhos das massas. Aqui não há promessa de que eles serão conhecidos do grande público, que estarão na mídia, de que serão ícones globais, não, mas apenas que eles serão importantes no lugar e para o lugar onde se encontram. Pense nisso, uma geração justa gera filhos poderosos, ou seja, pais retos, filhos valorosos.
O Criador planejou que as famílias deveriam dominar a terra (Gn1:26) com amor e justiça. Já pensou a vida na terra formada por pessoas que vivem os planos de Deus, que pensam nos mais fracos, que se comprometem com o outro sem dele fazer usura? Já pensou você vivendo entre pessoas mais tolerantes, mais pacientes, cuja bondade se vê nos atos e a compaixão se comprova quando as coisas não são como deveriam ser, que se preocupam com as crianças e com os velhos? Essa é a visão de Joel capítulo 2, jovens tendo visões para o futuro como pessoas maduras e velhos voltando a sonhar como meninos.
Um dia Jacó, em outras palavras , disse ao seu sogro Labão: “ Será que não está na hora de fazer alguma coisa pela minha própria família? (Gn 30:30 ). Será que não está na hora de nós cristão ampliarmos nossa visão para a família, levando-a a cumprir não somente os nossos propósitos de alegria e bem estar , mas com os propósitos de Deus e que a nossa casa seja um farol na escuridão, um oásis no deserto, um porto seguro para o perdido? Que nossas casas sejam nascedouros de pessoas do bem, filhos para Deus, que serão como frechas que acertam o alvo, que cumprem o seu papel planejado pelo Eterno e mais,  que se reproduzam e encham a terra. Aqui seria o lugar onde o marido não vê na mulher apenas um fonte de prazer, mas uma filha de Deus em missão, uma companheira de caminho que necessita de cuidados. Lugar onde a esposa está comprometida não somente com seus pensamentos egoísticos de moda e beleza e tantas outras futilidades,  mas que crê e caminha em direção de algo maior para si e para sua prole que o Reino Celestial.
Creio que seja este o desafio para os crentes de hoje, uma família bendita, que antes de pensar na sua satisfação material, saibam que tem um compromisso com o Criador, sendo o casal,  o espelho daquilo que Cristo é para com sua noiva, e que a família viva num ninho de amor, um pedacinho do céu, um lugar seguro para o aperfeiçoamento dos filhos.
Busque viver este sonho de Deus. Dê passos concretos nesta direção, tome decisões acertadas, repense e refaça a sua família, com a ajuda de Deus.

Abc Pr Ismael


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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Deixei meu marido e fui morar com outro, estou com sentimento de culpa e sem Deus.

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.

Ola,  tenho 22 anos e meu companheiro 26 anos, minha história é muito triste sabe, aos 19 anos me casei com um rapaz que namorava a 8 anos, noivamos e casamos, eu era líder de um grupo na igreja, ele não era convertido, ele era maravilhoso para mim, minha família amava ele muito, ele foi meu 1 namorado e eu a dele, então tinha no nosso relacionamento um certa pureza, confiança, segurança. Faltando 1 mês para me casar conheci um outro rapaz que na verdade já trabalhávamos juntos a 1 ano, mais nunca tivemos contato mais próximo, ai começamos a nos aproximar, sempre achei ele muito bonito e atraente, mais ele saia com todas a recepcionista que eu conhecia lá, inclusive uma colega bem próxima minha, enfim sempre desejei que o meu noivo na época fosse mais maduro, ele ainda era muito "moleque" não no caráter, mais em algumas atitudes de homem sabe, mais ele não era, nem era tão romântico, carinhoso como eu queria, mais era fiel disso eu tinha certeza, eu tinha segurança nele. Sendo que eu carente disso acabei cedendo aos encantos desse meu colega de trabalho ate que quando percebi já estava envolvida, e iria me casar no mês seguinte fiquei desesperada, mais no mesmo momento renunciei a minha liderança na igreja, pois sei que não seria certo continuar, e me casei, quando fiz uns 20 dias de casada eu me separei e fui morar de aluguel, 1 mês depois esse rapaz foi morar comigo, e estamos juntos a 2 anos e meio, hoje minha familiar já aceita ele e o ama, porque ele é uma pessoa fantástica também, mais vivo numa perturbação porque não consigo confiar nele, condeno ele pelo passado dele, sei que ele mudou muito depois que fomos morar juntos, mais não consigo esquecer o passado dele, e penso que a qualquer hora ele vai voltar a ser de novo aquele homem. tenho medo muito medo, e acabo não vivendo bem com ele, tenho medo de Deus não ter me perdoado ou querer me fazer pagar pelo que eu fiz, sei que Deus é misericordioso, mais machuquei muita gente no passado deixei feridas enormes nas pessoas, as vezes penso que tudo que estou passando é Deus me fazendo pagar. Eu me arrependi e pedi perdão ao meu ex, mais eu carrego esse fardo todos os dias, não consigo ser feliz, não consigo tirar esse peso das minhas costas, não sei mais o que fazer, sinto como se Deus não falasse mais comigo.

