Por Reverendo Wilson Osório.
Extrato da publicação na revista SAF, Maio/2009.
Uma família sólida dará origem a uma sociedade sadia e sólida, uma família frágil dará uma sociedade doente e frágil.
Edward Hoover, (presidente do FBI, Estados Unidos) escreveu: “É na família que se formam os grandes criminosos” acrescentamos “ e também os grandes homens de Deus”, como Moisés, Samuel e Jesus Cristo.
Como pais e família, ou nós cooperamos com Deus, ou trabalhamos contra ele.
Cooperamos: gerando filhos para Deus (como Ana e Maria fizeram), evangelizando-os, acompanhando-os com amizade e respeito.
Só o amor cultivado sinceramente e realmente posto em prática vence o ódio e a violência, afastando assim nossos filhos da delinquência.
Isso tem que começar em nossas casas e em nossas igrejas. Só o ensino bíblico, a educação cristã, e a vida cristã nos lares evitarão isso para nossos filhos.
Comentário do Casados em Cristo:
Quando lemos a respeito de Ana, que orou pelo filho antes dele nascer, demonstrando assim que era desejado e quando chegou ela o preparou para ser um homem de Deus, isso deveria provocar em nós uma reflexão e uma tomada de decisão.
Nós temos desejado os nossos filhos ou eles são uns acidentes de percurso ? Se eles foram programados ou não, isso não é o que importa, mas o que importa é que a partir do momento que tomamos conhecimento de sua existência ainda no ventre, aí se deve iniciar uma relação de amor.
Quem de nós tem ensinado as futuras mamães a desejarem e a orarem pelos filhos ainda não gerados? Quem tem decidido criar filhos para Deus?
Assim como o gerar filhos é uma coisa mais ou menos incerta, não programada na maioria das vezes, assim também tem sido a nossa forma de educar, dificilmente encontramos alguém que esteja preparando seu filho para ser um homem de Deus.
Geralmente as pessoas estão preocupadas com o ensino secular, qual escola vai estudar, que área educacional vai seguir, qual será a sua profissão, onde irá trabalhar, tudo, menos gerar filhos para Deus.
Se por um acaso acontecer terá sido algo inesperado, ao contrário de Ana que esperou por isso, orou para que acontecesse, abriu mão do filho para Deus. Gere filhos para Deus, pense nisso.
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sábado, 23 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Ele não é carinhoso comigo.Onde reclamo?
Por Pr Ismael.
Boa parte das mulheres reclama que seus parceiros (maridos, noivos, namorados) não são carinhosos.
Algumas dizem que seus companheiros nunca são carinhosos , já outras dizem que eles são carinhosos somente na hora da cama.
A questão é que na maioria das vezes elas reclamam com a pessoa errada. Umas reclamam com as colegas de trabalho, outras na família. Tem que reclamar com quem pode resolver a questão.
É fato, boa parte dos homens têm problemas com relação a demonstrar afeto, muitos não fazem porque não aprenderam no devido tempo, são oriundos de famílias pouco afetivas, onde as pessoas quase não se tocavam , os abraços só na chegada ou no anivérsário, não era algo para o uso diário.
Outros tem internalizado nos seus corações que isso não é muito próprio de um "macho", que deve ser durão, um guerreiro, que não chora nunca ( só urra, como diz o cantor Leonardo), que ser carinhoso é sinal de fraqueza, essas e outras besteiras, pensamentos irracionais.
Mas ser carinhoso é algo que pode e deve ser aprendido. O caminho para a cura começa com uma boa conversa, aliás , a maioria dos problemas dos casais seriam resolvidos com uma conversa próativa. Então, a hora é agora, mãos a obra.
Diga-lhe que o carinho faz bem para sua saúde emocional. Que você se sente segura do seu amor. Que assim procedendo está demonstrando cuidado e proteção. Ensine-o a valorizar os seus sentimentos, a importância de você ter suas necessidades emocionais supridas.
Conta prá ele que hoje em dia os homens são classificados em:
-heterossexual ( "amor à moda antiga"),
-retrossexual , (“os brutos também amam, mas do jeito deles”);
-metrossexual ( "o homem da metrópole", que gosta de perfumaria e muitos cremes )
-Ubesexual ( aquele que se cuida, é vaidoso, usa uns cremes, mas que é sensível às necessidades dela).
Esse camarada é o sonho das mulheres, há quem diga até que não existe.
Inicialmente pode parecer estranho, você vai dizer pra você mesma, “Puxa!Estou tendo que mendigar um pouco de carinho”, mas calma, quando ele aprender a ser carinhoso e ver que está sendo bom prá ele também, a coisa vai fluir naturalmente.
Quando menos você esperar ele estará chegando perto e tocando carinhosamente.Já viu gatinha de estimação, como ela se comporta? Vem esfregando na perna da gente e quando recebe um afago se desmancha toda, é assim que se faz. Tem mulher que precisa aprender a receber um elogio e também um carinho.
Seja prática e clara, diga o que?, onde? E como? Você gosta de ser tocada. Quando ele fizer um carinho, demonstre que gostou, retribua, elogie.
Ouvi alguém dizer que “Não reclame daquilo que você tolera”, então pare de reclamar e tome atitude.
A mesma coisa vale para os homens, se porventura você é do tipo que gosta de receber um afago (quem não gosta?) e isso não está acontecendo, não precisa ameaçar ir ao setor de reclamação, no 0800, ou no Procon, não. Tão somente fale com ela, ensine-a sobre isso e verá que valeu a pena. Jesus disse: " Quem pede recebe". Do contrário, quem não pede não recebe.
Há casos de cônjuges que sonham com o outro lhe fazendo uma boa massagem, mas que por sua vez também não fazem. Quem quer receber tem que primeiro dar.Essa é a lei.
Um abraço, com carinho, em Cristo Jesus.
Pr Ismael e Pra. Cleire.
Boa parte das mulheres reclama que seus parceiros (maridos, noivos, namorados) não são carinhosos.
Algumas dizem que seus companheiros nunca são carinhosos , já outras dizem que eles são carinhosos somente na hora da cama.
A questão é que na maioria das vezes elas reclamam com a pessoa errada. Umas reclamam com as colegas de trabalho, outras na família. Tem que reclamar com quem pode resolver a questão.
É fato, boa parte dos homens têm problemas com relação a demonstrar afeto, muitos não fazem porque não aprenderam no devido tempo, são oriundos de famílias pouco afetivas, onde as pessoas quase não se tocavam , os abraços só na chegada ou no anivérsário, não era algo para o uso diário.
Outros tem internalizado nos seus corações que isso não é muito próprio de um "macho", que deve ser durão, um guerreiro, que não chora nunca ( só urra, como diz o cantor Leonardo), que ser carinhoso é sinal de fraqueza, essas e outras besteiras, pensamentos irracionais.
Mas ser carinhoso é algo que pode e deve ser aprendido. O caminho para a cura começa com uma boa conversa, aliás , a maioria dos problemas dos casais seriam resolvidos com uma conversa próativa. Então, a hora é agora, mãos a obra.
Diga-lhe que o carinho faz bem para sua saúde emocional. Que você se sente segura do seu amor. Que assim procedendo está demonstrando cuidado e proteção. Ensine-o a valorizar os seus sentimentos, a importância de você ter suas necessidades emocionais supridas.
