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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Entrevista com Cláudio Duarte, palestante para casais.

Hora de falar sério

Conhecido por suas pregações engraçadas, o pastor Cláudio Duarte se define como conservador

Hora de falar sério

Os vídeos do pastor Cláudio Duarte estão bombando na internet. Digite o seu nome e logo aparecerão dezenas de gravações, algumas com títulos bem sugestivos: Homem banana e mulher abacaxi, Eu não desisto nunca ou Não deixe o seu coração azedar, por exemplo.Também estão lá os vídeos de suas entrevistas a programas populares na TV, como o Agora é tarde, da Bandeirantes, e o Programa do Ratinho. Mas quem é esse pastor que tem conquistado tanta visibilidade dentro e fora das igrejas? Bem, ele tem 45 anos, é casado, tem dois filhos e pastoreia a Igreja Batista Monte Horebe, na Barra da Tijuca, no Rio. Seu negócio é fazer graça de coisas sérias, como a Palavra de Deus, a vida cristã, família e sexualidade. Claro, tudo de maneira irreverente, mas sem perder a reverência ao Senhor.
"O humor ajuda a tratar de assuntos delicados. É bom rir de si mesmo", diz Cláudio. Um dos temas preferidos de suas falas é o sexo. Sua agenda está carregada de eventos e palestras nas quais fala para casais, estimulando-os, através de tiradas engraçadas, a conversar sobre o assunto, procurar ajuda, se necessário, e viver bem. Não apenas nesta área – "A Bíblia diz que podemos comer do melhor da terra. A graça da vida está justamente em viver bem", defende. Nesta conversa com CRISTIANISMO HOJE, o pastor do stand-up, como tem sido chamado, aborda assuntos não tão engraçados na certeza de que a verdadeira graça, aquela de Deus, é a melhor de todas.
CRISTIANISMO HOJE – Qual é a graça da vida cristã?
CLÁUDIO DUARTE – A graça da vida cristã está relacionada a viver muito bem aqui nesta vida. Todos os ensinos e informações bíblicas têm por objetivo criar qualidade de vida, fazendo o ser humano viver bem consigo mesmo, com o próximo e com Deus. A graça de ser crente é a graça de ter a Bíblia como fundamento de fé e prática. A Palavra de Deus diz que estamos aqui para provar do melhor desta terra. Por mais que as pessoas não gostem da literatura bíblica, elas não podem argumentar que o que a Bíblia proíbe seja bom e que o que ela aprova seja ruim. Isso se aplica a todas as áreas da vida.
Como o senhor começou a usar o humor em suas mensagens?
Isso apareceu na Escola Bíblica dominical na Igreja Metodista Wesleyana em Santa Cruz da Serra, na Baixada Fluminense, onde fui membro durante 14 anos. Não foi algo pensado – ou seja, eu não decidi, simplesmente, pregar e falar de maneira engraçada. Aliás, quando eu era mais novo, nunca fui daqueles de fazer piada na escola, nada disso. Mas, como eu lidava com jovens na igreja, e ambiente de jovem sempre tem aquela descontração, percebi que usar piadas ajudava a transmitir os conteúdos. Depois, acabei incorporando isso à minha maneira de pregar. O humor é muito útil para tornar os assuntos mais acessíveis às pessoas, inclusive na igreja. Ele quebra o gelo, deixa as pessoas mais à vontade para ouvir as verdades da Bíblia.
E qual a diferença entre ser engraçado e ser engraçadinho?
Esse, talvez, seja o grande equilíbrio do negócio. Há uma linha muito tênue entre a brincadeira, o humor em si, e o exagero. Eu já me peguei ultrapassado essa barreira. Aí, é um negócio complicado – se falou alguma besteira, já era, não adianta consertar, senão fica pior a emenda que o soneto. Eu vou muito pelo retorno do público. Vou medindo a aceitação pelas palmas, pelas risadas. Existem igrejas em que você pode usar uma linguagem mais aberta, engraçada; outras, não. Como pregador itinerante, eu tenho de respeitar isso.
O senhor cobra cachê para pregar?
Não. Não cobro nada para pregar em lugar nenhum. Hoje, vivo da venda de meus DVDs e do aluguel de alguns imóveis que possuo. As pessoas que me recebem ficam à vontade quanto a isso. Quem pode, dá ofertas. Funciona assim. Não uso isso como base para fazer minha agenda. Eu tive uma origem muito pobre. Meus pais são separados e fui criado por parentes numa casa que não tinha luz, nem banheiro. Nunca passei fome, mas a situação era difícil. Então, estou acostumado à simplicidade.
Quando o senhor começou a falar de sexualidade em suas mensagens e palestras?
Nunca planejei me tornar um conferencista na área de sexualidade. Isso também surgiu meio por acaso. Há uns sete anos, fui convidado para falar num congresso que tinha esse tema. Fui lá e falei o que sabia, de acordo com a Palavra de Deus, minha própria experiência conjugal e com tudo que tenho visto nesses anos todos lidando com pessoas. O pessoal gostou e fui chamado outras vezes. Isso acabou me projetando no meio batista, que é minha origem denominacional. Aí, começaram a gravar esses eventos e logo havia vídeos caindo na internet, essas coisas.
Quais são as principais queixas dos casais crentes?
Costumo dizer que o que estraga um casamento, nesta ordem, é a incompatibilidade de gênio, o dinheiro, o sexo e a intromissão de parentes. As pessoas me mandam muitos emails e cartas falando não somente de sexualidade. As pessoas falam pouco de sexo, ou porque têm vergonha, ou porque não encontram espaços para tratar desse assunto. É muita dificuldade. Sou procurado por gente em busca de felicidade, porque estão infelizes com a falta de dinheiro, com a falta de sexo, com problemas com os filhos. É isso que faz as pessoas me procurarem. Nem todo pastor tem habilidade para tratar desse assunto. E eu as faço rir de si mesmas, e isso as faz se sentirem bem. Homem abomina falar de sexo – então, nas palestras para casais, eu falo de impotência e ejaculação precoce de maneira descontraída. Aí, o sujeito ri, olha para o lado, finge que não é com ele. Mas eu sempre espero que, depois, ele e a mulher se motivem para buscar tratamento médico ou psicológico, se for o caso, ou aconselhamento.