RESPOSTA:

Querida, eu entendi o que aconteceu contigo e imagino o teu sofrimento. O que aconteceu foi muito ruim mesmo, foi pecado e você sabe bem disso. Seria melhor que não tivesse acontecido, mas aconteceu, e você precisa de orientação agora. Será que a Lei do Amor te mandaria para o inferno? Será que nunca mais você poderá refazer sua vida? Afinal, Deus é o Deus dos recomeços, ou não?  Num tribunal humano, a sua pouca idade seria levado em consideração, e no tribunal espiritual, será que isso não tem peso algum?
Pois bem, mas vamos considerar o seguinte, eu sou pai e tenho minhas filhas, eu não desejo que elas errem, que pequem, que façam coisas que me entristeçam, contudo, por causa da humanidade delas isso eventualmente, irá ocorrer, e eu aqui, como pai, estarei sempre pronto para perdoá-las, na verdade, estarei sempre de braços abertos. Então, eu te pergunto, porque Deus, que é um Pai maior e melhor do que eu, que é puro amor, Ele não iria perdoá-la e fazer de tudo para que você conserte sua vida e não erre mais. O problema é que você está ouvindo a voz do seu coração, e o ele, seu coração, é enganoso, ele diz coisas acerca de Deus e do seu pecado que não são verdades, são meros sentimentos. Então se liberte já desse sentimento de que Deus está com um pedaço de pau na mão esperando uma chance para te dar uma paulada. Saiba que o único pecado que não tem perdão é o pecado contra o Espírito Santo, e não tem perdão porque é Ele, o Espírito, quem convence o homem de seu pecado, logo, se você blasfemar contra Ele, não terá no mundo espiritual ninguém para fazer isso sobre sua vida. Receba já o perdão de Cristo, não peque mais nesse sentido, volte para a igreja, ganhe o seu marido para o Senhor através do seu proceder santo. Acerte a papelada de divórcio, case-se novamente. O adultério é um pecado que Deus perdoa, ademais Jesus veio para os doentes e não para os sãos, para os pecadores e não para os santos, entende? Provavelmente o seu ex marido já formou uma família também, e creio, que Deus não iria destruir isso tudo agora, para consertar o seu erro. A Bíblia fala em voltar ao marido, mas obviamente quando isso é possível, quando não houver  outros prejuízos piores que o primeiro, penso não ser o seu caso, mesmo porque você abandonar alguém que ama, e por ele é amado, e voltar para alguém a quem não ama, na verdade nunca amou, seria errar de novo.
Bom, mas agora vamos falar do seu comportamento de ciúmes e insegurança. O dia de amanhã ninguém sabe a não ser Deus, portanto, nada é absolutamente certo e firme para o dia de amanhã. Mesmo a vida não é assim, hoje estou vivo, amanhã posso estar morto. Um marido santo hoje pode não o ser amanhã. Um marido incrédulo pode ser um santo , entende. Nós vivemos na dependência de Deus, Ele é quem tem tudo em suas mãos. E o ciúme transforma o casamento em um inferno. Alguém diz que o inferno é ruim, e deve ser mesmo, mas viver com uma mulher ciumenta também é terrível, o sujeito vai sendo oprimido, sufocado, o amor vai sendo destruído no dia a dia. Então, confie em Deus, ele guarda o teu marido melhor do que você com seu ciúme. E para encerrar , ninguém oferece ao outro o que não possui, você tem que, primeiramente, ter Jesus em seu coração para poder oferecer ao seu marido.

Abraços, Pastor Ismael


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Dinâmicas novas para encontros de casais

Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.

Dinâmica 01- 

Objetivo: Honrar ao cônjuge. Demonstrar amor.

-Distribua papeis de carta para os cônjuges fazerem uma mensagem romântica. Todos fazem indivudualmente.
   Faça um sorteio de 10 pessoas para irem à frente ler a sua mensagem.
A pessoa homenageada pela mensagem deve ir a frente também.