Conta prá ele que hoje em dia os homens são classificados em:
-heterossexual ( "amor à moda antiga"),
-retrossexual , (“os brutos também amam, mas do jeito deles”);
-metrossexual ( "o homem da metrópole", que gosta de perfumaria e muitos cremes )
-Ubesexual ( aquele que se cuida, é vaidoso, usa uns cremes, mas que é sensível às necessidades dela).
Esse camarada é o sonho das mulheres, há quem diga até que não existe.
Inicialmente pode parecer estranho, você vai dizer pra você mesma, “Puxa!Estou tendo que mendigar um pouco de carinho”, mas calma, quando ele aprender a ser carinhoso e ver que está sendo bom prá ele também, a coisa vai fluir naturalmente.
Quando menos você esperar ele estará chegando perto e tocando carinhosamente.Já viu gatinha de estimação, como ela se comporta? Vem esfregando na perna da gente e quando recebe um afago se desmancha toda, é assim que se faz. Tem mulher que precisa aprender a receber um elogio e também um carinho.
Seja prática e clara, diga o que?, onde? E como? Você gosta de ser tocada. Quando ele fizer um carinho, demonstre que gostou, retribua, elogie.
Ouvi alguém dizer que “Não reclame daquilo que você tolera”, então pare de reclamar e tome atitude.
A mesma coisa vale para os homens, se porventura você é do tipo que gosta de receber um afago (quem não gosta?) e isso não está acontecendo, não precisa ameaçar ir ao setor de reclamação, no 0800, ou no Procon, não. Tão somente fale com ela, ensine-a sobre isso e verá que valeu a pena. Jesus disse: " Quem pede recebe". Do contrário, quem não pede não recebe.
Há casos de cônjuges que sonham com o outro lhe fazendo uma boa massagem, mas que por sua vez também não fazem. Quem quer receber tem que primeiro dar.Essa é a lei.
Um abraço, com carinho, em Cristo Jesus.
Pr Ismael e Pra. Cleire.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Atriz Luiza Tomé, evangélica, fala da restauração de seu casamento
Atriz Luiza Tomé, agora evangélica, declara que a fé salvou seu casamento
Atriz, que volta à TV em tributo a Machado, conta que a fé salvou seu casamento.
Ela é inquieta, não pára um minuto. A atriz Luiza Tomé (45) é capaz de fazer tudo ao mesmo tempo. Cuida do marido, o empresário Adriano Facchini (44), com quem acaba de completar 15 anos de união, dos filhos Bruno (10), Luigi e Adriana (4), que ainda exigem muito a sua presença, e trabalha na Rede Record, onde tem contrato até 2010. Sua próxima aparição na TV será na adaptação de Os Óculos de Pedro Antão parceria da emissora com a produtora Contém Conteúdo -, em homenagem ao centenário de morte do autor, Machado de Assis.
A vida glamourosa, no entanto, está longe de parecer anúncio de margarina, como a atriz faz questão de enfatizar. “É corrido. Quando gravo, me divido em mil”, conta ela, que, apesar da rotina agitada, sente-se mais estruturada. Além da harmonia familiar e da satisfação profissional, Luiza descobriu uma nova religião. Há dois anos e meio, freqüenta, com o marido e os filhos, a Igreja Batista Palavra Viva. E, desde então, assegura que tudo mudou para melhor.
O que aconteceu na sua rotina de vida depois que você virou evangélica?
Muita coisa. A relação melhorou. Adriano era mais ciumento e isso incomodava. Ele aprendeu a perdoar, a não ter mágoa, coisas que só fazem mal. Eu o levei para a igreja e, no final, ele se apegou muito mais. Já fui católica, budista, kardecista. Mas agora me achei. O mundo precisa de fé. Não consigo viver sem Deus. Peco, sou pecadora, sim. Gosto de dançar, beber vinho, fumar meu cigarro. Mas tenho encontrado mais equilíbrio.
Você e Adriano já superaram uma crise. Como foi?
Tivemos uma grave quando já freqüentávamos a igreja, há cerca de um ano. É difícil ficar casada por quinze anos e não passar por uma crise ou outra. Quase acabamos, mas seguramos a onda, colocamos tudo na balança. Acho que vamos ter muitos problemas ainda, mas sinto que a cada dia que passa evoluímos na relação. Em um determinado ponto do casamento, a paixão vai embora e o que fica é o amor. Mas fazer o que lá fora? Viver uma aventura? Chegamos à conclusão de que não valia à pena deixar uma relação com três filhos se a gente ainda se amava.
E as crianças, como reagiram a essa nova opção religiosa?
Meus filhos são a minha vida. E eles adoram a igreja. É bom que as crianças cresçam com o sentimento de fé. O Luigi canta o hino de louvor durante o banho. É a coisa mais linda. Fico arrepiada só de ouvir. Ele é o que mais questiona e sempre tentamos esclarecer tudo da melhor maneira possível.
Como você se sente com 45 anos de idade?
Muito bem. Sou cuidadosa com meu corpo e minha pele, até porque tenho pânico de plástica.
E como está o trabalho?
Adoro a Record. Renovei meu contrato até 2010 e gravei o especial, que ficou lindo. Estou feliz de participar de um projeto em homenagem a Machado. Fiquei tão empolgada que já penso em produzir um de seus textos para o teatro.
Fonte: Portal Gospel Tv / O Verbo
Postado por W. Júnior
Atriz, que volta à TV em tributo a Machado, conta que a fé salvou seu casamento.
Ela é inquieta, não pára um minuto. A atriz Luiza Tomé (45) é capaz de fazer tudo ao mesmo tempo. Cuida do marido, o empresário Adriano Facchini (44), com quem acaba de completar 15 anos de união, dos filhos Bruno (10), Luigi e Adriana (4), que ainda exigem muito a sua presença, e trabalha na Rede Record, onde tem contrato até 2010. Sua próxima aparição na TV será na adaptação de Os Óculos de Pedro Antão parceria da emissora com a produtora Contém Conteúdo -, em homenagem ao centenário de morte do autor, Machado de Assis.
A vida glamourosa, no entanto, está longe de parecer anúncio de margarina, como a atriz faz questão de enfatizar. “É corrido. Quando gravo, me divido em mil”, conta ela, que, apesar da rotina agitada, sente-se mais estruturada. Além da harmonia familiar e da satisfação profissional, Luiza descobriu uma nova religião. Há dois anos e meio, freqüenta, com o marido e os filhos, a Igreja Batista Palavra Viva. E, desde então, assegura que tudo mudou para melhor.
O que aconteceu na sua rotina de vida depois que você virou evangélica?
Muita coisa. A relação melhorou. Adriano era mais ciumento e isso incomodava. Ele aprendeu a perdoar, a não ter mágoa, coisas que só fazem mal. Eu o levei para a igreja e, no final, ele se apegou muito mais. Já fui católica, budista, kardecista. Mas agora me achei. O mundo precisa de fé. Não consigo viver sem Deus. Peco, sou pecadora, sim. Gosto de dançar, beber vinho, fumar meu cigarro. Mas tenho encontrado mais equilíbrio.
Você e Adriano já superaram uma crise. Como foi?
Tivemos uma grave quando já freqüentávamos a igreja, há cerca de um ano. É difícil ficar casada por quinze anos e não passar por uma crise ou outra. Quase acabamos, mas seguramos a onda, colocamos tudo na balança. Acho que vamos ter muitos problemas ainda, mas sinto que a cada dia que passa evoluímos na relação. Em um determinado ponto do casamento, a paixão vai embora e o que fica é o amor. Mas fazer o que lá fora? Viver uma aventura? Chegamos à conclusão de que não valia à pena deixar uma relação com três filhos se a gente ainda se amava.