O fato de não ter formação específica na área de psicologia e comportamento humano não compromete o seu trabalho?
Olha, eu faço as coisas observando as respostas que as pessoas me dão. No dia em que eu encontrar alguém que me disser que seguiu uma orientação ou sugestão minha, nas palestras ou pelo DVD, e isso acabou com seu casamento ou piorou as coisas dentro de casa, eu paro de falar sobre isso. Como todas as respostas que ouço até agora, depois desses anos todos, são positivas, acho que temos colaborado com muita gente. Claro que pouca gente vem dar retorno. É mais ou menos como a história dos dez leprosos – só um voltou. Mas é bom sinal. Quando as coisas dão certo, poucos vêm para falar. Agora, se desse errado, todo mundo vinha...
Se a incompatibilidade de gênios é o principal problema, como evitar que ela se estabeleça?
Bem, os menores índices de divórcio, segundo as pesquisas, acontecem entre gente que se casou com 28 anos ou mais. É que essas pessoas seriam melhor resolvidas, tanto em termos financeiros como pessoais. São mais maduras, e, em princípio, já encaminhadas na vida. Então, já começam o casamento com melhores condições. Geralmente, têm o seu cantinho para morar e uma renda que lhes permite tocar a vida. Agora, se o casalzinho tem que ficar junto cedo demais – como quando vem um filho inesperado no namoro, por exemplo –, vai ter que morar com os pais de um ou de outro, num quarto, sem privacidade. Aí, é quase certo que virão os problemas. Eu diria que a melhor maneira é agir antes do casamento. Vamos montar uma estrutura, um lar, mesmo que modesto, porque é até melhor começar com pouco e ir conquistando tudo junto, o carro, o apartamento financiado, essas coisas. s, essas coisa. Criar essa estrutura emocional e financeira vai ajudar muito a prevenir esse problema de incompatibilidade.
E o que mais separa os casais, hoje?
As pequenas coisas. Eu nunca vi um casal me dizer que vai se separar porque apareceu um câncer, ou porque o filho foi assassinado. São casos extremos que deixam as pessoas descontroladas, mas acabam unindo ainda mais marido e mulher. Agora, a toalha molhada na cama, o tubo de pasta de dentes apertado no meio, isso desgasta. As pessoas vêm reclamar muito dessas coisinhas.
Mesmo os crentes?
Ô. Mesmo os cascudos! O que demonstra que a crise está chegando é a falta de comunicação. Com o tempo, essas coisinhas vão se acumulando, ficam grandes, e quando o casal se dá conta, já nem se falam mais. A comunicação fica truncada, negativa, é feita com ironias, até o silêncio total. Se acertar a comunicação, pronto, as coisas se acertam. Uma boa comunicação entre o casal acerta até o sexo.
E por que esse assunto é tão delicado de tratar, mesmo entre quatro paredes?
Porque as pessoas têm bloqueios tremendos. Não sei muito a origem disso, mas todo mundo tem essa dificuldade de falar. Por que o marido não diz à mulher que gostaria de tentar em outra posição, se ele deseja isso? E porque a mulher não diz: "Amor, você poderia fazer isso comigo, me tocar desse jeito". Eu luto para que isso aconteça. Tento estimular a intimidade dos casais.
O senhor se recusa a tratar determinados temas?
Depende do ambiente. Se for em um culto aberto a todos, não vou falar certas coisas que podem ser inadequadas para uma criança, para uma pessoa mais idosa. Mas, nas palestras, costumo responder ao que me é perguntado.
No Programa do Ratinho, o senhor foi perguntado sobre sexo oral e disse que preferia não responder. Por quê?
É que eu estava em um programa de rede nacional, em horário nobre, com todo tipo de gente assistindo. Fiquei preocupado de o Ratinho me interromper com outro assunto ou não deixar eu terminar de falar. Aí, alguma coisa poderia ficar no ar.
Então, eu vou deixar o senhor terminar. Pode falar sobre isso.
[Risos]. Vamos lá. Sexo oral. A boca não foi feita para recebe sêmen, todo mundo sabe disso. Não haja nada bíblico que proíba. Alguns amigos pastores até dizem que, entre as tais quatro paredes, vale tudo, desde que haja conivência. Eles até consideram que mesmo o sexo anal, se praticado em comum acordo entre marido e mulher, não pode ser considerado sodomia. Eu não partilho dessa opinião. E nenhum médico sério dirá que sexo anal é saudável. Agora, cada um faz o que quiser. Tudo bem. Já o sexo oral é menos agressivo, e eu vejo que ele pode ser visto como uma carícia, uma modalidade diferente; e, se o casal quiser, não há nada que impeça. No sexo, vale tudo, desde que não fira a Palavra de Deus e a vontade do cônjuge. Senão, é violência, é pecado.
Por falar em pecado, acha que sexo antes do casamento é pecado?
Sim.
Mas esse papo cola entre a moçada?
Se cola, não sei. Só sei que não dá para negociar. Como vamos administrar essa situação? Hoje, já tem até camisinha teen, em menor tamanho, para se ajustar ao pênis de adolescentes. Na minha visão, sexo antes do casamento é imoralidade. A Bíblia diz que, quando você se relaciona sexualmente com uma pessoa, torna-se um com ela. Não tenho como concordar com isso. A coisa está ficando esquisita. Já tem crente dizendo que o casal pode fazer sexo grupal, desde que os dois cônjuges estejam presentes e um autorize o outro a participar. Outra coisa errada é essa história de fazer sexo antes de casar para saber como é, se vai dar certo com aquela pessoa depois. Que negócio é esse de experimentar? Não se está lidando com um produto, e sim, com uma pessoa, que tem sentimentos. "Ah, mas se não fizer antes, dá errado depois". Mas o que eu vejo é pessoas que fizeram sexo antes de casar se separando, depois, justamente por causa disso. Aí, eu pergunto: "Mas vocês não fizeram antes para saber?" Aí, dizem que esfriou, que as coisas ficaram sem graça e não dá mais.