- As demais mensagens não lidas serão entregues aos seus interessados. Por isso a mensagem deve ser bem escrita  para que o outro leia e entenda e quem
sabe guarde como recordação.
- Tempo gasto: 40 minutos.

Dinâmica 02-

Objetivo:
 -Reconhecer publicamente que temos defeitos para depois corrigí-los.
-Percepçao e3  que temos a tendencia de sermos generosos conosco  e muitas vezes exigentes demais com o outro.

 Chamar um casal à frente ( pode ser por sorteio). Separa-los com um tapume, movel ou outra coisa. Forneça a  eles uma plaquerta feita de papel cartão
com dizeres "Eu" e  do outro lado da plaqueta "ela" . Após uma pergunta à ser respondida eles levantarão a placa mostrando para a platéia se a resposta é "eu" ou "ela". Serão necessárias duas plaquetas, uma para os homens e outra para as mulheres.
Perguntas: podem ser livres ou  previamente preparadas, porém, devem ser inteligentes, sugestivas, e que levam a todos a uma reflexão:

Sugestões de perguntas:

1-Quem investe mais no casamento: Eles devem mostrar a plaqueta com a resposta "eu", ou "ela" (ele), e assim por diante.
2-Quem é mais controlador?
3-Quem demonstra mais amor através de um elogio?
4-Quem é o que mais procura para o sexo?
5-Quem prepara passeios, eventos e lazer?
6-Quem presenteia mais?
7-Quem é mais agressivo com as palavras?
8-Quem é o melhor ouvinte, mais paciente com a conversa do outro?
9-Quem busca mais a presença de Deus para a família?
10-Quem precisaria assumir melhor o seu papel no casamento?
11-Quem não cumpre o que promete?
12-Quem vive só de sonhos mas não vai a luta?
13-Quem tem a mania de ser crítico demais?
14-Quem não reconhece o que o outro faz de bom, não elogia, não agradece?
15-Quem deveria  cuidar melhor do visual para o momento do sexo?
16-Quem precisa de mudar o comportamento urgente, pois está prejudicando a relação?
17-Quem tem mais atitudes de companheiro?
18-Quem é o que bate o martelo, assume o comando da família?
19-Quem é mais delicado, doce, e sensivel com o outro?
20-Quem é o iniciador de contendas?

Dinâmica 03

Objetivo: Desfazer-se de sentimentos nocivos ao relacionamento.
 Melhorar o relacionamento de uma forma lúdica e espiritual ao mesmo tempo.

Distribua balões (bexigas). Faça um círculo e peça que eles encham os balões
de ar e pensem em um sentimento ruim que vem nutrindo contra o conjuge. a medida que vão enchendo o balão, vão imaginando
que sentimentos ruins estão saindo dos seus corações e entrando no interior das bexigas, tipo: ciúme, ressentimento, rancor, odio, inveja, despeito,
desconfianças, falta de perdão, etc.
Depois de dar um nó na bexiga, feita uma oração, com promessas de mudanças e liberação de perdão, os participante
vão jogar a bexiga para cima e brincar com elas até estourar todas.

Dinâmica 04

Objetivo: Lembrar o compromisso da mutualidade que um dia prometeram um ao outro.

Essa dinâmica deve ser no início do evento.

Os organizadores devem levar para o evento um polidor de metais ( ouro) e pequenos pedaços de flanela. No primeiro
dia do evento fazer um momento de compromisso no sentido de que cada um irá buscar participar aproveitando bem
e se decidindo a cuidar melhor do outro e por consequente da própria relação. Nesse instante, eles tiram as alianças
e entregam ao seu cônjuge que a deixará brilhando, polida, brilhante, como era na princípio da relação. A entrega
deve vir acompanhada de uma promessa de cuidar melhor do conjuge e um pedido de perdão.

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terça-feira, 16 de julho de 2013

Preciso que ela me ajude financeiramente, mas ela não quer.

Aconselhamento conjugal  Por Pastor Ismael Roselei de Carvalho, Ministério Casados em Cristo.

Bom dia, Pr Ismael! Graça e Paz!