E as crianças, como reagiram a essa nova opção religiosa?
Meus filhos são a minha vida. E eles adoram a igreja. É bom que as crianças cresçam com o sentimento de fé. O Luigi canta o hino de louvor durante o banho. É a coisa mais linda. Fico arrepiada só de ouvir. Ele é o que mais questiona e sempre tentamos esclarecer tudo da melhor maneira possível.
Como você se sente com 45 anos de idade?
Muito bem. Sou cuidadosa com meu corpo e minha pele, até porque tenho pânico de plástica.
E como está o trabalho?
Adoro a Record. Renovei meu contrato até 2010 e gravei o especial, que ficou lindo. Estou feliz de participar de um projeto em homenagem a Machado. Fiquei tão empolgada que já penso em produzir um de seus textos para o teatro.
Fonte: Portal Gospel Tv / O Verbo
Postado por W. Júnior
Como não criar um adolescente rebelde.
Como não criar um adolescente rebelde.
Por Pr Ismael
1-Use de autoridade em todas as etapas da vida, porém, não seja autoritário.
Quando o filho é pequeno obedece por medo, depois na adolescência se rebela com a hipocrisia. Torna-se um filho independente, que vai buscar em outro grupo social a aceitação que não encontra na família, como em gangues,por exemplo.
Pai autoritário é do tipo “faça o que eu mando, não faça o que eu faço”, trabalha em cima de proibições, “não faça”, “não vá”, “não pode”, porém não gosta de dar explicações, não diz o porquê das coisas.
Ele afugenta os filhos, não há prazer na sua presença. O relacionamento é imposto e não em amor.
2- Não seja o pai permissivo, onde o filho pode tudo.
Filhos sem limites, sem responsabilidades, sem compromisso com a família, esse irá envergonhar a sua mãe no dia de amanhã.. Quando adolescente irá imaginar que o mundo gira em torno dele e que todas as pessoas existem para satisfazê-lo, vai tratar as pessoas com desprezo, pois o importante é ele e não os outros. Filho que não vai respeitar pai e mãe, nem tampouco autoridades como o professor e o policial. Esse filho não será feliz no casamento e no trabalho visto que é egoísta demais e não considera as pessoas a sua volta, pois entendeu que são seus servos. Pais que poupam seus filhos de tudo, assumem por eles afazeres serão pais que irão enfrentar sérios problemas quando na adolescência.
3- Não abandone emocionalmente seu filho.
Pais ausentes, pais que suprem materialmente a vida do filho, porém, não supre suas carências emocionais está criando filho para a infelicidade. Filhos que quebrarão as regras de boa convivência social em busca de ser notado por alguém. Menina abandonada é aquela que irá procurar um homem que lhe ofereça carinho que o pai não lhe deu, estará em situação de vulnerabilidade emocional. O espírito de independência vai estar no seu coração visto que não se sente pertencente a família.O pai deve abraçar, dar tempo ao filho, estar junto nos momentos importantes,mostrar que o ama, que se importa com ele.
4- Discipline, treine o coração do seu filho.
Saiba que a estultícia está no coração da criança, porém a disciplina a afugentará dela. Filhos sem limites, sem responsabilidades irão gerar sofrimento e vergonha para os pais quando na adolescência. É melhor sofrer agora, corrigindo, ensinando, do que amanhã ou depois chorar na porta de uma cela de presídio. Comece ensinando mesmo antes da pré-adolescência, a fazer pequenos trabalhos domésticos e vá aumentando a responsabilidade à medida que cresce. Filho que não organiza seu quarto que não guarda seus brinquedos e material escolar; que resiste a ordem da mãe, será um adolescente rebelde, que não tem senso de convivência em grupo, que não se importa se as suas atitudes estão incomodando alguém.
Por Pr Ismael
1-Use de autoridade em todas as etapas da vida, porém, não seja autoritário.
Quando o filho é pequeno obedece por medo, depois na adolescência se rebela com a hipocrisia. Torna-se um filho independente, que vai buscar em outro grupo social a aceitação que não encontra na família, como em gangues,por exemplo.
Pai autoritário é do tipo “faça o que eu mando, não faça o que eu faço”, trabalha em cima de proibições, “não faça”, “não vá”, “não pode”, porém não gosta de dar explicações, não diz o porquê das coisas.
Ele afugenta os filhos, não há prazer na sua presença. O relacionamento é imposto e não em amor.
2- Não seja o pai permissivo, onde o filho pode tudo.
Filhos sem limites, sem responsabilidades, sem compromisso com a família, esse irá envergonhar a sua mãe no dia de amanhã.. Quando adolescente irá imaginar que o mundo gira em torno dele e que todas as pessoas existem para satisfazê-lo, vai tratar as pessoas com desprezo, pois o importante é ele e não os outros. Filho que não vai respeitar pai e mãe, nem tampouco autoridades como o professor e o policial. Esse filho não será feliz no casamento e no trabalho visto que é egoísta demais e não considera as pessoas a sua volta, pois entendeu que são seus servos. Pais que poupam seus filhos de tudo, assumem por eles afazeres serão pais que irão enfrentar sérios problemas quando na adolescência.
3- Não abandone emocionalmente seu filho.
Pais ausentes, pais que suprem materialmente a vida do filho, porém, não supre suas carências emocionais está criando filho para a infelicidade. Filhos que quebrarão as regras de boa convivência social em busca de ser notado por alguém. Menina abandonada é aquela que irá procurar um homem que lhe ofereça carinho que o pai não lhe deu, estará em situação de vulnerabilidade emocional. O espírito de independência vai estar no seu coração visto que não se sente pertencente a família.O pai deve abraçar, dar tempo ao filho, estar junto nos momentos importantes,mostrar que o ama, que se importa com ele.
4- Discipline, treine o coração do seu filho.
Saiba que a estultícia está no coração da criança, porém a disciplina a afugentará dela. Filhos sem limites, sem responsabilidades irão gerar sofrimento e vergonha para os pais quando na adolescência. É melhor sofrer agora, corrigindo, ensinando, do que amanhã ou depois chorar na porta de uma cela de presídio. Comece ensinando mesmo antes da pré-adolescência, a fazer pequenos trabalhos domésticos e vá aumentando a responsabilidade à medida que cresce. Filho que não organiza seu quarto que não guarda seus brinquedos e material escolar; que resiste a ordem da mãe, será um adolescente rebelde, que não tem senso de convivência em grupo, que não se importa se as suas atitudes estão incomodando alguém.
sábado, 16 de maio de 2009
Como posso diminuir a obcecada preocupação com meus filhos?
Excesso de preocupação
Como posso diminuir a obcecada preocupação com meus filhos?
Pergunta: Estou constantemente preocupada com meus dois filhos. Muitas vezes fico acordada durante a noite pensando em todas as coisas que poderiam dar errado e as que poderiam lhes trazer sofrimento. Até mesmo orar por minhas preocupações não tem sido o bastante para aliviar minha mente. Alguma sugestão para esta mãe ansiosa?
Resposta: Lembro-me de quando passei por experiências e sentimentos assim. Não estava preocupada apenas com a segurança física de meus filhos, mas também com a segurança espiritual em meio a uma cultura tão afastada de Deus.