Ouvindo-o falar assim, fica a impressão de que o senhor, apesar de brincar muito, é bem conservador. Considera-se assim?
É, as pessoas acham que, por ser bem humorado nas minhas falas, eu sou liberal. Mas eu sou conservador, de formação batista. Sou firme nos meus posicionamentos, não concordo com pecado.
Na sua vida pessoal, as coisas funcionam como o senhor defende em público?
Graças a Deus, conseguimos desenvolver um bom nível de intimidade no nosso casamento. É até comum que, quando Jane Mary me acompanha, as pessoas venham perguntar a ela se eu vivo o que falo, se eu sou assim mesmo, se dou atenção, se valorizo. Querem investigar, e eu acho bom isso.
E ela não reclama de ver algumas coisas particulares expostas?
Ah, mas tudo é combinado antes. Ela sabe o que vou falar. E, se por acaso, eu resolver tocar em algum ponto novo, antes tenho o cuidado de perguntar se, para ela, está tudo bem. Se ela disse não, é não.
O senhor tem sido entrevistado em programas seculares. Seus vídeos são muito acessados na internet e o senhor percorre igrejas de todo o país. Está com a agenda tão lotada que tivemos dificuldades para agendar esta entrevista. A superexposição não é perigosa?
Superexposição requer, é claro, cuidados. Hoje, devido a esse excesso de exposição, recebo convites de todos os lados. Uma manhã, estou em Santa Catarina; à noite, em Pernambuco. Como eu não tive, por assim dizer, uma escola, alguém que me orientasse, isso acabou me levando a um ativismo que considero ruim. Você abre muito o leque, e nem sempre Deus quer que eu vá a todos os lugares que as pessoas me convidam para ir. A coisa fica pesada.
Se o seu chamado é pastoral, o senhor não deveria estar cuidando de ovelhas?
Sim. Frustra um pouco a gente não ser pastor de ovelha. Os irmãos daqui da igreja se queixam porque eu não tenho muito tempo para eles. Quando eu vim para cá, meu acordo com o pastor Paulo Roberto Ramos, que é o presidente deste ministério, era para cobrir uma ausência pastoral por seis meses. Esse tempo já passou, mas ainda estou aqui. Não sei o que Deus tem para mim neste sentido, mas uma coisa já decidi: para o ano que vem, vou mudar minha postura, dedicando-me à igreja local e à família. Claro que eu preciso manter o ministério itinerante, como conferencista, para ter recursos e levar à frente alguns projetos, inclusive um trabalho com jovens e outro com casais, numa propriedade que compramos. Pretendo ali construir suítes e promover encontros, com a ajuda de outros pastores, visando a ajudar pessoas em seu relacionamento conjugal.
Outros pastores de grande presença midiática acabaram erigindo ministérios pessoais que os tornaram inacessíveis para as pessoas...
Eu não pretendo seguir esse caminho, não. Não tenho nenhuma preocupação em criar um império, nada nessa linha. Tanto que, aqui na igreja, se as pessoas que atendem ao apelo e recebem a Jesus como Salvador moram longe, eu as aconselho a procurar uma igreja onde se sintam bem e onde não se negocia com o pecado.
Tem havido um vazio de pastoreio?
Realmente, as pessoas reclamam muito por isso, e eu estou inserido nessas reclamações. Por isso, estou mudando. É preciso ter tempo para ouvir as pessoas. Muitas vezes, não sou nem procurado para oração ou aquele aconselhamento, no sentido tradicional: as pessoas querem é desabafar suas angústias e falar, falar, falar... Então, o que os pastores precisam é estar dispostos, ter tempo para ouvir, ouvir, ouvir... E, no fim, às vezes só dá mesmo para expor aqueles assuntos perante Deus. Mas a liderança tem que formar uma estrutura para receber esse povo. À medida que a membresia for aumentando, é preciso criar sistemas para que esses membros sejam atendidos nas suas demandas por aconselhamento e atenção espiritual. É por isso que eu gosto do modelo celular. Esse sistema possibilita um atendimento descentralizado aos fiéis. Geralmente, há um líder de célula que acompanha mais de perto algumas pessoas que se reúnem com ele. Eu acho isso bom e tenho visto funcionar bem.
Então, por que as igrejas não seguem esse caminho da descentralização?
Primeiro, porque nós entramos numa linha de raciocínio pela qual a igreja abençoada é aquela que prospera, fica grande. As perguntas que os pastores fazem uns aos outros são as seguintes: "Quantos membros sua igreja tem?"; e "Qual a arrecadação da sua igreja?" É esse tipo de conversa. E todo mundo que é pequeno está querendo crescer – mas, muitas vezes, cresce sem ter ferramentas, sem estrutura de pessoal para dar assistência aos membros que vão chegando. Aí, começam os problemas. Acho que falta conscientização das reais necessidades do rebanho. Ainda existe muito modelo de igreja pesado. O que acontece é que as lideranças têm um certo medo de descentralizar, de delegar poder. Isso porque o auxiliar de hoje pode querer seguir seu próprio caminho amanhã, levando consigo uma parte dos membros. Então, o camarada retém o poder, por medo de criar um concorrente. Assim, perde-se a visão do Reino. Mas nem todo mundo, felizmente, pensa dessa forma.