Conheci seu blog hoje através do google e achei muito bom. Já li diversos artigos hoje que ajudaram bastante. Não sei se o sr. aceita pedido de aconselhamento por email, mas estou precisando de ajuda e orientação.Pois bem, sou cristão desde a infância e minha esposa se converteu na adolescência. Temos dois anos de casados e temos enfrentado bastantes problemas desde o início.
Os primeiros problemas enfrentados foi a diferença de criação de ambos e a adaptação da vida de casado. 
Desde o início ela teve dificuldade de assumir a nova vida e sua nova posição de esposa. Como ela trabalha dia sim e dia não, nos dias de  folga ela sempre vai para a casa da mãe e fica o dia todo e a noite (pois trabalho a noite - explico melhor depois). Isso me deixou bastante  frustrado porque percebi que não tinha uma esposa que gostava de ficar em sua própria casa, cuidando do seu lar, mas uma esposa que gostaria de continuar levando sua vida de solteira na casa da mãe. Eu trabalho os três períodos (manhã, tarde e noite), isto porque antes do casamento quis me desdobrar e me sacrificar um pouco mais para juntar dinheiro para o casamento e não ter muitas dívidas no casamento. 
Ela sempre teve dificuldade em lutar pelo que ela quer. Começou trabalhar tarde, pouco antes do casamento, enquanto se formava, pois se  formou 6 meses depois do casamento. Sempre achei ela acomodada e uma pessoa apática às coisas da vida, aos desafios, talvez isso influencie também no casamento. Acredito que errei quando, mesmo após o casamento, continuei esta carga horária de trabalho para poder comprar um carro pensando no nosso bem estar. 
Mas pensando que isto seria uma situação provisória, logo pagaria o carro e largaria o turno da noite, achei que não teria problema, mas teve. Ela justifica o fato de ir tanto para casa da mãe porque não gosta de ficar sozinha e tem medo e eu só trabalho. Ela sempre usa isto, o trabalho,
 para dizer que sou ausente, que não dou amor e atenção que ela necessita. Concordo com isto, mas achava que ela seria compreensiva pelo nosso 
ideal de pagar o carro.
Este ano ela teve uma promoção, passou a ganhar mais e será possível eu deixar o turno da noite e resolver este problema. 
Mas isto será feito no final do ano.
Pois bem, foram muitas brigas e ela me mostrou um lado que eu não conhecia e me assustou.
 O seu descontrole emocional é enorme. Foram gritarias e muito desrespeito por parte dela, consequentemente comecei fazer a mesma coisa. 
O descontrole emocional é tão grande que ela já chegou ficar chutando a porta do banheiro, pois eu havia fechado para não discutir.
 No mesmo dia, ela pegou uma faca e ficou falando em se matar (coisa absurda em se tratando de cristão - fiquei abismado). Quando eu via este descontrole minha atitude era ficar quieto, nada que eu fizesse iria ajudar. Então, são muitas coisas para serem ditas. É claro que não sou santo e tenho meus erros e minha parcela de culpa.As vezes sou áspero e não tenho muita paciência, principalmente porque eu acho que determinadas atitudes dela é por puro mimo, devido  a sua criação (foi muito mimada e teve uma proteção excessiva). Mas acredito também que há um problema espiritual por trás e uma necessidade de ministração.
Nestes problemas o Pr. da nossa igreja já interveio e nos ajudou um pouco, mas não foi o suficiente. E ele não deu a devida importância sobre a questão da ministração, mesmo eu batendo tanto nesta tecla.
Quando os problemas começaram a ocorrer, como ela teve essa criação mimada, tudo o que ocorria ela ligava para mãe dela e relatava tudo o que tava acontecendo. Minha sogra é uma mulher de Deus e sempre procurava aconselhar da maneira correta e  cristã e não interferir muito. Porém, ela errou e erra, acredito, no mesmo problema que o sacerdote Eli, quando seus filhos erravam e não eram exortados e corrigidos (proteção excessiva). Quando comecei a ver que ela colocava a mãe dela em tudo no nosso casamento, tomei uma atitude  que foi meu maior erro, colocar minha mãe a par das situações também. O problema é que minha mãe também é bastante protetora, só que se  intromete muito mais e de forma errada e não sábia. Meu irmão teve o mesmo problema antes de mim. No final das contas, minha mãe e minha esposa brigaram, e até hoje, apesar de se desculparem, a relação ficou arranhada.
Há muitas coisas para serem ditas, porém tenho que encurtar. O que peço de aconselhamento imediato num problema pontual é com questão a situação financeira.
No início ela ganhava em torno de 800,00 e ajuda com o pagamento da prestação da casa, tirava o dízimo, e o que sobrava ela me dava para
 pagar o restante das contas. Eu ganhava em torno de 1.600,00 e pagava tudo e não sobrava nada. Achei injusto ela contribuir com tudo, pois ela havia as necessidades de mulher, cabeleireiro, unhas, etc. Então, propus para ela somente pagar a casa (430,00) e eu assumir o resto. Porém, nosso padrão de vida foi aumentando e mesmo trabalhando os três períodos eu tive que ir entrando em cartão de crédito para dar conta das despesas. Então me endividei. Minha sogra me emprestou dinheiro para quitar os cartões e os quitei. E já paguei minha sogra também. Porém, mesmo eu trabalhando  tanto não tenho conseguido manter as contas em dia, e comecei a usar dinheiro do limite especial. Conversando com ela, nós combinamos  em colocar as contas em dia e ela iria me ajudar, mas não foi isto que aconteceu.
Hoje, ela ganha em torno de 1.700,00 e eu em torno de 1.900,00. E na mentalidade dela, ela deve me ajudar com a prestação da casa (430,00), e mais uns 400,00... porém essa ajuda dela chega a 800,00 e nossas contas giram em torno de 2.800,00 - 2.900,00 por mês. Ou seja, o que ganho não é o suficiente para pagar o restante e ainda não consigo pagar o limite do cheque especial que está em torno de -3.400,00. Ao conversar com  ela sobre a ajuda, ela fica sempre irritada e quase não há diálogo. É só tocar na questão financeira, fica bastante irada e diz que já contribui.  Porém eu coloquei no papel as dívidas e mostrei para ela e perguntei a ela o que eu deveria fazer já que com que eu ganho não é
 o suficiente para pagar tudo e ainda eu não compro nada para mim e não sei o que ela faz com o restante do dinheiro dela. Para sintetizar, ela diz que eu sou provedor, que isto é responsabilidade minha. Ela não se envolve com estes problemas, fica sempre alheia a tudo isto. Ela tem preocupação com mãe e irmã dela, diz que elas passam dificuldades, apesar delas ganharem bem (porém, são descontroladas), mas dentro de casa ela não se mostra nem um pouco interessada e preocupada com nossa vida financeira. Bom, hoje estamos brigados e eu não sei como agir. Achei que nossa casamento seria bem diferente e que nesta questão financeira, ela sentaria comigo e olharia o que temos para pagar e faríamos tudo juntos, com responsabilidade e inteligência para não endividar. Mas o que ela faz é ajudar com que ela acha suficiente,
 apesar de não ser e dizer que eu sou provedor segundo a bíblia. 
Desculpe pelo texto enorme, mas queria contextualizar a situação. Como o sr. acha que devo agir? Realmente eu sou o provedor e tenho que dar conta sozinho da situação? Não deve exigir saber o que ela faz com o dinheiro que ela ganha?De imediato sei que tenho que diminuir o padrão de vida, principalmente se eu não puder contar com ela. Abraços! Fica com Deus!