Deus me ensinou uma importante lição que podemos aplicar a todos estes temores. Estava em uma reunião de oração semanal na igreja, quando me levantei juntamente com outras pessoas para compartilhar um pedido específico de oração. Na oração, pedi a Deus que protegesse meus filhos, pois eu estava cada dia mais preocupada e temerosa por eles, me sentia sem controle algum. Quanto mais meus filhos cresciam, mais eu sentia que escapavam de meu ambiente protetor. No momento em que eu compartilhava, um versículo veio à minha mente: “...sei em quem tenho crido e estou bem certo de que ele é poderoso para guardar o que lhe confiei até aquele dia” (2 Timóteo 1:12). Imediatamente compreendi que Deus estava me dizendo que eu nunca poderia proteger meus filhos da forma adequada, da forma que Ele poderia proteger. Tudo o que eu poderia fazer e precisaria fazer era entregar meus filhos nas mãos de Deus diariamente e confiar nele.
Que bom saber que Deus é mais do que capaz de cuidar dos meus filhos. Você sabe disso também. Agora entregue seus filhos nas mãos de Deus, nas mãos de quem pode cuidar deles realmente, nas mãos de quem estarão verdadeiramente seguros.
Lisa Whelchel é autora de livros e mora com seu marido Steve e três filhos. Para mais informações, visite www.lisawhelchel.com
Copyright © 2008 por Christianity Today International
Como posso diminuir a obcecada preocupação com meus filhos?
Pergunta: Estou constantemente preocupada com meus dois filhos. Muitas vezes fico acordada durante a noite pensando em todas as coisas que poderiam dar errado e as que poderiam lhes trazer sofrimento. Até mesmo orar por minhas preocupações não tem sido o bastante para aliviar minha mente. Alguma sugestão para esta mãe ansiosa?
Resposta: Lembro-me de quando passei por experiências e sentimentos assim. Não estava preocupada apenas com a segurança física de meus filhos, mas também com a segurança espiritual em meio a uma cultura tão afastada de Deus.
Deus me ensinou uma importante lição que podemos aplicar a todos estes temores. Estava em uma reunião de oração semanal na igreja, quando me levantei juntamente com outras pessoas para compartilhar um pedido específico de oração. Na oração, pedi a Deus que protegesse meus filhos, pois eu estava cada dia mais preocupada e temerosa por eles, me sentia sem controle algum. Quanto mais meus filhos cresciam, mais eu sentia que escapavam de meu ambiente protetor. No momento em que eu compartilhava, um versículo veio à minha mente: “...sei em quem tenho crido e estou bem certo de que ele é poderoso para guardar o que lhe confiei até aquele dia” (2 Timóteo 1:12). Imediatamente compreendi que Deus estava me dizendo que eu nunca poderia proteger meus filhos da forma adequada, da forma que Ele poderia proteger. Tudo o que eu poderia fazer e precisaria fazer era entregar meus filhos nas mãos de Deus diariamente e confiar nele.
Que bom saber que Deus é mais do que capaz de cuidar dos meus filhos. Você sabe disso também. Agora entregue seus filhos nas mãos de Deus, nas mãos de quem pode cuidar deles realmente, nas mãos de quem estarão verdadeiramente seguros.
Lisa Whelchel é autora de livros e mora com seu marido Steve e três filhos. Para mais informações, visite www.lisawhelchel.com
Copyright © 2008 por Christianity Today International
A cura da alma da família.
Por
Pastora Janethi Menezes
Nestes últimos dias da igreja do Senhor Jesus na face da terra, Deus tem o melhor para nos dar, como família.
O coração de Deus pulsa forte pela família.
A unção de restauração familiar tem sido derramada de maneira tremenda. Precisamos resgatar as nossas famílias. Há uma sede de ser feliz dentro dos nossos lares. Existe um grito dentro de cada casa clamando pela unidade, pela restauração familiar.
Estamos nos dias de liberdade total, dias em que o homossexualismo tem arrastado milhares de jovens, mascarado de liberdade de escolha.
Casais se separando, frustrados, alegando incompatibilidade de gênios.
O casamento tem se tornado aos olhos da sociedade como uma instituição falida.
Os meios de comunicação apelam e divulgam o adultério, casais trocados, enfim, uma série de distúrbios nos relacionamentos, que entristecem profundamente o nosso Deus.
Diante de tanto ataque só nos resta uma escolha: firmar os nossos olhos na Palavra.
A palavra do Senhor nos diz em Gêneses 02:15
Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar.
Vamos entender a palavra lavrar: tratar da terra, cultivá-la de maneira que ela produza os melhores frutos, dar a ela condições de reproduzir, de gerar.
Sua casa é o teu Éden, é o seu lugar de descanso, é o lugar preparado por Deus para que você viva os melhores momentos nesta terra.
Mas muitos estão vivendo os piores momentos em família, por que deixaram de cultivá-la. Muitos lares tem sido cultivados pelos valores e princípios do mundo, deixando legalidades para o adversário agir.
Mas como cultivar esta terra? Quero ilustrar esta mensagem, pra que você entenda melhor.
"Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor. Logo pensou em Deus.
Cortou a flor e a levou para a igreja. Mas, após uma semana a flor tinha morrido.
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la. Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu...
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha. Decidiu voltar todos os dias. Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!..."
O segredo está nos relacionamentos sadios entre os familiares.O homem tem corrido tanto atrás do sucesso, que tem se esquecido que pra que sua família dê bons frutos, ela precisa ser cultivada, tratada, e isso exige tempo, atenção, cuidados que só você pode dar.
Tenho ouvido mulheres que se sentem profundamente infelizes, pois se sentem sozinhas dentro da própria casa, mulheres que se anularam em função de filhos, maridos e hoje não conseguem mais se ver como pessoas especiais, porque não existe mais relacionamentos dentro de seus lares., as pessoas não tem tempo de
se relacionar.
Homens que não conseguem mais chamar a atenção da esposa, filhos que já nem falam mais com os pais.
Isso tem que acabar no meio da igreja do Senhor Jesus.
Deus nos fez para termos relacionamentos saudáveis dentro do nosso Éden, mas ele precisa de cuidados especiais, pois a palavra do Senhor diz em I Pedro 05:8
Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar.
Portanto, precisamos entender que o papel de cuidar e cultivar a família é nosso.
Certo homem, jamais tendo tempo para o filho, teve a maior decepção de sua vida quando foi avisado de que o filho estava preso por estar envolvido no tráfico de drogas. Chegando ao local onde o filho estava detido, disse que estava profundamente triste, mas queria dizer que mesmo assim o amava demais para deixá-lo naquele momento.
O filho chorou desesperadamente e disse ao pai: _ Pai, porque você não disse isso alguns anos atrás, pois me envolvi num mundo cruel, onde eu acreditava que estava sendo amado e nunca ouvi você dizer que me ama. Você nem imagina o quanto essas palavras me fizeram falta, mas creio que agora é tarde demais.
O relacionamento é algo que precisa ser cultivado.
Quantos pais não sabem dizer que ama, porque não ouviram. Então não sabem passar, mas isso precisa mudar.
Quantas vezes ouvi pessoas dizerem que o pai ou a mãe não as amava, sendo que eu mesma presenciava o choro dos pais por causa do filho(a).
Certa vez um jovem me disse que, para ser aceito pela família, tinha que ser próspero como os irmãos e para conquistar a prosperidade era capaz de qualquer coisa e se envolveu de tal maneira no mundo do crime, que disse não haver caminho de volta para ele. Se tornou um grande traficante. Comprou carro, moto, apartamento, tudo do bom e do melhor, e no fim o vi chorando, porque não conseguia ver o amor da mãe, que por sua vez também não soube transmitir ao filho o quanto ele era importante.