Namoro em Cristo: Aline Barros se guardou para o marido.

No programa ‘De Frente Com Gabi’ do SBT, que foi ao ar em 26Set12, a cantora Aline Barros faz a revelação de que não fez sexo antes do casamento com o ex-jogador de futebol Gilmar Santos, com quem tem dois filhos.

Aline revelou  a apresentadora Marília Gabriela assuntos sobre sua vida, sua carreira e sobre música.“Fiz exatamente como a palavra de Deus ensina, me guardei e ele (Gilmar, o marido) também se guardou e soube me respeitar”, disse Aline.
A cantora que é formada em Biologia Marinha pela Universidade Federal do Rio de Janeiro diz que não atuou na profissão como bióloga. Aline ainda comenta que seu chamado para música começou aos 2 anos de idade e que com 5 anos foi convidada para cantar em um casamento.
Considerada um dos maiores fenômenos da música gospel no Brasil. Aline já vendeu mais de 7 milhões de discos e venceu quatro vezes o Grammy Latino na categoria "Melhor Álbum de Música Cristã".
Ela comenta que nunca fez aula de canto, “Tive que aprender a cuidar da minha voz, mas nunca fiz aula de canto”.
Falando sobre política, para a cantora é importante ter representantes de Deus não só na política, mas também em todos os outros setores da sociedade. Mas, ressalta que “política não tem nada a ver comigo”, referindo-se à possibilidade de um dia se candidatar.
O site de publicidade do programa faz divulgação com a frase de Aline dizendo “Sou rica da presença de Deus e bem sucedida na minha vida”.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Dicas para um bom evento de casais com o Pastor Ismael, Casados em Cristo.

Falando com líderes: Como promover um evento de casais ou de família com sucesso.
Como promover um evento de casais ou de família que encha os olhos e o coração.

Os eventos para casais ainda não são  realizados por todas as igrejas, muitas não tem
 o grupo de casais em funcionamento, mas cremos num crescimento contínuo
 e fortalecimento de tais grupos.
Bom, quero falar um pouco sobre como um líder de casais pode promover um evento
 maravilhoso para a família, para casais ou misto.
São dicas que podem ajudar os mais inexperientes, tornando assim o evento de família interessante.
Vamos dividir o evento em três partes, para facilitar nossa didática. 
A primeira parte é quanto a forma, a estética do evento e a segunda parte é quanto ao conteúdo
 do mesmo, e a terceira parte será a espiritualidade do evento.