Irmão, paz.

Ao que me parece vocês estão passando por aquela fase inicial  onde o ajustamento está acontecendo ainda, então, vamos  resolver esses detalhes com uma boa dose de  paciência para não por a perder a admiração que um ainda nutre pelo outro.
Você me parece ser uma pessoa organizada, inclusive financeiramente, tanto é que está todo preocupado em não endividar, o que é maravilhoso, pois as dívidas estragam sonhos e separam os maiores  amantes. E por ser assim, me parece um pouco frustrado, mas não alimente isso, já pensou se Deus nos revelasse todas as dificuldades que ainda iríamos enfrentar  na vida?  E uma coisa é certa, dias maus vem sobre todas  as pessoas, entao, é preciso estar preparado para tudo, e isso se faz estando fortalecido em Deus. Você ainda chegarão a um  tempo de maior maturidade. Há casais que estão lutando contra um câncer, outros perderam o filho para as drogas, outros enfrentam o adultério, enfim, existem situações extremas, e graças 
a Deus, vocês estão com um "probleminha" que pode ser resolvido melhorando a comunicação.
 Sabe querido, tudo me parece tão pequeno, mesmo a sua questão orçamentária, veja, o dinheiro que entra na família é no valor de 3.600,00 e o que vocês gastam é 2.900,00, ou seja , ainda sobra um pouquinho para as despesas pessoas e alguns extras. Não estou dizendo que não é importante, estou dizendo que é pequena a dificuldade e algo fácil de se resolver. Com base no seu relato acho que algumas coisas vocês precisam trazidas à baila para serem vividas pelo casal: 