O relacionamento é muito importante, pois quando existe relacionamento dentro de casa, não somos levados pela conversa de satanás.
Uma esposa, após ter traído o marido, disse que foi atraída pelo diálogo que tinha com o amante, pela atenção que ele dava a ela, colocando-a como alguém importante, valorizando-a de uma maneira que nunca percebeu no marido.
Amados, cuidado com o teu Éden, ele é especial. É o seu cantinho especial dado pelo Senhor.
O próximo passo é guardar o nosso jardim.
O que é guardar?
Guardamos algo que pode ser roubado, que pode ser tomado ou mesmo invadido.
Colocamos cercas, limites, que impeçam ou dificultem a invasão.
A propriedade guardada está livre de ser tomada ou assaltada.
E se o Senhor o colocou como guarda, é por que havia a necessidade de proteger.
Precisamos abrir os nossos olhos e entender que o nosso papel é não permitir que o nosso Éden seja invadido pelo maligno.
Precisamos ficar atentos, pois é nossa responsabilidade guardar e cuidar da nossa família.
Amado(a), talvez você esteja vivendo maus momentos em família. Quem sabe não há mais diálogo dentro de casa, as pessoas não se falam e quando isso acontece é só agressão verbal.
Mas nestes dias Deus quer realizar uma obra tremenda na sua família, mas ele conta com você. Para que? Para mudar a história da sua família, cultivando com relacionamentos saudáveis, dizendo que ama, sem medo de ser rejeitado, sem orgulho. Afinal, o dia de hoje não volta nunca mais e não sabemos quanto tempo ainda nos resta juntos como família.
Portanto, vá em frente. Declare, grite, expresse o teu amor pela sua família e você e o Senhor juntos vão escrever uma nova história de um Éden nos dias de hoje, um lugar de descanso, de alegria; a tua casa.
Um abraço da sua amiga em Cristo Jesus,
Pastora Janethi Menezes
Igreja Batista da Lagoinha (Núcleo de Governador Valadares)
E-mail: lagoinhagv@yahoo.com.br
Pastora Janethi Menezes
Nestes últimos dias da igreja do Senhor Jesus na face da terra, Deus tem o melhor para nos dar, como família.
O coração de Deus pulsa forte pela família.
A unção de restauração familiar tem sido derramada de maneira tremenda. Precisamos resgatar as nossas famílias. Há uma sede de ser feliz dentro dos nossos lares. Existe um grito dentro de cada casa clamando pela unidade, pela restauração familiar.
Estamos nos dias de liberdade total, dias em que o homossexualismo tem arrastado milhares de jovens, mascarado de liberdade de escolha.
Casais se separando, frustrados, alegando incompatibilidade de gênios.
O casamento tem se tornado aos olhos da sociedade como uma instituição falida.
Os meios de comunicação apelam e divulgam o adultério, casais trocados, enfim, uma série de distúrbios nos relacionamentos, que entristecem profundamente o nosso Deus.
Diante de tanto ataque só nos resta uma escolha: firmar os nossos olhos na Palavra.
A palavra do Senhor nos diz em Gêneses 02:15
Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar.
Vamos entender a palavra lavrar: tratar da terra, cultivá-la de maneira que ela produza os melhores frutos, dar a ela condições de reproduzir, de gerar.
Sua casa é o teu Éden, é o seu lugar de descanso, é o lugar preparado por Deus para que você viva os melhores momentos nesta terra.
Mas muitos estão vivendo os piores momentos em família, por que deixaram de cultivá-la. Muitos lares tem sido cultivados pelos valores e princípios do mundo, deixando legalidades para o adversário agir.
Mas como cultivar esta terra? Quero ilustrar esta mensagem, pra que você entenda melhor.
"Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor. Logo pensou em Deus.
Cortou a flor e a levou para a igreja. Mas, após uma semana a flor tinha morrido.
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la. Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu...
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha. Decidiu voltar todos os dias. Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!..."
O segredo está nos relacionamentos sadios entre os familiares.O homem tem corrido tanto atrás do sucesso, que tem se esquecido que pra que sua família dê bons frutos, ela precisa ser cultivada, tratada, e isso exige tempo, atenção, cuidados que só você pode dar.
Tenho ouvido mulheres que se sentem profundamente infelizes, pois se sentem sozinhas dentro da própria casa, mulheres que se anularam em função de filhos, maridos e hoje não conseguem mais se ver como pessoas especiais, porque não existe mais relacionamentos dentro de seus lares., as pessoas não tem tempo de
se relacionar.
Homens que não conseguem mais chamar a atenção da esposa, filhos que já nem falam mais com os pais.
Isso tem que acabar no meio da igreja do Senhor Jesus.
Deus nos fez para termos relacionamentos saudáveis dentro do nosso Éden, mas ele precisa de cuidados especiais, pois a palavra do Senhor diz em I Pedro 05:8
Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar.
Portanto, precisamos entender que o papel de cuidar e cultivar a família é nosso.
Certo homem, jamais tendo tempo para o filho, teve a maior decepção de sua vida quando foi avisado de que o filho estava preso por estar envolvido no tráfico de drogas. Chegando ao local onde o filho estava detido, disse que estava profundamente triste, mas queria dizer que mesmo assim o amava demais para deixá-lo naquele momento.
O filho chorou desesperadamente e disse ao pai: _ Pai, porque você não disse isso alguns anos atrás, pois me envolvi num mundo cruel, onde eu acreditava que estava sendo amado e nunca ouvi você dizer que me ama. Você nem imagina o quanto essas palavras me fizeram falta, mas creio que agora é tarde demais.
O relacionamento é algo que precisa ser cultivado.
Quantos pais não sabem dizer que ama, porque não ouviram. Então não sabem passar, mas isso precisa mudar.
Quantas vezes ouvi pessoas dizerem que o pai ou a mãe não as amava, sendo que eu mesma presenciava o choro dos pais por causa do filho(a).
Certa vez um jovem me disse que, para ser aceito pela família, tinha que ser próspero como os irmãos e para conquistar a prosperidade era capaz de qualquer coisa e se envolveu de tal maneira no mundo do crime, que disse não haver caminho de volta para ele. Se tornou um grande traficante. Comprou carro, moto, apartamento, tudo do bom e do melhor, e no fim o vi chorando, porque não conseguia ver o amor da mãe, que por sua vez também não soube transmitir ao filho o quanto ele era importante.
O relacionamento é muito importante, pois quando existe relacionamento dentro de casa, não somos levados pela conversa de satanás.
Uma esposa, após ter traído o marido, disse que foi atraída pelo diálogo que tinha com o amante, pela atenção que ele dava a ela, colocando-a como alguém importante, valorizando-a de uma maneira que nunca percebeu no marido.
Amados, cuidado com o teu Éden, ele é especial. É o seu cantinho especial dado pelo Senhor.
O próximo passo é guardar o nosso jardim.
O que é guardar?
Guardamos algo que pode ser roubado, que pode ser tomado ou mesmo invadido.
Colocamos cercas, limites, que impeçam ou dificultem a invasão.
A propriedade guardada está livre de ser tomada ou assaltada.
E se o Senhor o colocou como guarda, é por que havia a necessidade de proteger.
Precisamos abrir os nossos olhos e entender que o nosso papel é não permitir que o nosso Éden seja invadido pelo maligno.