Primeira parte – A forma do evento

1-      Programe um grande evento anual e eventos menores  mensais ou trimestrais,
 para tanto faça a agenda antecipada, torne essa data como um data importante para a igreja,
2-      A medida que o eventos se aproxima, intensifique o trabalho de divulgação.
Comece divulgando de forma constante no boletim da igreja, se houver, faça cartazes
ou economize fazendo um Power point sobre o eventos e peça para projetar na igreja nos
cultos principais, use boas imagens e bons textos para divulgação.
3-      Muitos casais pensam que estão vivendo bem e por isso não valorizam o evento de
 casais ou de família. De uma olhada no blog http://aconselhamentoparacasal.wordpress.com , 
onde você encontra histórias de infelicidade conjugal, coisas que podem acontecer com 
qualquer um que esteja desavisado da problemática do relacionamento a dois.Leia para a 
igreja ou para o grupo. Muitos casamentos estão doentes, mas o mal ainda não se manifestou
na forma de adultério, divórcio, depressão, conflitos e violência, então não se percebe que
é preciso fazer algo antes que o mal se manifeste, é um trabalho pro-ativo.Use a frase de efeito:
 “Sem investimento, sem casamento”
4-      Se a igreja dispor de programa de rádio, use vinhetas para chamar os casais para o 
evento, o mesmo se dá com o serviço de som que é passado por veículo que anuncia o evento 
para a cidade toda.Lembre-se , se o líder não valoriza o evento, os membros também não irão
 fazê-lo.
5-      Se na igreja houver um designeer, peça para que faça uma arte, cartaz, pôster ou folder para
 divulgação na internet, Orkut , facebook e outras redes sociais
6-      Quando estiver mais próximo do evento coloque um folder na igreja anunciando e convidando
 os casais e as famílias de um modo geral.
7-      Não exclua do evento os casais de namorados que estejam com o propósito de casamento, 
que estejam firmes na relação, pois eles precisam aprender sobre casamento antes, para não errar 
depois de casado.
8-      Quando o evento for feito na igreja com duração de mais de dois dias, é interessante atender
a igreja como um todo em culto aberto, e os casais de uma forma mais particular, com palestras 
exclusivas para eles.
9-      Não cometa o erro de achar que não precisa fazer mais nada além de convidar um bom
 palestrante. Não. Mesmo um bom palestrante percebe a dificuldade de se fazer um evento tão 
importante, mas que a igreja não se preparou para ele.
10-   Envolva os músicos da igreja, peça para eles ensaiarem canções que falam do amor romântico,
 musicas que falem de família de uma maneira específica. Cantores como Regis Danese, Bruna
 Karla, Aline Barros e outros tantos tem gravado músicas sobre o amor romântico.
11-   Se for possível , crie lembrancinhas referentes ao evento. Apostilas e materiais das palestras, 
pastas,papel e caneta também valorizam o seminário
12-   A igreja deve estar ornamentada com o tema do evento. Se for acontecer a renovação de votos,
 prepare a igreja como se fosse para um casamento mesmo, com tapete vermelho e flores na entrada. 
Você pode caprichar nisso, trazendo os filhos para entrar com as alianças, use a criatividade. 
Faça entrega de diplomas bem feitinho para o casal se lembrar da data. Pode ser feito também na
 ocasião, um casamento comunitário.
13-   Como tudo tem custo, não exagere nas despesas, mas sim, use a criatividade com economia, 
usando bem aquilo que a igreja já tem, como materiais e mão de obra.
14-   Se o evento for ocorrer em feriados e datas festivas,trabalhe isso, pois casais costumam
 aproveitar os feriados para passear, visitar a família, considere então essa questão.
15-   Prepare em Power point, mensagem de boas vindas ao Palestrante, aos casais visitante, 
a todos os casais. Faça isso em slides exclusivo para o palestrante, para o visitantes e assim por diante.
16-   Crie alguma coisa bonita para dar solenidade ao evento, como o canto do hino nacional,
 entrada de bandeiras, uma entrada de crianças com cartazes pedindo que seus pais se amem ou 
com palavras proféticas sobre eles, use a criatividade.Quem sabe a leitura bem feita, com uma 
voz bonita, de uma poesia ( exemplo.. “Recomeçar”de Carlos Drumond de Andrade) ou então o texto
 de ICo 13.
17-   Honre o palestrante com uma lembrancinha ainda que de baixo custo, mas com significância, 
quem sabe um livro, uma pintura,uma foto bem caprichada dele com a igreja, com moldura. Se tiver 
algum artesão na igreja, dê algum produto dele.Nãoprecisa ser caro, mas tem que ter significância.
18-   Quando for tratar das despesas com o palestrante, é bom que a pessoa que combinou sobre os
 custos esteja presente, isso irá dirimir qualquer dúvida que haja.
19-   O casal de líderes deve propor um momento especial para o casal de pastores da igreja
 local, pois eles precisam estar bem, se sentindo amados um pelo outro e também pela igreja. Isso
 irá refletir sobre a igreja e os casais que ali freqüentam.
20-   É interessante incluir na programação um jantar romântico ou um café da manhã.
21-   Você deve atentar para a captação de recursos para o evento. Sugerimos as seguintes
 possibilidades:
-Que seja feita inscrição para os participantes com uma taxa.
-Que se venda algum produto como livros, apostilas, cd,DVD, do palestrante.
-Se for possível levante patrocinadores, pessoas com mais poder aquisitivo para viabilizar o projeto.
-Pode ser criado um fundo para o grupo de casais, de maneira tal que tenha recursos próprios.
-Faça cantina durante o evento.
22- A parte técnica de som e imagem deve estar empenhada em oferecer o melhor. Se for usar 
projetor, lembrar que durante o dia há uma perda de qualidade da imagem, verificar isso com
 antecedência. Lembre-se , quanto mais longe estiver o computador ou notebook do projetor, 
maior será a perda da qualidade da imagem.Microfones sem fio costumam desconcentrar quem 
está pregando se a todo instante tiver 
que trocar as pilhas. As vezes é melhor um bom microfone com cabo grande do que um microfone
 sem fio com problemas de baterias e outros.

II Parte – O conteúdo.

A forma é importante, mas o conteúdo é o principal. 

Deve ser pensado nas necessidades da família, dos casais, verificar qual são as dificuldades
 e passar tais informações para os palestrantes. Arrume um tempo na programação para que os
 casais façam perguntas, por escrito e anônimas. A sexualidade é o que os casais mais se interessam, 
não desprezar  esta necessidade.

Se optarem por dinâmicas, que sejam coisas realmente edificantes e não mero passatempo.
Um quadro contendo a programação toda, é sempre bem vindo.

III- A espiritualidade do evento’

-Jejuar e orar com a igreja para o sucesso do evento, tanto na sua forma como no conteúdo,
 pedindo a Deus que seja um tempo de cura para a família.
-Que os louvores seja especiais.
-Deve haver um momento de perdão.
-Casais que necessitem  ser ministrados particularmente devem ser atendidos.
-Entre uma palestra e outra fazer orações específicas, atendendo diversas áreas como finanças, 
filhos, projetos, salvação,saúde emocional e física.