Unidade- Quando nos casamos nos transformamos em uma só pessoa, um só coração, um mesmo pensamento, uma mesma direção. Há um segredo chamado "sinergismo do casamento", que seria algo assim, um mais um , não são dois, mas sim, um resultado maior que dois. Ou seja, a união deles proporciona um resultado  melhor, maior do que quando somados os esforços individualmente. Agora, para que isso seja experimentado é necessário que haja entre o casal a "unidade". Para que você entenda melhor vou explicar a diferença entre "união" e "unidade". União é quando se tem , por exemplo, três batatas juntas e "unidade" é quando se tem três batatas que cozidas ( processadas) e  misturadas formaram uma massa única, indivisível. Percebeu a diferença? Vocês dois tem união, mas ainda não chegaram ao ponto de serem uma unidade conjugal, e portanto, ainda não desfrutam do "sinergismo conjugal".

Interdepência conjugal- Depois de casado, devemos deixar os comportamentos de solteiro, deixar pai e mãe ( não abandonar, mas tornar-se independente) e verdadeiramente nos unir ( ter unidade). "Cônjuge" vem de jugo, ou seja, é preciso estar os dois debaixo da mesma canga e assim , andar e  construir juntos.Aqui a independência tem um lugar bem pequeno, pois Paulo nos ensina que "No Senhor, todavia, a mulher não é independente do homem, nem o homem  independente da mulher." 1 Coríntios 11:11. Ou seja, eles vivem um interdependência, ele está dependente dela e ela dele. E o que implica isso? Implica dizer que
eles devem prestar contas de sua vida um para o outro, e se tratarem com mutualidade. É preciso dar satisfação sim, pois quem não gosta da dar satisfação, então que viva sozinha.  Outro diz vi uma ilustração em forma de desenho e achei interessante, um casal estava num barquinho que começava a afundar, com água entrando em uma das extremidades onde se achava o marido, e na outra extremidade, já levantada 
acima das águas, uma esposa dizendo: "ainda bem que não é o meu lado que está enchendo d'água". Veja, qualquer das extremidades que encher d'água, afunda todo o barco. O que aprendemos com isso, aprendemos que a preocupação da minha esposa é a minha preocupação porque se ela afundar, nós afundamos.

Companheirismo.  Para o casal, uma das virtudes necessárias é o prazer de se alegrar e de sofrer juntos se necessário for. É poder dizer ao outro "conte comigo porque estou contigo". A falta de companheirismo é na verdade um egoísmo, é fruto de quem só pensa em si mesmo esquecendo que o que a Bíblia diz: "É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas.
Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se! E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho? Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidades. Eclesiastes 4:9-12

Agradar ao cônjuge. Essa é uma virtude altruísta, antes de pensar em ser feliz, em ser agradado, é preciso pensar em fazer o outro feliz, é aliviar o peso, é empenhar-se para que o outro não sofra, esse é o amor que será sempre recompensado. Por mais rude, brutamontes, indelicado que alguém seja, à medida
que procuro agradá-lo, em algum momento ele começara a retribuir a esse tratamento bondoso. O apóstolo Paulo diz que o homem casado pensa em agradar a sua esposa e a esposa, por sua vez, procura agradar ao seu marido ( I Co 7.3, 33,34 ).

Comunicação. A maioria dos problemas conjugais poderão ser resolvidos se soubermos nos comunicar bem. A palavra branda desvia o furor, a justiça praticada dentro de casa promove a paz, o não pensar mal do outro demonstra confiança, e a confiança fortalece as relações. As mulheres geralmente são melhores
 nos argumentos, e são mais serenas e tratáveis do que os homens, que  por natureza, são mais rudes, mais broncos e com dificuldades de se expressar. 
 Os homens em geral, quando numa discussão,  gritam ao invés de melhorarem seus argumentos ou fogem do ambiente para evitar o mal maior, porque  na verdade, todo homem quando confrontado e apontado seus defeitos, sua vontade é de destruir seu oponente, como não vai fazer isso, então é melhor sair dali. 
E no seu caso, meu caro irmão, isso se revela quando você diz que se trancou dentro do banheiro para não brigar e que é áspero e rude , ainda que eventualmente. Ela tem razão quando diz que você é o provedor, mas não pode se esquecer que ela é tua ajudadora e não sua concorrente ou oponente.
 O papel dela , enquanto mulher, é criar um ambiente favorável para que você possa desempenhar bem o seu papel, apoiando, aconselhamento, dando sua opinião, assumindo responsabilidades, é só dar uma olhadinha na mulher casada de Provérbios 31.10ss.
 Mais isso, meu caro, se resolve com conhecimento de papeis no casamento. Sugiro que leiam a Bíblia, especialmente com relação a relacionamentos humanos e conjugais.