Precisamos ficar atentos, pois é nossa responsabilidade guardar e cuidar da nossa família.
Amado(a), talvez você esteja vivendo maus momentos em família. Quem sabe não há mais diálogo dentro de casa, as pessoas não se falam e quando isso acontece é só agressão verbal.
Mas nestes dias Deus quer realizar uma obra tremenda na sua família, mas ele conta com você. Para que? Para mudar a história da sua família, cultivando com relacionamentos saudáveis, dizendo que ama, sem medo de ser rejeitado, sem orgulho. Afinal, o dia de hoje não volta nunca mais e não sabemos quanto tempo ainda nos resta juntos como família.
Portanto, vá em frente. Declare, grite, expresse o teu amor pela sua família e você e o Senhor juntos vão escrever uma nova história de um Éden nos dias de hoje, um lugar de descanso, de alegria; a tua casa.
Um abraço da sua amiga em Cristo Jesus,
Pastora Janethi Menezes
Igreja Batista da Lagoinha (Núcleo de Governador Valadares)
E-mail: lagoinhagv@yahoo.com.br
quinta-feira, 14 de maio de 2009
CASAMENTO NÃO É O SEPULTAMENTO DA NOSSA INDIVIDUALIDADE
Por Josué Gonçalves
Individualidade e mutualidade.
Individualidade – respeito consigo mesmo.
Mutualidade – respeito com os outros.
O equilíbrio entre individualidade e mutualidade é um desafio permanente na vida de um casal (liberdade e compromisso).
Isto porque é difícil construir uma relação em que os aspectos saudáveis de cada um se completam, onde um e outro possam ser o que são, coexistindo duas individualidades numa parceria.
Carl A. Whitakar, diz que: “quanto mais você é livre para ficar com os outros, especialmente com o seu cônjuge, mais você se sente livre consigo mesmo”. A questão é: Qual é o grau de liberdade e independência necessário para que a relação continue viva e abrigue possibilidades de desenvolvimento pessoal?
Verdades que todo casal precisa saber sobre individualidade e mutualidade:
1-Deus criou o homem carente de relacionamento, com ânsia de se juntar e não passar a vida sozinho (Gn 2.18; Ec 4.9-13).
2-Casamento não é uma chamada para o encarceramento, prisão ou escravidão, no sentido de perda total de liberdade e de individualidade. A unidade do casal não pode ser doentia. No amor não há sentimento de possessividade.
3-Se uma pessoa é dominadora (possessiva) e tolhe a liberdade do parceiro, o companheirismo deixa de existir. À medida que o amor cresce, também crescem a liberdade, a responsabilidade e o próprio amor.
4-O equilíbrio entre a proximidade e a liberdade de cada indivíduo é uma das características mais importantes da completude.
5-Casamento problemático é aquele em que uma das partes enxerga as horas de separação, a individualidade e o espaço como ameaças. Para essa pessoa, a individualidade significa falta de amor e descaso. Ela só se sente amada quando está ao lado do outro.
6-O casal deve estar atento para o perigo de usar a liberdade de modo destrutivo. Adão e Eva usaram a liberdade para pecar contra Deus. O apostolo Paulo fala sobre isso: “ Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outro mediante o amor. Toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”. (Gl 5.13,14).
7-Não podemos usar nossa liberdade para satisfazer nosso egocentrismo.
8-Cada casal deve encontrar um grau de individualidade com sabedoria para que nenhum dos dois sofra.
9-A Bíblia diz: “Ame o próximo como você ama a si mesmo” (Mc. 12.33). Ao exercer a sua individualidade, não deixe de ver como a sua liberdade está afetando a pessoa que você ama. Você gostaria de ser tratado com desrespeito? Lembre-se, respeito gera respeito!
www.familiaegraca.com.br
Individualidade e mutualidade.
Individualidade – respeito consigo mesmo.
Mutualidade – respeito com os outros.
O equilíbrio entre individualidade e mutualidade é um desafio permanente na vida de um casal (liberdade e compromisso).
Isto porque é difícil construir uma relação em que os aspectos saudáveis de cada um se completam, onde um e outro possam ser o que são, coexistindo duas individualidades numa parceria.
Carl A. Whitakar, diz que: “quanto mais você é livre para ficar com os outros, especialmente com o seu cônjuge, mais você se sente livre consigo mesmo”. A questão é: Qual é o grau de liberdade e independência necessário para que a relação continue viva e abrigue possibilidades de desenvolvimento pessoal?
Verdades que todo casal precisa saber sobre individualidade e mutualidade:
1-Deus criou o homem carente de relacionamento, com ânsia de se juntar e não passar a vida sozinho (Gn 2.18; Ec 4.9-13).
2-Casamento não é uma chamada para o encarceramento, prisão ou escravidão, no sentido de perda total de liberdade e de individualidade. A unidade do casal não pode ser doentia. No amor não há sentimento de possessividade.
3-Se uma pessoa é dominadora (possessiva) e tolhe a liberdade do parceiro, o companheirismo deixa de existir. À medida que o amor cresce, também crescem a liberdade, a responsabilidade e o próprio amor.
4-O equilíbrio entre a proximidade e a liberdade de cada indivíduo é uma das características mais importantes da completude.
5-Casamento problemático é aquele em que uma das partes enxerga as horas de separação, a individualidade e o espaço como ameaças. Para essa pessoa, a individualidade significa falta de amor e descaso. Ela só se sente amada quando está ao lado do outro.
6-O casal deve estar atento para o perigo de usar a liberdade de modo destrutivo. Adão e Eva usaram a liberdade para pecar contra Deus. O apostolo Paulo fala sobre isso: “ Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outro mediante o amor. Toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”. (Gl 5.13,14).
7-Não podemos usar nossa liberdade para satisfazer nosso egocentrismo.
8-Cada casal deve encontrar um grau de individualidade com sabedoria para que nenhum dos dois sofra.
9-A Bíblia diz: “Ame o próximo como você ama a si mesmo” (Mc. 12.33). Ao exercer a sua individualidade, não deixe de ver como a sua liberdade está afetando a pessoa que você ama. Você gostaria de ser tratado com desrespeito? Lembre-se, respeito gera respeito!
www.familiaegraca.com.br
Construindo uma identidade familiar.
Por Pr Ismael
Baseado nos ensino do Ministério Growing Families International
Curso Educação de Filhos à maneira de Deus.
Gary & Anne Marie Ezzo.
Um pai precisa cultivar um sentido de identidade familiar que é a aceitação de todos os membros da família de que formam uma equipe. Isto os tornam mais forte diante das adversidades da vida. Isto os mantém unidos em amor recíproco.
Mesmo quando os filhos se vão, por casamento ou qualquer outro motivo, eles se mantém unidos e o amor entre eles é visível.
Eles se sentem pertencentes ao grupo familiar, sabem que são bem vindos ali e fazem de tudo para a manutenção desse grupo unido.
Para tanto é preciso lembrar os três tipos de paternidade e ver qual delas estamos desenvolvendo em nossa família.
-Paternidade autoritária;
-Paternidade permissiva;
-Paternidade biblicamente equilibrada.