Casamento Gospel: Ana Paula Valdão e Gustavo Bessa



O Pr. Gustavo Bessa e a Ana Paula Valadão se conheceram trocando e-mails, a família dos dois já se conheciam mas eles não, e depois de uns 10 dias de conversas eles resolveram que tinha chegado a hora se conhecerem pessoalmente, e no primeiro encontro o Espírito Santo falou com ela sobre o local que eles iriam e isso aconteceu, os dois se entenderam muito bem e ela viu que ele amava mesmo o Senhor.

Um dos sinais que a Ana havia pedido à Deus era que os pais dela se alegrassem, e quando ela chegou em casa foi isso que aconteceu, pois eles estavam felizes, e foi o pai da Ana que disse pra ela chama-lo para um segundo encontro, e nesse encontro o Gustavo fez o pedido para a Ana: "Gostaria de namorá-la."

Quando estavam namorando eles viram que se combinavam e amavam ao Senhor acima de todas as coisas, mas, naquela época principalmente, as diferenças teológicas eram muito grandes e a Ana colocava óleo na mão e quando eles se encontravam ela já o ungia quando se abraçavam, fora outras coisas, e assim as diferenças foram diminuindo e eles aprenderam muito um com outro. Ana Paula Valadão Disse: "Eu acho que o melhor casamento que existe é entre um presbiteriano e uma batista pentecostal porque trouxe um equilíbrio muito grande para a nossa fé".

E ainda namorando o Senhor falou ao coração da Ana sobre como as multidões seguiam a Jesus e muitas vezes Ele não conseguia ter a privacidade que precisava mas tinha compaixão por essas multidões e ia até elas, e a Ana falou ao Gustavo que a vida dela ia ser daquele jeito e ela queria saber se ele estava disposto a compartilha-la com outras pessoas em uma vida pública, já era naquela época mas ia ser muito mais.

Não foi fácil porque era uma renúncia que ela estava fazendo porque muitas vezes quando acabavam os cultos ela encontrava muita gente que amava ela, mas ela não conhecia e muitas pessoas que tinham a Ana fazendo parte da vida delas, mas as pessoas que estavam fazendo parte da vida da Ana iam embora antes que ela chegasse perto delas para cumprimentá-los.

Um dia o Diante do Trono foi fazer uma ministração em Londrina e a Cassiane, esposa do André, levou o Gustavo pra fazer uma surpresa pra Ana, eles já eram noivos, e ela pediu pra ele levar uma Palavra no evento que eles iriam fazer, ele aceitou e pensou "Eu sou o cara, eu estudo, faço seminário, leio a bíblia, oro, jejuo" e fez a Pregação com os três pontos e pensando "Deus vai me usar demais. Eu me esforcei tanto" e quando chegou a ora dele subir ao palco, havia umas três mil pessoas naquela arena, ele esqueceu o que ia falar.

Então, ele começou a dar brados, glórias a Deus, tentando passar algo, então ele desceu do palco arrasado , se ajoelhou e disse "Deus porque o Senhor fez isso comigo? Eu preparei tanto, eu jejuei." e a Ana voltou com uma ministração sobre a história de Naamã que estava com a armadura, mas ele era leproso por dentro, e o Gustavo ao invés de se alegrar pelo que Deus estava fazendo através da Ana ele perguntou "Porque ela e eu não?" e o Espírito Santo falou a ele "Isso é inveja." Foi um choque pra ele aquilo de estar invejando a noiva dele e estar se achando.

Três dias se passaram e ele confuso porque aquilo havia acontecido, e dessa experiência ele começou a entender a beleza das diferenças porque Deus dá dons diferentes a pessoas diferentes, e naquele mesma semana ele procurou a Ana e pediu perdão a ela porque naquela noite Deus estava a usando e ele estava com inveja dela.

A Ana falava muito ao Gustavo sobre missões até que ela resolveu orar por essa área na vida dele e foi um milagre porque ele não queria isso, e atualmente ele viaja mais à países para fazer missões do que ela.

Outra experiência marcante pra eles já foi com quatro meses de casados quando o Gustavo teve um acidente, quebrou a perna e ele sabia que foi Deus que permitiu que a perna d'Ele fosse quebrada. "A ovelhinha estava indo pra longe do pastor e ele foi lá quebrou a perna da ovelhinha e carregou-a no colo."

Nos 21 dias que ele ficou de cama Deus começou a trabalhar mais intensamente o coração do Gustavo e ao mesmo tempo o Ministério Diante do Trono estava em expansão e ele falou pra Ana "Você acha que é você que está fazendo isso acontecer? É o seu dom? O seu talento? A sua criatividade? O seu carisma? Não, porque se não existir Deus na sua vida você não tem mais nada."

Desta experiência nasceu a música "Preciso de Ti", (que é cantada até hoje por todo o Brasil e o mundo). E ele começou a ver que se qualquer outra coisa tentar ocupar o coração dele além de Deus ele estava perdido. E eles sempre veem isso e vivem essa verdade porque nós precisamo de Deus pra tudo e é Ele que faz tudo através de nós.

Que Deus continue abençoando mais e mais esse casal que tem se completado com as suas diferenças, e assim, na obra do Senhor tem edificado muitas pessoas.

Fonte: Variedades Gospel Veras / Com informações: Livres DT 

Casamento : Aline barros e Gilmar Santos.