Presença de Deus. Se tudo o que disse acima falhar, a presença de Deus irá decretar o sucesso, mantendo-os juntos e mostrando o caminho, abençoando, ensinando a reconciliação e o perdão. Ah, não se esqueça disso: "Nunca somos tão bons, na exata medida que pensamos que somos". Eu pensei que era bom demais, mas um dia deixei minha esposa falar e me assustei, fique chocado com o que ouvi, mas valeu, eu não era tão certinho quanto pensei.  E a Bíblia já falava disso, só que eu não prestei atenção, veja: 
Que outros façam elogios a você, não a sua própria boca; outras pessoas, não os seus próprios lábios. Provérbios 27:2
Não que você estivesse se elogiando, mas é para crescimento, assim, vocês dois descem um pouco de seus orgulhos pessoas em prol da relação. 

Um abração, Pr Ismael e Pra.Cleire.

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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Quero me separar, mas não sei se Deus aprovaria.

Aconselhamento por Pastor Ismael Roselei de Carvalho.


A paz pastor Ismael, a minha história e a seguinte: A minha mãe havia me mandado embora de casa e passei a viver com uma senhora que me acolheu e eu ia à igreja com ela ate que decidi me juntar com o meu marido se amor, mas por que ele dar-me-ia abrigo, era maneira de ter uma casa para morar e isso faz 12 anos. Durante esse tempo o meu marido começou a me trair com vizinhas e desde que estamos juntos dorme fora todas as sexta.  Quando pergunto ele diz que é porque se casou cedo e não teve tempo para curtir. Me violenta verbalmente, já me violentou fisicamente vive uma vida singular e tudo que construímos juntos diz que é dele porque eu nunca trabalhei, mas lhe encontrei sem nada. Entrei sem amar na esperança de vir a ama-lo, mas não me deixou fazer assim, pois no primeiro ano já me traia com a vizinha, dormia fora e não era carinhoso. Com as traições dele eu passei a rejeitá-lo quando me procurasse e não aceitava conversar, fazia sexo à força. E agora está difícil de aguentar. Estou para me separar porque me prejudica Espiritualmente. Estou com o coração magoado. Quando o perdoo volta a me ferir de novo e o coração volta a doer. Ate tenho sintomas físicos por causa da pressão diária. Ele diz que não pode se casar comigo por que ainda esta a me conhecer, mas já passa de 12 anos que estamos juntos e eu também nunca desejei casar com ele, estou com ele por que ainda não tenho condições para me sustentar e medo de não estar a fazer a vontade de Deus. Ele até vai a igreja nos domingo, mas não esta totalmente convertido, e eu sei que Deus quer me usar por que tenho o dom de profecia, mas a nossa relação me atrapalha muito, pois  caminhamos em caminhos diferentes. Estou sofrendo muito com isso, e ele é muito arrogante.  Ajude-me. Tenho 2 filhos. Pastor, até apanho roupas de mulher no carro e outros objetos, incluindo preservativos. Socorro.

Resposta:

Minha irmã, você é mais uma daquelas mulheres que amam a Deus, mas ainda não amadureceu com relação a obediência na Palavra, deixando a vida pessoal, conjugal toda desorganizada. Veja, você se ajuntou por interesse, não quis se casar, assim como o seu companheiro também não e assim quebraram os princípios para o sucesso de um casamento.
Sabe querida, casamento é uma aliança que exige algumas características como:

Mutualidade ( eu cuido de você,  e você cuida de mim),
Permanência (para sempre),
Intimidade (sexo, proximidade),
Sacralidade ( é santo, Deus nele está),
Exclusividade ( compromisso de fidelidade, lealdade)