A paternidade autoritária é aquela do tipo: “faça o que eu mando, não faça o que eu faço”. Ela promove uma fachada temporária de identidade familiar. Os filhos aceitam os valores familiares por medo e por dever e não por desejo e devoção. Os filhos mostram a identidade familiar apenas exteriormente, conduzindo a família à fragmentação quando eles saem de casa. Quando na adolescência eles se rebelam com a hipocrisia do pai que ao mesmo tempo em que ensina e exige que os filhos não mintam, é visto mentindo ao telefone ou na porta de casa. O pai é do tipo que proíbe os filhos de assistirem determinados programas, mas no seu quarto ele assiste, ele diz que não pode fumar, mas fuma. Essa pai não é líder mas chefe da família.Ele não pede , ele manda. Ele não aproxima, mas afasta.
A paternidade permissiva promove a independência em prejuízo da unidade familiar. A casa se transforma em pensão, onde todos se reúnem, mas não há unidade de pensamentos e ações.
Eles entram e saem de casa sem prestarem contas uns aos outros. Cada um vive o seu próprio mundo.
Nessa paternidade os filhos são criados como pequenos reis dentro de casa, eles comandam os pais, os fazem cederem quase sempre. E quando isso não acontece os convencem através dos gritos, choros e birras.
Esse tipo de paternidade coloca o relacionamento pai e filho como o relacionamento principal da família, em detrimento do relacionamento do casal, que deveria ser o principal.
A família vive em função dos filhos. Os filhos imaginam que todos estão ali para servi-los.
Aqui é onde filhos separam pais. Não há a valorização da lealdade à família e a independência leva a fragmentação.
A terceira paternidade é aquela biblicamente equilibrada, ou seja, aquela que valoriza a ética bíblica para os relacionamentos.
Deus é a prioridade numero um de todos, em seguida vem o próximo, o outro, e por fim o próprio indivíduo.
Está baseada nas palavras de Jesus quando disse “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo”.
Esse tipo de paternidade é onde as pessoas cuidam um do outro.
Onde todos se preocupam com todos , de forma que todos se sentem pertencentes ao grupo familiar.
Esse tipo de paternidade gera uma família interdependente, ou seja , todos estão ligados entre si e vivem uma relação de dependência, onde todos são importantes para o grupo, todos são bem vindos.
Para ilustrar, seria uma família de mãos dadas, em círculo, com todos voltados olhando para o interior do círculo. a unidade do grupo é o objetivo comum de todos.
Quando esta família se separa ela se mantêm comprometida, a distância os separa fisicamente, porém não os separa afetivamente.
Então, um pai que vá desenvolver uma identidade familiar para que todos amem pertencer a família, precisa olhar para o tipo de paternidade que está exercendo, sendo que as duas primeiras, a autoritária e a permissiva, não conduzem à identidade familiar.
A primeira por causa da obrigação, da coisa imposta, do amor forçado, e a segundo pela independência dos membros.
Então resta-nos ensinar os membros da família de acordo com os valores bíblicos, onde Deus deve ser a prioridade de todos e depois disso a pessoa do outro e somente depois dessas duas entidades é que vem a pessoa do indivíduo.
Dessa maneira os filhos aprenderam a respeitar as pessoas, os mais velhos, as autoridades, e também a propriedade alheia. Serão filhos que honrarão pai e mãe. Serão filhos socialmente morais.
Serão filhos, à exemplo de Jesus, que o pai olha e diz: "Eis aí meu filho amado, em quem minha alma se alegra".
Serão filhos motivos de alegria e não de vergonha ou preocupação.
O pai é a autoridade de Deus na família, portanto pai, assuma o comando.
Baseado nos ensino do Ministério Growing Families International
Curso Educação de Filhos à maneira de Deus.
Gary & Anne Marie Ezzo.
Um pai precisa cultivar um sentido de identidade familiar que é a aceitação de todos os membros da família de que formam uma equipe. Isto os tornam mais forte diante das adversidades da vida. Isto os mantém unidos em amor recíproco.
Mesmo quando os filhos se vão, por casamento ou qualquer outro motivo, eles se mantém unidos e o amor entre eles é visível.
Eles se sentem pertencentes ao grupo familiar, sabem que são bem vindos ali e fazem de tudo para a manutenção desse grupo unido.
Para tanto é preciso lembrar os três tipos de paternidade e ver qual delas estamos desenvolvendo em nossa família.
-Paternidade autoritária;
-Paternidade permissiva;
-Paternidade biblicamente equilibrada.
A paternidade autoritária é aquela do tipo: “faça o que eu mando, não faça o que eu faço”. Ela promove uma fachada temporária de identidade familiar. Os filhos aceitam os valores familiares por medo e por dever e não por desejo e devoção. Os filhos mostram a identidade familiar apenas exteriormente, conduzindo a família à fragmentação quando eles saem de casa. Quando na adolescência eles se rebelam com a hipocrisia do pai que ao mesmo tempo em que ensina e exige que os filhos não mintam, é visto mentindo ao telefone ou na porta de casa. O pai é do tipo que proíbe os filhos de assistirem determinados programas, mas no seu quarto ele assiste, ele diz que não pode fumar, mas fuma. Essa pai não é líder mas chefe da família.Ele não pede , ele manda. Ele não aproxima, mas afasta.
A paternidade permissiva promove a independência em prejuízo da unidade familiar. A casa se transforma em pensão, onde todos se reúnem, mas não há unidade de pensamentos e ações.
Eles entram e saem de casa sem prestarem contas uns aos outros. Cada um vive o seu próprio mundo.
Nessa paternidade os filhos são criados como pequenos reis dentro de casa, eles comandam os pais, os fazem cederem quase sempre. E quando isso não acontece os convencem através dos gritos, choros e birras.
Esse tipo de paternidade coloca o relacionamento pai e filho como o relacionamento principal da família, em detrimento do relacionamento do casal, que deveria ser o principal.
A família vive em função dos filhos. Os filhos imaginam que todos estão ali para servi-los.
Aqui é onde filhos separam pais. Não há a valorização da lealdade à família e a independência leva a fragmentação.
A terceira paternidade é aquela biblicamente equilibrada, ou seja, aquela que valoriza a ética bíblica para os relacionamentos.
Deus é a prioridade numero um de todos, em seguida vem o próximo, o outro, e por fim o próprio indivíduo.
Está baseada nas palavras de Jesus quando disse “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo”.
Esse tipo de paternidade é onde as pessoas cuidam um do outro.
Onde todos se preocupam com todos , de forma que todos se sentem pertencentes ao grupo familiar.
Esse tipo de paternidade gera uma família interdependente, ou seja , todos estão ligados entre si e vivem uma relação de dependência, onde todos são importantes para o grupo, todos são bem vindos.
Para ilustrar, seria uma família de mãos dadas, em círculo, com todos voltados olhando para o interior do círculo. a unidade do grupo é o objetivo comum de todos.
Quando esta família se separa ela se mantêm comprometida, a distância os separa fisicamente, porém não os separa afetivamente.
Então, um pai que vá desenvolver uma identidade familiar para que todos amem pertencer a família, precisa olhar para o tipo de paternidade que está exercendo, sendo que as duas primeiras, a autoritária e a permissiva, não conduzem à identidade familiar.
A primeira por causa da obrigação, da coisa imposta, do amor forçado, e a segundo pela independência dos membros.
Então resta-nos ensinar os membros da família de acordo com os valores bíblicos, onde Deus deve ser a prioridade de todos e depois disso a pessoa do outro e somente depois dessas duas entidades é que vem a pessoa do indivíduo.
Dessa maneira os filhos aprenderam a respeitar as pessoas, os mais velhos, as autoridades, e também a propriedade alheia. Serão filhos que honrarão pai e mãe. Serão filhos socialmente morais.