Aline Barros e Gilmar Santos casaram-se em 2000, cerimônia realizada pelo Pr. Jabes de Alencar, do qual lhes nasceria o filho Nícolas três anos mais tarde, em 8 de janeiro de 2003 e Maria Catherine no dia 12 de outubro de 2011.

A cantora realizou o sonho de ser mãe de uma menina, com o nascimento de Maria Catherine. Casada com o ex-jogador de futebol Gilmar Santos, ela já tinha um filho, Nícolas, mas com a chegada de sua “princesinha”, sua vida passou a ser “cor de rosa”.

“Meu mundo virou cor de rosa depois que a Maria Catherine nasceu. Estou brincando de boneca de novo”, derrete-se Aline Barros ao falar da filha caçula, mas sem deixar de elogiar seu filho mais velho. “E o Nícolas é o meu príncipe. Educado, carinhoso, inteligente.”

Aline Barros revelou que não teve relação sexual até o casamento.“Fiz exatamente como a palavra de Deus ensina, me guardei e ele (Gilmar, o marido) também se guardou e soube me respeitar”, disse Aline.

"Eu não entendo nada de engenharia, mas tem uma coisa eu tenho certeza, quando nós construímos a nossa casa na rocha, e não sobre a areia, poderão vir os ventos, as tempestades e ela certamente continuará de pé porque seus fundamentos, suas estruturas estão sobre a rocha. Isso é o que a Bíblia tem me ensinado, o meu relacionamento é fortalecido porque foi construído e tem sido solidificado sobre essa rocha que é Jesus Cristo. Então, tudo flui com mais facilidade, a gente aprende a perdoar, a honrar, a respeitar, a amar e a pedir perdão. É tão lindo quando isso é construído, não somente depois de um casamento, mas até mesmo antes, no período de namoro, no qual você está conhecendo aquela pessoa com quem você vai fazer uma aliança eterna. Esse é um momento especial e importante para começar a construir essa base, fundamentar esse relacionamento sobre os princípios de uma palavra que vai reger a sua vida, a sua história e o seu casamento futuramente, a sua vida a dois, vocês vão sonhar juntos, vocês vão conquistar juntos, vocês vão crescer juntos, vocês vão passar por problemas juntos e sair vencedores."

Fonte: Variedades Gospel Veras
Com informações: Contigo!Online/Wikipédia/Tube AEIOU

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Palestrante para casais Ismael vai estar em Monte Alto SP


14 DE JUNHO 2014 NA IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR

Aconselhamento "Em meio a uma crise comecei a receber elogios de um homem, adulterei".

Pastor, 
Estou aflita! Peço sua orientação, vou tentar relatar brevemente minha história. Sou crista, casada há 9 anos, meu esposo também é evangélico. Vivemos sucessivas crises ao  longo de 2013, inclusive nos separamos fisicamente  por alguns dias a ponto dele sair de casa. Sempre sou eu que perdoou, não sou a esposa perfeita, mas é visivel a todos que eu sustento nossa relação. Enfim, em meio a uma dessas crises, comecei a receber elogios de um homem, não que isso não acontecia antes, mas com esse foi diferente, me senti completamente envolvida, talvez pela maneira como ele conduziu, estava sempre chamando me atenção, com muitos elogios e sempre, sempre presente. Pelo fato de trabalharmos na mesma empresa e termos amigos em comum, acabamos nos encontrando e instantaneamente sentimos diversas sensações. Ele está desviado, eu não, tinha plena convicção de quem eu era em Deus e pedi muita ajuda pra me livrar disso, mas infelizmente não consegui. Marcamos um encontro, depois outro, depois mais outro e com a carne ninguem se brinca...acabamos adulterando (ele tbm é casado). Pastor, meu casamento já foi restaurado várias vezes, uma inclusive por causa de traição por parte do meu marido, veja, não estou querendo justificar a minha, quero apenas tentar relatar a história. Com um mês que estavamos nos encontrando, decidimos parar, pq sabiamos que não estavamos certos, mas era uma coisa tão intensa, chegamos a falar em casamento, planejamos tantas coisas juntos. O tempo passou, e mais uma vez estavamos juntos. Parece coisa de doido, mas oramos juntos, nos perdoamos, profeticamente nos libertamos emocionalmente e tentamos ser amigos, mas não tem sido fácil.Eu não paro de pensar nele, ele disse que quer resgatar a familia dele...enfim. Nesse tempo inteiro, estava brigada com meu esposo, pedi perdão a ele, mas ainda não consegui ter relações com ele, pq o outro não sai da minha cabeça;. Sei que tudo deve ser levado a luz, quero me livrar desse sofrimento e não sei como agir, já pedi perdão a Deus, já clamei, mas me sinto suja, perdida. Por favor, aguardo uma orientação sua.
Fica na paz!

RESPOSTA.