Percebe que tudo o que se exige numa aliança conjugal está em falta no seu relacionamento? De forma que seu “casamento” é totalmente desfigurado, então, se for para viver assim é melhor a separação.
Mas antes de tudo, tenha uma boa e quem sabe última conversa com ele, fale sobre seus sentimentos, seu temor à  Deus e a necessidade de mudanças e consertos.  É possível que você já tenha feito isso, mas faça com mais seriedade. Deixe claro para ele que se as coisas não mudarem você irá se separar. Dê razões para que ele creia que você não está brincando, nem blefando, muito pelo contrário, está decidida a fazer o que esta falando.
Como você não está preparada para a saída, é bom que se prepare. Economize recursos, procure emprego, coloque as crianças na creche ou em escola em tempo integral, enfim, tome providências. E tem mais, pode ficar tranquila que Deus irá cuidar de você e das crianças. Firme a sua raiz na igreja, faça parte de tudo o for necessário.
Arrependa-se de seus pecados com relação ao assunto, peça força de Deus para uma separação ou então que Ele complete a obra na vida de vocês.
Deixa-me dizer uma coisa, eu creio que Jesus é restaurador de todas as coisas, os planos dele não podem falhar, e quando vejo a sua situação penso primeiro que o milagre deve ser buscado, mas considero os anos de busca e não houve mudança, antes , houve adultério, violência física e verbal, então, ao meu ver está chegando a hora de as coisas se resolverem de um jeito ou do outro, é preciso tomar atitudes. Penso até que continuar não pode ser a vontade de Deus, pois falta tudo nessa relação. O próprio Deus quando viu sua mulher, Israel, pecando, se prostituindo com Deuses estranhos, deu um ultimato e a abandonou, só a aceitando de volta quando ela se arrependeu e tornou o seu coração para Ele.
Pode até acontecer que quando ele se der conta que você está firme no propósito de separação, ele melhore e mude de vida, mas lembre, a mudança deve incluir o Reino de Deus, ele tem que se converter verdadeiramente, caso contrário, é só por um tempo e as coisas voltam ao costume anterior, violência, adultério, ameaças, vida independente e outras coisas.
Quanto a você, fico na verdade indignado, como pode alguém não amar, não ser amada, não ser a única, ser violentada a ainda assim aguentar doze anos. Para mim é sinal que existe amor, mas está sem vida, e que se as coisas mudarem, o amor pode brilhar de novo.
Busque conselhos de pessoas sérias de sua igreja, seus líderes, peça ajuda, e de tudo, tire suas próprias conclusões, mas de antemão digo, você tem amparo bíblico para não continuar com essa relação.
Você precisa ser mais assertiva, mas decidida na condução de sua vida, ser previdente é uma virtude cristã, como pode deixar passar doze anos pensando em se separar e não estar preparada para isso? Confie em Deus, tenha atitudes, não só com relação ao relacionamento, mas com a vida de um modo geral. Quanto a ser profeta, pense bem, conserte primeiro sua vida pessoal, depois vá servir a Deus movendo-se nos dons que Ele te concede, pois de outra forma, quem dará crédito às suas profecias?


Abraços, Pr Ismael.


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domingo, 7 de julho de 2013

Quando os esforços não são reconhecidos.

Texto de  Pastor Ismael Roselei de Carvalho.


Quando os esforços não são reconhecidos.


Impressionante  como somos, por vezes, desatentos demais nas nossas relações. 
Em  quase todos os casamentos  as reclamações por mudanças estão presentes. Ele deseja que ela mude o seu jeito de ser, e ela , da mesma forma, implora para que ele abandone alguns velhos e danosos hábitos. Mas a reflexão aqui não é sobre a necessidade de mudanças, mas sim, sobre a necessidade de reconhecermos quando o outro mudou e a gente não se deu conta. 
Outro dia observei um casal, de cujas vidas participamos, e sabia do esforço do marido em corrigir um determinado hábito, posto que era ofensivo para a esposa. E  numa roda de amigos,  ela deixou escapar que o marido era costumeiro naquele mau habito. Ele ouviu o seu comentário, ficou em silêncio,  me olhou por um instante e pude ver nos seus olhos a decepção por ter lutado tanto para vencer uma dificuldade comportamental, e ao final, ela nem se deu conta que as coisas mudaram. 
 Ele se esforçou, se policiou, venceu o seu mau costume, mas ela não viu, não sentiu , não reconheceu. Estava tão certa dos "defeitos" dele que não teve olhos para ver quando a mudança aconteceu. Acho que já estava até acostumada a falar dele, tão zelosa em anunciar a falha do marido sem se dar conta que aquilo já não fazia mais parte da vida dele. 
Quando nossos esforços não são reconhecidos, é frustrante demais, e um "bom" motivo para novos conflitos. Pense nisso, corrija isto.

Fique com Deus, fique em família.

Ismael e Cleire, Casados em Cristo.



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