Serão filhos, à exemplo de Jesus, que o pai olha e diz: "Eis aí meu filho amado, em quem minha alma se alegra".
Serão filhos motivos de alegria e não de vergonha ou preocupação.
O pai é a autoridade de Deus na família, portanto pai, assuma o comando.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
PROBLEMAS NA CAMA
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Por: Psic. Marluce Nery
Mania de criticar
Preste atenção no que diz. Muitos criticam achando que conseguem produzir melhora na aparência ou comportamento do outro. Reclamações constantes são contra-indicadas para uma boa intimidade. Substitua essa atitude por palavras de elogio e ânimo.
Raiva ou ressentimento
Máscara de mágoas e ira amontoadas que jamais são expressadas abertamente. Finge-se que o problema não existe. Neste caso a discussão (bem feita) representa um esforço de alcançar o outro. Você espera ser compreendido. É melhor ter um carinho negativo do que a total indiferença. Ela é verdadeira inimiga do amor. Estabeleça regras para suas discussões para que elas sejam saudáveis. Regra nº 1: faça um acordo em que ambos continuarão falando, apenas um de cada vez, até entrarem num concenso e e encontrarem a resolução do problema. Regra nº 2: um acordo de limitar a discussão ao conflito atual sem trazer a tona fracassos anteriores de qualquer um dos dois.
Falta de confiança no companheiro ou em si mesmo
Ter intimidade e trocar significa dar algo ao outro. Pessoas que tem uma auto-imagem deficiente podem sentir que nada tem a oferecer e tentar esconder esse fato mantendo-se distante daquelas que lhe são mais próximas. Ás vezes essas pessoas evitam o envolvimento por terem sido feridas por relacionamentos íntimos, geralmente eram crianças ou jovens demais para compreender e resolver o acontecido.Quando esse problema ocorre, necessita tempo e paciência amorosa por parte do cônjuge.
Fracasso na comunicação
A comunicação requer um amor que escute, bem como a disposição de ser vulnerável, de tentar colocar em palavras aquilo que se está sentindo. Falar com mansidão na hora certa.
Insegurança quanto a aparência física
Existe uma correlação direta com a percepção negativa do próprio corpo e a inibição da intimidade (sexual). Não se pode compartilhar até o quarto, quando se tem vergonha do próprio corpo e se tenta encobrí-lo o tempo todo. As respostas sexuais naturais também se inibem quando se concentra nas imperfeições físicas, ao invés de pensamentos sensuais e agradáveis.
Fazer o papel de expectador
Nós terapeutas usamos esse termo para definir a excessiva preocupação da pessoa em observar apreensivamente o próprio corpo durante a relação sexual. É preciso voltar a atenção para as emoções e sensações e desfrutar o prazer .
Desenfatizar o valor do sexo
Algumas pessoas acham que o sexo é um tipo de imaturidade. Volta sua atenção para outra coisa.
Sexo previsível, mecânico
Sexo rotineiro como escovar dentes e mecânico como colocar carta no correio. Variação de lugar, cidade, variar as horas, maneiras de abordar, enfatizar a ternura e a sensualidade.
Falta de sensibilidade
Demonstrar sensibilidade as necessidades e aos desejos do outro. Exemplo: marido que exige sexo após uma discussão que ficou sem solução, com criança gritando do lado ou a esposa que corre pra ver se não deixou a carne queimando no fogo ou sempre atende telefone da mãe ...etc
Ausência de contato fisico
“manter-se em contato”. Exemplo: beijinhos, olhares, sentar-se juntinho, tocar o rosto ou braço com delicadeza, sentir o perfume encostando sutilmente o rosto. Isso retém a sensação de se sentirem amados. O sexo não pode satisfazer todas as necessidade físicas e de afeição.
Excesso de televisão e computador
As pessoas absorvidas na TV não tem motivação nem energia para desenvolver um relacionamento íntimo. A TV promove passividade. Às vezes esse mecanismo é usado para evitar o sexo.
Por: Psic. Marluce Nery
Mania de criticar
Preste atenção no que diz. Muitos criticam achando que conseguem produzir melhora na aparência ou comportamento do outro. Reclamações constantes são contra-indicadas para uma boa intimidade. Substitua essa atitude por palavras de elogio e ânimo.
Raiva ou ressentimento
Máscara de mágoas e ira amontoadas que jamais são expressadas abertamente. Finge-se que o problema não existe. Neste caso a discussão (bem feita) representa um esforço de alcançar o outro. Você espera ser compreendido. É melhor ter um carinho negativo do que a total indiferença. Ela é verdadeira inimiga do amor. Estabeleça regras para suas discussões para que elas sejam saudáveis. Regra nº 1: faça um acordo em que ambos continuarão falando, apenas um de cada vez, até entrarem num concenso e e encontrarem a resolução do problema. Regra nº 2: um acordo de limitar a discussão ao conflito atual sem trazer a tona fracassos anteriores de qualquer um dos dois.
Falta de confiança no companheiro ou em si mesmo
Ter intimidade e trocar significa dar algo ao outro. Pessoas que tem uma auto-imagem deficiente podem sentir que nada tem a oferecer e tentar esconder esse fato mantendo-se distante daquelas que lhe são mais próximas. Ás vezes essas pessoas evitam o envolvimento por terem sido feridas por relacionamentos íntimos, geralmente eram crianças ou jovens demais para compreender e resolver o acontecido.Quando esse problema ocorre, necessita tempo e paciência amorosa por parte do cônjuge.
Fracasso na comunicação
A comunicação requer um amor que escute, bem como a disposição de ser vulnerável, de tentar colocar em palavras aquilo que se está sentindo. Falar com mansidão na hora certa.
Insegurança quanto a aparência física
Existe uma correlação direta com a percepção negativa do próprio corpo e a inibição da intimidade (sexual). Não se pode compartilhar até o quarto, quando se tem vergonha do próprio corpo e se tenta encobrí-lo o tempo todo. As respostas sexuais naturais também se inibem quando se concentra nas imperfeições físicas, ao invés de pensamentos sensuais e agradáveis.
Fazer o papel de expectador
Nós terapeutas usamos esse termo para definir a excessiva preocupação da pessoa em observar apreensivamente o próprio corpo durante a relação sexual. É preciso voltar a atenção para as emoções e sensações e desfrutar o prazer .
Desenfatizar o valor do sexo
Algumas pessoas acham que o sexo é um tipo de imaturidade. Volta sua atenção para outra coisa.
Sexo previsível, mecânico
Sexo rotineiro como escovar dentes e mecânico como colocar carta no correio. Variação de lugar, cidade, variar as horas, maneiras de abordar, enfatizar a ternura e a sensualidade.
Falta de sensibilidade
Demonstrar sensibilidade as necessidades e aos desejos do outro. Exemplo: marido que exige sexo após uma discussão que ficou sem solução, com criança gritando do lado ou a esposa que corre pra ver se não deixou a carne queimando no fogo ou sempre atende telefone da mãe ...etc
Ausência de contato fisico
“manter-se em contato”. Exemplo: beijinhos, olhares, sentar-se juntinho, tocar o rosto ou braço com delicadeza, sentir o perfume encostando sutilmente o rosto. Isso retém a sensação de se sentirem amados. O sexo não pode satisfazer todas as necessidade físicas e de afeição.
Excesso de televisão e computador
As pessoas absorvidas na TV não tem motivação nem energia para desenvolver um relacionamento íntimo. A TV promove passividade. Às vezes esse mecanismo é usado para evitar o sexo.
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