Querida irmã, é com pesar que lhe direi o que tiver que ser dito, e eu não posso me omitir de uma verdade que você também conhece. Esse outro homem não é teu, ele tem uma dona, uma família, tem filhos a espera dele em casa.
Você diz ao final de seu email que se sente suja e perdida, e eu lhe afirmo segundo a Palavra, é realmente esse o seu estado. Pode ser que você nem queira ler o restante desta resposta, em virtude
de eu lhe parecer rude e duro demais. Você tem razão, estou sendo severo, e isso é porque amo o que Deus ama que é família fortalecida e não a família destruída. Além de mais, estou aqui para falar
na direção de Deus, e isso eu tenho que fazer, e ai de mim se não o fizer, pois ai daqueles que ao bem chamam mal e ao mal chamam bem.Adultério é uma fraude, e o castigo para essa fraude é a morte, se não fisicamente, mas emocionalmente e espiritualmente. Você está apaixonada por esse "homem" ( ou lobo, não sei) e essa orientação pode servir apenas para sua consciência lhe alfinetar ainda mais, entretanto, se você quer saber como sair dessa relação começe a ver as coisas como elas realmente são. Veja , este teu "amado" é tão boa gente que está traindo a esposa, ora faz planos com você, claro , não perder essa aventura, carne nova, entende? e logo após diz que quer reconstruir a família, ora, tenha pacicência, só mesmo uma apaixonada não vê que ele é mais um canalha que vive entre os crentes mas que não se converter e fica contaminando quem se aproxima dele. Você pode ter uma história cheia de conflitos, carências e necessidades, porém, nada justifica um adultério, você jogou a sua dignidade, sua condição de filha amada na lata de lixo, no ralo do esgoto, é isso que fez. Se você continuar com esse homem que não é teu , vai descobrir daqui há algum tempo que errou, pois ele não era nada daquilo que parecia ser. Basta ele saciar sua sede de sexo, estar com você no dia a dia, cheirando perfume ou a suor de quem lavou e passou roupa o dia inteiro, ou quem sabe, quando ele olhar para as contas que começarão a se amontoar, afinal, manter duas famílias, pensão alimetícia, não é fácil. Sem contar aqueles momentos em que ele olhar para você e perguntar: "Em quem você pensou ontem a noite quando estávamos transando?", e sabe porque ele faria isso? Por que também não confia em você, pois não foi digna com o verdadeiro marido, porque seria com ele.  Mas há uma esperança, existe uma pessoa que te olha com olhos de bondade, de amor verdadeiro, alguém que não está interessado no seu corpo, mas na sua alma, no seu bem, e esse Homem Divino chama-se Jesus Cristo, ele pode te perdoar, mudar tua história, apagar a tua lista de pecados, e te orientar para começar tudo de novo. Quer um conselho? Pare com isso já. Fuja desse pecado, desse lobo e assenta te aos pés de Cristo. É isso, e que Deus seja contigo. E pra finalizar, quero te dizer que se eu não ti amasse, não me daria ao trabalho de responder sua carta, só o fiz por amor. Abraços, no amor de Cristo. Fique com Deus, fique em família, fique Casados em Cristo.


Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sendo gentil na ausência.

Sendo gentil na ausência.

Por Pastor Ismael, Palestrante para casais e família.



"O Senhor DEUS me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta-me todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que ouça, como aqueles que aprendem" Isaías, capítulo 50, versículo 4.

Nas rodas de amigos ou mesmo de trabalho, é comum quando da aproximação de uma esposa , logo surge um comentário em tom de gozação: “Lá vem a Dona Encrenca”. E os presentes riem bastante e tudo não passa de uma brincadeira saudável.
Mas como toda moeda tem dois lados, também acontece de num momento desses alguém fazer comentários que diminuem aquele ou aquela que se aproxima. São maridos e mulheres que não sabem dirigir um elogio, preferem uma crítica. Como não sabem elogiar, então, criticam, quando tinham ainda a opção de se calar.
Estamos sempre ouvindo do valor de um elogio direto para a pessoa e o quanto isso faz bem para quem o recebe. Mas quero falar agora da gentileza na ausência.
Outro dia encontrei algumas amigas, irmãs de ministério, e elas perguntaram da minha esposa, Cleire, e eu pronta e naturalmente respondi: “ A Cleire vai bem, cada dia mais bonita.” Logo uma daquelas amigas disse com voz de exclamação: “ Pastor, que bonito ouvir o senhor falar assim de sua esposa!” Passado algum tempo, alguém daquele grupo  encontrou a Cleire em algum lugar e comentou o ocorrido. Isso encheu o coração dela de alegria.  O elogio é uma gentiliza, um gesto  nobre que  reafirma sentimentos, encoraja para continuar com mais força ainda, valoriza o esforço. E parece-me que quando usamos de gentilezas com alguém na sua ausência, isso potencializa ainda mais o feito, dá mais valor, mais peso
Há um dito popular que “as paredes têm ouvidos” e tudo que dissermos sobre alguém, isso de alguma forma chegará ao seu conhecimento. Então use essa possibilidade para o bem, sempre que tiver que emitir uma opinião aproveite para ser gentil. Pode-se aproveitar oportunidades para isso ou mesmo criá-la como uma forma indireta de mandar uma mensagem de carinho por alguém. Especialmente quando esse alguém é seu cônjuge. Eu tinha um colega de ministério que sempre quando me encontrava , antes de qualquer assunto, perguntava: “Como vai a sua família linda, sua esposa está bem, e aquelas graças de crianças, tudo bem com elas?” Isso fluía dele naturalmente, tornou-se um hábito bonito e gentil. E mesmo eu sabendo que ele diria essas palavras, eu apreciava encontrar-me com ele para novamente ouvi-lo. Como diz o pregador, as palavras podem ser muros que dividem, mas também podem ser pontes que unem e aproximam vidas.



Abraços, Pr Ismael e Pra,Cleire. "Fiquem com Deus, fique em família" Palestrante para casais e famílias.
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